História My Hero Home - Capítulo 9


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shounen
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Episódio final do Arco 2 pessoal! Olha só, já estamos no episódio 9. Surpreso estou.

Capítulo 9 - Alexandre Faz Sua Decisão! - Uma volta imprevisível!


Ponto de Visão: Pedro Victor

Ainda estamos construindo um plano para poder ir atrás de Matheus e fazer ele mudar de ideia. Pelo menos iriamos leva-lo a prisão e ver se ele dá jeito.

- Droga... não consigo pensar em nada. – Diz Geovanna triste por não conseguir arrumar uma forma de resolver a situação.

- Eu já disse meu plano, “horas”. – Cita Luiza – Deixa-lo em transe mental seria o ideal, assim poderíamos fazer ele pagar pelo que fez.

Droga... eu realmente também não tenho ideia de como formular uma ideia. Então, como eu gostaria muito da participação do Alexandre nesta conversa fui até o quarto dele. Estava ouvindo vozes.

- O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO AQUI? – Dizia Alexandre, com um tom de raiva.

Quem mais estaria no quarto? Eu bati na porta para ver se Alexandre atendia, mas parece que ele nem percebeu.

- Eu não quero saber nada de você, Matheus. Você matou ele!

Matheus? Ele não pode estar aqui, tentei quebrar a porta mas lembrei que o Ferreira gostava de coisas mais seguras, então comprou portas onde quebrar não seria uma boa ideia e não funcionaria.

- Eu não concordo também com a atitude de Luiza e Isabelly, mas o que você fez foi idiota e imaturo! Você matou alguém! – Diz Alexandre.

Comecei a bater mais forte na porta para ver se algo acontecia. E adivinha? Nada.

- Por que você acha que eu faria isso?

Faria o que? Eu estou enlouquecendo, parece que ouvir a conversa e depois conversar com Alexandre seria o ideal. Eu desisti de bater na porta.

Ele disse adeus para Matheus e tudo se calou.

23:45 - 56 minutos após a discussão.

Alexandre finalmente saiu do quarto, quando eu ouvi a porta abrindo eu corri para chegar nele mais rápido e pergunto:

- Você não vai se juntar ao Matheus, né?

Ele parece ter se assustado com a informação que obtive, ele me joga no quarto e tranca a porta. Ele me segura pelo pescoço.

- Olha só, você não vai contar para ninguém! Você me entendeu? – Ele diz ainda me enforcando.

- Okay! Okay! Me solta agora! – Grito em desespero, mas não é tão audível pois estou sendo enforcado.

Ele me solta.

- Eu não vou me juntar ao Matheus, não se preocupe.

- Ah que bom, pensei que tu era um traíra. – Digo mais aliviado – Mas... como ele conseguiu se comunicar com você? É coisa de gêmeo?

- Ele usa essa coisa somente quando estamos em perigo ou precisando de algo.

- Que no caso, foi precisando de algo.

Eu começo a pensar.

- Por que você não aceita? – Digo.

- Como? Você acha que eu vou me juntar a ele? – Ele parece estar ofendido.

- Não seu otário. Você somente vai lá como um espião. Assim poderíamos obter informações sobre ele.

Alexandre começa a entender.

- Boa ideia, Pedro. Daqui a pouco está substituindo o Ferreira, hehe!

- Respeita o defunto, ele meio que acabou de morrer. – Digo num tom de seriedade – Do mesmo jeito, vamos avisar ao pessoal.

Quando eu fui levantar, Alexandre pega a minha mão.

- Não podemos deixar nenhum saber sobre isso! – Diz Alexandre, com ênfase.

- Pois por quê?

- Eu não quero que eles pensem que eu posso ser um traíra. – Fico um pouco decepcionado com o que ele diz – E também, quanto menos pessoas souberem do nosso plano, menos chances de dar errado.

- Concordo, mas... caso há algum erro, qualquer um pode consertar.

- NÃO! – Ele grita, não tão alto – Essa é uma briga de mim e o Matheus. Não dos outros! Eu quero vencer ele.

Me solto de Alexandre.

- Você é muito bobo, Alexandre. – Digo com raiva – Você acha mesmo que só você existe no mundo?

- Não acho isso, mas do mesmo jeito eu estou com receio de algo dar errado.

- Nada vai dar errado se ao menos podermos falar com os nossos amigos!

- Pedro, se você contar para eles saiba que eu não vou fazer isso. – Alexandre parece estar certeiro no que diz.

