História My Host Brother - Fanfic Park Jimin - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Imagine, Jeon Jungkook, J-hope, Jin, Jung Hoseok, Kim Namjoon, Kim Seokjin, Kim Taehyung, Min Yoongi, Park Jimin, Rap Monster, Suga
Visualizações 66
Palavras 2.354
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Luta, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá meninxs, capítulo novo! Espero que gostem!

Capítulo 11 - Surprises


Fanfic / Fanfiction My Host Brother - Fanfic Park Jimin - Capítulo 11 - Surprises

 

Jimin foi embora com Hoseok e deixou as chaves do carro comigo. Dei carona para os meus amigos quando decidimos ir embora. Os dois, bêbados, ficaram gravando snaps o caminho todo até o hotel. Bia decidiu hospedar Jungkook, pois mais uma vez ele estava louco demais para voltar pra casa. Kookie é maior de idade mas têm uma família muito rígida e conservadora que não saberia lidar com isso. Ao chegar no hotel, desço para abraça-los e me despedir.

- Eu nunca mais vou beber - Bia fala com a voz chorosa.

- Deixe isso para amanhã, quando ver os vídeos que gravaram juntos. - eu digo, debochando.

- Boa noite, Jen - Kookie me abraça e ao separar nosso corpos, me da um selinho (quando éramos mais novos, tínhamos o costume de cumprimentar assim).

 

Os dois entram e se despedem balançando as mãos animadamente. Eu rio ao ver a cena boba, e entro no carro novamente. Respiro fundo antes de dar partida, com medo do que me esperava em casa. Temia muito a possíbilidade de algum outro inimigo ter descoberto sobre Jimin, ou então que algo tivesse acontecido com Yoongi (ele não era meu amigo nem nada, mas significava muito para Jimin). Pego o controle do portão e abro a garagem. O carro dos meus pais não estava lá, logo concluo de que os mesmo devem ter saído. Entro em casa e jogo-me no sofá.

 

- Vamos fechar negócio ou não? - escuto uma voz vinda do andar de cima.

 

Ouço passos e logo depois a porta de um dos quartos é fechada. Meu celular vibra com uma mensagem de Jimin.

 

'Jimin : Fique em seu quarto, suba sem fazer barulho. Prometo que explico tudo depois. Deixe a porta destrancada.'

 

Torço o nariz ao ver aquilo, mandando-me subir de forma autoritária. Mesmo não tendo gostado, subo em passos leves e fecho a porta do quarto com cuidado. Livro-me de minhas roupas e pego uma camiseta grande na gaveta. Visto e prendo o cabelo em um coque desajeitado. Pego meus fones de ouvido e coloco uma música, sentando-me na cama e abrindo um saco de balas. Permaneço assim por um longo tempo, até que as balas acabam e eu levanto-me para pegar mais. Sigo até meu armário e estico-me para alcançar as guloseimas. Escuto a maçaneta da porta virar. Sem pensar muito, entro no armário e fecho a porta cuidadosamente.

- Tudo limpo, chefe - ouço uma voz masculina.

- Pense com carinho em minha proposta, não costumo ser tão generoso. - escuto a mesma voz de antes (quando estava no sofá) e sinto meu corpo gelar. Aquela voz não me era estranha.

 

Em passos firmes eles descem as escadas, e não muito depois escuto a porta bater. Saio, aos poucos, do armário e corro até a janela para observar o que estava acontecendo.

- Posso entrar? - Jimin pergunta.

- Pode - respondo indiferente.

- Desculpa por hoje - ele caminha até mim e morde os lábios ao notar as roupas que usava. - Está linda - se aproxima mais ainda e gruda em minha nuca, colando nossos rostos.

- Não - eu retiro sua mão indelicadamente - Precisa me contar o que está havendo primeiro.

 

Ele bufa e senta na cama, jogando a cabeça para trás.

 

- Quem era esse homem dentro da minha casa? - eu digo, autoritária - Anda, fala!

- Um cara interessado em comprar mercadoria - ele responde com toda normalidade do mundo - Hoseok disse a ele que eu teria os produtos.

- Como é? Como se já não bastasse tudo isso, você ainda vai cont… - eu já estava quase surtando, quando sinto as mãos de Jimin grudarem na minha cintura e me puxarem. Caímos na cama, e eu estava por cima dele.

- Eu não vou aceitar, calma - ele responde deitando-me ao seu lado.

- Ele parecia ter esperanças - falo e cruzo os braços.

- Eu não dispensei o cara, só não vou fechar negócio com ele. - ele diz - Não diretamente. Hoseok pode levá-lo até meu pai.

 

Chateada ao escutar aquilo, levanto da cama e caminho em passos firmes, abro a porta e aponto, indicando que ele deveria sair.

 

- Sério? - ele pergunta - Eu não aceitei, e você está brava?

- Você só passou o serviço para outra pessoa - respondo e coloco as mãos na cintura.

