História My Immortal- Kim Taehyung. - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Kim Taehyung |~| Você |~| Bts
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Palavras 2.321
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olaaaa minhas Flower Gardens.
Desculpem pela demora, mas minha vidinha de merda, está muito corrida. Porém, eu trouxe mais 1 Capítulo dessa fic.( Já estava mais do que na hora ).
Pois bem, vamos ao que interessa.
Espero que vocês gostem ;-)

Capítulo 2 - Sendo Observada


 

   Acordo as 06:45, com o barulho habitual, irritante e infernal do toque do despertador. Desligo o mesmo e me levanto com " a maior vontade da face da Terra ", e vou direto ao banheiro fazer minhas higienes e tomar banho rápido.

 

  Saio do banheiro enrolada na toalha e vou pegar uma roupa no closet. Pego uma lingerie roxa e simples, um moletom da mesma cor uma calça branca rasgada no joelho e um Converse roxo. Solto meu cabelo e deixo um pouco bagunçado , passo um batom cor Nude, pra não parecer uma morta viva.

 

Pego minha mochila e vou até a cozinha e tomo um simples café. Assim que coloco minha mão na maçaneta ouço uma voz na minha cabeça. A voz doce que me tranquilizava quando mais nova.

 

 

​Minha querida tome cuidado. Sua segurança pra mim é tudo. Não quero que nada aconteça com você.

 

​  Tudo bem Anjo. Eu sempre me cuido.- digo sorrindo.

 

​Se cuide minha flor.

 

   Saio de casa  e coloco meus fones de ouvido. Tocava uma música aleatória. Então segui assim até o ponto de ônibus.

 

   Por incrível que pareça a rua estava praticamente deserta. Só havia alguns carros e poucas pessoas passando.

 

   Olhei na tela do celular e marcavam 07:10.

 

 

      Estranho, esse horário sempre tem bastante movimento na vizinhança.- dou de ombros se sigo meu caminho até o ponto.

 

  Mas comecei a sentir a sensação de estar sendo observada. Olho para os lados mais não havia nada próximo a mim pra que me causasse essa sensação. Enxotei meus pensamentos quando vejo meu ônibus chegar.

 

 

 

 

 

 

  O caminho havia sido tranquilo, e aquela sensação já não existia mais.

 

Quando desci do ônibus, reparei como o prédio da faculdade é realmente grande. Havia poucas pessoas na entrada. Entre os mesmos surgiu um rosto que eu poderia jurar ser conhecido por mim.

 

Era uma mulher de idade, tinha cabelos grisalhos e vestia roupas que pareciam ser de época. Como muitas vezes eu já tinha visto a Anjo vestida. Quando dei o meu primeiro passos em direção a mulher, uma pessoa acabou esbarrando em mim, fazendo com que minha mochila fosse de encontro ao chão. Por pouco eu também não fui pro chão. A pessoa tinha segurado no meu braço, impedindo de que tal coisa acontecesse.

 

  Olhei na direção da pessoa que quase me fez beijar o chão. Era um garoto. Como eu posso descrever ele? Ele tinha cabelo preto, bochechas um tanto fofas e tinha um físico de dar inveja provavelmente, já que os braços dele mostrava isso. Um homem lindo.

 

 

 

   Me desculpe, não foi a minha intenção. Você está bem ?- me perguntou com uma cara de preocupação.

   Estou sim, foi só um susto.- digo olhando para ele.- Obrigada por ter me segurado. Mal cheguei e já iria passar vergonha.- dou um riso, por pensar como seria o meu tombo.

 

 

   Seria uma tragédia.- olho pra ele de forma curiosa pelo o que tinha dito.- Se isso tivesse acontecido você seria conhecida como a  distraída.- ele deu um sorriso que fez seus olhos desaparecerem. Uma coisa muito fofa.

 

   Realmente, seria trágico. Bem, a distraída esqueceu de se apresentar. Meu nome é (S/N).- digo estendendo minha mão.

