História My Home - Capítulo 4


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Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Naruto Uzumaki, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
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Palavras 3.062
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Capitulo Ill


Capitulo lll

 

“Eu estava sempre atrás de você”

Era estranho estar ali e ver a interação dos dois, ver a troca de olhares constantes e os beijos e caricias roubadas.

“Sempre tentando te alcançar”

Hinata lavava a louça suja de café da manha e Naruto se ocupava em seca-las, comentavam sobre os filhos e seus avanços como ninjas.

“Queria tanto andar ao seu lado. Você me mudou Naruto-kun”

Depois de cuidarem da cozinha passaram para a sala, interagiram com os filhos sempre um ao lado do outro. Poucas palavras eram ditas por Hinata, só as essenciais, sempre que Naruto ficava sem uma boa resposta, ela o incentivava com um singelo sorriso.

“O seu sorriso foi o meu salvador”

Ver seu futuro ao lado de uma mulher como Hinata nunca se passou pela cabeça do jovem Naruto, estava tão ocupado em trazer seu melhor amigo de volta, em se tornar Hokague e ser aceito pela vila que não deu atenção a quem sempre esteve ali. Ela nunca falava muita coisa, era tímida demais.

“Por isso, não tenho medo de morrer  se puder protege-lo”

Então aquele dia ela simplesmente apareceu como um anjo para salva-lo, quando ele estava prestes a desistir ela se lançou sem paraquedas disposta a protege-lo.

Então ele estava tão eufórico por ver que finalmente estava sendo reconhecido. Estava sendo chamado de herói.

Mas estavam todos tão enganados. Não foi ele o herói aquele dia, foi Hinata, por mostrar a ele que valia a pena continuar lutando, por lhe lembrar de seu caminho ninja.

Eu sempre cumpro com a minha palavra! Esse é o meu jeito ninja!

Ela o salvou, com sua coragem e determinação. Ela o salvou com o seu amor.

“Por que... Eu te amo, Naruto-kun”

Ele nunca a respondeu lhe faltavam palavras adequadas para isso. O que ele poderia dizer?

Ela era a herdeira de um clã. E ele era apenas, Naruto.

Ela tinha um mundo a seus pês. E ele não tinha onde cair morto.

Ela usava palavras complexas, era educada e sempre mantinha a compostura. Como alguém como ela poderia se apaixonar por alguém como ele?

Era mais fácil dizer que estava apaixonado por Sakura, a final, se não desse certo era apenas porque ela amava outro, e com isso ele poderia conviver, isso ele poderia aguentar, pois nesse caso o problema não seria ele, seria o coração já apaixonado da Haruno. E ele conhecia alguém apaixonado, viu isso em seu mestre, que morreu amando uma única mulher mesmo tendo outras pretendentes.

Mas amar Hinata e ser rejeitado por ela, por não estar a altura de alguém como ela. Isso seria sua ruina.

Agora entende que o sentimento forte e arrebatador, que queima em seu peito toda vez que olha para Sakura, é amor.

O mais sincero e puro amor que você pode sentir por um amigo, aquele tipo de amor que te leva a criar laços, e um dia se torna família.

Sim, Sakura era sua família.

Ele queria protege-la, cuidar para que nada nem ninguém a machuque porque é isso que os irmãos fazem.

E Sakura queria poli-lo, dar a ele uma educação a qual ele não teve oportunidade, ela era seu suporte emocional, sua amiga incondicional para todas as horas. Porque era isso o que as irmãs faziam.

Brigavam, discutiam, gritavam e no final do dia compartilhavam um ramem no Ichiraku. Porque era isso o que as famílias faziam.

Como ele poderia entender isso se nunca teve uma?

Foi fácil confundir seu coração carente.

Mas agora, vendo o brilho daqueles olhos azuis, vendo o sorriso que ambos davam um ao outro, ele sabia.

Hinata era a pessoa que ele amaria como mulher.

A amaria por ser Hinata, a amaria por que era isso o que seu coração gritava toda vez que ela passava a seu lado.

