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História My Little Angel - Capítulo 1


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Notas do Autor


Eu espero que gostem, eu não tive muita inspiração antes de escrever essa historia, porem curto muito o universo de scp e sim eu tenho uma queda monstra pelo 049.
Angela não tem nenhum parentesco ou algo parecido com a Mercy de overwatch, deu na telha de que eu fiz o esboço dela na minha mente e deu igualzinha a mercy. Eu peguei o nome Angela de um gerador de nomes italiano. Ela é um personagem original, podem usa-la se me derem creditos, porem eu não tenho nenhum direito sobre sua imagem já que ela é basicamente igual a Mercy de overwatch.
Ignorem os erros por favor. Enjoy <3

Capítulo 1 - Angela Rossi


Fanfic / Fanfiction My Little Angel - Capítulo 1 - Angela Rossi

POV Angela Rossi

 Tenho trabalhado bastante em varias pesquisas sobre o cerebro humano e como funciona exatamente, saindo dos dados que nos já possuimos. Olhando para tudo isso você deve estar se perguntando o por que de eu fazer esse tipo de experimento já que tudo que sabemos esta suficiente. Venho de uma familia que não desiste, então venho trabalhando para poder entrar no mesmo local de trabalho que meu falecido pai. Não me lembro muito bem do nome, mas o local onde o mesmo trabalhava ficava nos Estados Unidos, Alabama. Um pouco longe da minha casa, mas vai valer a pena. Estou esperando com afinco para minha carta dizendo que fui aceita na instalação. Não há muito sobre o local que se saiba para me contar, meu pai tambem não era de falar sobre, acho que era um tipo de politica que ele havia assinado. Quando eu era criança isso me dava nos nervos, eu ficava dias pensando sobre o tipo de coisas que eles faziam nesse local. Dentre aliens e seres humanos com poderes, coisas de criança.

 Há 4 anos que venho estudando para finalmente poder me mostrar apta para poder entrar na instalação e ultimamente com os meus resultados espero realmente pegar a atenção de alguem lá. Todos devem ser muito inteligentes, como meu pai. O homem descrobriu a cura para muitas doenças na epoca, mas infelizmente não conseguiu viver para coloca-las na pratica e seus papeis de pesquisa se perderam no seu grande local de trabalho. Tenho hoje 22 anos, me formei na ensino medio muito nova por ser extremamente inteligente para minha idade, com 12 anos eu mandei meu hamster para a lua.. Isso foi sem querer, eu estava apenas brincando com alguns cabos e a placa de comandos do controle remoto, minha mãe ficou furiosa. Não me levem a mal, mas estou nervosa, nervosa demais, no momento eu estou sentada de pijama na frente da minha porta esperando o carteiro passar com as cartas e assim receber a minha querida carta. Eu estou assim faz alguns meses, eu sou extremamente ansiosa, é de familia, pois minha mãe é igualzinha a mim.

- Alguma coisa ainda? – A senhora de cabelos loiros baixinha me perguntou calmamente

- Nada ainda mãe..

- Você tem que esperar, parece o seu pai. Me lembro que quando ele se candidatou para esse mesmo emprego ficou igualzinho a você, plantado na porta até o dia em que a carta chegou. – Ela suspira – Ele ficou tão feliz que não queria nem saber se tinha sido aceito ou não, quando abriu a carta e leu o que tinha sido escrito o mesmo chorou de alegria, eu vou admitir que chorei junto haha.

- Eu vou chorar de tanto esperar – Me deito de costas no chão encarando o teto branco

- Então chore depois do café da manhã – Ela sai em direção a cozinha

- Obrigada pelo apoio – Grito pra ela que esta na cozinha

 Suspiro pesado enquanto abro os braços estirando-os no carpete cinza que cobre o chão inteiro. Quanto tempo mais terei que esperar? Sera que me recusaram? PERDERAM MINHA CARTA? Não.. Na verdade não é impossivel. Argh pensar nisso me da dor de cabeça. Levanto indo em diração a cozinha vendo a pequena senhora fazendo o seu tão famoso cafezinho estilo brasileiro. Moramos na Italia, eu esqueci de dizer isso, meu forte é a ciencia e não estupidas redações não espere algo tão elaborado da pequena e desesperada Angela. Me sento na pequena cadeira da mesa que havia na cozinha olhando a senhora alegremente cantalorando alguma musica aleatoria enquanto esperava o café ficar pronto.

 Apoio o rosto em meu punho olhando para um ponto fixo na cozinha, sera que realmente perderam minha carta? Pode ser que perderam no correio e eu nunca saberei se fui aceita ou não, mas e se ela chegar e me aceitarem, com que cara eu vou chegar la? Vou chegar “Oi eu sou a Angela Rossi e não eu não fiquei implantada na porta esperando a carta chegar haha”. Obviamente não né Angela, aja naturalmente... Eu vou explodir, só de pensar no que pode ter naquele local, tantos tipos de relatorios e dispositivos de alta tecnologia, eu posso parecer uma tarada falando que algo assim pensando em dispositivos, mas só de pensar neles eu posso literalmente ter um orgasmo.

