História My little angel Castiel - Capítulo 1


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Categorias Supernatural
Personagens Bobby Singer, Castiel, Chuck Shurley, Crowley, Dean Winchester, Ellen Harvelle, Jo Harvelle, John Winchester, Personagens Originais, Sam Winchester
Tags Castiel, Dean, Família, John, Sam
Visualizações 94
Palavras 1.053
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa noite meus amores. Mais um projeto para vocês. Será um pouco diferente da maioria das fics que eu escrevo. Mas acho que irão gostar ♥️

Capítulo 1 - Cass


— Não vamos ficar com esse garoto Dean! Não podemos assumir o cargo de mais uma criança! – Indaga John com o tom de voz alto e potente. O homem estava visivelmente alterado, e não era para menos. Já estava de bom tamanho com Sam em sua fase mais rebelde.

Seu primogênito havia vindo com a ideia "Maluca" de ficar com o bebê que haviam encontrado recentemente em uma caçada.

Resumindo, Dean e John haviam encontrado um caso aonde um casal fora misteriosamente assassinado, tiveram os olhos queimados, uma morte realmente horrível.

Como estavam perto da cidade aonde o crime havia acontecido decidiram investigar.

Chegando no local não encontraram nada que remetesse à uma criatura sobrenatural. Jamais haviam visto algo do tipo em suas infinitas caçadas pelos Estados Unidos.

Chegaram na casa inclusive antes da polícia, então todas as provas do crime deveriam estar ali. Intactas. Mas nada foi encontrado.

A não ser é claro um pequeno ser dentro do armário. Escondido em volta de vários mantos. Teria passado desapercebido se o pequeno não tivesse colocado seus pulmões para funcionar a todo vapor em um choro sentido.

Dean foi o primeiro a ouvir, havia corrido para a cozinha sem nem hesitar, algo dentro de si lhe fazia assumir um instindo até então desconhecido.

Seguindo o choro infantil abriu a armário da cozinha, encontrando uma criança escondida ali.

A surpresa tomou conta do jovem Dean Winchester ao se deparar com o pequeno menino de pele pálida e olhos incrivelmente azuis ali dentro. Seu cabelo era castanho e liso. Algumas mechas chegavam a cair nos olhos.

O pequeno segurava um ursinho firmemente, o olhar estava carregado de confusão e pavor.

Dean lhe pegou no colo cuidadosamente, o bebê deveria ter uns três anos.

Foi com essa cena que John se deparou quando desceu atrás do filho. Isso havia ocorrido a cinco minutos atrás, e agora ambos estavam em uma discussão a respeito da criança desconhecida.

— Eu não vou deixar esse menino sozinho! Ele está com medo..

— Ele não é problema nosso Dean!

— Será que não é? O que quer que seja que tenha matado essas pessoas provavelmente estava atrás dessa criança pai! Ele estava muito bem escondido... Isso não é óbvio?!

— Cuidado com esse tom de voz garoto. – Indaga John cerrando os olhos para o filho – Mas você tem um bom ponto. A julgar pela situação, provavelmente estavam atrás do menino. Os pais certamente lhe esconderam aqui...

— Exato. Pode não ser seguro deixá-lo a cargo de pessoas "Normais" papai. Conosco ele estará a salvo. – Argumenta Dean tentando soar o mais convincente possível. Ele sentia que deveria proteger aquele bebê.

— Ele não estará seguro conosco Dean... Não sabemos quem está atrás dele.

— Papai não podemos arriscar em deixá-lo com pessoas indefesas.

— Eu não penso em arriscar a sua vida e muito menos a do seu irmão Dean. Se o que fez isso com essas pessoas estiver atrás dessa criança teremos um problema. – Indaga John com um alto grau de preocupação na voz.

— Não teremos.. Estaremos preparados papai. Eu não vou deixar esse menino nas mãos de qualquer um. Não podemos fazer isso. Nosso dever é salvar pessoas. – Diz Dean olhando o pai de forma séria.

John respira fundo e logo ouve o som das sirenes policiais. Não tinham muito tempo agora. E como se não bastasse seu filho estava convicto demais. John sabia que não havia tempo para discutir.

— Ok Dean. Mas ele só ficará conosco até descobrirmos o que está acontecendo com essa criança. Depois disso deixaremos ele com alguém que realmente possa cuidar do mesmo. Estamos entendidos?

Dean sorri e concorda com a cabeça.

— Sim senhor. – Responde aliviado. – Hey bebê... Você sabe o que houve aqui?

A pergunta saiu suave, e John se surpreendeu. Dean não costuma usar esse tom de voz.

— N-não... – Murmura baixinho.

John encara o filho o puxando para sairem logo dali. Conseguiram evitar que o menino visse algo que lhe traumatizasse em relação ao crime e logo já estavam a caminho do impala.

— Do que você se lembra pequeno?

— Só.. Só o meu nome. – Murmura de forma infantil ainda amendontrado.

Dean lançou um olhar confuso em direção ao pai. Isso era estranho. Uma criança desse tamanho deveria se lembrar de muito mais que o próprio nome. O que realmente havia acontecido aquela noite?

— E como é o seu nome? – Volta a perguntar loiro de olhos esverdeados.

O menino alterna o olhar entre ambos os homens. Enquanto um lhe parecia acolhedor e transparecia segurança, o outro lhe causava certo medo.

— Castiel... – Responde com o olhar fixo em Dean.

Dean sorriu levemente, o nome lhe dava uma sensação de paz e pureza.

— Castiel... É um bom nome. – Sorri o jovem de apenas vinte anos. Frase essa que fez o pequeno abrir um sorriso doce nos lábios. – Cass, meu nome é Dean.

— Dean. – Repete o pequeno como se quisesse gravar esse nome em sua cabecinha.

Ato esse que causa graça no jovem Dean.

— Isso mesmo bebê. Dean. É um nome bem legal também não é? – Pergunta divertido tentando distrair o pequeno enquanto John os afastava da casa.

Castiel concorda com a cabeça sorridente. Poderia dizer que já gostava do homem de olhos verdes caso alguém lhe perguntasse.

— Eu sou John. – Apresenta-se John ao notar que nem seu filho e muito menos a criança ali presente pareciam interessados nele.

— John bravo? – Pergunta curioso.

— Nah.. Ele só tem cara. – Brinca Dean ganhando um olhar perigoso do pai. Solta um risinho e corrige sua resposta – Talvez ele seja um pouquinho bravo sim.

Cass assente e volta sua atenção à Dean.

— Dean bravo?

— Nah.. Eu sou o cara mais divertido do mundo todo Cass! – Sorri o loiro fazendo o pequeno sorrir ainda mais.

Castiel não se recordava de nada antes de acordar no armário há apenas meia hora atrás. A não ser seu nome. O pequeno não sabia de muita coisa, então concentrou-se apenas naquele momento. Naquele homem de olhos verdes que havia lhe salvado do escuro. No homem que lhe demonstrava segurança e proteção. Concentrou-se apenas em Dean Winchester.

   E Dean estava encantado pelo bebê em sua frente, mal sabia o loiro que sua vida daria um giro enorme a partir daquele dia.


Notas Finais


O que estão achando?
Devo continuar?

Espero que tenham gostado ♥️♥️


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