História My Heart (JM) - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Bts Jimin Park Chimchim
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Palavras 350
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - II


             

  Foi na saída de uma festa, no ano passado, que eu tive o primeiro sinal de que alguma coisa estranha estava acontecendo na minha casa.

  Eram três horas da manhã e eu já havia chamado a galera para ir embora. Meu pai pegaria a gente naquela noite. Ele era o mais pontual de todos os pais e, se dizia que estaria na porta da festa às três horas, podia contar que quinze para as três ele já estaria lá, esperando por nós dentro do carro, ouvindo seus CDs. Mas naquela noite ele não apareceu. E ficamos nós quatro, eu, Rose, Lua e a Jennie, esperando, sem saber o que fazer. Ninguém atendia o telefone lá em casa e o celular do meu pai caía na caixa postal. Não havia mais ônibus àquela hora. E era muito chão para andar até em casa.

Rose: Vamos ligar pra sua mãe, Ji Woo

Eu: Não adianta Rose, ela está sem celular.

Rose: E se a gente pegasse uma carona?

Eu: Vamos esperar mais um pouco, às vezes aconteceu algum problema no carro e ele já está chegando.

  Como o pai era meu, todo mundo concordou. Resolvemos esperar mais um pouco.

Lua: Quem sabe furou o pneu, Ji?

  É, podia ser. Sentamos na beira da calçada. E nada. Quase meia hora depois, passou por nós um amigo do irmão da Dani, sozinho no carro, e ofereceu carona. Fiquei na dúvida, mas a Rose achou melhor a gente aproveitar. Tentei ligar de novo para o celular do meu pai. Fora de área. Entrei no carro e fomos embora.

  A carona foi ótima, me deixou na porta do meu prédio. Entrei correndo. Chico, o porteiro, roncava baixinho e nem me viu entrar. Ele era legal, trabalhava ali no prédio havia pelo menos uns dez anos. Só tinha o defeito de querer saber demais da vida dos outros. Pelo menos ele não ia perguntar porque eu estava chegando àquela hora, sozinha. Abri a porta de casa com cuidado e meu pai estava dormindo no sofá, cobri o mesmo e fui para o meu quarto já que amanhã é a festa da Jennie.



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