- Angela! – Sou retirada dos pensamentos pela minha mãe gritando meu nome

- Oi, jesus. Não precisa gritar eu estou na sua frente – Levanto coçando os olhos

- Estavam batendo na porta e eu te chamei 5 vezes, mas você estava em outro mundo. Uns homens estão sentados na sala esperando para falar com você – A senhora sai em direção a sala, consigo escutar duas vozes diferentes alem da voz da minha mãe

 Vou em direção a sala sem esperar muito disso, devem ser alguns amigos de escola ou sei la. Muito provavelmente não amigos, pois eu nunca tive amigos. Chegando na sala vejo dois homens vestidos como seguranças, oculos escuros e ternos, ombros largos. Os dois me olham e se levantam ao mesmo tempo, olhando fixamente para mim, percebendo que ainda estou de pijama fico sem reação. Você é avoada demais Angela..

- A senhorita seria Angela Rossi? – O homem da esquerda começa

- Sim, por que? – Respondo colocando uma mecha de cabelo atras da orelha

- Estamos aqui para escolta-la até o aeroporto para irmos até a intalação do Alabama, a senhorita não recebeu a carta? – O que?

- Carta? Ainda não.. – Eu falei que a carta poderia ter sido perdida no correio

- Entendo, não precisa arrumar as malas. Teremos coisas para você na instalação. Pode se despedir e ir diretamente até o carro, estaremos esperando você la fora – Os dois homens saem ao mesmo tempo e me deixam plantada na sala com a minha mãe

- Você conseguiu meu amor!

- Eu.. Consegui mesmo. – Eu estou tão feliz!

- Dê tudo de si meu amor, nos vemos em algum dia. Eu te amo! – A senhora me abraça e me leva até o carro

- Espera, eu preciso trocar de roupas, estou de pijama ainda – Lembro antes de adentrar o carro preto

- Não há necessidade, por favor entre – O mesmo abre a porta do carro para mim

 Dou um aceno leve para minha mãe enquanto entro no carro e o homem fecha a porta em seguida. O ar condicionado estava gelado fazendo com que eu sentisse um arrepio. Os dois seguranças se sentam no banco da frente do carro ligando o mesmo saindo em partida até o aeroporto.

(...)

 A viagem não foi tão turbulenta nem nada, fiquei basicamente a viagem inteira sozinha num jato particular olhando a janela e passando as horas assistindo alguns filmes infantis que haviam na televisão do avião. Já podia avistar a intalação aqui de longe, havia um proprio local para pousar os aviões que dava direto dentro da instalação. Incrivel que a senhorita Angela aqui vai se apresentar para os seus superiores de pijama de bolinha não é mesmo.

 Saio do avião sendo escoltada por um homem armado, muito bonito por sinal... Vejo ao longe duas pessoas com jalecos brancos conversando entre-si, haviam mais uns 7 homens armados envolta deles olhando para o avião em fila. Agradeço a ajuda do mesmo que volta para a fila de homens armados, ando calmamente envergonhada até os outros cientistas.

- Bem.. A senhorita é a Angela Rossi? – A mulher de cabelos morenos liso longo começou

- Sim... – Olho para os meus pés que estão com pantufas de gatinho brancas

- Te pegaram desprevinida não é? Esta tudo bem, não iremos ficar reparando – Ela sorri

