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História My Life With Yours- Yugyeom - Capítulo 5


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Notas do Autor


Hello

Capítulo 5 - Quem é ela?


*Yugyeom narrando*

- Ok a gente se fala amanhã- jungkook diz e sai com Tae.

Depois que aula acabou fui direto pra casa, não estava no clima de ficar andando por ai, só quero minha cama agora.

- Mãe ja cheguei- digo assim que entro em casa.

- Você chegou e nós estamos saindo- ela diz e desce correndo com meu pai- Deixei um frango na geladeira, quero que coloque ele no forno pra mim daqui há - ela olha no seu relógio de pulso- Dez minutos, nós estamos atrasados beijos, mas uma coisa- ela se vira para mim- quando chegarmos , coloque uma roupa bonita, eu chamei umas pessoas para vir aqui - ela diz e beija meu rosto. La vem ela com seus amigos sem graça e com filhas extremamente oferecidas, acho ridículo esse lado da minha mãe querer ficar empurrando garotas pra cima de mim mesmo eu falando que quando achar a garota certa eu lhe apresento a ela.

- Sem bagunça entendeu?- papai fala ao passar por mim. Ele concorda comigo, e odeia quando minha mãe trás essas pessoas aqui pra casa, é um total saco.

Eles entram correndo no carro. Cruzes pra que toda essa pressa? Fecho a porta e sigo pro meu quarto. O que eu vou fazer agora? Não tem nada de interessante aqui.

Me levanto e começo a caminhar pelo quarto, não tem nada de bom mesmo por aqui. Apenas fotos antigas e pôsteres por toda parede. Meu video-game quebrou, minha televisão queimou. Que ótimo, acho que a única coisa que posso fazer agora é dançar não é?. Não estou reclamando, aliás amo dançar.

Droga tem aquela aula de matemática ainda, nem sei o que vou apresentar pra ele.

Seria mais fácil se eu tivesse falado a verdade, mas fiquei com vergonha. Todo mundo estava me olhando, eles podiam rir de mim, e a última coisa que eu quero, é causar um polêmica nessa escola. Sim polêmica, essas pessoas não sabe deixar no silêncio.

Não sei como essa escola não ficou conhecida ainda como "A Escola MAIS fofoqueira da Coréia " porque pelo amor de Deus, é cada pequena coisa que essas pessoas falam, que no ouvido de outras se tornam uma coisa gigante.

Pra eles, talentos "peculiares" não são bem-vindos na escola. Porque segundo eles "Apenas garotas podem dançar" ou "Apenas garotos jogam bola". Acho isso tão injusto, eu não curto nem um pouco futebol, mas amo dançar. Me deixa calmo e leve, então por que tenho que esconder isso?

Ainda sonho em um dia conseguir mostrar pro mundo inteiro meu talento que sei que tenho. É o que eu mais quero, mas antes, tenho que mudar esse pensamento egoísta das pessoas.

Pego meu celular e procuro por uma música agitada, sempre gostei desse tipo de músicas, lentas me dão sono. Conecto o celular na minha caixa de som, e deixo num volume baixo e começo a dançar.

Ainda não consigo entender porque essa sensação de vazio continua aparecendo frequentemente, todos os dias pela manha sinto isso, e antes de dormir também. Ja virou rotina pra mim.

Um vazio no meu peito, é uma sensação tão ruim, tenho medo dela.

Consigo aliviar pelo menos um pouco disso quando estou dançando, meus movimentos fazem com que eu esqueça tudo. Tudo mesmo. Até o que eu não deveria esquecer. Frango

Droga o frango. Corro pro andar de baixo e pego o frango que estava na geladeira e ligo o fogo. Ou pelo menos tento ligar ja que ele apaga.

Droga esqueci que não consigo ligar esse fogo, sempre apaga. Minha mãe vai me matar. Pior que não conheço ninguém aqui perto de casa que possa me ajudar , na verdade, não conheço ninguém daqui da rua.

Apenas...

Ao lado da minha casa, se não me engano mora uma mulher la dentro, e se eu pedir ajuda? Mas ela pode me achar uma criança se eu pedir.

Que se dane, não quero minha mãe falando um bocado de coisas no meu ouvido. Sigo até a casa dela e toco a campainha. Depois de uns segundos uma mulher que aparentava ter uns 40 anos atende. Nossa foi bem rápido.

- Boa tarde- falo dando um sorriso pequeno.

- Boa tarde- ela diz e retribui o mesmo sorriso.

- Desculpa eu não queria atrapalhar nem nada, mas é que os meus pais sairam e eu não sei mexer naquele fogão, pode me ajudar?- pergunto meio envergonhado de estar pedindo isso, qualquer adolescente do mundo saberia como ligar um fogão.

- Eu não posso sair de casa agora- ai droga vou morrer ainda hoje- Mas minha filha pode- Não sabia que ela tinha uma filha, nunca a vi por aqui- FILHA DESCE AQUI ela é bem tímida - ela grita em direção a escada e sobe e ouço alguns sussurros, deve estar conversando com a garota.

Não não, ela não ta não.  Deixa de ser burro garoto, você acha que ela ia esta falando com espíritos? Sera? Meu Deus.

