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História My Interpreter (MI) - Camren - Capítulo 16


Escrita por:


Notas do Autor


Tá, eu acabei bem antes do que esperava KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Bom pra gente
Esse capítulo foi o maior até agora, e maior do que o capítulo de The Cycle de hoje 😔👉👈

Capítulo 16 - Chapter XV: What can happen in Nantes?


Pov Lauren

Dia seguinte

Talvez minha cabeça tenha girado a noite toda, só talvez mesmo.

— Você sempre esqueceu que é fraca para isso, né meu amor?— Zayn, esse paspalho, está rindo ao meu lado. Olhei para ele imediatamente.— Ui! Se olhar matasse... ai...— ele se jogou para o lado, com a mão no peito.

— Sua atuação é verdadeiramente uma bosta.

— Toda emburradinha, meu Deus!— e então ele voltou a ficar de bruços, apoiado em seus cotovelos, e colocou seu rosto em suas mãos, como se fosse um tipo de altar.

— É claro que eu estou emburrada, minha cabeça dói e você está rindo.— voltei a deitar a cabeça no travesseiro, já que estava parcialmente sentada antes. Fechei os olhos mas Zayn não parou de falar.

— Mas estamos esperando o efeito do remédio. O que mais eu posso fazer?— olhei para ele novamente.

— Não rir já é uma excelente ideia.— praticamente vociferei.

— Tudo bem.— e ele sorriu.— Tudo bem... e se eu, por um acaso, me deitar aqui e...

— Não ouse. Estou brava com você e pretendo continuar assim.— o cortei imediatamente. Ele acha que pode me amolecer nesse estado mesmo?

— Mas digamos que não é para você.— ele deitou, deixando o braço esquerdo esticado. Era um lugar tão convidativo, Deus me ajude.

Quanto a pergunta, ele acha que pode me amolecer? Se acha, está totalmente certo.

Não me julguem! Uma das maravilhosas do mundo é deitar em cima do peito dele.

Pov Camila

— Aquele americano, o Malik, eu conheço o nome da família dele. Ele me olhou ontem como se eu fosse um tipo de Deus imaculado. Achei engraçado.— Henri, Sam e eu estávamos tomando café da manhã. Por alguma razão que desconheço, aquele dia não estava nada cheio por ali, o que permitiu esse momento.

— Acho que todos nós percebemos isso.— respondi sorrindo.

— E quando vocês vão embora?— Sam perguntou bem curioso. Por ele eu ficaria ali até tudo isso acabar, mesmo não estando na cidade. O que era totalmente inviável.

— Acho que hoje é o último dia aqui. Eles já conheceram alguns parques sozinhos, nós visitamos quase todos os museus, e hoje iremos terminar. Então... amanhã ou depois.

— E vão para onde? Nantes?— Quenell perguntou de um jeitinho sarcástico. Reconheço que é um tanto "clichê" partir de Toulouse para Nantes. Mas não é nada clichê, é uma viagem de seis horas.

— Pelo silêncio...— Sam entrou na dele.— Previsível.

— Por que vocês não planejam uma viagem pelo país inteiro então? Vamos lá, não podem recorrer aos clichês. Paris? Só depois. Cannes então? Só no final. Quem mostrar o melhor plano de viagem poderá fazer incontáveis gracinhas.— eu não falei brava, mas os dois me olharam como verdadeiras crianças quando são pegas no flagra durante uma arte. Eu quis rir, mas não o fiz.

— Calma...— Sam foi o primeiro.

— Eu estou calma. Calmíssima.— meu sorrisinho de canto deveria mostrar que eu estava calma, mas aparentemente não mostrou.

— Você sabe que nós adoramos o seu trabalho. Gostamos de brincar com você porque é engraçado te ver toda brava.— Henri não tem vergonha na cara, eu sei.

— Henri? Sam? Va te faire foutre.— me levantei.— Se me dão licença, eu tenho uma viagem para continuar.

Eu não estava brava! E por mais que pareça o contrário, esse momento não foi desagradável para nós. Um pouco, muito pouco talvez. Vale lembrar que estamos com 1% de ressaca. Ou seja, chatos e com dor.

