História My Life In Your Hands. (Malec) - Capítulo 2


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Categorias As Crônicas de Bane, Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Catarina Loss, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Luke Graymark, Magnus Bane, Maia Roberts, Maryse Lightwood, Meliorn, Raphael Santiago, Robert Lightwood, Sebastian Morgstren, Simon Lewis, Tessa Gray, Valentim Morgenstern
Tags Magnus Bane, Malec, Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Visualizações 222
Palavras 1.316
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, Poesias, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Sem vestígios.


      Ainda Naquela Noite

 

O hospital ainda estava uma loucura, pessoas continuavam a andar de um lado para o outro. Na sala de cirurgia Alec, Isabelle e Jace faziam de tudo para salvar a vida daquele estranho paciente. Alec nunca esteve tão concentrado assim antes, e se já estivera assim antes, foi a muito tempo.

- Cuidado. - Sussurrou Isabelle.

- Pode deixar. - Alec olha para os monitores e aparelhos ligados ao paciente.

Os batimentos estavam baixos, seu pulso nem era visível, sua temperatura corporal era baixa, sua pele de um bronzeado estava passando para uma cor pálida. Por causa do sangue que havia perdido, e aquelas bolsas de sangue de nada estavam adiantando.

- Alec! - Isabelle alertou o irmão ao ver que o paciente estava tento uma parada cardiorrespiratória.

- Desfibrilador! - Disse Alec e todos abriram passagem para o aparelho.

- Quanto? - Perguntou Jace.

- Duzentos. - Disse ele.

- Alec, isso é muito. - Isabelle tentou intervir o irmão.

- No estado dele não. -  Alec pega o desfibrilador. - Para trás! - Ordena ele e assim todos fazem. - Pode ligar.

Jace liga o aparelho e Alec se aproxima do corpo dando um choque de duzentos joules, o corpo do paciente pula, Alec olha para os monitores e o paciente ainda estava tendo a parada.

- Outra vez! - Ordenou Alec.

Na recepção da emergência, Clary ainda estava sentada e ao lado dela Simon mexia no celular. Rapidamente um homem de figura rígida, alto, pele escura. Assim como seus olhos. E cabelos em um corte alinhado entra pela porta, ele parecia procurar alguém.

- Luke, aqui. -  Simon levanta a mão.

O homem se aproxima da Clary e de Simon, em seu peito havia um distintivo. Ele estava completamente de preto, das suas botas ate o casaco.

- O que temos? - Perguntou Clary se referindo ao cara misterioso.

- Um cara sem nenhum vestígio. - Disse o homem com uma voz grave.

- Como assim? - Perguntou a ruiva.

- Procuramos em todos os arquivos das delegacias, hospitais do condado e nada. - Disse Luke. - Nenhum vestígio. Nem nome, sobrenome, passado...nada.

- E se ele não for daqui? - Sugeriu Simon.

- Como assim? - Perguntou Luke.

- Ele foi encontrado aqui, Simon. Em Nova York. -  Disse Clary.

- Sim...mas, aqueles caixotes não eram daqui. Eles vieram de fora. - Disse ele pegando o celular novamente.

- O que você vai fazer? - Perguntou Luke.

- Ligar para um amigo que trabalha no FBI, talvez ele ajude. - O rapaz se afasta.

- Será que sua mãe ficou chateada por perdermos a exposição dela essa noite? - Perguntou Luke.

- Provavelmente. Mas ela entende o nosso trabalho. - Disse a ruiva.

- Será que ela aceita flores e chocolates como um pedido de desculpa?

- Tenta a sorte. -  Disse Clary com um sorriso no rosto.

- Então? - Perguntou Luke vendo Simon voltar.

- Ele disse que pode nós ajudar...

- Mas? - Perguntou Clary, pois ela sabia que não seria tão fácil assim.

- Pode demorar. -  Disse Simon.

- Quanto tempo? - Perguntou Luke.

- Uma semana. - Respondeu o rapaz.

- É muito tempo.

- Nem sabemos se esse cara irá sobreviver a essa noite. - Disse a ruiva.

- Então desistimos? -  Simon olha para Clary e logo após para Luke.

- Ninguém vai desistir de nada o.k! - Luke os encara. - Enquanto o coração daquele cara bater, nós vamos ajuda-lo.