- Olha como eu disse, minha filha é bem tímida.- ela diz descendo as escadas.

- Eu entendo se não puder ajudar, obrigado mesmo assim e desculpa atrapalhar.- sabia que não era um boa idéia, vim só fazer papel de bobo. Mas quando estava saindo ela segura em meu braço me impedindo de sair.

- Eu não disse que não ajudaria- ela diz e me da um sorriso simpático. Isso, não vou precisar levar bronca . - Ela vai, mas sem mostrar o rosto. Ela vai tampa-lo entendeu?- assinto meio negando. Ela vai usar um tipo de máscara ou algo do tipo?

- Tudo bem- digo e ela sobe de novo.
Que sobe e desce todo é esse minha senhora?

Ela é tão tímida assim que tem que usar uma máscara? Uau ela se superou.

Depois de ouvir mais alguns sussurros, ouço alguém descer e arrumo minha postura. Sei la, foi na hora da emoção. Mas espera, eu ja vi esse moletom antes, tenho certeza disso.

- Ola- digo sorrindo e ela apenas acena com a mão. Nossa com essa máscara não da pra enxergar nada além dos olhos dela. Belos olhos. Sei bem que não vou consegui segurar esse elogio para mim e vou acabar falando pra ela. Não vou me arrepender disso, não vou estar mentindo mesmo.- Vem, vou te levar até la- digo e saio andando até em casa.

Ela é tão quieta, chega a ser assustador. E se ela for uma assassina que só esta me esperando chegar em casa pra me matar? Deus? Ta ai? Ouça minhas orações e não deixa ela me matar por favor, preciso casar antes de morrer.

- Vem pode entrar- digo abrindo a porta e ela entra olhando pelos cantos da casa- Minha mãe disse que tinha que colocar isso aqui no forno porque chamaria alguém para cá ou algo do tipo- digo e vou pra cozinha, ela continua parada no mesmo lugar. -Pode vir aqui- a chamo com o dedo e enfim ela vem.- Não precisa ficar com vergonha, só queria ajuda mesmo. Se minha mãe chegar e ver que eu não coloquei isso logo, é capaz de me matar- digo e dou um sorriso, mas é aquele ditado la né "Rir pra não chorar". Seus olhos diminuíram, tenho certeza que ela sorriu. Isso já é um progresso né? Amém, não vou morrer hoje, isso se ela não for mesmo uma assassina.

- Você tem que fazer isso aqui olha- ela pega frango que estava na mesa e o coloca dentro do forno. Me atendo quando ela aperta o botão .- Quando for acender, segure aqui por pelo menos trinta segundos- ela diz e assim faz- E então ligue o isqueiro ou fósforo, e espera por mais trinta segundos- diz e faz, e o fogo acende. Como eu não sabia disso?

- Nossa eu não sabia disso- digo e pato palmas. Não sei, acho que virou uma coisa minha- Já sei a quem chamar quando não conseguir ligar um forno- digo e ela parece arregalar os olhos. Eu disse algo errado?

- Por que não tenta?- pergunta baixo e me entrega o fósforo. Me abaixo ficando da altura do forno, minhas pernas chegam a doer, vai trouxa quem mandou querer alcançar o céu também.

- Segura aqui não é?- assente e assim faço - Agora coloca o fósforo assim- digo e o coloco. E o fogo apaga- Mas eu não fiz certo?- pergunto e ela nega com a cabeça.

- Quando for colocar o fósforo, tem que deixá-lo por trinta segundos também- diz se abaixando do meu lado pega o fósforo da minha mão e o acende. Nossa, seus olhos são tão bonitos, são castanhos, parecido com os meus, só que os dela é um pouco mais claro, quase caramelo. .- Bem assim- diz após o fogo ligar.

Droga tenho que falar se não vou acabar morrendo com a palavras encubadas na minha garganta.

- Você tem olhos bonitos sabia?- digo e vejo um finalzinho de coloração abaixo dos seus olhos os deixando chamativos e bonitos. Ela ficou corada? Por que a elogiei?

- E-eu tenho que ir até mais- ela diz e sai correndo.

Caramba eu deixei ela corada, mesmo sem saber quem é ela. Isso não surpresa pra mim, não mesmo, eu apenas achei estranho só isso. Não é a primeira vez que isso acontece, mas é a primeira que faço isso sem ter a intenção.

Me sento na cadeira. Mas eu sei que ja vi aquele moletom, e aquele perfume. Eu ja senti eu sei que ja senti. O engraçado agora, é que me senti tão bem perto dela, mesmo que fosse por aqueles pequenos minutos.

Fiquei curioso demais agora, não sei o porque, mas sinto que preciso descobrir quem é essa garota.

Droga eu nem agradeci a ela. Corro até sua casa e toco a campainha pela segunda vez hoje

- Ola, eu esqueci de agradecer- digo com um sorriso pequeno assim que a porta é aberta pela mesma garota com a máscara tampando seu rosto- Obrigado!

Ela parece congelar ali, me senti estranho dessa vez. Aceno e volto para casa, o que foi isso? Ok não sei, só sei. Que aquela sensação voltou de novo, mas quando que ela passou?

Mas de qualquer forma eu preciso saber, quem é ela?


Notas Finais


Amanhã tem maaais


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