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História My Inner Hell - Capítulo 24


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Capítulo 24 - " Porque você é a única coisa que me mantém vivo".


Leiam as notas finais amores!!! >.<




Aquele beijo primeiro foi desesperado, como se estivessem sem o fazer durante décadas. Os lábios macios e quentes de Kellin se encontravam com os rachados e frios de Vic, como se fossem peças de um quebra-cabeça que se encaixavam na mais perfeita sincronia. Enquanto Vic acariciava o rosto do mais novo da forma mais delicada possível, este, puxava os fios da nuca de seu amado, aproveitando cada momento, principalmente porque suas línguas brincavam e ambos os corpos estavam queimando em desejo e excitação. Depois o beijo se tornou mais calmo, apaixonado, como se eles quisessem demonstrar através de um único gesto, todo o amor que sentiam um pelo outro.

Vic pegou o maior pela cintura e o guiando com cautela, foi até o sofá, aonde se deitou e o puxou para cima de si. Fizeram esses movimentos tranquilamente sem interromperem o beijo. O menor disparou seus lábios até o maxilar de Quinn, marcando a região. Em seguida desceu para seu pescoço, onde começara a fazer os pelos do outro se eriçarem. Ambas as respirações se encontravam ofegantes e seus corpos já estavam sentindo o calor que transmitiam um ao outro. Vic continuou a causar as sensações em Kellin, não porque queria, e sim porquê era o efeito que tinha sobre ele.

Logo as mãos do menor fora de encontro a pele macia do outro que estava quente sob a camisa, o que o fez estremecer, já que suas mãos estavam gélidas e as pontas de seus dedos, que alisava cada centímetro da região, também se encontravam no mesmo estado. Contudo, só servira para aumentar a excitação que Quinn estava sentindo naquele momento, apesar de ter passado por abusos sexuais durante um bom tempo, o que estava acontecendo ali era totalmente diferente dos horrores que aconteciam antes, ele queria mais do que qualquer outra coisa ter seu corpo marcado pelo espírito de Victor.

Mudando de posição num movimento rápido e cauteloso, o Fuentes ficou em cima dele, o encarando por alguns segundos somente para confirmar se o cara no qual mais amava em toda sua vida, estava mesmo ali. Automaticamente um sorriso apareceu em seu rosto, fazendo Kellin o encarar confuso e sorrindo também.

- Você está bem, Vi?

- Yeah, maravilhosamente bem! - Vic responde ainda sorrindo e se inclina para beijá-lo.

- Eu te amo. - Sussura baixinho próximo aos lábios do mais novo.

- Que bom que está aqui, meu amor. - Kellin passa os braços em volta de seu pescoço.

- Estou aqui e nada mais vai me tirar de perto de você, Kell. - Responde enquanto encara os olhos verdes em sua frente.

- Eu te amo! - Então Kellin o puxa para iniciar outro beijo.

Tudo o que ele mais queria estava em sua frente, bem exposto como desejava e do jeitinho que almejava. Ele nunca duvidou de seus sentimentos pelo Fuentes que estava ali. Nem mesmo a morte os separou, não seria um ser humano cruel que o faria.

Enquanto os dois trocavam carícias, Victor voltava a tocar em sua pele, continuando a passear com uma das mãos livres sobre seu corpo. Seus beijos voltaram para o pescoço do menor que logo o arqueou, deixando mais acessível para que continuasse com os toques. Contudo, antes de prosseguir com os atos, Vic interrompeu o que fazia para mais uma vez olhar aquelas orbes verdes das quais nunca se cansaria. A intenção era pedir se podia ir a diante com suas ações. Ele queria marcar cada parte daquele corpo por completo, memorizar cada detalhe de seu garoto e fazê-lo se sentir amado novamente.

Queria lhe proporcionar o máximo que pudesse de prazer, o deixar intensivamente satisfeito. Ele queria que seu garoto sentisse, de verdade, como era ter o corpo sendo usado da forma ideal no ato e se esquecesse de tudo que havia o machucado. Não poderia nem imaginar os absurdos que Kellin passara nas mãos daquele monstro, mas quando viu os hematomas e cada machucado que o marcava, jurou para si mesmo que quando o encontrasse, faria ele se arrepender de tudo o que fizera com o garoto. E foi exatamente o que aconteceu.