Somos muito profissionais, né? Eu sei, eu sei... que seja! Não fui a única. Mas sim, antes de sair da mesa eu mandei os dois se foder. Carinho puro!

Pov Lauren

Sim, eu caí na armadilha do abraço quentinho. Acabei dormindo e acordei algum tempo depois, pronta para acabar de vez com os museus restantes. Me levantei, e depois de aproveitar a água quentinha do chuveiro, encontrei Zayn.

— Está bem?— ele me perguntou sorrindo mas parecia preocupado, ou atento a qualquer sinal que mostrasse que eu não estava bem.

— Novinha em folha!— sorri, esticando os braços em pura felicidade.

— Que bom!— ele sorriu junto comigo e levantou.— Não gosto quando você sente dor.— ele me deu um selinho e ficou me olhando.— Você não é nada adorável com dor.

— Se eu não sou adorável por que você usou sua tática mais forte, também conhecida como golpe baixo, de me deitar em cima do seu braço? Sabe que eu não resisto.

— Medidas desesperadas!— ele me encarou e não pude conter a vontade de "arrumar" a barba dele. Estava verdadeiramente horrível.— Está bagunçada, não está?— ele se afastou e passou a mão entre o queixo e pescoço.

— Muito.— dei uma risadinha e me sentei para finalmente colocar algo em meu estômago.

— Nunca consigo arrumar essa parte.— ele disse se olhando no reflexo da tela do celular.

— Por que não olha em um espelho de verdade?— sugeri.

— Não consigo nem no espelho.— ele riu.— Ou eu passo a maquininha direto e fica um buraco, ou fica maior. Que morte horrível, amor...— e vamos de drama.

Eu sei muito bem aonde isso vai parar.

— Eu não vou fazer a sua barba.— avisei. Vai que eu machuco ele?

— Mas, amor... você é menor, pode só me ajudar.— ele sentou novamente e começou com aquele olhar pidão.— Você é o que? Doze centímetros menor? Isso ajuda bastante e você tem acesso ao meu pescocinho lindo que tanto ama.

— Okay, podemos falar sobre como você é cara de pau? Porque assim, é muito!

Antes que ele respondesse, uma certa pessoa apareceu coçando os olhinhos e com uma cara que eu não via há muito tempo.

Não me levantei porquê Nicholas se pôs ao meu lado e encostou a cabeça em meu ombro.

Zayn e eu trocamos aquele olhar.

— Hey... o que foi?— perguntei e consegui colocar aquele cotoco sentado no meu colo.

Ele estava com cara de choro, essa era a cara que eu não via há certo tempo.

— Por que vocês vão se separar?— ele perguntou me olhando de um jeito quase agonizante, procurando por respostas.

— O que?— Zayn disse um pouquinho alto, bem pouco mesmo.

— Como assim, meu amor? Não vamos. De onde você tirou isso?— perguntei mais calma que meu marido obviamente. Fiz também um carinho específico que Nicholas adora e fica mais calmo. Esse carinho nada mais era do que uma espécie de cafuné.

— Vocês não podem fazer isso, mamãe.

O carinho pelo visto não adiantou. Ele afundou o rosto em meu pescoço.

— Hey, me fala...— afastei ele com cuidado.— De onde você tirou isso? Não vamos nos separar, Nico.

— É, por que faríamos isso?— nem percebi que Zayn estava abaixado ao nosso lado.— Responde a mamãe, filho.

— Eu sonhei.

Se eu falar que na mesma hora ele começou a rir, vocês acreditam?

— Mas fiquei triste de verdade antes de acordar. O papai falou que não gostava mais de morar com a gente.— ele voltou a apoiar a cabeça em mim.

— Eu jamais faria isso, Nick.— Zayn sorriu.— Eu amo vocês e amo morar com vocês, entendeu? Tipo, amo muito.— ele cansou de ficar abaixado e sentou de uma vez no chão.— Tá vendo isso aqui?— ele juntou as mãos e fez um círculo, um círculo pequeno.— Agora imagina esse círculo do tamanho... do tamanho da Terra. Grande, não é?— Nicholas concordou em silêncio.— É o tamanhão do meu amor por vocês.

