História My life... - Capítulo 6


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Sexo, Terror
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Palavras 1.458
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Espero que gostem
Mas não posso fazer nada caso não gostem
Vou mudar mais algumas coisas nessa bagaça

Capítulo 6 - Amore mio


Fanfic / Fanfiction My life... - Capítulo 6 - Amore mio

Estava lendo e me esqueci do mundo ao meu redor como sempre, aquela voz conhecida que sempre me acalma me chama, me tirando dos meus devaneios.

- Che ha portato una tale bella ragazza al demone stesso?》 {~que trouxe uma garota tão bonita para o próprio demonio~} 《- aquela voz tão calma, e o rosto angelical dele era a perdição em pessoa, não pude disfarçar a alegria em velo.

Com os cabelos pretos cortados na laterais  a franja pontuda indo quase até o queixo e uma pequena parte do outro lado da franja indo até a maçã do rosto, davam ainda mais intensidade a pele branca e os olhos azuis, e nos lábio um piercing. Ao contrário de Tate que era magro porém com músculos, ele realmete tinha músculos no corpo. O moletom vermelho vinho me deixava vermelha, depois daquela noite ele não para de usar dizendo que é uma lembrança minha.

- Eu preciso te contar uma coisa - minha alegria se desfez, e ele notou pois sua feição se transformou de agradável a uma expressão mais séria.

- O que aconteceu Aurora? - percebi que ele já tinha uma ideia do que aconteu, eu não vinha aqui por acaso e ainda mais quando o grande dia estava próximo.

- E-e-eu não consigo falar isso aqui - lagrimas começam a brotar nos meus olhos e começo a olhar ao redor para não chorar agora, sinto sua mão pegar a minha puxando ela em sua direção, chego mais perto da mesa me debruçando sobre ela, ele faz o mesmo e sinto seu cheiro magnífico de sabomete e livros novos.

- Tate? - sua voz era fria, Tate poderia se achar um sociopata, mas não fazia a menor ideia que existem pessoas piores que ele.

Apenas faço que sim com a cabeça e olho para baixo, sei que ele já sabe o isso significa pois ele me solta e encosta na cabeira fechando as mãos em punhos fazendo os nós dos dedos ficarem brancos, sua respiração fica pesada.

- Aurora! - ele me chama e sinto sua raiva,  olho imediatamente para ele - ele te machucou ?

- Sim - não tenho medo algum de confessar qualquer coisa para ele, eu o amo de uma forma que nunca mais vou amar mais ninguém.

- Venha - seu chamado é carinhoso, ele se levanta e estende a mão para mim, pego sua mão e me levanto.

Andomos em silêncio até  a Madre para que ele informe a sua saida, apartir dos 18 anos todos podem sair, se quiserem voltar também podem, mas precisam avisar a surpebisora, ela me olha e sorri. Vamos até um pequeno estacionamento do convento, entramos no seu impala 1962 preto, ele abre a porta da frente do carro para mim e eu entro, ele da a volta na frente do carro e entra ,ligando o carro  nós saimos dali.

Ficamos em silêncio o caminho inteiro, entramos em uma estrada de chão cheia de árvores e de neve, após 38 minutos ele para em frente a um portão todo fechado, ele tira um controle do bolso e aperta um botão.

- Nova casa - ele responde a pregunta que fiz mentalmente, o portão se abre e o carro entra em movimento, ele aperta o botão de novo.

- Como assim?- ele ignora minha pergunta, contonamos um lindo chafariz que derramava água, ele para o carro e sai indo em direção a casa que tem um aspecto antigo como as casas que parecem castelos.

Saio e corro para acompanhar ele, o que é bem difícil já que ele é maio que eu então enquanto ele dá 2 passos eu dou um e meio, ele para e abre a porta entrendo primeiro e pegando a minha mão para que eu entre também. Olho para o interior da casa e perco o folego, é lindo, o chão feito de mármore branco e de cara uma escada que se divide em em duas no segundo lance, as janelas tampadas com cortinas vermelhas.

- É simples, ele acha que você é dele, mas o que está ai dentro de você é meu e não dele, assim como você, ele te machucou então eu vou machucar ele - ele sorri e sei imediatamente que essa ideia o deixa muito feliz.