Então, percebendo que Vic o encarava hesitante, Kellin lhe lançou um de seus mais belos sorrisos e permitiu a ele dar continuidade ao que estava fazendo. O baixinho tirou a blusa e em seguida fez o mesmo com a do outro, que logo corou ao ver que ele encarou seu abdômen mordendo o lábio inferior. Vic também analisou o peitoral nu de seu garoto e viu alguns resquícios de hematomas e cicatrizes, mas não era nada que tirasse a beleza extraordinária que ele tinha. Então logo tratou de passar esta confiança para a ele.

- Baby, você é incrivelmente lindo. - As palavras saem baixas enquanto uma das mãos tocam em seus mamilos rígidos.

- Essas marcas só provam ainda mais o quão forte você é! - Ele sorri para Kellin que ficava adorável com as bochechas coradas.

- Vic!!! - Morrendo de vergonha, o mais novo tampa seu rosto com uma das mãos, sorrindo.

- O que foi, baby? - O baixinho se atreve a roubar um selinho, visto que o outro nega com a cabeça.

Dando continuidade ao ato, o Fuentes passou do selinho para a distribuição de beijos pela extensão da pele macia de Kellin. Seus lábios agora chupavam o seu pescoço a fim de deixar marcas no local. Enquanto isso, o mais novo se atreveu a ir com suas mãos até a calça que Vic vestia, desabotoando-a e tendo contato com seu membro rígido. Ele logo começa a acariciar sua glande com o polegar, revirando os olhos de excitação por estar sentindo seu peito sendo marcado pela boca gostosa de Victor. Este, por sua vez, lambe e deixa mordidas em cada um dos mamilos de seu garoto, que estremece aos toques.

Numa trilha de beijos molhados, o baixinho agora desce com seus lábios até a barra da calça que ele vestia, também desabotoando-a e para completar, acaba tirando ambas, jogando-as num canto qualquer da sala. Voltando a atenção para o membro de Kellin, Vic deixa escapar um risinho malicioso o vendo no mesmo estado que o seu em baixo da boxer. Logo se inclina para começar a chupá-lo, tirando primeiro a cueca e em seguida, ficando de frente para ele. Antes de começar com suas ações, Vic olha para cima rapidamente e vê a mais perfeita imagem que contemplara em toda a sua vida.

Kellin tinha os lábios entreabertos. Sua respiração estava acelerada e alguns fios de cabelos caíam em sua testa. Automaticamente Victor sorriu sabendo que estava diante do amor da sua vida, que não haviam dúvidas sobre tal afirmação. Estava em êxtase simplesmente por permanecer na presença do outro, sabendo que todo o amor que sentia por ele era recíproco da forma mais pura e única possível. Kellin era seu e Victor era inteiramente dele.

Então, lembrando-se da enorme ereção que estava presente em meio a ambas as pernas, o baixinho volta para o que estava fazendo, pegando com o maior prazer do mundo, na base do pênis de Kellin, logo o colocando na boca. Este, sem aviso prévio, não hesitou em soltar um grunhido ao sentir seu membro sendo engolido pela boca úmida e salivando de Vic, que ia da base até a sua glande, fazendo o mesmo movimento repentinamente.

- V-Vic... - Sua voz fina e perfeitamente em sincronia com o gemido sôfrego fez Vic aumentar o ritmo.

- O que você quer, baby? - Ao tirar o membro de sua boca, o mais novo solta um resmungo em reprovação.

- D-deixa eu f-foder sua...boca. - As palavras de Kellin eram quase inaudíveis e saíram num pedido de súplica, fazendo Vic morder o lábio inferior.