— Impossível, papai. Mas eu acredito.

— Por que impossível?

— A mamãe disse que dois corpos não ocupam o mesmo espaço.

— Pois fale a mamãe que esse amor está dissolvido em moléculas tão pequenas que é capaz de se esgueirar por aí e preencher todos os lugares.

— Mas tudo tem moléc— eu tentei falar.

— Pico moléculas, femto moléculas, ou zetta moléculas, se preferir. É tão grande, que precisa ser pequeno para caber.

Oloco, do nada uma declaração dessa?

Fiquei como? Sem palavras. Não só eu, pelo visto. Ficamos uns cinco minutos apenas, e literalmente, respirando e nos olhando.

— Quando a gente vai encontrar a Camz?— então Nicholas já estava em seu estado normal.

Como sei disso? Simples, ele pulou de cima de mim e começou a agir como se nada tivesse acontecido.

Aquela bolha amorosa e até um tanto emocionante estourou. Voltamos à realidade dos fatos e começamos a rir na mesma hora. Me levantei e praticamente corri atrás daquele serzinho.

— Você me enganou!— ele corre rápido, Deus me ajude pela segunda vez hoje.

Bom, claro que cansei. Mas também, ele se enfiou embaixo da cama, nunca que vou tirá-lo de lá. 

Pov Camila

Algumas horas depois

Pedi a eles que me encontrassem em frente ao Aeroscopia, que era o lugar mais distante do "centro", por assim dizer. E tão distante quanto ele, porém em um sentido completamente oposto, estava o Musée du Pastel. Sei que a Lauren é chegada em umas plantinhas, acho que será interessante e muito agradável para se acabar o passeio aqui em Toulouse.

De longe observei os três andando em minha direção e sorri, eles estavam andando como uma "gangue". Bom, eu não estava diferente. Sei que de longe qualquer um pensaria algo assim pleo simples fato de eu estar de preto. Mas quando não estou? E esses esteriótipos me cansam na maioria das vezes... bom, eles finalmente estavam perto o bastante.

— Que avião grande!— Nicholas olhou abobalhado para a estrutura atrás de nós.

— Vamos entrar, você vai adorar.— falei. Senti ele pegando minha mão e não fiz nada. Não tem problema.

Não é como se eu não conhecesse aquele lugar, mas estava diferente. Uma nova aeronave estava em exposição ali. O A380 era bonito e sua cabine estava aberta ao público.

O funcionário que estava ali disse que esse avião é o maior do mundo, no sentido comercial. Não desacreditei.

E mesmo sendo longe, vale a pena. Embora seja mais um tipo de exposição, mesmo que tenha alguns aviões restaurados e todas essas coisas, é extremamente interessante e as crianças adoram. Falo isso porque Nicholas já viu o simulador e está doido para ir.

— Dá pra imaginar que isso fica suspenso no ar? Não suspenso, mas...— Lauren parou ao meu lado, eu estava do lado de fora observando outro modelo, o ATR72.

— É realmente incrível, são...— parei para olhar algumas informações sobre aquele avião em específico.—...são 27 metros de comprimento e envergadura... realmente, bem incrível.

— O primeiro que vimos tem 80 metros de envergadura. Isso é...

— Por isso que é o maior comercial do mundo.— sorri e olhei para ela.— Agora, imagina o tamanho do desastre que seria caso ele caísse?

— Credo, Camz! Vira essa boca pra lá. Eu ainda preciso voar de volta para casa.— ela riu e me empurrou pelo ombro.

— Mas é verdade! Um pouco mórbido pensar nisso, eu reconheço. Mas não sou a única.

Na mesma hora, meu celular tocou.

Pov Lauren

— Pode atender tranquila. Acho que Nicholas vai demorar um pouco no simulador.

