História My (im)perfect problem - Capítulo 3


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 20
Palavras 1.001
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Depois de não sei quanto tempo, voltei para trazer mais um capitulo para vocês, me agradeçam depois. Brincadeira, mas se quiserem....
Brincadeiras a parte, realmente as coisas estão dificeis para mim e quase não me vem criatividade ou tempo para postar corretamente. Então peço que por favor se puderem entender agradeço e muito.
Mais uma coisa, não tenho data para postar nada, pode demorar meses até que eu consiga escrever algo que vale a pena ler, Não desistam de mim por favor.

Aproveitem o capitulo^^

Capítulo 3 - Capitulo III


Capitulo III

 

 Escuto minha mãe me chamar para cumprimentar as visitas, me levanto do sofá com uma cara não muito amigável, mas que logo foi substituída por uma de surpresa assim que direcionei meus olhos a garota que mantinha a cabeça abaixada. Ela era simplesmente linda, do que deu para ver dela, era seus cabelos vermelhos – que realmente me chamaram a atenção – e pelo o que percebi possui olhos azuis que estavam sendo tampados por uma parte de sua franja, que era escondida por um chapéu preto.

 – Filho, esses são Anna, Noah e Aylla satoshi – apresenta cada um deles, mas não consegui prestar atenção no que falava até falar uma última palavra que fez meu coração parar por poucos segundos – sua quem sabe futura noiva.

Não consigo acreditar no que escutei, esse anjo – eu espero que seja – será minha futura noiva? Com certeza a sorte está comigo hoje. Noto que estava a encarando há um tempo com cara de bobo, ao perceber que eu a olhava, virou-se o em direção ao garoto que as acompanhava e sussurra algo para ele, que segurou um riso tanto perceptível.

 – Há quanto tempo Sasha, seus filhos realmente cresceram – diz à mulher que suponho ser mãe deles.

– Digo o mesmo para os seus, Anna, há tempos não os vejo – os abraça um por um com um sorriso de ponta a ponta – por favor, sentem-se, logo o jantar estará pronto.

 – Deixe que eu lhe ajudo, crianças porque não conversam enquanto terminamos o jantar? – nos olha sorrindo docemente, o que fez Aylla revirar os olhos em um meio sorriso.

 – Pode deixar mãe, não os torturaremos – diz sorrindo, e que sorriso lindo – para não dizer perfeito – sua voz nem tão baixa ou alta, deixava uma bela impressão dela.

Sentamos-nos no grande sofá da sala, que caberia perfeitamente umas oito pessoas, o clima estava um tanto constrangedor, que se deve ao fato de que não nos conhecíamos para conversarmos de imediato. Mas, esse clima foi quebrado ao Amy fazer uma pergunta para o anjo ao meu lado.

 – Bem, se incomoda se eu fizer algumas perguntas Aylla? – olho de soslaio para Aylla que nega, Amy sempre faz uma série de perguntas para as garotas responderem, e apesar de ter apenas quinze anos, consegue decifrar uma pessoa muito bem e ela sempre faz isso para ver se elas se sentem pressionadas com isso.

 – Hum, me siga sim? Vamos para o meu quarto assim poderá ficar mais a vontade quando responder – a puxa escada acima para seu quarto, se não me engano é a primeira vez que ela deixa alguém entrar em seu quarto, sem ser eu ou nossa mãe.

Enquanto esperávamos o jantar, ficamos conversando sobre coisas aleatórias e um fato interessante que descobri, é que Noah estuda em minha sala, mas que geralmente não vai às aulas por esse motivo quase nunca é visto. Acho que consegui uma boa amizade, apesar dele parecer na maioria das vezes fechado para as pessoas.

 – O pior foi quando a diretora me viu pulando o muro da escola, só para ir a padaria pegar uma rosquinha – olha para o teto como se estivesse recordando o ocorrido

 – Vejo que já viraram amigos, isso é ótimo – Diz Anna carregando uma travessa de vidro coberta com um pano, o cheiro realmente está ótimo.

Depois de uns seis a sete minutos Aylla desce com Amy abraçando sua cintura com um sorriso no rosto, ao vê-las deixo escapar um pequeno sorriso, que logo o desmancho indo ajudar a arrumar a mesa.

 – Mãe, podemos ficar com ela? A amei demais – abraça ainda mais a cintura da ruiva que sorria para ela.

 – Não querida, mas ela sempre poderá vir nos visitar – olha para Anna que terminava de colocar os pratos na mesa – se não se incomodar claro.

 – Por mim seria ótimo ela vir aqui, assim vocês dois poderiam se conhecer melhor.

Vejo a ruiva abaixar a cabeça um pouco corada, mas logo volta a olhar para frente seguindo até a mesa de jantar, que se encontrava arrumada e pronta para ser usada por nós. O jantar foi bem, claro que às vezes minha mãe e dona Anna jogavam indiretas – bem diretas – para nós dois, não que eu tenha me incomodado, mas é difícil não se sentir meio desconfortável quando lhe fazem várias perguntas.

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O resto do jantar foi ótimo, apesar de que várias vezes tive que responder algo ou fugir do assunto. Passaram-se um bom tempo e eles tiveram de ir embora, até que não foi tão ruim quanto eu imaginava que seria.

– Tem certeza de que não podem ficar mais um pouco? – perguntava Amy, nota-se que ela realmente se apegou a Aylla.

 – Infelizmente não flor, mas quem sabe não iremos nos ver mais vezes? – fala Aylla se abaixando para ficar da mesma altura que ela – isso se você quiser... – Volte logo mana – a abraça forte a fazendo dar um belo sorriso

– se meu irmão não quiser ficar com você, me avise que irei bater nele, o.k? – diz me olhando sorrindo assustadoramente, confesso que me deixou com um leve medinho.

 – coitado, mas aviso sim – ao falar isso nossas mães começam a rir, nos deixando confusos.

 – Tenho certeza que esse relacionamento dará certo – diz a senhora Anna sorrindo – vamos crianças, até mais e quem sabe logo nos veremos.

Viram-se indo em direção ao carro, onde logo se acomodam e assim indo embora. Olho o carro indo e quando estava já a certa distância de casa volto para dentro, onde as duas me olham sorrindo.

– O que foi agora? – digo subindo as escadas pra entrar no quarto

 – Nada mesmo mano/Allen – dizem juntas e saem cada uma para seu lado, me deixando mais confuso do que já sou.

 – O.k né, vamos fingir que nada aconteceu com elas e que elas estão em seu estado de normalidade padronizada – termino de subir e vou em direção ao quarto, entrando nele já o trancando e me jogando na cama, onde rapidamente durmo pelo horário e pelo cansaço que pareia vir com um trator pronto para me derrubar.

 


Notas Finais


Obrigada por lerem até aqui, e não esqueçam de ler as notas iniciais.
Espero que tenham gostado^^

Um bejo, um queijo e FUI


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