História My Hero Home - Capítulo 1


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shounen
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi! Sejam bem-vindos ao que seria o primeiro capítulo de uma saga incrível! Fiz isso com muito carinho justamente para os meus amigos lerem. Bem, boa leitura!

Capítulo 1 - A Feroz Batalha Decisiva - Ferreira vs. Pedro!


Seja bem-vindo a “minha” história! Eu sou o João, uma pessoa com uma individualidade, peculiaridade ou se quiser chamar... um poder. Como eu consegui meu poder? Bem... isso já faz muito tempo mesmo.

Uma vez, uma família teve um bebê onde possuía uma peculiaridade de raio. Desde então, desde desse bebê, 80% dos humanos tem peculiaridade diferentes.

Vivemos em um mundo onde super-heróis existem e que é uma profissão de verdade. O governo paga-os para poder proteger o mundo. E eu? Estou tentando virar um. Desde de um dia que eu fiz uma promessa está me dificultando.

12 anos atrás...

- Eu prometo que quando nós formamos e eu tiver um trabalho fixo iremos morar juntos! – Digo eu.

Kaillany, a portadora da telecinésia, indaga:

- Isso não é meio radical demais?

Ela é umas das minhas preferidas, pois, além de portar esse poder incrível ela pode controlar outras pessoas através da mente. Agora eu entendo porque ela tirava 10.

- Não por quê tipo... – continua – Isso é uma promessa, e morar com a gente seria meio idiota.

- Ah, para Kay! – Grita Pedro, o velocista – Parece ser um assunto interessante.

Este é uns dos mais interessantes, ele só não tem como somente utilizar a agilidade, como pode abrir portais para mundos distantes, viajar no tempo e afins...

- Isso é perca de tempo. – Diz João Guilherme, o “rapidinho” – Acha mesmo que todos morando em uma casa iria ajudar em algo? Iria apenas atrasar.

Este é o João Guilherme, ele utiliza a agilidade. Diferente do Pedro, ele somente é rápido. Isso significa que no quesito aprender, pensar, entre outras coisas ele é o mais habilidoso. As vezes ele parece ser muito chato, mas ele é legal... eu acho.

- Pare de ser antissocial, João. – Diz o Alexandre, o “crescidinho e miudinho” – Imagina um lugar cheio de gente com poderes diferentes e ajudando uns aos outros?

Eu estalo meus dedos apontando para Alexandre.

- É isso que eu quero dizer! – Eu digo – Imagina isso? Podermos nos ajudar, treinar... tudo que sempre queríamos.

- Ainda acho uma perca de tempo. – Ele dá um pequeno sorriso – Eu que não lavo a louça.

- Este é o espírito!

- Mas tipo... que casa? Uma mansão? – Geovanna aparece, a portadora da invisibilidade.

Todos se assustam com a presença de Geovanna.

- AH QUE SUSTO, PASSADO. – Digo.

- Oi, senhora.

Eu me recomponho para continuar a falar.

- Bem, aí né eu não sei.

- Eu não quero morar em qualquer casa não, senhora. Eu sou inteligente e habilidosa, não sou qualquer uma não.

Esta é Geovanna, a “desaparecida”. Uma pessoa muito esperta, capaz de conseguir tudo na vida.

- Não precisa ficar se achando, Gê! – Diz Luíza, a “Voadora Pirotécnica”

Os poderes dela são fatais, podendo até conseguir atingir João Guilherme e o Pedro sem problemas nenhum.

Matheus, o portador do magnetismo e o irmão gêmeo mais novo de Alexandre, dá a sua opinião.

- De fato é uma ideia boa. Mas quando poderemos fazer com que ela aconteça?

Lennon, o viajante temporal e Weverton o “incendiador” chegam e falam:

- Assim que terminamos a escola, não é?

E assim foi, anos se passaram desde aquela promessa.

Aliás, eu não me apresentei direito né? Me chamo João Victor Ferreira, tenho a peculiaridade de desacelerar o tempo assim me fazendo mover mais rápido.

Eu já havia conseguido entrar em uma escola famosa de super-heróis, infelizmente o único que seguiu estudando comigo foi o Guilherme.

Um dia tudo mudou, de mal a pior.

Estava em minha casa, tomando meu café da manhã, assistindo um belo programa na minha televisão, quando de repente... alguém bate na minha porta.

“Quem deve ser? ” Pensei. Não era possível que aqueles sem individualidade estavam me perturbando numa hora dessas. Abri a porta logo para mandar aqueles malditos repórteres saírem de minha residência e quando abro a porta...

- João! – Grita Kaillany – Que bom ver você de novo!

Muitas perguntas ficaram na minha cabeça naquele momento...

 

“O que eles estão fazendo aqui? ”

“O que eu fiz de errado para merecer isso? ”

“O Pedro veio também?!”