O mesmo então muda de posição rapidamente para deixar o garoto completamente a vontade e fazer exatamente o que queria. Kellin se pôs de joelhos, os quais estavam trêmulos, assim como seu corpo. Vic também ficou de joelhos, em frente a cintura do mais novo e pôde ver seu membro, que se atreveu a chupar, começando pela glande rosada, aonde fazia movimentos circulares deixando o mais novo em êxtase, depois continuava indo até a base e voltando, vez e outra se engasgando.

Agarrando os cabelos grandes de Vic, Kellin mantinha suas bochechas coradas ao extremo por estar fazendo tal ato como nunca havia feito antes. O baixinho estava o deixando louco e completamente trêmulo, principalmente porque era como se ele tivesse a sensação de já ter sentido aqueles lábios frios e macios envolta de seu membro, infelizmente quando Jeuse o molestava. Lembranças que, com certeza esqueceria à todo custo.

Vic agora o encarava enquanto falhava ao sorri dócil para o outro, já que sua boca estava ocupada de mais com algo grande e grosso. Este, ainda, retirava seu membro da boca para beijar a barriga mais ou menos definida de seu garoto, que era impossível não vibrar ao sentir os lábios frios dele. Então, em um desses momentos, Kellin travara seus dedos firmemente nos fios de Vic e, apesar de estar envergonhado e com medo por nunca ter feito, começou a movimentar sua cintura contra a boca do outro, que logo entendera o recado. Num instante toda a sua timidez tinha ido por água abaixo e seu foco no momento era aumentar ainda mais os movimentos, fazendo o que desejava, acelerando suas estocadas na boca úmida de Vic.

O mesmo não queria que Kellin se desmanchesse naquele momento, então, quando percebera que iria o fazer, interrompeu-o e se afastou, causando uma carranca nele. O baixinho se aproximou e sorriu para o mesmo, lhe dando um selinho, que não demorou para voltar a se tornar um beijo necessitado e cheio de emoções. Kellin puxou seu corpo para cima de si, e só então se deram conta de que ambas as respirações estavam em sincronia e o suor escorria por seus corpos. Apesar de Victor ser o mais baixo, ficou evidente que era mais forte quando pegou seu garoto no colo, o qual enrolou suas pernas na cintura dele, sentindo os lábios do baixinho tocarem seu pescoço e o membro dele roçar em seu ventre. Kellin gemeu involuntariamente ao toque e decidiu que precisava de muito mais.

Assim que chegaram do outro lado da sala, aonde logo à frente estava um quarto, Vic adentrou e com delicadeza deitou Quinn na cama, que encarava as orbes castanhas tão fixas a sua frente podendo enxergar muito além de que um espírito. Muito mais do que apenas uma alma. Era seu garoto que estava ali e a sensação de tê-lo o deixou confortável e finalmente em paz. Victor obviamente também retribuía todo aquele olhar. Era evidente que não tinha nem palavras para descrever o que estava sentindo, mas tinha certeza de que não queria estar em nenhum outro lugar, tampouco em outros braços, fora assim desde o princípio, porque desde aquele tempo, Kellin era a única coisa que o mantinha vivo.

- Eu te amo. - Ambos falaram em uníssono, o que gerou um pequeno riso entre eles.

Como se estivessem pensando juntos, as palavras proferidas simplesmente saíram de seus lábios em sincronia. Os dois se encararam por mais alguns segundos e então, Kellin soltou um pequeno grunhido, como se quisesse lembrar o que estavam fazendo, sabendo que seu corpo necessitava dos toques de Victor e principalmente seu ventre.

- Baby, há algum lubrificante aqui? - Vic pergunta, à procura de algum na gaveta.

- Y-yeah, e-em baixo... - O mais novo gagueja e falha ao tentar terminar a frase, porque no momento tentava se penetrar com o próprio dedo, causando uma pequena dor.

- Hey, hey... - Vic se aproxima depois de achar um pequeno vidrinho e pega os braços de Kellin, prendendo-os por cima de sua cabeça.

- A-amor... - Ele geme baixinho, mordendo seu lábio inferior.

- Deixe que eu irei cuidar disso para você, okay? - Ambos se encaravam. Kellin concordou mordendo o lábio inferior, enquanto sentia o baixinho roçando seus membros.

