História My Little Baby - Capítulo 5


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Categorias Guns N' Roses
Personagens Personagens Originais, Slash
Tags Baby, Bebê, Conflitos, Drama, Gravidez, Guns N' Roses, Hot, Romance, Slash
Visualizações 51
Palavras 1.202
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Slash, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey, gunners!! Boa leitura Xxx

Capítulo 5 - Four


| Duas semanas depois |

P.O.V Helena

Era um domingo e neste dia da semana tinha um almoço em família, mas hoje seria um almoço entre familiares especial, pois era aniversário do meu pai, então todos os meus parentes vieram de Londres para Los Angeles. É tão bom ver todos aqui juntos e unidos como uma confraternização. 

Estou muito animada. Eu e minha mãe havíamos feito o bolo e estávamos fazendo o almoço em uma quantidade maior que o normal. Eu e London havíamos acordado bem cedo para vir para a casa de meus pais e ajudar com todos os preparativos e receber nossos familiares. 

- Estou animada para que todos venham para o aniversário do papai. - dizia enquanto me encarregava de cortar os tomates saudáveis comprados num mercado perto da casa de meus pais. 

- Também estou, filha. - sorriu, mostrando-me suas ruguinhas. - Só espero que Renee não apronte nada, por que ontem mesmo ela veio conversar comigo. - secou suas mãos delicadas no pano de prato bordado por ela mesma. Ela sempre o fazia quando tinha tempo.

- Sobre o quê, mãe? - coloquei os tomates na panela de vidro, entregando meu olhar a minha mãe, e com toda certeza, cheia de curiosidade. Oh, Renee.

- Disse que estava namorando, e que queria apresentar ele para todos nós. Como a família estará toda aqui, ela se aproveitou da situação. Eu gosto assim. - se sentou na cadeira de madeira rústica e muito bem polida com um verniz. 

- Ah, isso é muito bom, ao menos, ela para de aprontar um pouco, não é? - ambas rimos das desavenças que Renee provoca ao delongo de suas baladinhas ou festas com amigos. 

- Tomara, minha filha, tomara. - juntou suas mãos, e as balançou, olhando para cima como se estivesse fazendo preces, me fazendo soltar um riso nasalado. 

Continuei fazendo o que me ocupava, enquanto minha mãe fazia uma sobremesa, típica de nossa família. Em toda confraternização tem de haver, ou não seria os Bennett's. Ouvi uma risadinha invadir meu sentido auditivo e logo depois de alguns poucos segundos, vi meu pequeno no colo do vovô aniversariante. 

- Olha só quem está aqui. - os olhei, sorrindo como uma mãe boba. London me faz sentir o melhor sentimento de amor. Ele é meu único amor. 

- Ele tinha acabado de acordar e começou a dar aqueles gritinhos, não é mesmo, anjinho? - disse meu pai olhando London que confirmou com a cabecinha enquanto coçava os olhinhos ainda sonolentos. 

London riu com a mãozinha na frente de seu rostinho amassado pelo lençou da cama de minha mãe, fazendo-me rir junto dos meus genitores. 

- Diz parabéns ao vovô, filho. - me aproximei de London, dizendo em um sussurro ao beijar sua mãozinha tão pequenina e delicada. 

London apenas largou a minha mão e bateu palminhas, o que fez meu pai sorrir como um avô babão. London só sabia dizer "bó" que seria "vó", não fiquei chateada com isso, pois a maior parte do tempo ele ficava com a minha mãe e era provável que a minha mãe pedia para ela dizer tal palavra. Minha mãe ganhou a aposta. Humpf.

- E a Renee? Onde está aquela danada? - se curvou para ver se ela estava na sala, mas logo minha mãe tomou a frente para dizer onde ela havia se metido.

- Foi buscar o namorado para almoçar conosco e nos apresenta-ló. - levantou-se da cadeira, caminhando em passos calmos e leves até meu pai. 

