História MY IDOL BECAME MY LOVE Do KyungSoo - Capítulo 4


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Categorias EXO
Personagens Byun Baek-hyun (Baekhyun), Do Kyung-soo (D.O), Kim Jong-dae (Chen), Kim Jong-in (Kai), Kim Jun-myeon (Suho), Kim Min-seok (Xiumin), Oh Se-hun (Sehun), Park Chan-yeol (Chanyeol), Personagens Originais, Zhang Yixing (Lay)
Tags Exo, Kpop, Kyungsoo, Romance, Stalker
Visualizações 6
Palavras 1.345
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Lemon, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - 4 - He


Fanfic / Fanfiction MY IDOL BECAME MY LOVE Do KyungSoo - Capítulo 4 - 4 - He

- Aqui. - Uma pasta negra foi entregue em minhas mãos. - Deixa isso escondido, ta bom? É muito evasivo pra sair por aí. - O manager falou baixo e eu concordei.

- Obrigado, hyung. Estou te devendo uma! - Respondi também baixo, abracei a pasta e saí da van, sendo seguido pelos segurança até dentro do prédio do dormitório e, consequentemente, até dentro do apartamento.

Estava cansadíssimo, totalmente exausto. Cumprimentei informalmente alguns dos meninos que estavam na sala assistindo algo na tv e, após Junmyeon me encher de perguntas para ver se eu estava bem por ter chegado mais tarde e de modo separado deles, rumei para o quarto já dando boa noite para todos.

Entrei e Jongin estava deitado em sua cama com os fones no ouvido, sem camisa e com seus cabelos ainda molhados.

Seca esse cabelo, vai ficar doente. - Falei baixo, sem o olhar já que estava colocando a pasta debaixo do meu travesseiro.

- Hyung! - Ele me olhou após notar minha presença, com um sorriso brilhante estampado - Você chegou bem? -

- Sim - Sorri de volta, peguei uma toalha e joguei para ele, que riu começando a secar as madeixas cinzas.

Entrei para o banheiro e tomei meu banho demorado, retirando todo aquele cansaço do meu corpo. Saí com a calça moletom cinza e com uma camiseta enorme preta.

Jong já havia deixado os fones de lado e estava deitado de qualquer jeito na cama.

Peguei seu cobertor - que, por algum motivo, estava no chão - e cobri seu corpo, o xingando internamento por ser um bebê 25 horas por dia.

Sentei em minha cama, coloquei meus óculos e peguei a pasta, a abrindo rapidamente para saciar minha curiosidade.

Hailee Mendes, brasileira... - Ia sussurando até prestar atenção nos detalhes. - Brasileira? Aish. Por isso ela não conseguiu falar nada, não sabia o coreano. - Concluí ainda falando sozinho e comigo mesmo. - Intercambista... Tem mais um irmão e uma irmã... Morará na casa da família Nae, residentes no... - Ri baixo, batendo na testa - Impossível tanta coincidência!! -

Eu me sentia feliz, havia descoberto quem era ela e, por mais estranho que parecesse, nosso novo dormitório ficava próximo à casa da família que havia a recebido.

Coloquei a pasta na gaveta da cômoda e me deitei, dormindo rapidamente.

O dia posterior seguiu normal. 

Fotos pela manhã.

Gravação de alguns comerciais rápidos.

A única coisa diferente era o fato de termos parte da tarde livre, levando em consideração a reunião com o CEO da empresa durante a noite.

O dia tinha sido estranhamente calmo e sem coisas pesadas. Seria um sinal de sorte?

O toque do meu celular atrapalhou minha linha de pensamento, peguei e atendi sem olhar para quem era.

Hm. -

- KyungSoo? -

Sim, eu mesmo. -

Fui comprar café pra vocês na lojinha na esquina de baixo e acho que vi sua garota comprando um ticket de metrô. -

Olhei para baixo e sorri, chamando a atenção de JongDae que estava do meu lado.

- Obrigado, hyung. Você é demais! - Falei baixo, batendo no braço de Chen para o mesmo parar de me olhar.

Por que tava sorrindo? E ainda sorrindo conversando com um homem? Hm? - Ele riu, me cutucando. Afastei suas mãos e fiz um breve e baixo resumo para o mesmo.

Aliás, você vai sair comigo hoje. - Falei o olhando após um breve momento de silêncio.

Não posso, tenho muita coisa pra fazer. - Respondeu rapidamente, olhando para a mesa.

