História My Little Baby - Capítulo 4


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Categorias Guns N' Roses
Personagens Personagens Originais, Slash
Tags Baby, Bebê, Conflitos, Drama, Gravidez, Guns N' Roses, Hot, Romance, Slash
Visualizações 61
Palavras 1.376
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Slash, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Heyy, Gunners!! Boa leitura Xxx

Capítulo 4 - Three


P.O.V Helena

Já era 20h30 e já passava da hora de fechar a confeitaria. Depois que Renee chegou, chegaram mais alguns clientes querendo encomendar e tive que ficar por mais alguns minutos. Não vi problema nisso. Eu e minha mãe arrumamos tudo e fechamos a loja. Eu estava cansada e queria voltar logo para casa para poder tomar um bom banho para poder me deitar.

- Podo ir, Lena, falo para o seu pai que estava cansada. - minha mãe disse sorrindo docemente. 

- Ah...tudo bem, mãe. Não irei negar. - roubei gargalhadas na minha progenitora. - Vou ir pegar o London. - passei o avental pelo meu pescoço após terminar de enrolar alguns beijinhos e minha mãe apenas assentiu com um sorriso. 

Subi até o andar de cima com preguiça, adentrando na sala, onde peguei London com cuidado que dormia no chiqueirinho, pegando também sua bolsinha onde havia suas coisinhas e desci com calma por ter meu filho no colo.

- Tchau, mãe. - disse baixinho pelo meu menino estar dormindo. Minha mão foi de encontro com a alça de minha bolsa depositada no balcão de madeira refinada.

- Tchau, filha. Tchau, amor da vó. - minha mãe depositou um beijo na testa de London que soltou um pequeno suspiro de seus lábios finos. 

Depois de ter me despedido na minha mãe, dei poucos passos até a garagem da confeitaria, colocando London na cadeirinha, onde pude deixa-ló seguro com o auxílio do sinto de segurança, deixando minha bolsa e a dele no banco de trás, adentrando no carro, onde pude me aquecer do frio que fazia lá fora. Dei a partida e assim iniciando uma viagem até o apartamento. 

Demorei um pouco para chegar em casa, pois o trânsito estava cheio por conta de ter muitas pessoas saindo do trabalho a essa hora e também contendo adolescentes nos carros prontos para uma noite de bebedeira. Só de pensar que perdi tudo isso por conta de um feto que eu amo tanto e faria tudo quantas vezes fosse preciso por ele. Ele é a única coisa que ainda me mantém forte e de pé. 

Logo que pisei meus pés em casa, agradeço por finalmente poder me tranquilizar em meu lugarzinho de aconchego. Como London estava dormindo e não acordou no caminho pra casa, o deitei no berço, indo tomar um banho de água quente. Fiz uma simples janta, já que era só eu em casa, London só tem 10 meses e só de vez em quando que come sua papinha, pois ele come mais na minha mãe. Só nos fins de semana que ele come papinha aqui em casa. Por vezes ele ainda aceita o peito.

Depois que jantei, contastei que era assistir um pouco de televisão, estava passando um filme que queria muito assistir o que me fez apressar a pegar meu edredom, deixando minha atenção completamente na TV. 

P.O.V Renee

Eu estava muito animada pra a festa do Hudson. Me arrumei o máxmi que consigui, e o meu objetivo esta noite era impressionar Saul, com um vestido preto que dava até o meio da coxa e era todo rendado. O salto também ajudava no look e a maquiagem nem se fala, estava perfeita para ele. Queria ele esta noite. Só por uma noite. 

Estava prestes a sair de casa, andando na ponta dos pés, quando minha mãe me barrou com um barulho feito pela sua garganta o que me fez bufar. Revirando os olhos. 

- Onde você pensa que vai? - me olhou com cara fechada e braços cruzados. Não entendo porque eles estão assim comigo. Só por causa de uma bebedeira. Eu poderia fazer um livro de coisas que eu já fiz e meus pais não sabem.

- Em uma festa, mãe. Sei que pisei na bola com você e com o pai, mas eu juro que vou melhorar... Olha, se eu não voltar antes da 23h30 a senhora me proíbe. - sugeri.- Por favor, mãe, essa festa é importante. - disse juntando as mãos, na esperança  de que ela dissesse que sim. Se ela não deixar eu juro que fujo. 

- Renee, é a última vez que eu deixo, se não chegar até as 23h30, como você disse, pode dizer adeus as suas festinhas. Seu pai já não esta bom com você e se chegar bêbada pode desistir de pedir pra mim na próxima vez. - cruzou os braços arqueando a sobrancelha. Oh, mãe, que exagero, minha nossa.