- Iremos te dar um tour da instalação. Seja bem vida ao Site-88. Cuidamos de anomalias humanoides, você ira se acostumar com tudo aqui. Estarei ditando algumas regras importantes da instalação espero que preste muita atenção pois a quebra de regras pode resultar em sua morte. – Morte? – 1- Não desrespeitar seus superiores. 2- Não questionar ordens. 3- Não recusar ordens. 4- Não sair de seu quarto depois das 23:00. Sair nessa hora resultara em nossa força tarefa abrir fogo contra você. 5- Não ficar sozinha em salas de confinamento de anomalias. 6- Não precisa trazer nenhum remedio de casa, pois temos tudo o que precisar aqui. 7- Não contar sobre nenhuma das coisas que acontecem na instalação, isso resultara em sua morte e na morte da pessoa que você contou. 8- Não se apaixonar por alguma anomalia. 9- Se ver um urso de 11 cm de tamanho andando pela instalação chame a força tarefa imediatamente. 10- Se tiver algum tipo de pesadelo, tome um copo de leite e volte a dormir. 11- Se sentir medo e/ou panico de abrir alguma porta pessa ajuda a força tarefa imediatamente. 12- Se algum de seus familiares baterem na porta a noite no seu quarto, não abra. 13- Se ver uma criança em seu quarto ignore-a e ligue a televisão em algum canal de desenhos animados até ela cessar comunicação com você. 14- Se ver alguma poça de liquido preto acione a força tarefa imediatamente. 15- Se você der de encontro com algum scp, mantenha a calma e chame a força tarefa imediatamente. 16- Se ver algum familiar sendo executado ou em algum tipo de teste, não interfira. 17- Se sentir algum cheiro podre em baixo de sua cama, não vá averiguar. 18- Se escutar assovios a noite não vá investigar. 19- Se encontrar o scp-999 faça carinho nele, mas é improvavel que ele apareça aqui. 20- Em caso de algum scp sair de sua cela e acontecer um lockdown não se preocupe. 21- Não faça contato com ninguem de fora sem autorização. 22- Visitas familiares só serão permitidas depois de 2 meses de trabalho. 23- O uso de celulares é permitido, porem pode te colocar em risco em determinadas situações. 24- Tome banhos gelados ou mornos, nunca quentes. 25- Se se machucar, fique calma e não grite, peça para que algum agente contate os medicos. 26- Nunca grite. Nunca. 27- Não faça muito contato visual com nenhum scp que não conhecer. 28- Escove os dentes regularmente e cuide de sua saude, é extremamente importante. 29- Se tiver alguma reação alergica por favor diriga-se ao centro medico. 30- Nunca enfrente nenhum cientista 05. Por enquanto é só isso.

- Quanta coisa...

- Você se acostuma – A mulher sorriu

- Me siga por favor. – Os dois se viram em direção ao grande portão de ferro

(...)

 Depois do grande tour do labirinto que é este local eu finalmente consegui me aconchegar no meu quarto. É simples, tem uma cama, uma mesa com cadeira e alguns papeis e uma porta que leva para o banheiro. Tem algumas roupas que estranhamente são do meu tamanho exato. Eles me disseram quem eu tenho que respeitar e quem é meu supervisor, percebi que eu sou a base da piramide junto com a classe D. Não me explicaram o que ela realmente é, mas não faz diferença. Eu não entendi muito bem o que quer dizer scp, mas acho que são o nome dos experimentos que eles possam fazer... Solto um longo suspiro. Como eu vim parar num local tão louco assim? Troco de roupas colocando qualquer coisa que eu vi no armario e amarro meu cabelo, saindo do quarto olhando para os dois lados para ver se tem alguem que pode me dizer o que fazer. Não estou vendo ninguem.. Acho que posso explorar..

 Saio andando por ai olhando as varias portas iguais do local. Consigo sentir minhas pernas doendo por andar tando, mas parece que eu não sai do lugar. Tudo nesse local é extremamente igual.

 Entro em um corredor diferente dessa vez. Há numeros nas paredes, scp-245; scp-1774.. Acho que achei os locais onde ficam os experimentos.. Eu acho que posso dar uma pequena espiada. Localizo uma porta entre aberta, seu numero era scp-049. Afastando um pouco a fresta consigo ter a visão de uma pessoa de manto negro mexendo em algo numa mesa cirurgica de metal. Deve ser algum dos cientistas.. Me viro para sair e-

- Quem é você? – Uma voz calma e masculina soa da pessoa na sala

- Me desculpe, eu não acho que deveria estar aqui senhor.. – Merda..

- Eu nunca te vi por aqui, é nova? – Ele esta olhando para mim, utiliza uma mascara semelhante ao medicos da peste negra antigos. Seus olhos penetrantes parecem olhar para minha alma

- Sim, cheguei hoje.. Eu sou.. Angel. – Eles disseram que não devo usar meu nome real..

- Angel é um belo nome. Me chame de 049 – 049? É o nome dos doutores encarregados das anomalias? Cada um tem o numero de cada anomalia? É mais facil de diferenciar, eles são inteligentes

- O que faz aqui Angel? – O homem de antes que me apresentou o local chama minha atenção

- Eu.. Me perdi. Estava falando com o doutor sobre... Voltar para o meu dormitorio.

- Doutor? Não é pra ter nenhum doutor nessas areas agora, e como abriu a porta? – Ele fecha a porta na minha cara

- Ah.. Tem um moço ali, 049 o nome dele. Vai tranca-lo ai?

- Falou com ele? – Ele pergunta assustado

- Sim.. Não deveria?

- Sorte sua que eu não vou contar para o 05, mas nunca mais venha aqui sozinha me entendeu? Amada você poderia ter morrido!

- Ah, desculpa – Parabens Angela, já fez merda no primeiro dia, mas quem então era aquele cara?


Notas Finais


Os capitulos vão demorar, porem serão em torno de no minimo 1000 palavras. Me desculpem se desapontei.


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