Como o que? Ficar trancado sozinho no quarto o dia todo? - Ergui uma sobrancelha e ele me olhou tentando fazer cara de ofendido, da qual eu ri com gosto.

Você ganhou. Eu vou! -

Vai se arrumar então, se disfarça porque iremos em um lugar público. -

Corri para o banheiro do corredor, me despi e comecei tomar banho. Fechei os olhos e enfiei meu rosto sobre a água, sentindo meus ombros piorarem a postura, estava relaxado demais.

Peguei a esponja e comecei a me lavar ainda de olhos fechados, apenas abri para ensaboar minhas mãos e começar a lavar meu membro.

Desde quando você faz isso, Kyung? - Olhei assustado e Baekhyun estava dentro do banheiro, sentado no vaso sanitário enquanto me olhava tomar meu banho.

Eu só estava me lavando! - Respondi rapidamente, puxando a toalha e me cobrindo.

Estava só me lavando. - Ele fez aquela imitação barata e eu ri de raiva. - Sei.

Você não pode bater na porta não? E como você destrancou? - Saí do box do banheiro e fui rumando para a porta do mesmo.

Baek apenas riu e apontou para o grampo aberto em cima da pia. Revirei os olhos rindo.

- Você não existe. E se fosse um desconhecido? -

Bom que eu veria carne nova. Já até gravei a quantidade e localização das pintas das costas de vocês. - O demônio disse como se fosse a coisa mais normal do mundo e eu saí do banheiro rindo.

Me arrumei e, assim que JongDae ficou pronto, rumamos para a estação de metrô.

Em outro sinal de sorte, ela estava entretida com o mapa e, rezando para a garota fazer o mesmo, fiz o maior entrar comigo no vagão e se sentar ao meu lado nos únicos bancos que sobravam.

Tal como um milagre, os deuses ouviram minhas preces e ela entrou olhando pros lados com uma expressão desanimada. Segurou no apoio de mão na frente de nossos bancos e o trem partiu para o destino que nem eu sabia qual era.

Como ela estava de lado, focada em ler o letreiro de avisos, pude reparar em seus traços. Pelo frio, a pontinha de seu nariz estava vermelha e, como se isso fosse possível, ela ficava ainda mais linda.

Talvez o que me chamou mais a atenção foi o fato de ela ser de fora, alguém diferente das garotas que sou acostumado a ver todo dia.

Me perdi olhando para ela e só acordei quando o metrô freiou e senti um baque no meu colo.

Olhei e Hailee havia caída sentada no meu colo, assim como eu, ela estava sem reação.

VOCÊ! - Foi a única coisa que falei e saiu do único modo que eu não queria: grosso e raivoso. Droga, Do KyungSoo, era pra ser algo animador ou surpreso. 

Droga de emoções.

Seus olhos se encheram de lágrimas e ela começou a se desculpar inúmeras vezes, meu coração se apertou pela tamanha vontade de abraçá-la.

Olhei ao redor e todo mundo a olhava julgando.

Era tudo minha culpa.

Olhei para o lado e JongDae não estava mais lá e sim do lado da garota, da minha garota. Mesmo que não fosse necessário por conhecer o maior, não pude deixar de olhar com raiva para os dois, mas assim que Hailee me olhou, pude entender a reação do meu amigo. Ela estava chorando.

Por minha culpa.

Droga, Kyungsoo, o que você fez?!

Assim que o metrô parou, ela saiu apressada para fora do vagão.

- É ela, certo? - JongDae perguntou voltando para o meu lado. - O motivo de você ter vindo aqui? -

Fica quieto. -

Me conta, Kyung. - Era possível ver que ele ria por causa dos seus olhos, mesmo estando de máscara.

Levantei a mão ameaçando bater nele e o mesmo parou na mesma hora de me perguntar, ficando apenas rindo.

Descemos na outra parada e fizemos o manager vir buscar a gente após eu ser obrigado a pagar sorvete para JongDae, já que ele dizia que aceitaria isso como pagamento do trabalho dele como stalker de uma estrangeira.

Ela deve me chamar um idiota. - Falei bufando enquanto estávamos no carro.

- Acho que não, Kyung -

Sério? - Perguntei curioso.

Não. - Chen disse e riu. Mesmo sendo de mal gosto, tenho que admitir que foi engraçado, já que não me contive e ri também.


Notas Finais


Obrigada por ler!!!!


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