- Um momento. Era sério? Pensei que era brincadeira. - disse meu pai surpreso, o que me fez gargalhar. Não tiro a razão dele, Renee quase nunca namorou, ela sempre foi de festinha, mas não lhes dava trabalho como hoje em dia. Talvez seja ciúmes de London que tirou toda a atenção dela.

- É, é verdade, querido. - riu nasalado. - vem cá com a vovó, amor. Eu não ganhei um beijinho hoje. - pegou London do colo do meu pai, fazendo beicinho, mas logo um sorriso tomou conta de seus lábios enrugados ao receber um beijo de meu menino.

Ouvimos a campainha e sorrimos um para o outro. Eles chegaram, e parecem bem animados por que tocaram a campainha várias vezes. Meu pai foi o mais depressa possível atender a porta antes que eles acabassem por quebrar a campainha da casa. Passando alguns, ouvi vozes juntas, desejando feliz aniversário para o meu pai. Eram tias, tios, primos, primas, enfim, a família toda veio, o que era contagiante.

Minha mãe e eu, fomos até a sala de estar. Peguei meu pequeno dos braços da avó, colocando-o no meio das minhas pernas, dando-lhe um boneco para brincar. Logo que eles nos viram, foi uma bagunça, e ficaram discutindo para ver quem pegaria London de primeira. Wow! Que familia normal.

- Acalmem-se, pessoal, fiquem calmos. Vão assustar ele desse jeito. - os encarei e logo todos se calaram, olhando meu filho que abraçou minha cintura com una certa dificuldade por ser pequeno demais. 

- Ele cresceu tanto, vi ele quando ele nasceu e olha o tamanho desse menininho. - minha tia Darcy disse pegando London, vamos dizer que ela é a tia mais babona de todas. Quase nunca vem nos ver por conta das suas viagens internacionais de moda, mas sempre que possível ela vem. 

Sorte minha que London era bem calmo e sorria para todos, estavam todos babando no meu bebê, e logo, ao menos que fosse por poucos milésimos, pensei em Saul. Se ele estivesse aqui, poderia dividir toda essa alegria que sinto com ele. Ele escolheu a formar mais difícil de todas.

- Está tudo bem, filha? - minha mãe colocou sua mão suave sobre meu ombro, apertando-o minimamente para me relaxar. 

- Ahn...sim, esta sim, mãe. - sorri para ela, disfarçando e jogando para o alto meus pensamentos ridículos. 

Minha mãe, algumas das minhas tias e eu, fomos para a cozinha para terminar de fazer o almoço o que rendeu fofocas e muitas gargalhadas espelhadas e deixadas pelos quatro cantos da cozinha rústica, mas sofisticada da casa.

(...)

Estávamos colocando a mesa na varanda que havia no andar de cima. Era uma sacada que pai transformou em varanda bem aconchegante para os familiares já que eles sempre vinham para cá. Todos estavam se organizando para se sentar na mesa grande de madeira, mas toda a nossa anteção vai para a minha irmã que chega chamado a atenção de todos e é claro que todos a olharam a pedido dela.

- Bom, apesar de ser um dia muito especial, que é aniversário do meu pai, qual eu quero parabeniza-lo com palmas. - todos batem palmas ao meu pai, com um sorriso deslumbrante. - Parabéns, papai. Te amamos muito, intensamente. - beijou as duas mãos, mandando-lhe o beijo. Ver meu pai sorrindo assim é glorioso. - E com isso, quero apresentar a toda a familia, meu namorado. - olhou para porta e vez sinal com que o tal garoto entrasse na varanda. - Apresento-lhes, Saul. - sorriu, o abraçando de lado, deixando sua mão sobre seu peito enquanto o rapaz abraçava sua cintura.

Logo que ele na varanda, eu e minha mãe trocamos olhares e os meus olhos já estavam completamente marejados, eu não podia acreditar.

Era Saul, o meu Saul.

-x-



Notas Finais


Hey gunners!!
Então, o que acharam? Bom, espero mesmo, sinceramente, que estejam gostando.

Curtam, comentem, tipo assim MUITO! Amo os comentários.

All The Love, K. Sz


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