História My Hated Teacher (Imagine Jungkook) - Capítulo 3


Escrita por: e May_Kpopper

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Big Bang, Red Velvet
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Personagens Originais, Seulgi
Visualizações 442
Palavras 2.630
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Bishoujo, Comédia, Crossover, Drabble, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Harem, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


🔴Boa madrugada, manas. Bom vai acontecer algumas mudanças nos horários de atualização da fanfic. Até que eu consiga ficar com mais tempo livre os dias de atualização serão
TERÇA E QUINTA-FEIRA.

⚠ ATENÇÃO NÃO ESCREVEMOS COM INTENÇÃO DE DENEGRIR A IMAGEM DE ALGUM ARTISTA OU APOIAR QUALQUER PRÁTICA NESSA HISTÓRIA. LEMBRE-SE NADA DISSO É REAL. ⚠ Foda-se, eu sei.

Correção: May_Kpopper ❤

#BoaLeitura!

Capítulo 3 - WhiskY


Fanfic / Fanfiction My Hated Teacher (Imagine Jungkook) - Capítulo 3 - WhiskY

[ 9:37 A.M]

Entre minha personalidade e meus desejos existe um grande precipício, tão alto que acredito está caindo até agora. Trato os nomes dados à mim, grossa ou fria, como minha personalidade. Ninguém sabe realmente o que eu quero e para descobrir é preciso ouvir da minha boca... Eu diria que esse veneno do amor não funciona em mim.



O motor da moto roncava pelas ruas asfaltadas e o pneu em atrito com o solo sempre derrapava à cada curva fechada que havia pelo caminho. Alguns quilômetros à frente do meu rival, que colocava toda potência no carro, acabei por receber uma ligação que interrompeu minha música. Virei o acelerador na direção da frente da moto e apertei a embreagem, trocando a macha logo em seguida e voltando a acelerar.

— Que foi? — respondi, usando o fone de ouvido para não piorar minha situação com as autoridades por usar aparelho celular enquanto pilota. Do outro lado da linha eu já sabia quem era e infelizmente, para mim, é meu pai ou o homem que diz ser ele. — Ligando para saber se o sobrenome Moore ainda não foi manchado?

— Para saber onde minha filha está? — a voz um pouco grossa do homem, me fez revirar os olhos e acelerar mais um pouco ultrapassando outra moto que seguia na minha frente. — Esse barulho... Está correndo?

— Vai direto ao ponto. Sabe que odeio falar com você, principalmente quando estou pilotando. — ditei, finalmente sendo alcançada pelo dono da Ferrari que mantinha um sorriso largo em seu rosto. Levantei a viseira do capacete de proteção e apontei para frente em um sinal para que ele olhasse também. — Acha que desvia daquilo nessa velocidade? — me referi ao meu adversário.

A nossa frente a pista fazia uma curva muito fechada para o carro conseguir passar sem diminuir muito a velocidade do automóvel. Por outro lado se o motorista fosse bom no volante o carro iria curvar facilmente e pela expressão pálida dele era nítido que ficou com medo. Continuamos um ao lado do outro, sem diminuir a velocidade dos automóveis e prestes a realizar a curva.

Quando senti o carro perder a velocidade minimamente, movi rapidamente minha canhota para diminuir a velocidade de forma rápida e trocar a marcha para e diminuir gradativamente a velocidade. Por instinto o guidão da moto foi para a esquerda e logo eu e a moto estávamos na curva, praticamente, deitados na pista. Algo que arrancou de mim um sorriso ao olhar rapidamente pelo retrovisor o carro começando a curva.

— Está me ouvindo, Nixie?! — o grito no meu ouvido me fez lembrar que eu ainda tinha ele na linha. Continuei com meu corpo deitado sobre a moto, permitindo que a corrente de vento não atrapalhasse no final da curva e no aumento da velocidade. — Esse jantar é muito importante para a minha eleição.

— Não vai querer ter sua querida esposa e eu debaixo do mesmo teto em um jantar. — ironizei, ouvindo um breve silêncio do mais velho que me fez querer desligar a chamada. — Eu já te disse e volto à repeti: Não sou um manequim que você pode escolher a roupa ou a faculdade que eu curso.