- Está bem, Alexandre. Não falarei nada, mas você tem que me prometer que você voltará bem.

- Eu prometo.

Então Alexandre destrancou o quarto e nós dois saímos de lá. Kaillany parece ter ficado com ciúmes por algum motivo. Mesmo que ficamos lá por basicamente 3 minutos.

- Posso saber os dois estavam fazendo? – Pergunta Kaillany com um tom de raiva.

- Estávamos fazendo tricô. – Ironizo a situação – Claro que estávamos conversando sobre o temperamento de Alexandre. Não é mesmo, Alexandre? – Dou um toque no Alexandre.

- Sim, sim, sim! Estávamos sim falando sobre isso.

- Ah que bom.

- Pessoal, acho melhor a gente ir dormir sabe? – Digo – Pois estamos sem ideia nenhuma para deter o Matheus.

- Ah que bom, estou muito cansada mesmo. – Diz Kaillany – Por precaução, você vem dormir comigo SENHOR Pedro.

- É sério mesmo que você está com ciúme de mim e do Alexandre? – Digo indignado.

- Vai que você quer mudar de lado logo agora? – Pergunta Kaillany.

- Quer terminar agora, gente? – Digo um meio confusão – Meu senhor.

- Okay gente, vamos dormir né? Chega, não quero que a relação dos dois acabe. – Diz Luiza.

Então, para não dá treta fui dormir junto com a Kaillany.

 

07:32 – No dia seguinte

Ponto de Visão: Alexandre

Okay, não posso deixar ninguém me perseguir. É só eu tomar cuidado e não acordar ninguém. Quando eu passo para pegar um copo, caso eu sinta sede, eu acabo o derrubando o copo de vidro que eu peguei. Isso fez um barulhão...

Parece que Kaillany ouviu e levantou. Eu utilizo a minha individualidade e fico pequeno, e vou correndo para baixo da porta.

Ufa, fugi dessa.

Logo depois disso eu fiquei em minha forma normal e de novo e fui correndo para o mais longe possível dali. Logo que eu consegui me locomover daquele lugar, a voz de Matheus ecoa em minha cabeça.

- E agora, vejo que desejou vir me ajudar. – Diz ele, num sentido irônico.

- Só estou fazendo isso, pois você é meu irmão. Nada além.

- Só uma coisa, caso tente me trair, saiba que eu vou te perseguir até você morrer. – Diz ele, num tom sério.

Do nada, uma sombra em meio peito é transformada em uma grande tempestade o que me faz ser tele transportado no mesmo lugar onde estaria Matheus.

- Que macumba é essa? – Pergunto.

- Você está zoando do meu poder, tio? – Pergunta Nicolas – Isso é desrespeito comigo, okay?

Matheus começa a caminhar lentamente em minha direção.

- Calma, Nicolas. Não queremos assustar o nosso novo aliado, não é mesmo?

Ele finalmente chega a minha frente e estende a mão para mim, eu olho para ela e, com raiva, bato.

- Eu não preciso de saudações, seu idiota.

- Você continua sendo bem mal-educado, hein.

- Dane-se isso. E então, o que para quê quer minha aliança? – Pergunto.

- Para isso! – Matheus me dá um soco e realmente surte efeito. Eu sinto que minha individualidade estaria sendo sugada de mim.

- PARE EXATAMENTE O QUE ESTÁ FAZENDO! – Digo, ofegante.

Matheus começa a rir desesperadamente.

- Acha mesmo que eu não sabia do teu plano? – Ele pergunta – Eu consigo ler sua mente, graças ao poder da Kaillany.

- Poder... da Kaillany?

Ele me dá um tapa.

- Não interessa mais a você isso, além de uma marionete maldita.

- Como?

Minha mente é como se tivesse vazia, eu não consigo pensar em nada... minhas palavras estão ficando embaralhadas... eu... eu...

 

Ponto de Visão: Alexandre?

O que... o que está acontecendo? Eu não consigo me lembrar de nada... é como se eu fosse outra pessoa... eu estou vivo?

- Que bom que está de volta, Ferreira.

Logo percebo Matheus e tento dar um soco nele, mas Nicolas o protege utilizando seus poderes da sombra.

- Nada disso, Senhor. – Diz Nicolas.

- TIME BREAKER! – Grito, tentando utilizar minha individualidade, mas nada funciona.

- Não adianta, Ferreira. Você não está no seu corpo, ou seja, sem sua individualidade.

Eu percebo e estou no corpo de Alexandre.

