História My life upside down - Capítulo 6


Escrita por:

Postado
Categorias Supernatural
Tags Supernatural
Visualizações 15
Palavras 1.796
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi de novo, desculpa a demora do episodio, mas nesse episodio eu prometo um pouco da historia (triste) de Cassandra espero que gostem, e ainda a primeira chegada de Castiel.

Capítulo 6 - Abrindo cicatrizes velhas.


Fanfic / Fanfiction My life upside down - Capítulo 6 - Abrindo cicatrizes velhas.

 POV. EMMA.

Depois do meu grito e o épico soco de Cass no estranho, Dean toma a frente ao ver que Cass estava se preparando para outro.

-Opa Opa, Ele é amigo. –Dean conta.

Nesse momento acabo de perceber que o homem estava com a mão no rosto.

-Au... –Resmunga o homem.

-Au, quem diz sou eu. –Reclama Cass sacodindo a mão, ela tem um belo soco, mas ele tem uma cara dura.

-Oque você é? –Pergunto recuperando o folego.

O homem se recompõe e fala como se fosse decorado:

-Eu sou um anjo do senhor.

-Que? Um anjo com asas, anel angelical e que toca arpa? –Cass pergunta sem acreditar.

-Sim, menos o anel angelical e a arpa. –Sam explica.

-Ele não tem asa. –Falo, realmente ele era um anjo pobre.

-Eu tenho asas sim, só estão invisíveis aos olhos dos humanos.

           “Ata, eu já posso falar que vi de tudo.”

-Oque veio fazer aqui Castiel? –Sam pergunta ignorando minha cara de assustada. Ele se levantando do chão na minha frente, é como se isso fosse uma oportunidade para ele não jogar o xadrez.

Agora já sei que tem um anjo chamado Castiel na minha sala.

-Crowley esta aprontando algo. –Castiel termina

           “Primeiramente; quem é Crowley?”

-Me fala uma novidade. -Fala Dean.

-Essa é a novidade Dean. –Justifica Castiel, aparentemente não entendendo o sarcasmo de Dean.

-E oque ele esta aprontando Castiel. –Pergunta Sam.

-Ainda não sei, mas ele está sequestrando virgens de diferentes nações. Conheço qualquer tipo de Feitiço ou maldição e nada do que conheço exige virgens de diferentes nações.

-Heloou... Quem é Crowley? –Pergunta Cass, encarando os três.

-Crowley é um demônio. –Fala Castiel.

-O rei do inferno, para ser mais especifico. –Termina Dean.

-Me deixa ver. Existe anjo e demônio, céu e inferno, e eu estou perdendo meu tempo na faculdade de direitos? –Pergunto indignada.

           “Choque de realidade a vista.”

-Sim, basicamente. –Termina Dean, com aquela cara de “Acabou querida?”.

-Como podemos ajudar? –Sam pergunta para Castiel.

-Por enquanto nada. –Depois dessa resposta de Castiel, todos ficam em silencio.

-Quem esta afim de Strogonoff? –Cass pergunta quebrando o gelo.

-Eu estou. –Fala Dean. É claro que ele esta.

Todos vão para cozinha, se sentam a mesa, e cada um se serve.

           “Para vocês imaginarem até Castiel comeu, não foi muito agradável já que ele ficou descrevendo o gosto. Deu nojo, mas não tirou minha fome.”

            POV. CASS.

Nesse momento o relógio batia 2h da madrugada, estávamos todos com uma cerveja na mão, e conversando sobre sua vida. Sobre seus gostos. E Dean e Sam estavam relatando a suas perdas.

-...Foi então que, tivemos que deixa-lo ir. –Fala Sam.

-Bobby ficaria pior, se continuasse. –Termina Dean, um pouco triste, mas nem tanto. –E vocês?

-Bem... Eu perdi o meu cachorro. –Fala Emma rindo, essa era a verdade. O máximo que ela chegou de uma tristeza foi da morte do cachorro dela. Todos riem.

-Cassandra? –Pergunta Sam, como soubesse que eu guardava algo.

           “E eu realmente guardava... Mesmo sabendo que as historias dos meninos eram mais dramáticas que a minha. As minha foram e são tristes.”