 

 

Ele pareceu se assustar quando eu disse o meu nome. Esquisito. Pra falar a verdade de uns tempos pra cá, tudo esta estranho. Meus pais não me ligam, a Anjo diz constantemente pra que eu tenha cuidado e a Camilla quase não aparece mais na minha casa. 

 

 

    Tudo bem com você ?- pergunto, e parece que ele tinha voltado a realidade. Me olhou e sorriu de modo encantador.

 

    Estou sim. É que, eu acho que já ouvi o seu nome em algum lugar.- fez uma cara pensativa- Mas agora deixe que eu me apresente. Eu me chamo Park Jimin. É um enorme prazer  em te conhecer.- ele apertou a minha mão, e uma imagem veio na minha cabeça.

 

 A imagem de um lobo de olhos amarelos e pelagem cinza com preto. Ele parecia usar um tipo de corrente no pescoço que o prendia. Solto a mão de Jimin delicadamente.

 

     (S/N) qual curso você vai fazer ?- me perguntou.

 

     Psicologia. E você Jimin ?- pergunto curiosa.

 

     Educação Física. E tem o meu amigo, Taehyung, que vai fazer Psicologia.- comenta olhando nos meus olhos.

 

    Eu nunca gostei muito de Educação Física. Sempre me dei muito mau nessa matéria quando eu estava no primário.- provavelmente, eu tinha feito uma careta ao lembrar dos micos que paguei na escola.

 

   Cada um faz o que ama.- rebate.

 

 

O sinal toca, mostrando que os portões da faculdade já se encontravam abertos. Os alunos começam a entrar, e eu me viro para Jimin.

 

 

   Bem, foi um prazer te conhecer. Talvez algum dia desses a gente se esbarre por ai.- digo quando começando a caminhar.

 

   Nós estudamos na mesma faculdade. É claro que vamos nos esbarrar.- diz me olhando.- Bem (S/N), eu vou pra minha sala.

 

   Tudo bem, eu tenho que passar na Coordenação pra pegar alguns papeis, e materiais.- falo pro mesmo.- Tchau Jimin.

 

    Tchau.- ele acena e some no corredor movimentado.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

    Hoje eu não tive aula, mais aproveitei pra pegar todos os meus horários e meus materiais. Quando estava saindo da faculdade, sinto uma mão no meu ombro. Olho na direção da pessoa, era Jimin sorrindo.

 

   

  

   (S/N), posso te acompanhar até a saída ?- me pergunta.

 

   Claro. Você também não teve aula?-digo sem o olhar.

 

   Sim. Meus professores só se apresentaram, e liberaram todos.- diz seguindo até a saída juntamente a mim.

 

  Então, você quer uma carona pra casa?- ele diz simpático.

 

  Jimin obrigado, mas eu vou passar em um restaurante antes de ir pra casa. Mas mesmo assim muito obrigado.- dou um sorriso como agradecimento.

 

   Tudo bem.- diz retribuindo o sorriso.- Amanhã eu vou te apresentar o meu amigo que vai fazer o mesmo curso que você. Eu acho que vocês vão se dar muito bem.- diz abrindo mais o sorriso.

 

Ok né. Se você diz.- fico envergonhada.- Tchau. Ué cadê ele ?

 

 

 

   Ele tinha sumido do nada. 

 

 

(S/N) querida.-​ ela estava diferente, vestia roupas mais modernas.

 

  ​Anjo, o que você esta fazendo aqui?- a olhei confusa.

 

​Não posso fazer companhia a minha criança ?- ​um sorriso surgi em seus lábios.

  

 Claro que pode.- respondo.​​

 

 

Depois de um tempo ela se despede de mim, e some. Ela faz falta em certos momentos.

 

 

   Caminho até um restaurante, pedi um Lámen pra viagem, e fiquei esperando sentada em uma mesa na frete da "parede" de vidro do restaurante.

 

  Pego meu celular do bolso e ligo pra minha mãe.

 

 

LIGAÇÃO

 

​  

   ​Filha! Quanto tempo. Como vão as coisas aí?