- Não é só pegar e sair do negócio. Você sabe que não é simples assim! - ele responde já bravo, me assustando - Pensei que tivesse entendido, não fui claro o bastante quando expliquei? E outra, preciso da grana…

 

Desvio o olhar e aponto para a porta novamente. Jimin bufa e solta um grunhido, saindo e batendo a porta com raiva. Corro para a cama e deito. Me surpreendo ao sentir as lágrimas descerem. Por algum motivo, o jeito bravo dele de falar havia me magoado.

Jimin realmente avisou-me sobre isso, e eu optei por apoia-lo. Mesmo sabendo de tudo, alterei-me por medo. Apaixonada por um traficante… Poderia ser pior?

Afundo a cabeça no travesseiro e choro até cair no sono.

Algumas horas depois ~

 

Acordo com o som da porta batendo, no andar debaixo. Apavorada, coloco um short e saio do quarto para observar. Suspiro aliviada ao perceber que eram os meus pais chegando. Meu pai carregava minha mãe, já adormecida, em seu colo. Volto para meu quarto, completamente sem sono. Pego o celular e encaro a tela com o contato de Jimin. Devo mandar mensagem? Não gosto de ficar brigada com ninguém, mas meu orgulho falava mais alto. Decido ir até o quarto do mesmo. Saio de fininho do meu quarto e vou até o dele, entrando sem bater na porta. Ele assusta-se e levanta rápidamente, com os olhos arregalados.

 

- O que quer? - ele responde e se aproxima. Park Jimin estava somente de cueca, com os cabelos desarrumados e um pouco molhados pelo suor.

- E-eu… - tento responder - É que… - minhas mãos suavam e ele se aproximava cada vez mais, lentamente.

 

Fui tomada em seus braços e jogada brutalmente na cama de casal do quarto. Suas mãos deslizaram agilmente e atingiram meus seios, que começaram a ser massageados com certa força. Arfei e passei minhas pernas em volta de sua cintura, puxando-o para perto. Selamos nossos lábios com um beijo fogoso, molhado e quente.

- Só queria dizer que estou nessa com você - eu digo ofegante, logo após separar o beijo - Eu prometi que te ajudaria, só peço para que não traga mais ninguém aqui. Sabe como isso já é difícil para mim, imagina se envolvêssemos meus pais…

- Eu sinto muito, foi errado o que fiz - ele diz e coloca uma mecha do meu cabelo atrás de minha orelha - Dê tempo ao tempo… explicarei tudo que for necessário, e te direi tudo que precisa saber. Pode parecer estranho, mas preciso que confie em mim. Não quero ter que me afastar de você.

 

Voltamos a nos beijar, dessa vez mais lentamente e apaixonadamente, porém com a mesma intensidade. Após longos minutos de beijos cheios de desejo, decido que é hora de voltar para meu quarto. Eu estava sim com vontade, porém ainda um pouco brava com a situação. Confesso que foi engraçado ver Jimin levantar com seu membro ereto e pulsante e me acompanhar até a porta. Ele bate em meu bumbum e lança um olhar fatal.

- Vou me vingar - ele ri e fecha a porta aos poucos - Sabe que vou.

 

Rio boba e volto até o quarto. Deito-me na cama e milhares de pensamentos passam por minha mente. Será que eu seria mesmo capaz de encarar tudo isso por um cara? Devo adimitir que gosto de me arriscar, quando era mais nova sempre estava metida em problemas. Mas isso é diferente…

Um barulho alto interrompe meus pensamentos, escuto alguma coisa bater no vidro da janela. Olho meio escondida nas cortinas e vejo Bob, com o rosto vermelho e inchado, chorando muito. Tento me distanciar mas o movimento das cortinas faz com que ele volte seu olhar para cima, vendo-me parada ali.

- Jen, por favor, abra! - ele começa a gritar e pegar pedras no chão, descontroladamente. - Jenny, abre essa porra!  - ele corre até a porta da entrada principal e começa a bater na mesma.

 

Pego o celular e digito o número da polícia, mas não disco.

- Que merda é essa? - Jimin aparece na porta do meu quarto, com olhar confuso.

- É o Bob - eu falo com os olhos marejando. - Eu não sei o que fazer, ele está descontrolado.

 

Jimin soca a porta e desce as escadas correndo.

 

- Cara, vai embora! - ele fala para Bob pela fresta da janela. - Não percebeu que ela não quer falar com você?

- Isso não é assunto seu, viado - Bob grita - Ela é minha mulher, entendeu? Ela só precisa enxergar e perceber o quanto ainda me ama. Eu só preciso falar com ela e estarem... - ele para de falar quando é atingido com soco no rosto. Jimin saiu pela janela e avançou. Eu apenas observava pela a situação, no topo da escada.