- Como você fez isso? – Pergunto surpreso.

- Poder da Kaillany. – Ele dá uma piscadinha.

Eu tenho de pensar em algo... eu não posso ficar aqui. Preciso avisar aos outros.

- Nada me impede de fugir! – Eu grito.

- A não ser o poder de poder controlar o Alexandre.

Do nada, perco o movimento do meu... não.... Do corpo de Alexandre, apenas podendo falar.

- O que é isso? O que você fez Matheus? – Pergunto.

Matheus me dá um abraço e me parece que recebo o meu poder da raiva novamente, meus olhos piscam vermelhos por um momento e volta ao normal.

- Obrigado pela sua volta. Senti saudades de você.

- Eu também, mas não queria que fosse desse jeito. – Digo com raiva.

- Não precisa se irritar, Ferreirinha. Eu vou só te utilizar para poder abrir os portões dos mortos e acabar com a humanidade.

Solto uma risada e logo digo:

- Aproveita e compra um sorvete para mim.

Matheus me faz falar as palavras proibidas, que abriam os portões dos mortos. Elas foram proibidas a mais de 40 anos, por um ataque terrorista por alguém da minha família.

- Emoc sah htaed fo emit, setag eht nepo!

Uma grande linha vermelha se alista em minha frente, tento me mexer, mas sem sucesso nenhum. A linha abre cada vez mais, e as almas dos mortos saem daquela “porta”.

- Agora, não necessitarei mais de você Ferreira. Você pode vagar agora pelo mundo, claro, antes que seja destruído pelas almas malditas que você acabou de libertar.

Eu recupero meu movimento e consigo dar um soco em Matheus e parece que ele sentiu.

- Eu não vou deixar você sair daqui, até eu tirar cada dente de tua boca! Seu otário!

Matheus me devolve o soco, rindo.

- Não adianta tentar me impedir, Ferreira. Você não vai conseguir me impedir de fazer nada.

A aura roxa se estabelece em meu corpo, e aparentemente do Matheus também.

- Espera... você só consegue pegar os poderes dos outros pois de alguma forma tinha algo sentimental com ela... – Digo sarcasticamente – Ai que fofo, Matheus! Eu admiro esse teu sentimento de amizade.

- CALA A BOCA! – Matheus me dá mais um soco e eu vou para cima.

Logo depois disso ele pula alto e tenta me atacar, mas utilizo novamente o vento ao meu favor, assim, conseguindo me defender do ataque. Quando recuperei a minha respiração, o taquei para baixo e utilizei mais uma vez o vento me jogando também para baixo.

- TIME BREAKER! – Grita Matheus.

Não é possível... ele conseguiu até esse poder?! Tudo ficou devagar e começo a receber golpes e quando eu vejo, estou no chão todo machucado.

- O que... aconteceu? – Me pergunto.

- Três segundos para você se defender, esqueceu?

Eu desmaio.

 

1 hora depois do acontecido...

Ponto de Visão: Pedro Victor

- Gente, relaxa. Alexandre só foi passear. – Digo, tentando explicar a situação para amenizar.

- Como assim? – Kaillany pergunta – Pedro, ele está fora já faz 1 hora! O que que o Alexandre estaria fazendo numa hora dessas na rua?

- Comprando... pão?

- Duvido muito que ele teria a capacidade de levantar da cama por vontade própria e ir comprar pão. – Diz Kaillany.

- E tem pão aqui! – Diz Luiza.

Ah droga... ou eu revelo ou eu me ferro.

Do nada, se estabelece um clima negro no céu. Um monte de animais, humanos irreconhecíveis estavam ali. Estavam tentando atacar a casa.

- Ai meu deus, o que é aquilo? – Grita Geovanna.

Eu me viro para trás, e quando me deparo com a escuridão imensa atrás de mim tomo um susto enorme.

- Mas que coisa é essa? – Pergunta João Guilherme, já pegando a espada.

- Coisa boa que não é, temos que admitir. – Digo.

- Argh, são sombras do Nicolas? – Pergunta Luiza.

- Pelo que parece não, pois tem variações de preto.

- Agora temos que lutar com um monte de coisas, que tem variações. Nós não podemos nem descansar cara. – Diz Isabelly.

- MEU DEUS O QUE É AQUILO? – Grita novamente, Geovanna.

Uma onda negra enorme vem em direção em nossa casa.

- Vamos morrer?

- Provavelmente.

A onda atinge a casa.


Notas Finais


eita


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