Victor voltou a beijar seu corpo, marcando novamente, se é que era possível, a pele branca de seu garoto. Ele voltava a estremecer aos toques, do jeitinho que queria. Logo se aproximara do pé de sua barriga com os beijos, voltando a brincar com seu membro, o colocando na boca e tirando rapidamente. Mas não focaria naquilo, pois como Kellin, queria o penetrar. Ele ficou entre as penas do garoto e encarou a sua entrada pulsante e rosada.

- V-Vic!!! - Como uma criança manhosa, Kellin pediu, o que fez o baixinho soltar um riso nasal e ao mesmo tempo, malicioso.

Ele se aproximou e com a língua, começou uma penetração. Como o esperado, o garoto deitado na cama grunhiu, agarrando seus dedos nos lençóis, sentindo-se quase totalmente saciado. Vic segurou suas coxas fartas, que mesmo marcadas, não deixavam de serem gostosas e marcantes.

- O-oh... M-mais.... - Kellin não conseguia falar direito.

Ele passou a se remexer, a se contorcer contra a língua que agora o penetrava, lhe causando as melhores sensações. Vic ia e vinha o quanto podia, as vezes escapava, mas logo tratava de voltar e encher novamente o ventre do mais novo. Outras vezes ele fazia de propósito, somente para escutar o garoto lhe repreendendo com seu tom manhoso e necessitado, mesmo que não conseguia ao certo, porque estava completamente em êxtase. Enquanto isso, tentava o masturbar também, o que dobrava seus gemidos e grunhidos, aumentando ainda mais a excitação do baixinho, que queria mais do que tudo o preencher com seu membro. Passou-se uns longos minutos assim, entre provocações e quase  a chegada do ápice, mas Vic não deixaria, não sem o foder primeiro.

- Você pode se virar para mim, baby? - Ele pergunta agora, próximo ao ouvido do outro que se arrepia e assente de imediato.

Assim que ele o faz, Vic tem a visão perfeita de seu corpo de costas, as mesmas tinhas as covinhas ideais e curvas perfeitas. É lógico que haviam marcas ali também, mas era tudo incrivelmente lindo que se tornavam detalhes. Sem contar que suas nádegas eram branquinhas, o que lhe causou a enorme vontade de deixar marcas ali. Pegando o lubrificante, o baixinho espalhou um pouco em suas mãos e em seguida no membro. Agora deitando em cima do corpo virado do seu garoto, ele voltou a falar em seu ouvido.

- Você pode se inclinar, sweetie? - E ao perguntar, sussurrando sensualmente, ele mordiscou o lombo de sua orelha.

E então, quando Kellin assentiu, totalmente a mercê de seu companheiro, Vic saiu de cima dele para dar-lhe espaço de fazer o que fora pedido. Era visível que o mais novo estava vulnerável e necessitado de sexo, ou melhor, amor. E o Fuentes estava ali, pronto para lhe dar tudo o que não tivera. Ao finalizar, Vic tinha novamente a imagem de sua entrada, agora mais rosada e inchada, devido ao que ocorrera minutos antes.

- E-eu preciso de v-você. - O sussurro foi o suficiente para fazer o mais baixo se posicionar, mordendo o lábio inferior.

Então, Vic se atreveu a radicalizar um pouco. Logo a lembrança de quando eram crianças, vieram à mente. Ele lembrou-se de como Kellin gostava de ser um pouco mais selvagem quando se tratava de ambos. Mesmo tão pequenos e inocentes, entre si, era algo novo e delicioso. Único. Os toques, a forma em como tudo parecera adrenalina, era completamente deleitoso. Tendo isso em mente, ele puxou os cabelos do seu garoto, mas não tão forte para não assustá-lo, e então um gemido fora escutado. Victor riu malicioso. Pegando em seu membro, ele posicionou na entrada do mais novo e o penetrou, com tudo. Com força. Com vontade. Outro gemido fora dado, dessa vez um pouco mais sôfrego, sendo seguido por um palavrão.

