História My human heart - Capítulo 5


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Categorias Como Treinar o seu Dragão
Personagens Astrid, Banguela, Bocão, Cabeçadura Thorston, Cabeçaquente Thorston, Fúria da Noite, Melequento, Mosca da Tempestade, Perna-de-Peixe, Personagens Originais, Soluço, Stoico, Valhallarama
Tags Banguela, Dia, Dragões, Hiccstrid
Visualizações 291
Palavras 1.784
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - Again friends


Astrid pov:


Fazem três anos dês da morte do Soluço. Na época eu lembro de estar com raiva dele por "roubar" o meu mérito de melhor guerreira.. mas agora eu só sinto culpa e tristeza. Eu podia tê-lo ajudado mas não o fiz. Em um momento ele estava lutando contra um dragão e no outro estava sendo levado por um. Aquela cena partiu meu coração por algum motivo.


Dês de aquele fatídico dia eu tenho treinado arduamente para conseguir de alguma jeito me vingar.

Ninguém entendia direito o que aconteceu naquele dia.... Afinal não e muito normal uma pessoa estar sendo perseguida por um dragão e do nada outro dragão o mais perigoso cuja nunca fui visto antes chegar do nada derrotar este dragão que está prestes a matar a pessoa e em seguida levar a pessoa..... Ele podia muito bem ter escolhido qualquer outra pessoa em qualquer outro momento.. mas não, ele escolheu o Soluço e naquele exato momento.... Por que?

Espero saber a resposta algum dia.


O pai do Soluço ficou devastado, nunca o vi daquele jeito. Ele ficou com raiva.. muita raiva. Hoje ele ainda busca incessantemente pelo ninho dos dragões a procura de vingar-se da morte de seu filho. Valka estranhamente não chorou, pensei que ele iria entrar em desespero com isso, já que ela amava de mais o Soluço.. mas não, ela somente ficou preocupada, ela acredita que o filho ainda esteja vivo.

Eu me aproximei muito de Valka nesses três   anos.   Acho   incrível  como  ela   ainda  acredita que o filho está vivo. Eu por outro lado nunca acreditei nisso. Afinal quais seriam as chances  dele sobreviver.. mesmo se o dragão não o comece o ferimento feito em seu braço o mataria.

Eu perdi as esperanças a muito tempo...


Cabeça-Quente : Hey, Astrid.- Chaga tirando-me de meus devaneios.

– : Oi, o que tá pegando?-

Apesar da Cabeça-Quente ser.. bem... a Cabeça-Quente e nunca se desgrudar do irmão, ele é muinha amiga, na verdade ela é minha única amiga mulher que seja da minha idade claro.

Cabeça-Quente : O chefe está te chamando lá no grande salão... Depois passa lá na arena pra nóis bater um papo.-


~•~•~•~•~


Stoico : Astrid eu quero que você saia em uma missão com os caçadores de dragões para ter certeza de que eles são confiáveis.-

Astrid : Quando eu irei partir?

Stoico : Agora mesmo.-


~•~•~•~•~


Soluço pov:


Neste último ano eu fiz muitos aliados e salvei muito mais dragões, meu mapa cresceu muito mais também.


Estou sobrevoando o oceano, na minha forma que gosto de chamar de semi-humano, estou junto de Banguela, e nós dois fazemos diversas manobras nos céus.

Subimos e ficamos sobre as nuvens, aproveitando o vento e a Beleza do nascer do sol. Um ótimo jeito de começar o dia.

Começamos a voar um pouco mais devagar quando percebemos a presença de duas grandes amigas.

Heater e TesouradeVento.

Heater : Soluço, Banguela.-

TesouradeVento : “ Nós temos informações importantes.-

– : Podem falar.

Heater : Nós descobrimos o local onde Viggo tem plantado a raiz de dragão. Mas não é só isso. Ficamos sabendo que Berk está planejando fazer uma aliança com os caçadores de dragões, eles enviaram um de seus vikings para saber se os caçadores são confiáveis.-

TesouradeVento : “ Viggo com certeza vai fazer de tudo para convencer Berk a formar uma aliança com ele. ”-

Banguela : “ Isso é muito ruim ”

: Heater, Quero que você sequestre esse viking e o traga para ilha lagoa vermelha.- (Aut: Sou péssima para nomes.)

