História Kristen's Life - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 7
Palavras 720
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Nem terminei minhas outras duas histórias(e nem tenho previsão rsrsrs), e olha eu de novo!!! Mas tudo bem, ninguém liga, veio na minha cabeça e PUFF!
TÁ AÍ!!!!

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Kristen's Life - Capítulo 1 - Prólogo

                  

— “Superar é preciso. Seguir em frente é essencial. Olhar para trás é perda de tempo. Passado se fosse bom era presente."—

                          Clarice Lispector


— Como está se sentindo?

— Bem!

— Tem certeza? Daqui duas semanas será seu casamento.

Isa está me enchendo de perguntas desde que Nicolas me tornou sua noiva na frente de todos em um restaurante.

— Um pouco. — revelei em um suspiro.  Heloísa é tão...insistente.— Satisfeita?

— Humm...não! Olha, eu queria ter sua incrível capacidade de esconder suas emoções, entende? — soltou se debruçando na mesa da lanchonete do shopping.

— ... Eu aprendi ser assim. — dei numa risada melancólica, Isa olhou me. Ela é uma dos poucos que sabem do que aconteceu a alguns anos.

— Desculpa... Eu te fiz lembrar não foi? — droga! Fiz ela se sentir culpada de novo, por isso prefiro esconder meus sentimentos.

— Não! Eu te amo! — levantei me a abraçando, ela me apertou. — Vamos! Preciso preparar o jantar para minhas rainhas. Ela riu nasalmente. Jantar em família se tornou bem frequente depois do noivado. Mas hoje seria apenas Minha mãe ( tia, sou órfã de mãe), sogra e eu. Isa não quis ir, acha muito careta esses tipos de jantares, a maioria de meus amigos, dos poucos que tenho, são mais, como eles mesmos dizem, modernos. Também não sou tão careta como eles dizem, mas prefiro um jantar em família, a farriar à noite.

— EU DIRIJO! — se não achasse graça e amasse seu jeito, estaria com vergonha alheia. — sempre quis dizer isso! — fingiu comoção.

— Sempre diz isso toda vez que saímos no meu carro! — falei de sobrancelha arqueada.

— É por isso que te amo! Você é legal, deixa eu por as mãos no volante de seu carro. — tive que concordar.

— Você é barbeira, só eu, uma boa amiga que sou para fazer tal ato! — falei apontando pra mim mesma piscando pra ela.

— OK, boa amiga, vamos “tenho mais o que fazer!" — imitou meu sogro entrando no carro, sr Fernando é uma pessoa difícil de lidar, todos daquela família são. Exceção de dois ou três. Mas são boas pessoas, a maioria.

Depois de deixá la, ela própria se deixar, na casa dela, fui preparar o jantar. Não é por nada não, mas ... Eu cozinho pra caramba, como diz Johnny, meu melhor amigo masculino. Nicolas morre de ciúmes dele. Johnny pode ser bem...inconveniente.

Tudo pronto, fui me arrumar. Pus um macaquinho curto e rasteirinha (imagem do cáp.). Nada chique, coisa simples. Afinal...janta rei com minhas musas inspiradoras.

Elas devem chegar logo. Dei uma olhada na sobremesa. Tudo OK!

Eliza e Raquel são tão gentis comigo, me tratam como a filha que nunca tiveram.

Eliza cuidou de mim quando Roger, meu...progenitor, me abandonou quando minha mãe morreu. Ele me culpa por isso. Ela trabalha num hospital particular, por conhecidência ela é amiga e colega de trabalho do médico que cuida da família Sulliver. Se tornaram amigas graças a ele.

Dona Raquel, que me proibiu de chamá la assim, é uma esposa dedicada, controladora também. Marido e filhos? Se pelam de medo dela. São mulheres incríveis.

Num certo dia, Nícolas, disse que queria apresentar me uma pessoa especial, eu disse o mesmo. Quando chegamos no restaurante, foi hilário. Nícolas já tinha chegado com sua mãe. No momento que entrei com minha tia/mãe, Raquel veio correndo, se acha que foi por mim...engano, fui pra escanteio. Já se conheciam. Conversaram horrores, Nícolas e eu quase não falamos nada, apenas quando nos perguntavam algo...mas nem tínhamos tempo de responder, elas não deixavam, entravam em assuntos completamente diferentes. Ah! Duas semanas depois, fui apresentada ao restante da família. Duas semanas depois, me pediu em casamento nesse mesmo restaurante. 

Não tive uma infância e adolescência das melhores. Mas...não deixo meu passado afetar meu presente, bom...eu tento. Tenho coisas mais importantes para cuidar e amar. Tenho poucos amigos, mas que posso confiar...mesmo me zoando por ser a “pura do grupo"...Nicolas, me ama e é recíproco. Minhas mães, cuidam de mim, e tenho boa estabilidade financeira sem depender de ninguém. Sim, eu sou feliz...muito feliz. 


Despertei de meus momentos de reflexão no momento em que o interfone tocou. Osvaldo, o porteiro mais legal do mundo, me avisou das convidadas. Confirmei e agradeci.

Fui abri a porta para elas com um sorriso enorme...que se tornou em dúvida...

Quem é esse cara??


Notas Finais


E aí?
O que acharam??

Comentem aí!!!

Até o próximo!!!


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