 

Eles entraram em minha casa sem ao menos pedir licença, eu logo indaguei e gritei:

- MAS O QUE DIABOS VOCÊS ESTÃO FAZENDO AQUI?

Todos me olharam com cara de quem não havia esquecido uma promessa.

- Já esqueceu, Ferreira? – Pergunta Alexandre.

- Esqueci do quê?

- Da promessa!

Eu sinceramente havia esquecido.

 

Tudo na minha vida estava dando tão certo que era bom demais para ser verdade... aquela maldita promessa...

- Tem quartos o suficiente aqui? – Pergunta Luiza. – Quero me acomodar!

Eu já estava entrando em colapso, até que eu sentei e relaxei.

- Tem 5 quartos, um já é meu e vocês vão ter que dividir. – Falei calmo, como se nada estivesse acontecendo.

- 5? Só cinco? – Indaga Matheus Lennon – Pelo amor de deus, você é muito pobre para alguém que está em uma escola renomada.

- Reclame mais e você vai sair daqui.

- Nossa, tudo bem senhor pobretão.

- Tá! Ótimo, eu vou ficar com a Luiza. – Diz Kaillany.

Geovanna olha Kay com cara de raiva e grita:

- QUE? COMO ASSIM? Nada disso, o quarto com quem eu vou dividir vai ser a Luiza.

- Olha só – Indaga Kay – Eu sou mais amiga da Luiza do que você, senhora esquecida do mundo.

- Merça suas palavras, parça! Eu posso ficar invisível, não significa que eu não sou “invisível do mundo”.

- Fazer o que se a única coisa que sabe é ficar reclamando.

- Ah sua... – Geovanna fica invisível e começa a atacar Kaillany.

- Não, não, não... – Começo a entrar em desespero.

Kaillany quando atingida pelo ataque de Geovanna, acaba quebrando uma cadeira minha que foi passada em gerações.

- AH NÃO MINHA CADEIRA!

- Depois você compra outra. – Diz Weverton.

Já estava a explodir, até que João Guilherme chegou, pois havia de fazer um trabalho de universidade comigo.

- O que está acontecendo aqui? – Ele larga a mochila.

Todos olham para o João Guilherme e eu só agradeço.

- JOÃO?! É VOCÊ? – Pergunta o “Magneta”

- Matheus? Kaillany? E o resto? O que estão fazendo aqui? – Pergunta João Guilherme indagando a situação.

- A promessa, – Diz eu quase chorando de raiva – lembra?

- Eu disse que seria uma perca de tempo, Ferreira.

- Pior que disse mesmo – Diz Pedro, que aparenta ser o mais forte da turma – Mas a promessa foi feita, então né... vai ter que cumprir.

- Odeio quando está certo... – Eu olho para Pedro, ele parece estar muito mudado desde da última vez que eu vi – Espera, você é mesmo o Pedro que eu conheci?

- E com certeza muito mais forte que você, idiota.

Vou chegando perto dele e falando:

- Olha só, você me respeita. – Paro na frente dele – Estamos na minha residência e você não tem direito nenhum de me chamar de idiota.

- Parece que está sozinho também, como sempre. – Diz o velocista num tom sarcástico.

Eu não me aguentei, logo tentei dar um soco nele. Impressionantemente, eu nem senti. Ele parou o meu golpe.

- Você vai conseguir me atacar assim, idiota... – Ele me solta – Ai... – Digo baixinho - Se tivesse um jeito de quebrar essa promessa idiota...

- Que tal você tentar me vencer em uma batalha, idiota? – Pergunta o “rapidinho”.

- Isso é uma ideia idi... – Penso bem – Até que não é uma ideia ruim. Além de quebrar essa promessa juvenil posso finalmente te humilhar.

- Não me subestime, seu babaca. – Diz ele apontando o dedo na minha cara – Acha mesmo que eu não andei treinando?

- Acho.

Eu fico encarando ele por alguns segundos.

- Quando vai começar a brigalhada? – Diz, impressionantemente, João Guilherme.

- Agora, no meu quintal.

- Já estou lá. – Manda um dedo no meio – Só não chora, Okay?

- Muito mente aberta você.

Ele faz um barulho sarcástico.

- Qual vai ser as regras? – Pergunta Pedro.

- Nenhuma. Só pode parar quando o inimigo pedir para parar.

- Gostei, um pouco do seu sangue voando vai ser ótimo.

- Adoro essas brigas – diz Kay – É tão emocionante...

- Ainda mais o Pedro? Acho que o Ferreira vai tomar no meio do... – Diz Geovanna.

 

Nós nos reunimos no meu quintal, de um lado eu, um “atrasa-tempo” e de um outro lado um velocista.

- Preparado para perder? – Diz Pedro.

- Pergunto o mesmo, Pedroca.

João Guilherme fica entre a gente e estende a sua mão.

- Parem quando seu inimigo pedir, Okay?

- Não se a bixi... – Eu interrompo – Shhh, cala a boquinha e vamos lutar.