-A minha não é grande coisa perto da de vocês. –Falo na tentativa de espaço, seria injusto não falar nada, já que todos se abriram.

Olho para Emma, e ela assenta com a cabeça, em sinal de afirmação. Ela foi à única pessoa que eu me abri.

 -Antes de eu chegar e atirar no lobisomem, Você tinha gritado uma frase. “De novo não”. Do que estava se referindo? –Dean pergunta. E por um estante faço cara de confusa, e logo me lembro. –Era alguma coisa relacionada a seus pais e a sua madrinha?

Isso é uma coisa muito delicada, que aconteceu na minha vida, e que poucos sabem.

-Como você sabe? –Uma lagrima teimosa cai dos meus olhos, mas não deixo chegar ate a bochecha. Limpo o mais rápido que posso. O único que deve ter percebido foi Castiel que me observava atentamente.

 -Antes de meu irmão e eu irmos à sua casa, investigamos seu histórico. Mais se você se sentir desconfortável em conversar sobre, pode falar, eu vou entender. –Sam fala com cuidado.

 -Não é isso... –Volto a minha postura. E me recomponho antes que alguém perceba. –Isso é um assunto delicado, que aconteceu na minha vida, que eu comentei poucas vezes com uma única pessoa, que foi a Emma.

 Emma assenta com a cabeça.

           “Volto a lembrar dos tempos de desespero e os momentos difíceis que eu passei.”

   Engulo o choro que ameaça a vir, por muito tempo vivi na negação, e quando vem parece uma avalanche se formando dentro de mim.

   -Quando eu tinha apenas Doze anos de idade. –Começo.  

FLASH BACK-ON=

Eu estava voltando para casa das férias de verão com os meus pais. Meu pai que dirigia no volante. Estávamos todos em silencio (eu, minha mãe e meu pai.).

De repente só ouve um som estrondeante e um grande impacto, fazendo com que todos batessem a cabeça em qualquer coisa a sua frente.

Fico inconsciente por alguns segundos, mas já volto à realidade. Olho para meus pais da frente, solto o cinto e vejo meu pai banhado em sangue, com a cabeça deitada no volante desacordado. Aquele sangue me apavorou, mas como sempre não consigo gritar. Tudo parece tão irrealista.

-Cassandra! –Ouço a voz rouca da minha mãe. Olho para ela. Por um momento estou feliz, minha mãe deu sinal de vida, então com a pouca força que tinha. Ela retribui o sorriso com outro falso. Mas aquele momento dura pouco ate eu descer minha cabeça para seu corpo. Seu peito estava ensanguentado, e avisto um caco de vidro de pelo menos 30 cm enfiado na minha mãe.

Eu me apavoro. Minha mãe esta com um vidro profundamente enfiado no seu peito e meu pai desmaiou. Começo a me derreter em lagrimas.

-Mãe fique acordada. Entendeu. –Eu ordeno. É em vão ela cada vez perde suas forças de pelo menos deixar a pálpebra aberta.

-Cass eu te amo. Agora saia do carro. –Não queria deixa-la. –Saia do carro! – ela repete, e eu começo a sentir meus pés, que tocavam o chão do carro, esquentar.

O carro começou a pegar fogo rapidamente, Eu conseguir pular da janela. E correr sem olhar para trás, quando estou pelo menos uns três metros do carro. Ouço uma explosão. Rapidamente olho para trás, mas era tarde de mais, minha família estava dentro de um carro em chamas.

Naquele momento oque me restava era-me desidratar em choro. Meu mundo tinha acabado de terminar.

FLASH BACK-OFF=

Faço uma pausa, para recompor a avalanche. Não é drama, só não quero chorar em publico. Todos me olhavam atentamente

Eu já estava com vergonha. A única coisa que me fazia focar era esta com um olhar reto pro nada. Estar em transe.

Quando fui beber a minha cerveja, percebi que Dean, que estava ao meu lado esquerdo, sentado no sofá, tinha acabado a sua bebida e agora acabava a minha. Eu dei uma risada, saindo do transe, dei uma tapa de leve no seu peito. Ele da uma risada, e me devolve a garrafa.