Apertei o botão do fone que estava fixo na minha blusa e desliguei a chamada, voltando à minha música tranquila. Olhei pelo retrovisor e para a infelicidade do meu adversário não conseguiria me alcançar nessa aposta.

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[ Oficina O356/ GD]

Quando entrei com a moto na rua fechada, local de concentração dessas corridas, obtive a visão de vários carros estacionados e um grande número de pessoas envolta deles ou simplesmente conversando. A música alta, me fez desligar meu celular e prestar atenção em volta. Não demorou muito para que a vaga reservada para mim fosse indicada pela responsável da minha “equipe”.

— Depois de oito meses...— foi a primeira coisa dita pela Joy. Estudante de jornalismo que está sempre nas corridas filmando tudo. Até pensei que ela fosse só mais uma das prostitutas de luxo, mas é a irmã de alguém superior à mim, ou quase. — Finalmente está de volta.

— Cadê seu irmão? — ignorei a simples comemoração dela, tirando o capacete. Balancei a cabeça na intenção de arrumar alguns fios e desci da moto tirando a chave da ignição.

— Está lá em cima. Depois de nove meses longe das ruas o que ele mais precisa fazer é pensar... — Joy disse em um sussurro, me entregando uma lata de refrigerante e tirando o capacete da minha mão. — Ele quer falar com você.

Suspirei já sabendo as possíveis perguntas que me aguardam. Passei por alguns rapazes que já se encontravam bêbados à essa hora da manhã. Olhei novamente pela entrada onde o carro do meu adversário chegava com um amassado na lateral. Aquele perfeito carro esportivo havia acabado de ir para o ralo depois da curva e para minha surpresa o motorista saiu apenas com um corte na cabeça.

Não dei atenção e subi os pequenos degraus da escada de ferro. Meus saltos fizeram um barulho à cada novo degrau até ficar de frente para a porta de madeira pintada que dava para uma sala escura. Pela pequena brecha da persiana pude ver o meu amigo de muito tempo atrás rabiscando alguns papéis obviamente nervoso com algo.

Abaixei a maçaneta da porta e em poucos segundos à fechei para evitar uma reclamação sobre o barulho de fora. A sala, que se parece mais com um escritório, tem suas paredes em tons escuros assim como a mobília de madeira. A única luz do ambiente vinha da lâmpada fixa no ventilador de teto que já era para ter quebrado de tão velho.

— Sentiu minha falta, Nixie? — o tom de ironia em suas palavras, me fez cogitar a possibilidade de sair dali antes que eu seja grossa. Me sentei na cadeira de couro em sua frente e cruzei minhas pernas, com a minha destra apoiei meu queixo pedindo para que ele continuasse. — Nove meses na cadeia e quando eu volto foi minha irmã que assumiu tudo?

— Você não deveria nem ter saído. — fui direto ao ponto. Esfregando a pele do meu indicador no meu queixo continuei a falar. — Naquele maldito acidente você foi o culpado e ele morreu por sua causa, Jiyong.

— Aquele filho da puta mereceu. Os próximos serão o Jung e você se não fizerem o que eu mando. — as mãos dele colidiram contra a madeira da mesa e ele se levantou. Meus olhos se encontraram com os dele pela primeira vez naquela sala e uma mesclagem de expressões dominaram aquele olhar. — Eu só queria te ver... Depois do acidente você não foi me visitar.

— Visitar quem matou meu amigo?... Nunca. — me levantei para ir embora daquele lugar. Mas, antes que eu pudesse mover uma perna em direção à porta o grosso e frio cano de um revolver foi colocado à poucos milímetros da minha cabeça e logo ele desceu a trava de segurança. — Atire. Acabe com isso de uma vez...

— Eu não faria isso. É mais divertido quando você implora pela sua vida... — seus olhos continuaram fixos aos meus. Levantei minha mão lentamente até tocar em seu pulso fino que era coberto de correntes de ouro, deslizei apenas as pontas dos meus dedos pelo corpo da arma até chegar na boca. — Pessoas normais tem medo da morte, Nixie.