O baixinho esperou que Kellin se acostumasse com a pequena dor, mas este não hesitou em começar a se movimentar contra seu ventre preenchido, fazendo o mais velho agora arfar. Victor continuou com os dedos em seus fios, os puxando após começar a penetrá-lo. Pronto. Estavam vinculados. Os movimentos iam ficando cada vez mais rápidos, mais precisos. Iam se intensificando à medida que ambos os corpos iam se chocando, que o barulho enchia todo o cômodo. Vic torcia mentalmente para que a bagunça que estavam fazendo naquele momento, não ultrapassasse das paredes do quarto, mas caso passasse, não faria diferença pois saberiam que o garoto que ali moravam, já tinha alguém.

Antes de chegarem ao ápice, o baixinho agora se atreveu a sair de dentro do garoto, que soltou um palavrão em meio as falas desconexas. Ele se sentou na cama, com um pouco de dificuldade por estar extasiado e trêmulo, puxando o mais novo para cima de si. Kellin, captando o que o outro quis dizer, passou cada perna ao redor de sua cintura e se sentou, com tudo, logo tendo seu interior preenchido pelo membro do companheiro. Os dois se encaravam. Suados, ofegantes, peito subindo e descendo. Não poderia estar melhor do que aquilo.

E então Kellin começa a cavalgar, mordendo seu lábio inferior. Sexy, muito sexy, era o que Victor pensava. Ingenuamente sexy. As mãos quentes e suadas se encontravam nos ombros do baixinho, apertando casa vez que sentia ser acertado ao seu ponto sensível. Seu membro também precisava de atenção, e, como se o Fuentes lesse sua mente, logo envolvera suas mãos ali, começando a tocá-lo. Os dois corpos faziam barulhos, as vozes era audíveis, aquele momento não poderia estar mais prefeito.

Logo estariam prestes a se desmancharem, foi o que Kellin sussurrara no ouvido do outro, que aumentou as estocadas, enquanto fazia o mesmo com os movimentos de sua mão. O mais novo continuou cavalgado como se fosse a coisa mais importante. E era. Naquele momento. Ele gemia, grunhia, revirava os olhos, mordia os lábios, tentava conter seus barulhos, mas era em vão. Pela primeira vez estava sentindo prazer, estava em êxtase. Sentia-se amado novamente, não sentia nojo de seu próprio corpo. Muito pelo contrário. Victor o fazia se sentir vivo, lindo, único.

Quando acabaram, o mais novo repousou sua cabeça no peito do baixinho, que passou a acariciar suas costas e sorri feito um bobo apaixonado. Ambos permaneceram assim por minutos. Acalmando suas respirações, tentando recompor as forças e se secarem, mesmo que não estavam fazendo nada para tal, mesmo que o quarto estava abafado, escutando apenas os batimentos cardíacos um do outro. Trocando carícias através gestos e afagos.

- Foi maravilhoso! - Kellin sussurrou baixinho, deixando um beijo no peito de Vic.

- Foi com você. Com certeza foi maravilhoso. - O menor o responde, deixando um beijo em sua testa.

O mesmo ainda, sorrindo, segura seu queixo para que ele pudesse o olhar.

- Hey, eu te amo incondicionalmente e sempre te amei. Você é o único que eu quero para mim. Não é pelo fato de estar morto, porque você é a única coisa que me mantém vivo, mas sim porquê eu percebi isso desde a primeira vez que nos beijamos. Desde o primeiro momento em que entendi o que era ter sentimentos por alguém... - As palavras de Victor eram calmas e verdadeiras.

- Kellin, você não sabe o quanto eu estou feliz por estar aqui com você. Por ter conseguido conquistar seu coração... - Ele começou a sorri e desviou um pouco seus olhos, na tentativa de não chorar.

- Vic... - O mais novo sorria abertamente ao escutar aquelas palavras e seu peito inflou.

- Eu quero que saiba que você também é único para mim. Sempre foi. Em nenhum momento eu pensei em outro para ocupar seu lugar. Nunca. - Eles se olhavam, os olhos marejados e os sorrisos expostos naqueles rostos poderiam ser moldados.