Heater : Entendido.

: Faça isso o mais rápido possível, mas com muito sigilo, não use a TesouradeVento e tente fazer com que o viking nem perceba que foi sequestrado. Tente usar um sonífero.-

Ela não demorou muito para partir depois de minhas ordens.


Eu estava com medo de conhecer este viking, mas eu teria ainda mais medo de ter que enfrentar as pessoas da minha tribo.

Eu tive uma ideia. Iria tentar me aproximar do viking como dragão. Se desse tudo certo talvez isso inicie uma revolução lá em Berk, e quem sabe eu volte.

Minha guerra contra os caçadores de dragões se intensifica a cada dia. Viggo já não é mais meu único inimigo, agora também tem um muito pior chamado Drago.. ele é muito mais cruel e perverso que o próprio Viggo...

Um tempo depois de eu fazer minha aliança com Teseck eu achei um ninho dos dragões. O lar da grande besta implacável. Eles tem me ajudado muito nesta guerra.


Eu e Banguela ficamos voando por mais algumas horas, depois fomos pescar aí voltamos para a nossa ilha .

Banguela : “ Ela provavelmente vai trazer o viking para ilha lagoa vermelha amanhã de manhã.”-

: “ Tô sabendo.”-

Banguela : “ O que você pretende fazer?”-

: “ Vai ter que esperar pra saber.”-

Dia : “ Já começou com seus joguinhos de mistério né Soluço.”- Diz entrando na conversa.

– : “ Eu só vou tentar fazer aquilo que eu não conseguir a três anos.”-

Dia : “ Ok, só cuidado pra não morrer.”-

Banguela : “ Sem ofensas Soluço, mas eu não confio muito nos berkianos.”-

: “ Eu sou um berkiano sabia.”-

Banguela : “ Mas você é diferente.”-


~•~•~•~•~


                                *


Fui para a ilha lagoa vermelha no fim da tarde. O viking que a Heater sequestrou deve estar acordando no momento.


Escutei um barulho de graveto quebrando e sai do arbusto que estava. Era o tal viking berkiano. 

Quando eu vi quem era não pude acreditar nos meus olhos. 

Era a Astrid.

Ela estava muito mais bonita do que a dois anos atras.

Ela parecia estar um pouco tonta. Ficou de pé e começou a olhar em volta, ela começou a desesperar-se ao perceber onde estava. 

Astrid : O que? Como vim parar aqui?-

Sai do arbusto que me mantinha escondido, ela se assustou e apontou o machado para mim, mas antes que pudesse fazer qualquer coisa eu retiro o machado de suas mãos com um tiro de plasma, depois vou rapidamente até o abjeto e quebro para que ela não pudesse utilizá-lo contra mim novamente.

Quando dei por mim ela já avia saído correndo. Estava anoitecendo e eu não queria que ela fosse atacada por um dragão selvagem, por isso fui atrás da mesma.


Levei um bom tempo para acha-la novamente, ela sabia esconder-se muito bem.

Astrid estava em um local rodeado por pedras, mas ao mesmo tempo com várias rotas de fuga. Avia feito uma fogueira para aquecer, mas não parecia estar funcionando muito.

Apareci novamente, tentando fazer o máximo possível para não parecer ameaçador. Eu estava com um salmão na boca que avia pego enquanto a procurava.

Ela se assustou com minha presença, mas não fez nem um movimento brusco, provavelmente com medo de que eu a atacasse.. deixei o salmão o mais próximo possível dela e me afastei novamente bem devagar.

Ela olhou para mim com descrença, provavelmente não acreditara que um dragão estava lhe ajudando.

Vi ela se aproximar do peixe e o megar. Parecia com fome... Ela pegou um graveto e espetou o salmão nele, não demorou até estar o assando.