-Continuando... –Falo encarando Dean, e logo encarando todos da sala. –Dali eu fui viver com minha madrinha, aos 18 anos. Aconteceu uma coisa parecida com o acidente dos meus pais. Mas foi mais misterioso.

FLASH BACK-ON=

Acordo com o ar quente, ao abrir os olhos vejo a porta do meu quarto queimando, estava avista que tinhas enormes chamar do lado de fora. Meus pensamentos só focavam na minha madrinha que dormia no quarto ao lado.

-MADRINHA!!!! –Grito, logo minha porta despenca da parede pelas chamas. Vejo então que não tem tanto fogo a direção do corredor que dar direto ao quarto da minha madrinha.

Saio e quando vou em direção a seu quarto, uma voz doce, mas apavorada grita:

-Filha! –Era a minha madrinha, olho para trás, ela estava subindo as escadas. –Venha.

Ela estende a mão e corro para alcança-la, descemos as escadas com as mãos juntas. Tudo estava despencando com as chamas. Estávamos quase na porta de entrada. Apresso os passos, deixando minha madrinha sozinha lá atrás.

Ouço um baque junto com um ar quente. Olho para trás e uma estaca grande e provavelmente pesada cai em cima da minha madrinha, minha madrinha, estranhamente e rapidamente, absorve o fogo da estaca.

Ela grita, estava impossível de salva-la. Outra estaca cai a minha frente, perto da estaca que caiu na minha madrinha, ameaçando me esmagar. Saio correndo, apavorada sem olhar para trás.

Quando consigo chegar ao gramado, o som estrondeante dos bombeiros se aproxima.

Minha vida estava prestes a desmoronar, meus pensamentos é se com meus 18 anos eu pudesse reconstruí-la.

Só consigo cair e novamente chorar. E pensando se realmente eu poderia continuar de novo.

FLASH BACK-OFF=

-... Minha madrinha me deixou uma grande herança, mas eu não vou ao banco desde desse incêndio. Meu banqueiro que paga meus orçamentos. –Foi uma barra abrir essas novas feridas, mas ao mesmo tempo foi um alivio, por eu ter desabafado.

Às vezes acho que não tenho mais lagrimas para chorar por isso. Ameaçam-se, mas não vem.

-Uau... E não foi descoberta a causa do incêndio? –Pergunta Sam.

-Eu estava dormindo no momento, investigações falaram que a lareira que começou o incêndio, pelo excesso de lenha. O caso foi dado como encerrado. –Respondo.

-Quer que eu descubra algo? –Pergunta Castiel a me ver triste pelo minha misteriosa historia. –Posso obter respostas lá no céu.

-Não, não é preciso. Não quero abri cicatriz de qualquer forma não vai trazê-la de volta.

-Vai dar 3h. –Fala Emma olhando para seu relógio de parede, perto do corredorzinho para porta de entrada. -Quem esta com sono?

-Eu e Dean, já vamos. –Fala Sam se levantando do sofá.

-Para onde? –Eu pergunto, na real para onde eles iriam a três da manha?

-Para o hotel onde estamos hospedados. –Responde Sam, Dean não parecia muito satisfeito com a ideia.

-Claro que não, aqui em casa eu tenho um quarto de hospedes, e ela têm duas camas de solteiro.

-Só não tem cama para Castiel. –Justifico.

Antes que Castiel responda, Emma toma a frente:

-Isso não é problema, ele pode dormir comigo.

-Anjos não dormem. Mas obrigada mesmo assim. –Castiel responde, sem constrangimento, como se não tivesse entendido a cantada de Emma.

           “Emma não tem jeito”

Agora que percebi, Castiel tem seus olhos azuis, e usa um terno em baixo de um sobre-tudo.

            Quebra de tempo.

Vamos todos dormir, arrumamos as coisas que Dean e Sam necessitavam e se acomodamos. Como os meninos dormiam no quarto de hospedes. Fui dormir com Emma.

Hoje conheci pessoas legais, com dramas familiares, e que salvam vidas, alem de tudo bonitões não tinha como não perceber. E ate um anjo.


Notas Finais


gente me desculpem a demora do episodio, mas esta ai, obrigada por ler ate aqui, e espero que gostem.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...