- Você quer casar comigo? - A pergunta saiu de impulso dos lábios do Fuentes, pegando Kellin de surpresa.

- V-você está falando sério? C-casar? Tipo, eu e você, maridos? - O mais novo pisca algumas vezes, perplexo.

- S-sim. Desculpa, é muito cedo né? - O sorriso de Vic murcha um pouco.

- Não! Claro que não! - O baixinho fica confuso.

- Quero dizer... Victor, não, não é cedo! Porra, é claro que eu me caso com você. Minha resposta é sim! Mil vezes sim! - Os olhinhos de Kellin brilharam e ele não aguentou mais segurar suas lágrimas.

- Sério?!

- Sim! Sim! Sim e etc. - Ambos caem na gargalhada e Kellin o abraça forte, fazendo os dois caírem na cama.

- Eu te amo. - O mesmo fala, agora com seus braços rodeados no pescoço do baixinho.

- E eu te amo. - Vic responde, encarando os olhos verdes bem pertinho.

- Hey, não se importa com o fato de eu ser um espírito? - Pergunta, repuxando os lábios.

- Não. Você pode aparecer para as pessoas certo? Contando que apareça para o padre no casamento... Está ótimo! - Kellin responde dando de ombros, o que faz o outro rir.

- Eu pensei no cartório. Mas pode ser na igreja mesmo. - Puxando o mais novo, eles se encaram.

- Bem, a gente pode discutir isso mais para frente, certo? O que importa agora é que eu estou noivo!!! - A empolgação na voz do maior era evidente.

- Isso. - Vic o aninha em seus braços e deixa outro beijo no topo de sua testa.

- Será que conseguiram pegar o Michael? - A pergunta foi baixa, mas audível o suficiente, o que fez Kellin bufar.

- Espero que sim. Que eles apodreçam lá dentro! - Era notável a amargura em sua voz.

- Desculpe por puxar no assunto, amor.

- Está tudo bem. - E então, Kellin lhe lança o mais belo sorriso compreensivo que alguém poderia ter.

- Eu não entendo como é que ele pôde ter se tornado aquilo... Eu fui falho como irmão? Talvez sim... - O baixinho suspira, desviando o olhar dos olhos verdes.

- Hey, meu amor. Você não tem nada a ver com isso. Você fez o seu melhor, foi um ótimo irmão, não fique se martirizando... - Kellin faz um carinho em seu rosto. 

- É, eu também acho. - Vic suspira e o mais novo concorda.

- Bom, vamos falar de coisas boas agora. - Sugere o mesmo.

Ambos então começaram a conversar sobre diversos assuntos. Inclusive o casamento, o fato de precisarem de uma aliança e de um trabalho. Começaram a conversar sobre o futuro, sobre tudo que os envolvia. Aquele assunto deixava tanto um quanto o outro empolgado e ansioso. Falaram sobre o fato de Victor não ser humano, mas poder se comportar como um. Como era a vida após a morte. Também falaram sobre a escola de Kellin, graças a Deus o ano estaria acabando e com ele, o fim do ensino médio, e ele não poderia estar mais feliz. No final de tudo, acabaram esparramados sobre o carpete de veludo na sala, com uma enorme porção de batatas fritas, com bacon e queijo; e um refrigerantão de Coca-Cola.











GALERAAAA...

Tum

Tum

Tum

Tum

O fim de MIH está próximo, muito próximo! Aliás... Estou decidindo se ponho este como capítulo final ou se escrevo mais um..... AAAAAA

Bom, de qualquer forma, eu quero agradecer com todo o meu coração a todos que me acompanharam até aqui. A todos que não desistiram de nós! Que torceram para o Kellin comigo. Para que ele o Vic ficassem juntos!^^
Quero agradecer por terem sido pacientes, porque afinal, irá fazer dois anos que estão me acompanhando aee!!!👏👏👏👏
Eu só tenho a agradecer, a todos!
Bem, como eu não sei se vou postar mais um último capítulo para dar um toque final... Eu quero dizer que eu amo vocês! É isto. E mais uma vez, OBRIGADA!!!



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