De volta a sala de cirurgia, que já estava durando horas. Isabelle olhava para o irmão, ele estava muito cansado para prosseguir, ela olhou para Jace e viu que ele pensava a mesma coisa que ela.

- A gente continua daqui. -  Disse ela.

- Eu consigo. - Disse o moreno.

- Alec, ele esta estável. - Disse Isabelle.

- È Alec, Izzy está certa... vai descansar. - Disse Jace e o moreno finalmente cedeu.

Alec saiu da sala de cirurgia, tirou sua vestimenta e ficou do outro lado do vidro observando os procedimentos da cirurgia. Ele sabia que aquele paciente estava em boas mãos, ele olhou para o relógio e viu que já era quase três horas da manhã.

- Alec? Diz alguém ao lado dele. - E ele conhecia aquela voz perfeitamente.

Ao olhar para o lado ele vê uma loira, de lindos olhos azuis. Ela o encarava e Alec começou a encara-la de volta. Em seu jaleco estava escrito Dra. Branweel, ela estava com um sorriso, que no fundo expressava preocupação.

- Querida. -  Alec vai em direção dela para um beijo mas, ela se afasta.

- Doutor Lightwood, aqui não.

- Mas não tem ninguém aqui. - Nada ela disse. - Tudo bem.

- Esse é o tal paciente? - Perguntou ela.

- Se tiver outro você me avisa. - Murmurou Alec.

- Podemos agir como dois profissionais?!

- Esse paciente chegou a algumas horas, não tem nome ou documentos para o reconhecimento.  - Alec começou. - Chegou com algumas escoriações e um grande corte na cabeça, com profundidade mediana. Talvez seja isso que tenha causado sua inconsciência e o coagulo na cabeça, e as outras coisas, como costelas quebradas. Tenha sido por causa de espancamento.

- E você o aceitou aqui?

- Como assim? - Perguntou Alec sem entender.

- Alec, talvez esse cara esteja envolvido com uma gangue.  - Disse ela. - E talvez estivessem acertando as contas com ele, se ele está nesse estado, era pra estar morto.

- Com as roupas que ele chegou aqui...duvido muito que ele estava envolvido com gângster. - Disse o moreno.

- Não importa! - Exclamou Lydia. - E mesmo assim você aceitou um desconhecido no hospital da minha família?

- Nossa família, Lydia. -  Disse ele. - Não esqueça que meus pais ainda tem trinta por cento das ações desse hospital. Se você se tornou a cirurgiã chefe, foi por um descuido meu no passado, por causa de nossas brigas.

- Descuido esse que levou a morte do seu irmão Max. - Disse ela e Alec ficou paralisado. - Se estou no cargo que estou é porque eu mereço.

- Terminou? - Alec se volta para o vidro e vê que Isabelle o encarava.

- Claro...querido. - Lydia sai e Isabelle adentra a sala.

- Ela sabe que você esta com ela porque é forcado pela mamãe e o papai. - Disse a morena.

- Você acha que eu sou culpado pela morte do Max? - Perguntou Alec.

- Por que isso agora? - Perguntou a morena.

- Você acha ne...por isso não queria que eu operasse esse cara, sem a supervisão da Lydia.

- Claro que não Alec! - Exclamou Isabelle. - Você está aqui a três dias, assim como Jace. Eu estou a dois dias e já me sinto cansada.

- Mas... - Alec tenta falar mas não encontra palavras suficientes.

- Não pensa mais na morte do Max, e nem que ela foi sua culpa. Porque no fundo nos sabemos que a Lydia também tem sua porção de culpa. - Diz a morena ao final.

- Não vou aguenta-la por muito tempo. - Alec tinha certeza daquilo, assim como a Isabelle.

- Você já a aguentou durante dois anos e meio. O casamento será daqui a seis meses, ainda dá tempo de desistir. - Isabelle e Alec saem da sala.

- Fala isso para os nossos pais. - Alec da um riso abafado.

- No fundo eles sabem que você não está feliz com a cobra loira.

- Esse fundo dá para abrir com o bisturi? -  Brinca Alec.

- Vai pra casa e descansa. - Diz Isabelle parando em frete a uma porta daquele longo corredor.

- Talvez seja melhor. - Ele deu um beijo na testa da irmã. - Qualquer novidade sobre esse paciente, me ligue.

- Pode ter certeza que sim. - Disse ela.

- Bom trabalho. - Disse ele antes de sair do hospital.



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