História My Hero Academia - Continus - Capítulo 3


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens All For One, Dabi, Denki Kaminari, Eijirou Kirishima, Enji Todoroki (Endeavor), Fumikage Tokoyami, Fuyumi Todoroki, Gran Torino, Hanta Sero, Hitoshi Shinsou, Hizashi Yamada (Present Mic), Ibara Shiozaki, Iida Tenya, Inasa Yoarashi, Itsuka Kendo, Kai Chisaki (Overhaul), Katsuki Bakugou, Kinoko Komori, Kurogiri, Kyoka Jiro, Mashirao Ojiro, Mei Hatsume, Midoriya Izuku (Deku), Mina Ashido, Minoru Mineta, Mirio Togata (Lemillion), Momo Yaoyorozu, Muscular, Naomasa Tsukauchi, Neito Monoma, Nejire Hado, Nemuri Kayama, Personagens Originais, Pony Tsunotori, Ryuko Tatsuma (Ryukyu), Sen Kaibara, Shouta Aizawa (Eraserhead), Shouto Todoroki, Sir Nighteye, Stain, Tamaki Amajiki (Sun Eater)
Tags All Might, Boku No Hero, Deku, My Hero Academia, My Hero Academia: Continus
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Palavras 1.025
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oieee
Mais uma capítulo hj aqui e saco o pela demora, foi o bloqueio criativo mas consegui um tempinho pra fazer esse cap (que provavelmente será pequeno) e está ai

Boa leitura!!!!

Capítulo 3 - A invisível clemência de Momo


As notas musicais seguiam pelos corredores através de vozes finas que vinham do segundo andar da grande casa com objetos ricos tanto em mármore e no seu preço, vinha um fino, rápido e dissimulado mas logo em seguida um si curto, grosso e desajeitado. A pequena salinha cinza sem vida era escoada com os lúcidos barulhos do violino que Momo fazia ao descer seus dedos se apoiando ao arco enquanto sua mãe, Jendo Yaoyorozu, balançava sua mãe de um lado para o outro segurando um pedaço de palito que tirará de um pequeno pote.

— Isso... mantenha o ritmo... — dizia Jendo de olhos fechados até ouvir uma falha em seus ouvidos e a faz parar de tocar — Pare, seu está errado...faça de novo...

— Desculpe mamãe...— diz voltando a tocar seu violino — Mamãe..quando terminar eu posso brincar na rua?

— Sim, mas as 4:00 da tarde você deve voltar...

— Mas são 3:50... por quê eu não...

— Filha, nós já conversamos sobre isso, então não me desobedeça...

Momo apenas se encolhe nos seus pequenos braços envoltos uns no outro e um "você está certa..." frio e seco como uma barreira gelada é dito, era apenas a criança mas não podia ser tão solta em relação com sua mãe. Momo não saiu naquele dia da mesma forma, apenas se beirou a janela de sua casa enquanto via a tarde se despencar para a noite.

[...]

— Suas bolhas de sabão são surreais!! — diz Ochako para a novata Ayashira com um sorriso de orelha a orelha — Imagina quantas coisas você pode fazer com elas?!

— Oh eu acho que eu não tenho a melhor das melhores individualidades sabe? As suas devem ser mais legais e mais úteis que a minha — diz Ayashira um pouco tímida

As meninas estavam no quarto da novata onde estavam em cima da cama dela e do lado da mesma, estavam começando a se conhecer em apenas um dia, o que era incrivelmente estranho.

— Ah qual é, talvez com um pouco de esforço você pode ir longe!!!

— É, nem todos tem a individualidade avançada — retruca Momo — quando descobriu que você tinha individualidade?

— Aos...12 anos, foi um pouco tardio para mim...

— E seus pais? — perguntou Ochako

Ao ouvir tal pergunta Ayashira se encolhe nos pequenos travesseiros de sua cama e sua expressão pouco sorridente se fecha, deixando todas confusas com aquilo, mas que pelo modo que estava elas estavam mexendo em uma ferida de Ayashira bem feia e profunda.