- Ai, mãe! Obrigado, obrigado, obrigado. - disse animada, beijando seu rosto. Depois de mimos dados a minha mãe, sai com passos largos de casa antes que ela mudasse de opinião.

Peguei um táxi e disse as informações ao moço de cabelos grisalhos. Em poucos minutos cheguei ao condomínio de boa estrutura. Desci do carro, entregando-lhe o valos cobrado da viagem, caminhando nervosamente até a entrada do condomínio, me identificando mais uma vez ao porteiro. Tive que esperar o mesmo ligar para Saul, para que ele permitisse minha entrada pela segunda vez no dia. 

Quando finalmente cheguei na frente da casa de Saul, ele me esperava na frente da mesma, tendo em sua mão grande uma taça de champanhe. Ofereci-lhe o meu sorriso mais bonito ao vê-lo e ele fez o mesmo, maliciosamente, mordiscando seu lábio inferior, passando o dedo pelo mesmo.

- Wow! Você esta linda, fantástica, para ser mais específico. - me olhou de cima a baixo, depositando sua mão na minha cintura ao me dar um beijo na bochecha.

- Obrigado. - dei-lhe uma piscadela.

- Vamos entrar? - estendeu sua mão para que eu a pegasse. Não hesitei em faze-lô.

- Vamos sim. Claro. - sorri, imaginando coisas fora da realidade. Ele nunca faria tal coisa comigo. 

Entramos e a casa estava cheia. Havia alguns famosos, mas também meninas desconhecidas, eu não conhecia ninguém, então por isso Saul ficou comigo o tempo todo. Seu braço envolvia toda a minha cintura me fazendo ter uma onda de arrepios por todo meu corpo.

(...)

A festa estava muito animada. Muita gente dançando, música alta, bebidas, sem duvidas essa é a melhor festa que já presenciei em toda a minha vida. Eu já havia ficado fora de mim e Saul não estava muito distante disso. Riamos juntos, estavamos literalmente muito loucos. Nós sentamos em alguns poofs jogados pelo chão da sala. As luzes coloridas eram as únicas que iluminavam o cômodo. 

- O que acha de ir lá para cima, hum? - Saul disse perto do meu ouvido, pelo motivo da música estar alta.

- Acho perfeito. - sorri mordendo meu lábio de uma maneira sexy com o meu dedo indicador em meus lábios. Minhas unhas estavam pintadas num vermelho cereja, ajudando no clima que estava formando-se entre nós dois. 

Saul envolveu sua mão na minha, me levantando para alguma cômodo da sala que eu rezava que fosse seu quarto. Bingo. Ele trancou a porta e me olhou com um ar malicioso e extremamente sexy. 

Holy shit!

- É um belo quarto, Hudson. - dava lentos passos para atrás, sentindo meu calcanhar bater em sua cama, me fazendo cair de costas. De imediato senti um peso sobre meu corpo. Oh, Saul. 

- Estou vendo algo muito mais bonito logo abaixo de mim. - chegou perto lentamente, agarrando minha cintura com força me fazendo arfar. - Ou melhor... Maravilhosa... - sussurrou rouco bem próximo ao meu ouvido, iniciando uma trilha de beijo pelo pescoço, o que me arrepiou de imediato. 

- Eu quem digo isso, babe. - meu olhar caiu em seus lábios e o dejeso de beija-ló era enorme. 

Saul foi se aproximando, deixando-me com a respiração ofegante e anciando mais por aquilo. Até que finalmente nossos lábios se encontraram e de imediato nossas línguas travaram uma guerra em um beijo molhado, que aos poucos foi se tornando quente. Eu podia senti-lo crescer entre minhas pernas. Suas mãos passeavam por todo meu corpo. O quarto poderia pegar fogo por conta da nossa temperatura ali. Gemidos eram arrancados dos dois. Queria tê-lo em mim. Dentro de mim. 

Em questão de minutos nossas roupas estavam jogadas pelo quarto e nossos corpos já estavam entregues um ao outro. Era bom sentir Saul, como se estivesse no paraíso. Ele se encaixava perfeitamente a mim. Estava completamente louca por ele e não deixaria esse garoto tão lindo escapar, ele agora pertence a mim.

Somente á mim.

-x- 





Notas Finais


Hey, gunners!!
Por favor, não me matem, me desculpem por não ter postado ontem, e a culpa é que eu realmente não tive tempo, então... Sorry

Mas então? Gostaram? Continua?
Curtam, por favor.

All The Love, K. Sz


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