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História My husband's economic - Capítulo 1


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Notas do Autor


Não sei quantos caps terá ao total.

Capítulo 1 - It started ok


Meu nome Madeleine, idade 23 anos, estou namorando depois de meses dando todos os sinais possíveis e impossíveis para meu colega de classe Edwan, nós dois fazemos faculdade de matemática e economia, eu faço curso de letras também, meu sonho é ser professora, e meu amadíssimo namorado faz contabilidade também, ele quer trabalhar com econômia, investimentos, enfim todo esse esquema chato. 

Eu não gosto muito de matemática e nem de números, sendo sincera comecei o curso porque abre portas na carreira que quero seguir, assim posso dar aula tanto de idiomas quanto de matemática, enfim, pelo menos isso me trouxe ao amor da minha vida. Edwan é bem mais tímido e quieto do que eu, ele faz mais o "típico" nerd, introvertido, porém super inteligente, mora com os pais, nunca teve uma namorada, usa óculos, enfim fica difícil deixá-lo fora do esteriótipo quando ele mesmo não parece se incomodar. 

Nossa história começou de forma engraçada. Eu não tinha nada contra ele, na realidade homens como ele são comuns no nosso curso, mas alguns são um pouco assustadores porque as vezes agem como se nunca tivessem visto uma pessoa do sexo oposto antes, e podem doar meio desesperados quando falam a primeira vez com uma mulher. Mas não era o caso dele, ele era quieto e introvertido mas não no nível de "temer" o sexo oposto, ele só era muito sério e com isso podia parecer indiferente, o que fazia alguns colegas o acharem arrogante e logo muitos não gostavam muito dele. Um dia fomos forçados a fazer um trabalho juntos, eu e uma amiga e ele com dois amigos fomos colocados no mesmo grupo. No começo foi complicado porque ele tinha um trabalho de meio período, e eu e minha amiga também, por fim tivemos que dividir o trabalho, e por obra do destino eu e ele tínhamos o mesmo horário disponível no fim de semana e por isso ficamos juntos. A primeira vez que fui a casa dele eu já me apaixonei pela minha sogra, eu trabalhava como monitora numa escola e ela era professora de jardim da infância, então conversamos por horas sobre a profissão, ela sempre foi um doce. Depois de muito papo com minha sogra (que na época eu não sabia ainda que seria minha sogra) o digníssimo apareceu e fizemos o bendito trabalho. Ele pareceu indiferente, como sempre, porém eu notei que ele me olhava com frequência, mas não disse nada, por fim aquela noite fui convidada a jantar e como o papo estava bom acabei aceitando, e hoje sei que fiz bem. Fiquei super amiga da minha sogra de cara e até trocamos números de telefone. Depois daquilo comecei a ir mais vezes a casa dele, porém nunca pra vê-lo, eu fui criada apenas com minha avó então pra mim não era difícil manter amizade com uma senhora, e minha sofre sempre foi muito divertida e conversadeira e me ajudava muito com dúvidas sobre a carreira e ajuda com busca de empregos, ela até mesmo me ajudou a conseguir o meu emprego atual como professora de inglês em uma escola super renomada, enfim em um desses dias eles estava super atarefada e perguntou se eu me importaria em chamar seu filho para jantar, o que não era nada demais então o fiz, e que bom que o fiz porque quando bati na porta e ele disse que poderia entrar e eu o fiz tive a visão dos céus, ele estava se exercitando (o que baseado em todos os esteriótipos no qual ele se encaixava eu nunca saberia) e mesmo de regata dava pra ver que ele era bom naquilo pelos músculos salientes, e o suor que escorria que mesmo na pele super pálida, julgo que pelo fato de ele ficar mais no quarto do que tudo, o deixava extremamente lindo, mentira, quem eu quero enganar, o deixava extremamente sexy. Tive que limpar minha boca rapidamente e depois de dizer sua mãe está chamando fechei a porta rapidamente e acho que nunca desci uma escada tão rápido na vida, tanto que minha sogra ficou com medo de eu ter me machucado. 