 

Ao ver que Bob não reagiu, começo a me preocupar, afinal, ele era do tipo valentão e por mais abalado que estivesse, não deixaria por isso. Jimin abaixa-se e sacode o corpo desacordado. Ele havia desmaiado, e Park Jimin ria da situação. Pego meu telefone e disco o número de um dos amigos de Bob, pedindo para que alguém venha busca-lo.

 

- Obrigada por me defender - agradeço abraçando-o. - Ele está assim, não aceita o término. Eu não sei mais o que fazer, tenho medo das atitudes dele.

- Eu vou cuidar de você - ele me da um beijo na testa - Ele nunca encostará em você e não te fará nenhum mal. Se ele tentar, vai ser a última coisa que fará na vida.

 

Jimin parecia sério ao dizer aquilo. Suas palavras me fizeram sentir segura. Meus pais, de tão bêbados que estavam, não acordaram com a barulheira toda. Em compensação, pude ver vários de nossos vizinhos espiando por suas janelas. Depois de alguns minutos, Jay, amigo de Bob, chega para buscá-lo. Explico a situação para ele, que parece entender. Ele encara Jimin com certo desprezo e coloca o amigo no carro, entrando no mesmo logo depois e seguindo caminho.

 

- Acho que seus amigos não vão muito com a minha cara - ele diz, entrando e fechando a porta de casa.

- Eles só não estão acostumados - eu respondo, puxando-o para o sofá comigo. - E ele não é meu amigo. Meus amigos gostam de você, só não te conhecem direito. Terão muito tempo para resolver isso.

 

Deito-me em seu peito e começamos a conversar mais sobre a vida do mesmo. Ele me conta mais sobre sua relação com Taehyung, e comenta sobre um menino que era muito seu amigo, filho de um dos sócios de seu pai. O menino saiu do país quando ambos eram muito novos e desde então nunca mais se encontraram. Jimin parecia sentir falta de sua amizade. Conto-lhe mais sobre a minha relação com Bob e Jeongguk, sobre como começamos a receber os intercambistas, sobre algumas amizades que já fiz…

Rimos muito e assim permancemos por um tempo, até que caímos no sono.

 

Algumas horas depois ~

 

- Ah, vocês ficam tão bonitinhos juntos - Acordo com minha mãe apertando minhas bochechas - Não sabia que estavam juntos!

- Nós só estávamos… - olho em volta e vejo Jimin dormindo ao meu lado - Nós só ficamos conversando e caímos no sono. Não é nada demais.

 

Ela faz bico e nós rimos. Minha mãe pareceu desapontada ao receber a notícia de que não havia nenhuma relação entre nós.  Meu pai balançou a cabeça em sinal de reprovação e saiu pela porta da cozinha, indo se sentar na mesa da varanda.

 

 

- Acorda - balanço Jimin com cuidado - Dormimos no sofá. Melhor você levantar e ir para o quarto…

 - Nossa - ele levanta bruscamente - Que horas são? Puta que pariu! - ele busca o celular e vê 11:30 marcando no relógio.

- Você vai precisar de ajuda ou já consegue andar sozinho por aqui? - pergunto, buscando uma caneca com café para ele.

Não sei muito bem, mas prefiro não leva-la junto - ele responde e dá um beijo em minha bochecha, agradecendo pelo café. - É pra terminar de resolver aqueles assuntos de ontem… Acho melhor que você não se envolva.

 

Concordo e subo para o meu quarto, pegando meus produtos de higiene e indo tomar um banho. Depois de uma ducha rápida, dirijo-me de volta ao cômodo. Ao olhar na cama, vejo um bilhete deixado por Jimin.

 

 

'Jimin: O que acha de sairmos para jantar mais tarde? Um amigo está vindo para cá e quero que o conheça. Se aceitar, me dá um toque. Levarei um presente para você ;D'

Sorrio e pego o celular para mandar a mensagem e aceitar o convite. Ele responde rapidamente, marcando para as 20:00. Coloco um vestido simples e um salto, passo um batom claro e uma maquiagem leve. Ligo para Bia e marco para tomarmos um sorvete. Decido ir a pé, já que o local ficava perto de casa. Encontro com ela em uma praça perto do local e seguimos caminho juntas. Ao chegar, avisto Jimin e um outro garoto sentado junto com ele. Antes que eu pudesse puxa-la para for a, ela solta um som e acena para os dois. Park tenta desviar o olhar mas Bia se aproxima para cumprimentar os dois.

 

- Oi! Sou a Bia, lembra de mim? - ela estende a mão - Que coincidência, podemos sentar com vocês?

Jimin concorda com a cabeça e o outro observa a cena com um sorriso no rosto.

 

- Hm… - Jimin fala e abre espaço para sentarmos - Bom, esse é meu amigo - o garoto se levanta e estende a mão para cumprimentar -Seu nome é Kim Taehyung.

 

***

 

 

 


Notas Finais


Beijinhos e até o próximo capítulo!


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