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História My heartbeat- Sycaro - Capítulo 18


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Notas do Autor


Primeiramente, SIM, eu mudei o nome da história.

E segundamente, desculpa msm por não postar antes como eu sempre faço, é que eu tive alguns problemas em casa e não deu tempo de escrever.

O cap tá meio ruim, mas eu tentei'-'

Capítulo 18 - Festa e confissão


*POV DO YCARO*

Domingo 16:02 p.m

Bom, hoje é o dia da festa. Eu ainda não me arrumei, tô só esperando o Saiko chegar pra irmos juntos no shopping comprar as roupas que vamos usar lá. Ele disse que já tá vindo, então enquanto ele não chega vou ver Caillou na tv.

Q.D.T

Agora, eu e o Saiko estamos num Uber, á caminho do Shopping. O motorista é bem simpático, ofereceu até balinha de hortelã!  O Rodrigo falou pra não aceitar, mas eu peguei mesmo assim.

Chegamos bem mais rápido que o esperado. Pagamos, agradecemos e fomos.

Lá dentro, fomos em diversas lojas. Acabamos comprando bem mais do que deveríamos, mas valeu a pena. Pelo menos pra mim.

-Ah! Saiko, olha isso!!- Aponto pra um pequeno chaveiro de sapinho que estava pendurado numa daquelas lojinhas que fica no meio do shopping. ( Tipo a piticas, vocês conhecem?)

-O quê?- Ele se vira, com várias sacolas no braço e uma expressão emburrada.

- Não é fofo? - Pergunto pegando o chaveiro em mãos e mostrando pra ele, que fez uma careta.

- É. Agora vamos. Já vai dar o horário de irmos pra festa. - Ele diz, ficando de costas pra mim e indo em direção a saída.

-Ah...- Suspiro pesado, tentando fazer com que ele se sinta culpado e compre o chaveirinho.

- Eu sei o que está tentando fazer. E não vai funcionar.- Ele me olha de canto.- Gastamos demais por hoje, Ycaro.

- Afe, tá bom chato. - Desisto, dando um suspiro pesado e guardo o chaveiro no lugar de antes, pegando algumas sacolas da mão do Saiko, e passando em sua frente.

Pegamos outro Uber e fomos pra casa nos trocar o mais rápido o possível pra não nós atrasarmos muito.

O Rodrigo foi primeiro. E na hora que eu vi ele saindo do quarto com aquela roupa, meu coração até errou as batidas.

Ele estava usando uma camiseta florida num tom amarelo claro, uma calça marrom e um all star azul escuro. Era um tanto estranho vê-lo usar alguma roupa que não fosse preta ou cinza.

Ele me olhou por alguns segundos com as bochechas rosadas, esperando alguma reação minha. Mas eu não disse uma única palavra. Estava o admirando em silêncio.

-E-eu vou tirar. Deve ter alguma roupa mais escura, essa não combina comigo. - Ele deve ter achado que eu não gostei e por isso quer tirar.

- Não, calma. - O paro, fazendo ele me encarar, confuso.- Ficou bonita em você, p-por favor não tire. - Falo um pouco envergonhado e de cabeça baixa.

- T-tá? - Soou mais como uma pergunta.

Ele se sentou no pequeno banquinho, esperando que eu fosse me trocar.

Só vou até lá e coloco a roupa que eu comprei. Era simples, mas bonita. Era meio que um conjunto, um macacão preto ( daqueles de short) junto de uma blusa branca de mangas longas e um par de tênis amarelos.

Saí do quarto esperando que ele me olhasse. Mas novamente, ele estava naquele maldito celular. Fiquei chateado, mas ele tinha outra coisas pra se preocupar, certo?

Q.D.T

Cá estamos, na casa do Meiaum. Tem bem mais pessoas do que eu esperava, e algumas bêbidas alcoólicas também.

- Ah, oi gente, vocês vieram! -André aparece sorridente, falando um pouco alto, devido a música. 

- Sim, viemos.- Sorrio doce. - Desculpa se demoramos muito, e, feliz aniversário!

- Não tem problema, e obrigada.- Ele sorri de volta. - Mas, fiquem a vontade e se divirtam!

Ele sai e vai cumprimentar os outros convidados que iam chegando. Deixando o Rodrigo e eu num clima super desconfortável e estranho, encarando um o outro sem saber o que dizer. Até que ele resolve quebrar o gelo:

- Vou beber alguma coisa. - Ele fala e vai a procura de alguma bebida.

Ah, ele é péssimo quando está bêbado. Mas vou deixar passar hoje. Estou cansado.

Eu saio do meio daquela multidão de desconhecidos e vou até um pequeno e estreito corredor, me distanciando dos outros pra poder respirar em paz.

Tirei meu celular do bolso e fiquei encostado na parede, jogando alguns jogos idiotas que não me entretiam, só me tiravam dos meus vários pensamentos desconexos, o que ajudava.

Até que por um segundo eu paro de prestar atenção em tudo a minha volta e o Saiko aparece com uma expressão estranha e eu aceno, mas não sou correspondido. Ele só continua andando pra mais perto, e só para quando consigo sentir sua respiração contra a minha, e nossos corpos se chocarem.

Eu já estava excitado e ele mal havia tocado em mim.

- S-saiko, porq- Sou interrompido por seus lábios que tocam gentilmente nós meus, iniciando um beijo longo e sedento.

Seus braços fincaram em minha cintura e os meus em seus ombros.

Ele pediu a passagem com a língua e eu apenas cedi, sem saber muito o que fazer, por ser meu primeiro beijo.

Ele estava completamente bêbado e eu não poderia recusar, mesmo sabendo que no dia seguinte ele não se lembraria de nada. Mas era melhor assim.

Senti sua mão abaixar as alças do meu macacão , entrar por dentro da minha camiseta e apertar meu lugar sensível. Fazendo com que eu mordesse seu lábio levemente, segurando um gemido.

Estávamos no maior clima, até que o Meiaum nos vê e fica encarando a gente com cara de paisagem, sem entender nada.

- O que estão fazendo aí? - Ele pergunta com um copo vermelho na mão e uma feição confusa.

- N-nada.- Falo sem graça enquanto tento desgrudar o Saiko de mim, que dava beijos e chupões pelo meu pescoço.

Mas uma hora ele para de me beijar e vomita em toda minha roupa e depois desmaia em cima de mim. Eu consegui o segurar, mas com muita dificuldade, já que ele é muito pesado.

- Agh.. - Resmungo por estar todo grudento.

- Boa sorte aí. - André ri e depois sai andando, me deixando lá com o Saiko todo jogado em cima de mim e com a camiseta cheia de vomito. ( meiaum vacilão)

Apoio ele no meu ombro e tento chamar um uber pelo celular com a mão que eu não estava usando pra segurar ele.

Alguns minutos depois o uber chega, já que ele estava perto, e nós vamos.

Na hora que eu entro dentro do carro o moço olha estranho pra mim e começa a dirigir normalmente. Chegamos bem rápido na casa dele.

Então, lá eu coloco o Rodrigo numa banheira, tiro sua camisa e calça e dou um banho rápido nele. O seco, coloco uma roupa qualquer e o coloco num colchão —já que eu não consegui pôr ele na cama, porque ele caia quase sempre. —tranco a porta e vou embora.

Hoje realmente foi um longo dia. 


Notas Finais


Eu gostei de escrever esse qse hot, vocês acharam bom?
Talvez, esse capítulo tenha saído um pouco do foco, mas eu achei ele legal. Tô lendo um livro que me inspirou bastante a escrever ele. O nome é "Call me by your name" Já ouviram falar?


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