Poderia pensar em um discurso bonito, pediria ajuda a Sai e Kakashi com aqueles livros estranhos que eles costumam ler, ou a Sakura que entendia o suficiente sobre um amor que não pode ser explicado. Poderia pedir a Shikamaru que elaborasse uma estratégia certeira para que ela o correspondesse, mas sabia que não seria necessário.

Porque eles nasceram um para o outro, nasceram para se amar como homem e mulher. Estavam destinados.

Como ele sabe isso? Não fazia ideia.

Apenas sentia que seu lugar era ao lado dela, e de mais ninguém.

Hey! Naruto, vamos a torre, precisamos resolver nosso probleminha. –disse o Nanadaime o tirando de seus devaneios.

Hai!. –respondeu empolgado.

Queria voltar ao seu tempo. Queria voltar para ela.

 

(..)

 

“Vocês acidentalmente vieram parar no futuro, ainda não sabemos como e precisamos dormir para poder acordar cedo e descobrir isso. – explicou a menina estranhamente parecida a Sasuke. –ah, antes que faça mais perguntas, ela é sua versão adulta e ele é a versão adulta do Sasuke, e vocês estão casados e eu sou sua filha. –despejou de uma vez.”

Acordou ofegante e suada, aquele sonho parecia tão real, a única coisa que não condizia com a sua triste realidade era que ela jamais casaria com Sasuke.

Depois de ter seu amor rejeitado mais uma vez, ela finalmente desistiria.

Não que algum dia deixe de amar o Uchiha, mas estava resignada e sabia que jamais seria reciproco, pelo menos não como ela queria.

O simples fato de conseguir tira-lo da escuridão e livra-lo do ódio era mais que suficiente, não queria prende-lo, Sasuke era um animal selvagem e não poderia ser mantido em cativeiro.

Animais selvagens devem estar livres de qualquer atadura, se não morrem de tristeza.

Por isso ela estava disposta a tirar as algemas que o prendiam ao ódio e vingança.

Não queria vê-lo morrer em cativeiro.

Remexeu-se sentindo o corpo pesado, pelo visto a única coisa real foi à ferida em seu peito. Levou a mão direita por cima do esterno, a altura da apófise xifoides e começou o processo de cura. Teve sorte, sabia disso.

Se não fosse o Byakugou, com certeza não teria sobrevivido.

Não se esforce. –ouviu a voz rouca ao seu lado. –precisa descansar e repor seu chakra.

Por um momento acreditou estar delirando, estaria ela com febre por acaso? Ou teve alguma contusão.

Só isso poderia explicar a imagem de um Sasuke preocupado com ela, e isso só poderia ser fruto de sua imaginação.

Sasuke Uchiha nunca se preocuparia com ela.

Eu disse para parar. –irritado, o jovem de olhos bicolor segurou o pulso de Sakura. –você poderia me escutar pelo menos uma vez em sua vida?

A Haruno piscou algumas vezes tentando processar o que acabara de acontecer e então fitou seu pulso sendo agarrado com certa força, não ao ponte de machucá-la, mas o suficiente para que ela pare.

Sentindo a antiga companheira ceder, ele a soltou e respirou fundo. Sarada tinha exagerado um pouco durante a madrugada, o que fez Sakura adulta se irritar bastante e dizer coisas como:

“Nessa época eu era extremamente sensível”

Era engraçado saber que a atual Sakura não se preocupava em olhar feio para o marido, ou puxar sua orelha quando estava equivocado.

Onde estamos?. –perguntou a jovem Sakura assim que recuperou o folego.

Estavam perto demais.

Você lembra o que aconteceu depois que desmaiou?. –questionou o Uchiha, precisava saber como estava a memoria da rosada.

Bom, eu me lembro de Naruto me transferindo chakra.. e só. –respondeu um pouco confusa. –quanto tempo apaguei?

A primeira vez, quase doze horas, depois acordou e acho que recebeu muita informação de uma só vez, mas dormiu só mais três horas. –explicou calmamente.