 

​   Vão bem. E você, o meu pai e os pais da Milla, como vão aí no Brasil?- pergunto com um sorriso, só de pensar que em algumas semanas, todos voltaram para casa. Mas como eu moro sozinha, eu vou pra casa nova dos meus pais. Como eu sinto falta deles.

 

​As coisas vão ótimas filha.- ​eu sinto que tem algo errado.

 

​   Você e o papai, não me ligam. Isso já tem quase duas semanas.- fico um pouco chateada, por lembrar que eles não me mandaram em todo esse tempo, nem uma mensagem. E toda a vez que eu tentava ligar pra qualquer um deles, o celular sempre dava ocupado.

 

Desculpa minha querida. Nós não tivemos tempo. Estamos praticamente correndo contra o tempo, mas tudo vai melhorar. Aí teremos mais tempo pra poder te ligar e colocar os assuntos em dia.- diz de forma calma.

 

​  Ok. Só não esqueçam que vocês tem uma filha tá bom ?- digo rindo. Mas essa era a sensação que eu tinha. De que eles um dia se esqueceriam de mim.

 

​Nós nunca, nunca, vamos esquecer a filha maravilhosa que temos. Não pense que vamos nos esquecer do presente mais lindo do mundo, que é você.- ​ela diz com a voz embargada. Agora eu tenho certeza tem algo de errado acontecendo. 

 

   Mãe, eu sei que tem algo de errado acontecendo, e você não quer me contar.- digo com desconfiança.

 

​Não tem nada acontecendo, é impressão sua. Então como tem sido esse tempo com a gente longe de você?- ​ela desviou do assunto, como ela fazia quando eu era mais nova.

 

   Digamos que fora do normal, eu acho. Tirando o fato de que a Camilla quase não vai lá em casa. E quando vai fica um pouco distante. Essas semanas eu estou muito confusa, em relação as atitudes dela.- uma palavra que pode definir essas lembranças dela se afastando de mim: tristeza.

 

​Talvez ela esteja passando por algo. E quer um pouco de privacidade.

 

​   Talvez. Mas mudando o assunto, eu estou contando os dias pra gente se ver.- digo alegremente.

 

Bem.- ela fez uma pausa. Espero que não seja o que eu estou pensando.- ​Nós não vamos retornar agora. Desculpa filha.

 

​   Tudo bem mãe, eu tenho que desligar agora.- digo sentindo uma lagrima escorrer pelo meu rosto.

 

​(S/N), isso não era o que nós planejávamos. Não fique chateada conosco, por favor.- ​ela mostra toda a sua sinceridade.

 

   Ok, mas eu tenho que desligar. Foi bom falar com você.- falo chorando.

 

​(S/N), espera...- ​eu encerrei a ligação antes dela falar mais alguma coisa.

 

 

 

 

 

 Minha vida já não esta mais como antes, minha melhor amiga me "evita", meus pais não ligam pra saber se eu estou bem. O que falta agora ? Só falta eu volta a ver coisas que não existem. Quando eu penso que tudo vai melhorar, piora ainda mais.

 

Enxuguei minha lagrimas e novamente a sensação de estar sendo observada voltou, então, direcionei o meu olhar para a "parede" de vidro. Pude ver um homem do outro lado da rua me observando. Ele usava um sobretudo preto com capuz e um óculos escuro. Eu olhava atentamente: ​Será que ele esta me olhando ? Tem tantas pessoas aqui. ​Penso comigo mesma.

 

​O que esta a sua volta não me interessa, mais sim o que eu observo. Você.

 

​Meu coração começou a acelerar. Eu estou com medo. Então vejo o tal homem sorrir de canto e jogar a cabeça pro lado.

 

​Não precisa ter medo de mim. Só não me irrite meu amor, eu posso perder a cabeça.

 

​Eu ainda o olhava. Mas em um piscar de olhos ele havia sumido. Confesso que fiquei muito assustada, e lembrei do que eu tinha dito alguns minutos antes. ​Eu e minha boca grande. Roquei praga pra mim mesma.