Camila sorriu em concordância e se afastou. Bom, eu voltei a ler sobre aviões. Devo dizer que é algo bem interessante. Me perdi ali em meio a tantas histórias. Então, de repente, Camila passou por mim como se não me conhecesse.

... J'habite à Paris mais je suis à Toulouse et bientôt je serai à Nantes. Car?— ela acabou indo para fora de fora mesmo, saída.
(...eu moro em Paris mas estou em Toulouse e em breve estarei em Nantes. Por quê?)

— Amor!— de repente Zayn apareceu.— Você precisa ver como aquele simulador é. Vem, Lo. Você vai adorar!— e bom, ele me puxou. Me deixei ser levada e até comecei a rir.— Por sorte o funcionário fala inglês.

— Pura sorte mesmo.— e finalmente chegamos ao simulador.

Não era grande, era... um simulador, oras! E parecia bem, bem, bem real.

Fui sozinha. Passou toda uma história na tela, explicando que um dos motores havia parado sem razão alguma e que eu estava caindo. Esse é o tipo de entretenimento que eles oferecem? Jesus sacramentado! E pior que os movimentos eram tão reais que senti até meu coração sendo tomado pela adrenalina. Eu estava tipo: eu tenho um avião para salvar.

Eu não sei quanto tempo durou essa minha viagem, esse meu momento em contato com um pássaro de aço. E o final da história? Deu tudo certo! Eu apertei algum botão que ligou um gerador de energia reserva. Creio que seria óbvio, se eu fosse 1% conhecedora de aviões. Irei me inteirar mais sobre isso!

Mas nada é tão bom, certo? Aquele mexe-mexe me deixou completamente enjoada.

— Senta um pouco.— Zayn não saiu de perto, todo preocupado. Tadinho!

— Eu estou bem, relaxa.— sorri para ele.

— Mesmo? Eu vou comprar uma água para você.— ele levantou e quase trombou com Camila.

— Está tudo bem?— ela perguntou me olhando. Ótimo! Dois olhares preocupados sem necessidade.

— Onde posso comprar água por aqui? Ela ficou um pouco enjoada depois do simulador.— Zayn explicou a situação. Desde o momento que Camila apareceu, eu percebi que ela segurava uma garrafinha. Onde será que ela comprou?

— Pode ficar com essa. Acabei de comprar.— ela praticamente jogou a garrafa nele. Tudo bem se eu rir? Nem com sede eu estou.

— Eu estou b—

— Vou comprar mais uma, já volto.— então ela saiu novamente.

E mais uma vez cá estou. Excluída da conversa dos dois. Sorte deles que eu estou enjoada o bastante para não argumentar contra.

— Bebe um pouco, vai se sentir melhor.— e lá vamos nós... aceitei a água porque sei muito bem que ele não vai parar de perguntar se eu estou bem.

Quando Camila voltou, bem rápido inclusive, eu já estava em pé. Pronta para outra. Outra coisa que não seja aquele brinquedo dos infernos, claro. Legal, porém que fique longe.

— Chega de aviões, então?— Camila perguntou rindo.

Sim, chega de aviões.

O próximo destino, foi o... como Camila disse mesmo?

Musée de l'Histoire de la Médecine.— ela repetiu quando estávamos nos aproximando da entrada. Esse museu ainda ficava no "centro". Não sei como não passamos aqui ainda.

Pov Camila

Quando Sam descobriu que faríamos o término da viagem ainda hoje, ele insistiu para que eu levasse o carro dele. Eu quis negar, quis muito! Mas está sendo bem útil. Demoramos cerca de quinze minutos apenas.

E de novo... eu já conhecia o lugar. Eu saberia que lá não teria coisas como um simulador, mas era sempre bom aprender as coisas no belo silêncio que aquele lugar proporcionava.

— O que é isso?— Nicholas me perguntou.

— Isso é um bisturi.

— Corta muito?

— Muito! É usado em cirurgias justamente por isso.

— Você já fez alguma cirurgia?

— Como assim?

— Você já usou um bisturi?

Tudo bem, eu tive que rir!

— Você não acha que se eu soubesse usar, eu não estaria aqui agora?