A segunda?. –franziu o cenho confuso.

“Acidentalmente vieram parar no futuro”

“Vocês estão casados e eu sou sua filha”

Arregalou os olhos e voltou a fitar Sasuke, ele parecia estar constrangido, as bochechas levemente coradas e então ela entendeu.

Não foi um sonho.

Como?. –perguntou.

Como vieram parar em uma realidade onde eles eram casados? Era o que ela queria saber, mas não foi isso o que Sasuke entendeu.

Uma falha no meu jutso espaço tempo. –explicou. –não sabemos ainda o que aconteceu, mas Sasuke, ou minha versão adulta, disse que isso é possível, pois mesmo em todos esses anos ele ainda não sabe até onde vai o poder do Rinnegan.

Entendo. –respondeu quase em um sussurro. Desde quando o ar se tornou tão pesado?

Talvez ter Sasuke perto demais fazia seu corpo travar.

O Uchiha ficou a encarando mais um pouco, queria que ela dissesse algo sobre estarem casados, e por kami, eles tinham uma filha!

Mas nada aconteceu.

Não havia gritos, não havia lagrimas de felicidade, não havia abraços e nem outro tipo de contato físico que ele pensou que haveria assim que ela processasse a informação.

Ela só ficou sentada, encarando as mãos sobre o colo, como se estarem casados em um futuro não muito distante não fosse nada.

Ela desistiu?

Não, sua versão adulta lhe disse que ela jamais o deixaria de amar. Então porque ele estava com tanto medo?

Não vai dizer nada?. –perguntou não aguentando aquele silencio.

E o que quer que eu diga?. –retrucou ainda encarando as mãos. –eu imagino que você quer voltar logo para o nosso tempo, nossa realidade.

-O que?

Deve ser horrível para você ver que aqui somos casados e temos uma família. –despejou rindo pelo nariz. –não se preocupe, não vou “atacar” você, então é melhor nos apressarmos e voltar para casa. –disse se levantando da cama.

Sentiu uma leve vertigem mas não demostrou nada. –onde é o banheiro?. –perguntou.

Sasuke apenas indicou a porta dentro do quarto e a viu sumir por ela.

Estava em choque, nunca em toda sua vida havia ficado sem ter o que responder.

Para Sakura estarem casados era tão impossível que ela pensou que só poderia acontecer em algum tipo de realidade alternativa, sequer lhe deu chance de dizer que para ele aquilo não era tão impossível.

Ele queria muito aquilo. Céus! Como queria!

Mas ela simplesmente deduziu o que ele pensava, o que ele queria, o que ele almejava. Queria gritar que ela estava enganada, que ele a queria e que seria o homem mais feliz do mundo a tornando sua esposa e mãe de sua filha.

Porque ele sempre soube que se não era ela não seria mais ninguém.

Mas ficou calado. Como poderia dizer isso se durante toda sua vida ele a afastou?

A afastou porque não queria que ela se envolvesse com alguém como ele, não queria que ela se perdesse no mesmo caminho que ele.

Aquela vida não era para ela.

Talvez ela tivesse razão, talvez o amor deles só fosse possível nessa realidade e não na deles.

Seria egoísta se preferisse ficar onde estavam então? Onde Sakura e Sasuke juntos era possível.

Não, ele não poderia fazer isso, não seria justo. Estava cansado de fazer sempre as escolhas erradas.

“Se torne alguém melhor por ela”

“se esforce e se torne um homem digno de tudo o que está vendo”

“Pode fazer de tudo para que ela não se arrependa de ter escolhido te esperar”

Ela escolheu esperar por ele, escolheu não desistir dele, e o amava. Então porque ele desistiria logo de cara?

Não, não seria tão fácil.

Ele nunca desistiu de um objetivo, por mais errado e estupido que fosse ele sempre ia atrás.

Não seria diferente com a única coisa certa em sua vida.