- Estão preparados?

Nós dois abaixamos a cabeça para dizer que sim.

- ENTÃO QUE COMECE A LUTA!

Ponto de Visão: Luta

Pedro vai correndo atrás de Ferreira e o vai socando, até que o “atrasa-tempo” consegue ver o timing do ataque do Pedro.

- É minha chance...

João pega o braço de Pedro e o joga no chão.

- VAI JOÃO! – Grita Luiza.

- Oh sua burra, temos que torcer para o Pedro! Se não, não teremos lugar para morar. – Diz Geovanna.

- Ih é. VAI PEDRO, ARREBENTA ELE.

Pedro se recupera e vai para longe de Ferreira.

- Belo um ataque para um fracote. – Diz Pedro.

- Obrigado, você também foi muito ruim. – Eu limpo a baba que estava escorrendo em minha boca.

- Mas vamos ver se você aguentará isso! – Grita Pedro.

O velocista vai para perto de Ferreira.

- TIME BREAKER! – Grita Ferreira.

Pedro começa a se movimentar um pouco mais lento, mas agora Ferreira consegue acompanhar Pedro. O mesmo vai atacando e o “atrasa-tempo” desvia e acerta um golpe na barriga.

- Argh... – Pedro dá um pequeno gemido de dor.

- Ih ala, a bixa está fraca.

- Vou te mostrar o que é uma bixa.

- Vai se empoderar?

Enquanto Pedro e Ferreira estão falando em uma velocidade que não dá para compreender, todos estão tentando entender.

- Você está entendendo alguma coisa, Weverton? – Pergunta Matheus Costa.

- Eles estão falando numa velocidade que não para entender, interessante.

- Eles estão se xingando. – Diz João Guilherme.

- Ata. – Ambos falam.

Kay, Geovanna e Luiza falam:

- EU NÃO SEI O QUE ESTÃO FALANDO, MAS VAI PEDRO!

- Você ainda não consegue acompanhar a minha velocidade, não é mesmo Ferreira? – Diz Pedro.

- Eu só quero testar você, não se preocupe.

- Ah bem, então você aguentaria o meu ataque.

- Olha só, um ataque novo!

- Mas primeiro, tente sobreviver a isso.

- Sans, por acaso?

Pedro ataca Ferreira de uma maneira descomunal, sem dar descanso nenhum. A proteção de Ferreira é quebrada fazendo ele levar vários socos e finalmente sair um pouco de sangue.

- Lá vai. – Diz Pedro.

Ele começa a correr em círculos, com o ponto da circunferência sendo o Ferreira. O “atrasa-tempo” não estava conseguindo acompanhar o que Pedro queria fazer. Até que Pedro finalmente vai fazer o ataque, o punho do velocista estava um raio basicamente ele estava prestes a atacar Ferreira até que...

- Chega. – João Guilherme para o braço de Pedro.

Todos ficaram surpresos, menos Ferreira. O quão João Guilherme estava rápido, ninguém imaginaria que aquilo aconteceria.

- Pedro, quer mata-lo? Chega, você já venceu.

- Como...

- Mas eu... – Me indago

- Admita a derrota, Feh. Se eu deixasse continuar ele iria te matar.

Ponto de Visão: Ferreira

Dou um longo suspiro e concordo:

- Tudo bem, João Guilherme. Aceito a derrota.

Todos começam a comemorar menos eu. Eu e João Guilherme indagamos a situação do Pedro, o que estava acontecendo? Porque ele estava com tanto ódio?

- AHAHAHAHA! NÃO DISSE? O PEDRO É O MELHOR! – Diz Kay.

Geovanna e Luiza olham para Kay.

- Quer dizer... – Ela gagueja – Ele nos salvou né gente? Agora podemos dormir bem! E não morar numa quitinete... acho melhor eu calar a minha boquinha.

Quebra de tempo

Já era de noite, todos já indo se preparar para dormir.

- Comemorem pessoal e mesmo. Se não fosse o Pedro, vocês não estariam aqui.

- A Kay já até comemorou demais – Grita Geovanna – CALA A BOCA, PASSADO – Diz Kaillany.

- Bem, pelo menos iremos ter beliches! – Diz Matheus Lennon.

- Muito legal né? – Diz Alexandre.

- Vamos dormir...

Eu vou andando até o meu quarto, Pedro estava perto dele. Eu olhei para ele, nós novamente estávamos nos encarando. Até que eu passei por ele, eu senti uma energia estranha. Enquanto ele ia eu parei por um momento para pensar e fui direto ao meu quarto.

- Você também percebeu, João? – Pergunto ao Guilherme, enquanto arrumo minha cama.

- Percebi. Temos que ter cuidado com ele. – Diz João.

Eu me deito no beliche.

- Sabe outra coisa que eu percebi?

- O quê?

- O trabalho que a gente não fez.

- Ah merd...

MY HERO HOUSE


Notas Finais


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