— Hm... tem sentido. A mamãe tem uma amiga que sabe usar.

— Que amiga da mamãe sabe usar o que?— Lauren já é branca que nem papel, aparecendo do nada assim... deu até uma arritmia.

— A tia Mani, mamãe. Ela sabe usar bisturi, não sabe?— Nicholas olhou para ela.

— E como sabe...— Lauren sorriu.

— Próximo destino?— Zayn perguntou.

— Eu acho bom vocês terem guardado um pouco de energia.— sorri.

(...)

E vinte minutos depois, lá estávamos nós. Cité de l'espace.

Pov Lauren

Serei breve sobre esse lugar. É uma descoberta atrás da outra. Passei longe dos simuladores nas primeiras horas, mas depois não resisti. Tivemos que passar por um protocolo de segurança antes de entrarmos, e depois... depois a festa só começou.

Entramos em um módulo espacial real, eu me senti estranhamente feliz. O nome, se me lembro bem, era SOYUZ. Uma sensação indescritível. Nunca vi Nicholas sorrir tanto em uma viagem, sério! Não sei se são os lugares, ou as companhias. Ele não saiu de perto de Camila, e fez ela ir com ele em todos os lugares, todos os simuladores. Tudo. Está sendo perfeito, isso eu não posso negar.

Ficamos lá, literalmente, até o parque fechar. Infelizmente pegamos um dia de não muita sorte, já que o fechamento ocorreria mais cedo, mas  não importa. Andamos pelo parque todo.

E então, recebi a notícia de que nossa última parada sera a responsável pelo fim da viagem por Toulouse. Confesso que me entristeceu um pouco, estou adorando esse monte de parques e museus. Mas isso não vai faltar, tenho certeza. E dez minutos depois, lá estávamos nós. Musée du Pastel.

— Às vezes penso no quão subestimadas as flores são. Não somente flores, mas toda a vegetação existente, sabe? Não é como se uma parte considerável se importasse realmente.

— Eu diria que a importância real da parte verde da natureza será cuidada quando nos vermos em um ponto crítico onde ou cuidamos, ou cuidamos. Não há meio termo. E infelizmente esses homens que estão no poder são falsos adoradores da natureza. Até o caos chegar... teremos ainda muitas situações revoltantes relacionadas a isso.— Camila tinha umas visões interessantes de mundo, confesso que isso me prendia muitas vezes.

— Eu tinha uma plantinha.— claro, Nicholas estava com a gente. Zayn parecia fascinado com o restante do lugar.— Mas eu e o papai esquecemos de dar água... ela morreu. Eu gostava dela, ela era verde como os olhos da mamãe. Quer dizer, os olhos da mamãe são mais bonitos.

— Me elogiando assim... o que você quer, mocinho?— brinquei com ele justamente por estar envergonhada. Escutei Camila rindo ao meu lado. Ótimo.

— Nada mamãe. Eu gosto dos seus olhos. O papai também.

— Opa, opa... do que eu gosto?— eu queria ter a capacidade do meu marido de evaporar e se materializar nos lugares, juro!

— Dos olhos da mamãe. Você me disse que gosta.

— Ah... eu não gosto, eu amo! Menos quando estão bravos.

— Tudo bem!— me levantei.— Chega de me colocar no foco.

— Não gosta?— Camila perguntou. Certeza que ela estava se divertindo com isso.

— Ela é toda envergonhada. Sempre foi assim.— Zayn me abraçou.

— E vocês querem que eu faça o que?— perguntei.

— Se permita ser elogiada, Lauren. Não é algo ruim.— Camila levantou.

Ela está bem ousada ultimamente, né?

(...)

— E qual seria nosso próximo destino?— perguntei.

— Nantes. Vocês vão adorar cada parte.— Camila sorriu dentro do carro.

Nantes... o que pode acontecer demais em Nantes?


Notas Finais


Eu não sei o que pode acontecer em Nantes. Vocês sabem?
Comentem!!! Quero só ver se vocês estão atentas aos detalhes KKKKKKKKKKKKKKKKK
Até o próximo!


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