Logo após assar o peixe ela o comeu bem rápido, acho que não queria perder tempo pois poderia ser atacada a qualquer momento.


Demorou um pouco para a Astrid pegar no sono. Enquanto ela dormia percebi que estava tremendo, por isso fui até ela e a cobri com minhas asas.

Quando amanheceu o clima ficou um pouco mais quente. Desvincilhei minhas asas de Astrid com cuidado, vi ela fazendo uma careta pelo friu por causa disso. A fogueira que ela avia feito durante a noite já avia se apagado, por causa disso eu a acendi novamente.


Fiquei pescando por um tempo, eu já estava abastecido, então fui levar o café da manhã para Astrid, um salmão fresquinho, o favorito dela dês de pequena.... Lembro-me até hoje do dia em que discutimos qual peixe era melhor quando crianças.


Quando cheguei lá ela já avia acordado, e não deixou de assustar-se com minha presença. Fiz o mesmo que dá última vez: deixei o peixe o mais perto possível e me afastei lentamente para não assusta-la mais ainda.



Astrid pov: 



Eu lembro de ir dormir no acampamento dos caçadores e depois acordar em uma floresta. 


Assim que acordei nesta maldita floresta deserta eu dei de cara com o dragão cuja eu mais odeio.. fúria da noite, o dragão cuja foi um dos responsáveis pela morte de Soluço.. a morte que me assombra até hoje.

Aquele dragão me desarmou rapidamente, quando eu fui recuperar meu chamado ele foi rápido em ir na minha frente e despedaçar a minha única forma de defesa. Corri antes que eu fosse sua próxima vítima.

Eu me escondi em meio a alguns rochedos e fiz um fogueira por lá. Depois de um tempo aquele dragão apareceu novamente. Eu achei que aquele seria meu fim.. mas não, pelo contrário, ele me deixou um salmão.

Achei aquilo muito estranho, mas estava com muita fome então assei o peixe rapidamente. Tentei ao máximo não pegar no sono durante a noite, mas não foi possível evitar. Estava acabada, por mais que eu tivesse dormido por sei lá quantas horas, eu estava exausta. Eu sempre estava exasta. Sempre e evitava dormir.... Isso tudo pois sempre que fechava os olhos via aquela cena... A cena do Soluço sendo levado por aquele dragão.

Quando eu acordei novamente aquele fúria da noite avia me trazido mais um salmão, ele não fazia movimentos bruscos, provavelmente para tentar não me assustar. 

Aquele dragão estava realmente cuidando de mim?

Ele não se afastou tanto dessa vez, estava a apenas uns quinze metros de mim.

Eu não fugi... Apenas peguei o peixe e o assei. A fogueira ainda estava acesa, provavelmente o dragão avia a mantido assim.

Comi o peixe sem tirar os olhos do dragão.

Comecei a analisá-lo um pouco mais.

Ele tinha uma cicatriz na pata dianteira da direita e sua pata traseira esquerda tinha uma cor um pouco diferente do resto do corpo, um tom de cinza escuro. Seus olhos eram verdes como a vegetação da floresta. Aquilo era muito familiar pra mim, me lembrava muito alguma coisa mas eu não sabia direito o que era.

Astrid : Por que está fazendo isso?... Quer me engordar para depois me comer?-

Não esperava que ele entendesse. 

Vi o dragão fazer uma cara de incrédulo depois ele pareceu ficar um pouco bravo.


Eu não acredito que fiz isso.

Me aproximei do dragão lentamente, o mesmo bem se mecheu. Depois disso fiz a maior loucura que poderia ter feito na vida.... Coloquei minha mão em sua cabeça.

O dragão fechou os olhos e eu comecei a acariciar a cabeça dele.

Por que eu estava fazendo aquilo?

Por que estava confiando tanto em um demônio da mesma espécie do que levou o meu querido amigo que não devia ter abandonado?

Astrid : Por que você não me mata?

Ele lambeu meu rosto e inclinou a cabeça para mim. Por algum motivo comecei a acaricia-lo em baixo do pescoço.


O que diabos eu estava fazendo?




Contínua.....



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