— Ayashira??

— Ah? Ah sim...eu não moro com os meus pais, eu moro na república do meu tio

— Emancipada de seus pais? — perguntou Mina Ashido desta vez

— Não e...eu não quero conversar sobre isso...

— Oh tudo bem...nossa olha o horário, meninas vamos para nossos quartos

Todas se levantaram da cama e se aproximam da porta mas antes elas se despedem da novata, que nessa altura do campeonato já estavam se familiarizando com o fato, e cada uma vai para seu quarto. Diferente da maioria Momo e Ochako estavam ainda acordadas e estavam na porta do quarto de Momo, que pareciam ter inúmeras conversas que o próprio horizonte não limitava.

— E então Momo-chan, ansiosa para amanhã? Eu sei que não deve ter nada demais além da novata mas quem sabe?!

— Acho que vai ser normal mesmo, nada demais...— dali Momo ouve dentro de seu quarto o seu telefone tocar e vibrar na mesinha, quem estava ligando para ela a uma hora dessas?

— Ah...seu telefone não para de tocar

— Verdade, boa noite Ochako-chan

— Boa noite

Momo entra em seu quarto de luz apagada onde apenas era iluminado pela luz do corredor que só passava pela porta entre aberta, a mesma pega seu celular e vê que sua mãe estava ligando para a mesma, Momo estranha mas ela logo atende.

— Alô mãe?!

— Filha, ainda está ai?

— Ah...claro que sim, aconteceu algo??

Um um silêncio corta a conversa entre as duas, o que preocupa Momo logo que a respiração de sua mãe era a única coisa que podia ser ouvida.

— M...mãe?

— Estou ligando para saber de sua estadia, já que precisa se manter e também seu nome, como está na U.A?

— Ah tudo bem, os treinamentos andam normais e...entrou uma aluna nova na minha turma

— Interessante — disse Jendo em um tom quase arrogante que claramente não dava a mínima para esses mínimos detalhes — Que bom que esteja bem e que esteja seguindo o protocolo da U.A, depois de tudo aquilo com..."você-sabe-quem" isso se tornou privilégio, eu tenho que sair...beijos filha

O telefone apenas emite duas vezes um "pi" que logo é parado pelo dedo de Momo, não estava surpresa com a atitude de sua mãe mas ela se perguntava o por quê de agir desse jeito, sempre foi assim e Momo não podia fazer nada.

[...]

O domingo está favoravelmente forte, mal as pobres larvas da terra podiam aguentar aquilo, e era um local apropriado para muitas crianças sairem e brincar. Momo faz arredores pela grande casa, estava fazendo uma caça ao tesouro imaginário feito por ela mesmo, e misturado com o calor do momento podia se imaginar em uma praia ou em um navio pirata para a caça. Ao passa e pelos grandes cercados de metal que não eram largos ela vê sua vizinha do outro lado, ela estava também no quintal mas ela tomava banho se sol, e estava vestida apenas do umbigo para baixo. Momo se aproxima do cercado, se esquecendo da sua caça.

— Vizinha?

— Ah...Momo — ela leva um susto e logo cobre suas partes de cima com uma blusa pequena — Que susto que você me deu...

— O que são essas coisas?

— Isso? Er...são coisas que você irá ganhar quando crescer — disse ela para não mexer com a pequena menina

— Eu não vou ter...minha mãe disse que só garotas mal comportadas tem...

— Momo sua mãe...ela exagera um pouco as vezes, e as vezes essas coisas não podem ser evitadas...

— Mas...— Momo é interrompida por sua mãe que gritava por ela, "Venha para dentro de casa, já se passaram trinta minutos" foi o que foi dito — É minha mãe...

— Boa sorte com ela Momo-chan... — diz a vizinha se despedindo da menina


Notas Finais


🤗🤗


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