Olha eu não tenho problemas com homens, em ver homens ou conversar com homens, meu namorado atual definitivamente não é o primeiro, mas eu queria morrer por ter agido exatamente como uma menina do ensino fundamental, ou pior como um dos homens da minha turma de economia que agiam como se nunca tivessem visto o sexo oposto. Depois daquele momento foi difícil agir normalmente, eu estava me odiando, e não sabia se pedir desculpas era necessário, porque ao mesmo tempo que não era nada demais, eu sentia como se ele estivesse esperando que a mãe dele abrisse a porta, ou sei lá, parecia que eu tinha invadido um momento íntimo dele, afinal se ele quisesse que as pessoas soubessem que ele era malhado ele não usaria roupas três vezes maior que o tamanho dele certo? Ah! Não sei! Minha mente estava uma bagunça e minha sogra havia notado que o ambiente estava estranho, e tudo piorou quando logo depois do jantar eu pedi licença e dei uma desculpa bem esfarrapada e fui embora.

Eu morava num dormitório feminino, e eu adorava o fato de morar com outras meninas porque achava mais fácil conversar sobre qualquer coisa, mas aquela noite a quantidade de "nossa nunca viu um homem antes?", "nossa nunca viu um homem bonito antes", "nossa tá parecendo uma criança", não me ajudaram em nada, então recorri a mulher mais sábia de todas, minha avó, e ela foi bem realista, ela me disse que devo ter ficado chocada porque já tinha feito uma imagem dele na minha mente, e quando ele fugiu do que eu imaginava eu não soube lidar, ela disse que eu devia me desculpar de estava sentindo que tinha visto algo que ele não queria que eu visse, e devia me desculpar com a mãe dele por agido como uma pessoa mal educada. E assim foi que tudo começou.

- Edwan? - bati em sua porta - Sou eu Madeleine. Posso entrar? - entrei após ouvir sua confirmação - Então, - comecei ainda parada na porta - eu sei que isso pode parecer estranho, mas queria me desculpar.

- Porque? - ele perguntou finalmente se virando pra mim, depois de largar o videogame, sim outro esteriótipo.

- Hum, então eu acho que aquele dia que você estava malhando e eu entrei você estava esperando sua mãe e não eu, e desde então tenho pensado que talvez você não quisesse que ninguém visse que você malha, e daí fiquei pensando que talvez eu tivesse visto um momento íntimo seu, e daí fiquei me sentindo meio mal e daí achei melhor me desculpar....

- Hahaha! - antes que eu terminasse o ouvi rir e meu Deus! Eu devia mesmo estar de volta no meu ensino fundamental, com meu primeiro crush porque ele ficava 50, não 100 vezes mais lindo sorrindo,e eu senti como se meu coração estivesse acelerando, até ele abrir a boca pra falar novamente - Que idiotice! - olhei incrédula - Claro que não era um momento íntimo, eu só estava malhando. Você nunca viu alguém se exercitando? - ótimo tinha voltado aos "você nunca" - Tá tudo bem. Eu realmente estava esperando minha mãe, mas não é como se você tivesse visto algo ruim. Você tá agindo como se tivesse me visto vendo vídeos adultos ou coisa assim. Hahahaha. - e obvio que eu saí e o deixei sendo idiota sozinho. 

Depois daquilo acabamos ficando mais próximos, porém não foi preciso muito tempo pra eu me apaixonar. Ele era incrível, muito inteligente e esforçado, e um ponto que eu devia ter me atentado mais, ele era muito econômico. Mas não num nível normal, ele era muito econômico do tipo de gente que pede um sanduíche e divide durante um encontro, e que prefere pegar dois ônibus de 2 reais a pegar um de 5 pra salvar o um real, enfim eu estava cega de amor e pra mim acabou não fazendo diferença, não era como se ele me negasse nada. Sempre que eu queria ver um filme ele dava um jeito de vermos o filme, mesmo que fosse baixado pirata no seu computador, se eu queria um jantar romântico ele fazia uma receita diferente e pedia pra que os pais saíssem em um encontro, e fazia um jantar romântico na sala de jantar dos pais. Eu nunca fui rica e nem fui de esbanjar dinheiro então pra mim contanto que ele fosse romântico e que tivéssemos nossos momentos juntos estava tudo bem.

Por isso eu estava super feliz quando depois de alguns meses dando sinais que eu estava apaixonada ele finalmente me pediu em namoro. 

E por isso que fiquei ainda mais feliz que dois anos depois no nosso aniversário ele fez um jantar e chamou seus pais e minha avó e me pediu em casamento. Tão feliz que eu aceitei. Mas eu devia ter mesmo me atentado ao quanto ele era econômico.

 


Notas Finais


É isso espero que gostem. Desculpa qualquer problema, não foi revisado. Até o próximo.


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