— Ainda espero pelo dia que irei sentir esse medo. — mesmo com uma arma apontada para mim, sorri e sai do lugar onde eu estava caminhando pela sala. Quando eu olhei para o mais velho ele estava passando a mão na cabeça antes de se sentar novamente e jogar a arma sobre os papéis com nenhum cuidado. — Você matou ele... E se eu só vim aqui depois de tanto tempo foi porque achei que você tinha mudado.

— Eu não mudei. Você também não. — ele colocou as pernas sobre a mesa e acendeu um cigarro usando o isqueiro que carregava no bolso. Tragou o cigarro e soltou a fumaça entre os dentes até olhar para mim de novo. — Só tome cuidado, daqui em diante, eu não terei mais pena de você. — ditou. — É melhor levar com você.

Se referiu à arma sobre a mesa e virou de costas para mim. Apoiei meu queixo no dorso da minha destra e mordi meu lábio inferior até me decidir e ir até a mesa. Peguei o revólver e conferi se estava carregado, para minha surpresa ou não; ele estava. Tirei cada um dos cartuchos e coloquei no meu bolso da calça. Já a arma de fogo foi para minha cintura onde escondi com a blusa por cima.

Abri a porta, olhando uma última vez para o Jiyong. Neguei com a cabeça e sai daquela sala, sendo surpreendida com a moto do Hoseok sendo lavada e admirada ao mesmo tempo. Alguns dos jovens que veem nos rachas não tem moto então apenas assistem as corridas. Apoiei meu peso na barra de proteção.

— Nixie, o que vai fazer com o carro? — Joy perguntou, mostrando a chave que havia acabado de receber. Olhei para o estrago no esportivo vermelho e sorri. — Já entendi.

— Por favor, esse carro é do meu pai. — o perdedor implorou. O desespero era tanto que ele nem ligava se estava sangrando ou com alguma outra lesão. Rose jogou o relógio que brilhava em um puro ouro em minha direção e logo a chave que foram recepcionados com cautela. — Eu compro de novo.

— Com aquele estrago na frente não passa de sucata. — rodei a chave na ponta do meu dedo e depois segurei. Jogando com um pouco mais de força até atingir a lixeira. O rapaz correu até a mesma e sem nojo nenhum procurou pela chave. — Eu fico com o relógio!

O desespero dele ao achar a chave só piorou quando ele entrou no carro e disparou para fora dali. E infelizmente para ele o começo foi um piscar de olhos para o fim. Uma vez dentro do mundo da adrenalina você não consegue parar.

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[Universidade, 8:45 P.M]

De volta à sala de aula e para minha surpresa o professor novo é muito bom aplicando e explicando o conteúdo. Alguns alunos prestavam atenção e acompanhavam a leitura, já outras admiravam a beleza do mais velho e esqueciam do foco principal das aulas. Uma aluna em especial estava nitidamente tirando fotos dele de costas, ao perceber que eu estava olhando abaixou o celular e se concentrou na aula.

— E é isso, alunos. — o superior colocou o livro sobre a sua mesa e apoiou o corpo com as duas mãos apoiadas sobre a mesma . Ele sorriu um pouco bobo e abaixou a cabeça tentando controlar a risada. — Alguma dúvida?

— Já fez sexo com uma estudante? — a audácia da mesma aluna me fez revirar os olhos. Aumentei o volume da música, mas infelizmente ainda poderia ler os lábios dos dois ou pelo menos tentar. — Ou melhor, quer fazer?

— Não acho que aguentaria ou que essa seja a sua personalidade, senhorita Nyki. — respondeu, caminhando pela sala e subindo os grandes degraus até chegar onde ela estava, recorrentemente do meu lado. — Está tentando conseguir a minha atenção baseado nas fotos que tirou e achando que o meu tipo ideal de garota é assim.

— Ela conseguiu, mas de outro jeito. — sussurrou Hoseok, puxando meu fone do meu ouvido. Suspirei e desviei meu olhar para o livro na minha mão e que infelizmente não consegui me concentrar. — Aconteceu alguma coisa na corrida?

