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História My lady - Capítulo 1


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Capítulo 1 - Cap1


Com os braços encima dos olhos e fones no ouvido Marinette tentava esquecer a briga que havia acabado de ter com seu pai, a escuridão de seu quarto a convidava para uma noite de sono, paz e tranquilidade, mas sua mente insistia em se lembrar das palavras duras de seu pai, palavras que Marinette nunca pensou em ouvir.

A mestiça se virou e encarou o céu a escuridão indicava a falta da Lua e das estrelas, Marinette sempre amou a lua principalmente em sua fase cheia, para a infelicidade da azulada a chuva fria e grossa eram como suas lágrimas que insistiam em cair de seus olhos, nem mesmo sua linda lua iria anima-la.

Uma pequena brisa gélida percorreu seu corpo descoberto, Marinette se levantou para fechar as cortinas, ao voltar para cama a azulada se cobriu tirou os fones e acabou adormecendo fazendo sua mente e seu corpo relaxarem.

Tikki: Mari. -Tikki balançou gentilmente o braço de sua irmã. -Acorde o papai mandou você se arrumar.

-Eu já disse que não irei.- Marinette cobriu seu rosto com a coberta, mas sua irmã puxou a coberta.- Tikki!

Tikki: Por favor, não quero que você e o papai briguem novamente. -Sua irmã mais nova abaixou a cabeça, seu olhar triste e o brilho em seus olhos cortava o coração de sua irmã mais velha.

-Me perdoa. -Marinette se sentou na beirada da cama e puxou sua irmã para um abraço.- Você odeia brigas não é?

Tikki: A ultima briga que aconteceu a mamãe acabou indo embora. 

Marinette suspirou, ver Tikki chorar sempre fazia Marinette se lembrar do velório de sua mãe, os gritos agonizantes de Tikki que implorava para sua "mamãe" não abandona-la.

A mestiça abraçou sua irmã e gentilmente beijou sua testa. 

-Vou me arrumar.

Marinette deicidiu ir mesmo odiando a ideia de ir ao um concerto com seu futuro marido, marido escolhido pelo seu pai "um marido que trará orgulho a família Dupain-Cheng" palavras de Tom que cego de raiva citou o nome de Sabine afirmando que se a chinesa estivesse ali concerteza iria sentir vergonha e nojo de sua filha.

A Dupain colocou seu vestido azul aberto de lado até as coxas, um salto preto e resolveu prender seu cabelo em um coque, mesmo odiando brincos ela resolveu usar um, seu batom vermelho brilhava intensamente em seu lábios.

-Vamos Tikki? -Tikki sempre admirou a beleza de sua irmã mais velha, não só sua beleza, sua inteligência, carisma, força, determinação, sua irmã mais velha era perfeita seus olhos sempre brilhavam quando Marinette se empoderava com suas roupas extravagantes e seu olhar sarcástico.- Tikki? -A ruiva piscou os olhos e sorriu. -Está tudo bem?

Tikki: Você é tão linda Mari. -Marinette sorriu.- Você nem precisa de maquiagem, sua beleza é natural, que inveja.

-Você também é linda, deixa quando você fizer dezessete, mas por hora aproveita seus treze anos.-Antes de saírem do quarto Marinette pegou sua bolsa de mão preta e foi.

 Na sala seu pai e alguns homens conversavam, ao ver Marinette arrumada como uma verdadeira dama Tom sorriu vitorioso, o homem achou que suas palavras haviam feito sua filha perceber que aqui que ele estava fazendo era para o bem dela, em sua cabeça suas palavras duras, frias e cruéis serviram para educar sua filha.

Marinette e Tikki cumprimentaram os homens sempre gentis e com um sorriso no rosto, sorrindo ate mesmo para o homem que irá destruir sua vida, os seis entraram na limousine e seguiram para o centro de Paris.

O que levou dez minutos para Marinette demorou dez anos, seu pai praticamente obrigou o homem a se sentar do lado de Marinette e para piorar suas perguntas eram sobre cozinhar, lavar, passar, cuidar dos filhos, da casa e obedecer seu marido para que eles possam honrar... (Vcs sabem).

O suspiro aliviado de Marinette ao sair do carro foi ouvido pelo seu pai.

Tom: Marinette não estrague essa noite, o Erick é um homem importante nos mundo dos negócios, se casar com ele será uma grande honra. 

-Honra para quem? 

Tom: Não começa, ao menos uma vez faça algo de útil em sua vida.

Tom saiu de perto de Marinette que tentava não deixar suas lágrimas caírem, a Dupain se aliviou um pouco, porém antes de entrar ela encarou o céu e viu sua linda lua cheia seu sorriso foi de orelha a orelha, mas infelizmente durou pouco a voz irritante de seu pretendente a interrompeu bem em seu momento.

Erick: Vamos Marinette. -O homem segurou Marinette pelos braços e praticamente a arrastou para o salão. -Você ira se sentar comigo? Como um casal?