Ele me leva para cima e eu não consigo para de olhar para todos os lados, tudo naquela casa é bonito, e não tem cheiro de coisa velha, ele abre uma porta e me puxa para dentro o quarto e liga a luz. Vejo que é o seu quarto pois toda a mobilha é preta, e somente as cortinas da cama e o próprio lençol eram de um vermelho vinho, a minha cor preferida, pois me fez lembrar o sangue quando fica seco.

Ele me leva até a frente de uma cadeira preta, se senta nela e me olha.

- Me mostre Aurora - sua voz é controlada.

Faço que sim com a cabeça e começo a tirar minha jaqueta jeans, esperiro fundo e tiro os sapatos, com calma desabotoou minha calma jeans preta, me lembro que Tate escreveu o nome dele na minha barriga, ele não vai gostar disso, não vai nem um pouco, olho apara ele e tomo corragem, agarro a base da minha blusa e tira ela mas não consigo olhar mais para ele, esse foi o meu gesto mais corrajoso mas agora eu não tenho mais nada,  tiro meu sutiã e não consigo levantar a cabeça e olhar para ele.

- Aurora - ele se levanta quando eu não me pronuncio, e vem até mim, coloca a mão embaixo do meu queixo e o levanta acariciando meu queixo com o dedão.

- O que você sentiu? - vi a necessidade no seu olhar, o encarei e comecei a chorar, finalmente eu podia chorar porque ia resolver, finalmente eu estava com quem eu amava, com quem ia me valvar, ele me abraçou me apertando forme em seus braços.

- Mia bambina - e com esse sussuro o beijei, a dias não o beijava e não tinha como para seu beijo era tão delicioso e quando o metal do piercing tocava o meu lábio me fazem arrepiar.

Ele me levou ate a cama e me deitou com cuidado, levantou e começou a tirar suas próprias roupas sem quebrar o contato visual, primeiro as botas, depois o moleton, então desabotoou seus jeans pretos os tirou e tirou sua camiseta preta, se inclinou na cama e pegou em cada lado da minha calcinha branca, era esse toque que eu queria na noite passada, ele a tirou e abriu as minhas pernas com cuidado beijando tuda parte de dentro, finalmente beijando minha intemidade com todo o cuidado me fazem arrepiar e ficar muito excitada, feixei meus olhos e refiz a noite de ontem.

Apesar da delicadeza da sua lingua, e do metal frio do seu piercing na minha intemidade eu já estava pronta para o orgasmo e que estava chegando, então ele para e começa a me beijar com intensidade, eu retibuo o beijo da mesma forma, e senti seu menbro duro roçando na minha vagina me deixando louca, ele separa o beijo e me olha com malícia.

- Me chupa - seu pedido é cheio de desejo, faço que sim e ele deita do meu lado.

Tiro sua cueca branca e começo meu trabalho, o chupo com força como ele gosta e masturbo o que não cabe na boca, porém já sou tão acostumada com seu tamanho que resolvo engulir tudo olhando diretamente para ele que revira os olhos e pedi mais, aumento o ritimo e começo a massagear as bolas, ele geme enfiando mais fundo o pau na minha boca, me concentro em não engasgar.

- Aurora! Para! - ele pede com uma voz rouca e puxando meu cabelo para trás. 

- Senta - sinto seu desejo, e obedeço sem questinar.

Me sento por cima e seguro seu membro duro, ele me segura pelas coxas, desço devagar, gemendo baixo, tanto pelo prazer quanto pela dor da noite passada, começo devagar as mesmo que doa eu não consigo, começo a cavalgar mais rápido e sinto ele flexionar o quadrio e agiar o punto que apenas que me da mais prazer, me fazendo gritar e o fazendo gemer alto.

- Aurora vai mais rápido caralho - percebo que está perto de gozar, então começo a praticamente pular na pau dele - isso caralho - ele aperta a minha bunda e flexiona o quadril.

Estou gritanto de dor e de prazer, e cada vez que escuto seus gemidos e estocadas me arrepio e sinto o orgamo chegando, minhas pernas tremem e com um grito  sinto meu  líquido quente envolver seu membro dentro de mim, caio sobre seu peito, e sem nenhum aviso ele nos vira na cama e da a última estocada.

- Huuuuuuuummmmm - com a respiração ofegante ele cai por cima de mim me abraçando. 




Notas Finais


~ go to sleep baby ~


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