— Ele está de volta... Jiyong fugiu da cadeia. — ditei, vendo o moreno ficar pálido e rapidamente levar a mão na cintura. Olhou para os lados, conferindo a sua volta. — Dessa vez vai ser você ou eu. Ele deixou bem claro.

— Mas que merda de polícia é essa? — bateu com força a mão sobre a mesa, mas não o suficiente para chamar atenção. — Ele viu a placa da moto ou fez alguma coisa com você? Se ele te tocou eu juro que acabo com aquele filho da puta.

— Hose-...

Interrompida pela movimentação intensa dos alunos em direção a porta o que indicava o intervalo. Olhei para o relógio em meu pulso, conferindo a hora e me levantei pegando o livro e o caderno de anotações para sair junto dos outros. Novamente o professor Jeon seria o último em sala de aula. Hoseok foi tão rápido quanto eu em guardar o material dele e se levantou junto comigo.

— Jiyong não fez nada. — tentei cortar o assunto e sai andando pela sala, sendo seguida pelo meu amigo. — O mesmo de sempre quando me vê. Aponta uma arma e não atira, mas dessa vez a arma está comigo.

— Pelo menos você está segura. — ele sutilmente passou o braço por cima do meu pescoço e colocou a outra mão no bolso da sua blusa de frio. Olhei por cima do meu ombro para o professor que mexia no celular e as vezes levava até a orelha para efetuar a ligação. — Que foi?

— Pode ir, acho que esqueci um livro. — menti, dando a meia volta para dentro da sala. Fechei a porta da mesma e encarei ele passar a mão entre os fios de cabelo enquanto o cotovelo ficou sobre a mesa. — Professor Jeon, sei que não é da minha conta. Mas, está tudo bem?

— Está tão nítido assim? — forçou um sorriso em seus lábios. Desviei meu olhar para o chão e cruzei meus braços, segurando entre meus dedos a extensão da blusa e puxando ela junto. Caminhei para mais perto até ficar de frente para a mesa.

— Sua tensão muscular revela que está sobrecarregado e quando respondeu a Nyki estava com outra pessoa em mente e por isso usou aquele tom de voz. — fiz uma análise pequena, conseguindo arrancar uma risada do moreno. — Obrigada por ontem. Eu precisava mesmo de uma carona.

— Eu preciso ir agora. — levantou-se o mais rápido possível, pegando sua pasta e o casaco preto. Colocou a mão no bolso e abaixou a cabeça, ele estava com a bochecha um pouco vermelha. Notei sua expressão mudar de preocupado para nervoso. — O que eu fiz ontem foi o mínimo que eu poderia fazer.

— Está nervoso.

— Esqueci meu remédio e preciso comprar ele antes que eu faça um absurdo. — a confissão dele saiu junto de um suspiro. Tombou a nuca para trás encostando ela na porta. — Eu preciso de um amigo para desabafar, só isso.

— Os remédios... São para dormir? — minha pergunta saiu como um sussurro e quando ele concordou com a cabeça foi minha vez de mudar a expressão. Apertei a blusa entre meus dedos e pressionei um lábio contra o outro. — Conheço um bar que tem um bom Whisky e é quase vazio nas quinta-feiras.

— Está sugerindo... — um sorriso mínimo surgiu nos lábios dele e eu com calma caminhei em sua direção. — Está sugerindo que seja minha companhia?

— Não. — suspirei. — Estou te chamando para conversar em um bar que tem um bom Whisky e até mesmo um petisco para acompanhar sua noite.


Aqui estou eu: interessada em saber o que está tirando as noites de sono dele assim como a minha. Remédios para dormir tornam-se um vício que as vezes não podemos controlar. O melhor para contornar essa situação é um bom e velho papo junto de apenas um copo de whisky.


Notas Finais


Vocês também perceberam o que eu percebi?... Sera que temos um #Nixseok 💚

Ou #NixKook. 💙

~ Ta. Eu sei que todo mundo está surtando com o Jin e seu Epiphany. Eu também fiquei, principalmente, porque a mana aqui não investiu nas teorias. Foi só tiro; começando pela notificação não esperada e meu desespero já foi ali. Terminei o MV sem voz, suada e morrendo mais ainda de amores pelo Jin!

FCM. ❤


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