 

 

   Será que tem alguém me seguindo ? - pergunto a mim mesma, se haveria algum motivo pra alguém me seguir.

 

 

No tempo em que me questionava, o meu pedido tinha ficado pronto. Me levanto e vou na direção do caixa pra pagar. Sai do restaurante, e vou para o ponto de ônibus, espero uns 10 minutos até que o mesmo chegasse.

 

 

 

 

 

 

 

​CASA

 

Assim que cheguei, joguei minha mochila do lado da porta e almocei. Depois que lavei o que eu tinha usado, ouço a campainha tocar. Vou até porta e abro dando de cara com o ser que me "evitou" desde que os nossos pais viajaram. Ela estava cheia de sacolas de mercado e sua mochila.

 

 

   Lembrou sozinha que eu existo, ou minha mãe te fez esse favor ?- jogo as palavras.

 

   Nossa, é assim que você me recebe?- ela faz uma cara de choro. Coisa fofa, que vontade de apertar. Mas eu ainda estou com raiva dela.

 

  Sim. Você me evita desde que nossos pais viajaram. Eu te fiz algo?- pergunto me sentindo triste por ela ter me deixado.

 

  Não, você não me fez nada. É que aconteceram algumas coisas comigo esses dias, coisas particulares.- abaixa a cabeça.

 

  Tudo bem, você foi perdoada.- digo a abraçando.- Só não faz de novo. Já basta os meus pais. Entra.

 

  Pensei que não ia fazer isso.- ela diz entrando e indo pra cozinha. Começa a tirar as coisas que haviam na sacola, e colocava tudo no devido lugar.

 

   Você já é de casa e ainda tem esse costume?- pergunto enquanto a observo.

 

   Não. É que eu tenho bons modos. Você lá em casa, quando abrem a porta você já vai entrando.- responde dando um sorriso.

 

   Eu faço isso porque me deram permissão. Mas trocando de assunto, porque...- ela responde antes mesmo de eu terminar a pergunta.

 

   Antes que você me pergunte o por que de, eu não te ido pra faculdade hoje, eu respondo. Eu perdi a hora.- ela diz dando ombro.

 

   Eu sabia, já era de se esperar.- respondo rindo.

 

   Magoou, magoou bastante.- diz fazendo cara de ofendida. Ela segue até a sala.

 

  Tá mas o que traz você aqui como um monte de compras?- eu já sabia a resposta.

 

   Já que os meus problemas se resolveram, eu vim passar um tempo com minha amiga. Porque, não posso?- diz se jogando no sofá.

 

  Porque você não vem morar comigo?- já que os meus pais viajam muito, eu sempre tive que ir com eles, mas depois que eu me formei no Ensino Médio, eles me deram a casa que eu tinha crescido, que por sinal é grande até demais. E disseram que era pra que eu construir minha própria vida. Eu  nunca gostei muito de viajar, eu me sentia desprotegida.

 

   Tem certeza?- faço um sinal que sim com a cabeça.- Então amanhã eu ligo pro meus pais, avisando que eu vou vir morar com você, e aproveito pra fazer as minhas malas.- ela fala toda animada.

 

 

Pelo mesmo eu não vou me sentir tão sozinha, e vamos realizar um sonho que tínhamos quando mais novas. Isso vai ser interessante. Eu e Camilla, morando na casa que havíamos crescido juntas. Minha nossa, isso vai ser uma loucura.

 

   Então, vamos fazer o que agora?- pergunto tirando o meu celular do bolso da calça.

 

   Vamos assistir filmes.- diz.

 

   Ok. Me dá um espaço sua folgada, esse é o meu sofá.- digo jogando as pernas dela pra fora do mesmo.

 

   Agora é o nosso.- ela disse com deboche.

 

 

 

 

 

 

 

​E lá vamos nós....


Notas Finais


Então galerinha, demorei? Sim, mais eu já estou de volta.
Bjus! Até Segunda-feira.


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