Antes de responder Erick praticamente jogou Marinette na cadeira e se sentou ao lado da garota, as luzes do lugar se apagaram a primeira apresentação iria começar.

Cinco minutos  e Marinette ja estava bocejando, Erick não calava a boca e através de Tikki, Tom mandava Marinette sorrir

Meia hora e suas pálpebras estavam querendo se fechar, Erick não deixava Marinette falar, seus assuntos eram pobres, chatos, infantis, e muitas vezes ofensivos.

Uma hora e meia, Marinette já estava quase desistindo de viver quando as luzes foram novamente apagadas, o próximo show iria começar um homem de terno pegou o microfone e anúnciou "Chat Noir" assim como Erick a azulada também ficou curiosa sua curiosidade só aumentou ao ver um lindo loiro de olhos verdes usando uma roupa de couro preta imitando um gato preto se aproximar do palco, o homem pegou o microfone e começou a cantar, sua voz era tão angelical, era doce, era hipnotizante, mas também arrepiante, assustadora fazendo Marinette se arrepiar.

Erick ao notar que Marinette havia ficado fascinada pelo homem tentou impedi-la de vê-lo.

Erick: Marinette é feio uma mulher olhar deste jeito para um homem, é uma falta de respeito com seu marido.

- Você não é meu marido. 

Erick: Ainda, vou te colocar no seu devido lugar. 

Marinette encarou seu pretendente, ambos estavam ardendo em ódio dava para ver em seus olhos o quanto ela odiava aquele homem, a azulada queria matar Erick, e Erick queria castigar Marinette, os dois ficaram se encarando até que um arrepio fez Marinette desviar o olhar a garota encarou o palco e gelou ao ver duas esmeraldas lhe observando, o tal Chat sorria de canto para Marinette, seu olhar era sensual era inexplicável.

Marinette ficou paralisada, o olhar de Chat seus lábios em costante movimento faziam suas pernas tremerem seu coração estava acelerado e para piorar, Marinette sentia que conhecia aquele homem vestido de gato preto, seu cabelo loiro e olhos verdes eram familiar, mas a Dupain não conseguia se lembrar, sua mente tentava e tentava, mas ao invés de lembranças veio dor cabeça.

Erick: Ele nem canta tão bem assim. -A azulada encarou seu pretendente.- E que roupa ridícula.

-A cor da inveja combina com você. -Marinette tampou os lábios e riu baixo. 

Erick: Sou melhor que ele. 

-Você sabe que não é, e não vou inflar seu ego, você me cansa. -Erick revirou os olhos.

Erick: Melhor você começar a tratar seu marido um pouco melhor.

Marinette voltou a encarar o palco, Chat ainda cantava sua voz ainda era doce, mas seu olhar estava em Erick sua expressão era de raiva, era como se o loiro quisesse socar Erick

-É impossível ele ter ouvido daqui as palavras do Erick.- Chat desviou o olhar para Marinete e sorriu enquanto cantava "Nada é impossível" Marinette se arrepiou. -Quem é você Chat Noir.

Assim que o show acabou Chat foi recebido por chuva de flores, rosas vermelhas, vermelhas igual sangue o loiro pegou uma flor a beijou e a esticou na direção de Marinette o loiro sorriu de canto e disse algo para a garota que  mesmo sem ouvi-lo conseguiu entende-lo "My Lady" uma sensação de nostalgia fez Marinette sorrir.

-Quem é você? 

Chat se despediu da platéia e saiu do palco deixando uma azulada cheia de perguntas e sem nenhuma resposta, mas Marinette não iria deixa-lo ir embora assim.

-Erick irei ao banheiro, me espere aqui. 

Erick: Não demore, não quero que me vejam desacompanhado. 

-Eu mereço. 

Marinette saiu do salão e começou a procurar pelo homem que havia mexido com sua mente, a azulada procurou por todos os lados, mas não havia nenhum sinal do garoto 

Desanimada Marinette se deu por vencida, mas antes de voltar para aquele inferno a azulada precisava admirar a beleza da lua, ela precisava do seu brilho para poder seguir em frente sem desabar, a azulada se sentou em um banco e encarou o céu as estrelas e a Lua eram realmente encantadoras seu brilho hipnótico era como mágica, por um momento Marinette esqueceu seu ódio, sua tristeza ou qualquer outra coisa que a fizesse sofrer.

Uma leve brisa tocou o rosto molhada de Marinette, a azulada limpou o rosto e respirou fundo.

Chat: Linda não é? -Marinette deu um pequeno pulo.- Te assustei?

-Estaria mentindo se falasse que não.- Marinette começou a rir junto com Chat.- Chat Noir...

Chat: Eu mesmo. -Chat levou sua mão até o rosto de Marinette e passou uma unha em sua bochecha.- Sentiu minha falta? 

-Eu não te conheço.

Chat: My Lady.



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