Porque Sakura e Sasuke juntos era a única coisa certa em qualquer dimensão, tempo e realidade.

Porque eles estavam conectados.

A porta foi aberta e por ela passou Sarada, tinha uma muda de roupas e uma toalha, provavelmente eram para Sakura, a garota analisava Sasuke como se estivesse desvendando algum segredo.

Problemas no paraíso?. –perguntou e Sasuke se sobressaltou. –Papai sempre fica com essa cara quando está com problemas. –comentou deixando a roupa sobre a cama.

E o que ele faz quando tem problemas com sua mãe?. –perguntou vendo um sorriso de ladinho no rosto da mais nova.

Ele tenta encontrar uma solução para o problema, e ele sempre encontra. –disse simplista. –então quando resolve esse problema ele pede desculpas e se trancam no quarto.

Sasuke pensou um pouco, não era como se ele já não soubesse que ele tinha que fazer as duas primeiras coisas, mas, no que exatamente ajudava se trancar em um quarto com Sakura?

Lentamente a compreensão chegou a ele quando se lembrou do que viu no dia anterior, o rosto esquentou e ele desviou o olhar de Sarada, ela a encarava risonha e então se foi ainda rindo.

Definitivamente ele não poderia fazer aquilo, não ainda.

Não sentia vergonha em ser do tipo tradicional, nunca pensou em ter relações sexuais antes, estava focado em sua vingança.

E bom, agora ele estava constantemente pensado naquilo, desde que viu o que viu no quarto ao lado.

E se fosse para acontecer seria com Sakura e mais ninguém, e seria do jeito certo. Como sempre teve que ser e como será a partir de agora.

Era sua promessa.

Saiu do quarto e foi até a cozinha, deixaria o quarto disponível para que Sakura pudesse se vestir.

Encontrou sua versão adulta e Sakura adulta tomando café. Eles não conversavam, ambos estavam ocupados lendo relatórios e pergaminhos, mas ele via como constantemente os dedos roçavam um no outro, ou quando largavam a xícara e colocavam uma mão sobre a outra.

Eram toques sutis, poucas pessoas perceberiam, mas lá estavam.

As vezes largavam o que estavam lendo apenas para encontrarem os olhos um do outro, Sakura sorria e então eles continuavam o que estavam lendo.

Como se pudessem conversar através dessa troca de olhares.

Ele sempre gostou dos olhos dela, era inevitável não se perder nas pedras verdes e brilhantes toda vez que se encontravam.

Ele facilmente poderia ficar dias apenas admirando aquelas esmeraldas, lá, ele encontrava paz e maio ao caos.

Como quando estava prestes a desistir da sua luta contra Kaguya, bastou encontrar aquele par de olhos jade que ele recobrou todas as forças.

Pois ele não queria viver em um Tsukuyomi, ele queria viver em um mundo real com uma Sakura real.

Temos que ir a torre do Hokague. –avisou o Uchiha mais velho. –estive estudando o que podemos fazer e acho que encontrei uma solução.

Você sempre encontra. –disse Sakura e sorriu para o marido

“Ele tenta encontrar uma solução para o problema, e ele sempre encontra.”

Viu o casal se despedir e então a Senhora Uchiha deu um beijo casto na frente de Sarada e foi para o hospital. Quando ele a viu se distanciar notou o símbolo do clã Uchiha estampado em sua camisa.

Nada no mundo, nem a mais bela paisagem se comparariam a perfeição daquela imagem.

Eu posso ficar com a minha mini mãe?. –pediu Sarada. –é muito chato ficar em casa sem fazer nada, e não tenho nem uma missão hoje.

Se ela quiser. –respondeu o senhor Uchiha.

Pouco tempo depois, Sakura surgiu trajando as mesmas roupas que Sarada, ficaram um pouco apertadas mas era melhor que os trapos que estava usando.

Sentou a mesa sem coragem de encarar os presentes. –Onde está Sakura?. –perguntou um pouco nervosa.

Se era para conviver com alguém, que pelo menos seja com ela mesma.

Foi trabalhar. –respondeu Sarada. –e você pode ficar comigo, até Papai e mini papai resolverem o problema.

Sakura ponderou um pouco e logo encarou as duas figuras masculinas, e encontrou os dois pares bicolores a encarando também, rapidamente abaixou o olhar. Ela não sobreviveria estando em uma sala com dois Sasuke.

Tudo bem. –respondeu receosa e então serviu um pouco de chá.

Vai ser um longo dia, pensou.

 

(...)

 

Estavam na sala de estar, Sarada havia pedido ajuda para decifrarem alguns pergaminhos, pelo que explicou eram da ultima missão do pai com um tal de Kawaki, estavam investigando um inimigo que estava criando bastante estrago a dois anos. Jigen.

Ao que parece chegou a sequestrar o Hokague e o manteve selado por muito tempo, Sasuke era o principal alvo por causa do Rinnegan, e seu objetivo era Kawaki, ele seria o novo receptáculo.

Era engraçado, os tempos mudaram mas os inimigos de Konoha continuavam os mesmos merdas de sempre.

Um pouco cansada, Sakura levantou os olhos do pergaminho encontrando um par de ônix a encarando curiosa, rapidamente Sarada abaixou o olhar sobre o pergaminho e fingiu que estava muito concentrada no que fazia.

A Haruno se pegou olhando a decoração na sala, era simples, porem de bom gosto. Teria sido ela a escolher? Parecia o tipo de moveis que ela compraria, pousou os olhos sobre uma estante, haviam poucas fotos, a maioria de Sarada.

Sarada bebe, Sarada engatinhado, Sarada de kimono, Sarada, Sarada e mais Sarada, outro porta-retratos um pouco mais chamativo com toda a grande família de três, Sakura e Sasuke timidamente abraçados e Sarada no meio deles com um grande sorriso, outros do time 7 e outro do que parecia ser o time da garota sentada a sua frente, que mais uma vez a encarava ansiosa. A jovem Sakura ergueu uma das sobrancelhas e riu um pouco.

Desculpa-me, não consigo parar. –disse a morena um pouco envergonhada.

Não se preocupe, eu também estou bastante curiosa em saber como funciona essa realidade. –confessou Sakura sorrindo gentilmente.

-Como assim essa realidade?

Ah, é que não sabemos se essa pode ser a realidade do nosso tempo. –comecou a explicar. --existem teorias sobre a possibilidade de varias dimensoes e varias realidades alternativas, e eu acredito que essa não seja a mesma realidade que a minha.

Porque pensa isso?. –perguntou Sarada, não soube porque, mas pensar nessa teoria a deixou levemente irritada.

Ah, bom. –começou um pouco constrangida. –é que na minha realidade, não seria possível isso. –disse abrindo os braços. –não teria como eu me casar com Sasuke-kun.

Sarada cruzou os braços e franziu o cenho. –papai tem razão, você era bem irritante nessa idade. –ela estava magoada, como poderia existir uma realidade em que seus pais não estivessem juntos? Onde ela não existia!

Sakura ficou surpresa com o que ouviu, então nessa realidade Sasuke também a achava irritante? Quis rir ao constatar isso.

Pelo menos isso é igual aqui e em qualquer outro lugar. –respondeu quase em um sussurro.

Papai disse que os sentimentos dele estão conectados ao da mamãe. –começou ela. –e eu existo por causa dessa conexão, tenho certeza que não importa quando nem onde, esses sentimentos sempre estarão conectados. Porque ninguém ama como um Uchiha. 

 

 


Notas Finais


Gente, queria avisar que o próximo capitulo vai sair só no dia 15! Se der sorte termino no próximo final de semana antes das minhas provas começarem.
Espero que estejam curtindo.
Sarada full pistola hahaha
Sakura ainda não acredita que isso seja possível por causa da ultima “conversa” que teve com Sasuke, então por favor não fiquem bravos com ela kkkk
Beijos!


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