História My Little Baby - Capítulo 6


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Categorias Guns N' Roses
Personagens Personagens Originais, Slash
Tags Baby, Bebê, Conflitos, Drama, Gravidez, Guns N' Roses, Hot, Romance, Slash
Visualizações 50
Palavras 1.659
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Slash, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey, gunners!! Boa leitura Xxx

Capítulo 6 - Five


P.O.V Helena

Eu não podia acreditar, era o Saul. Ele estava tão mudado, tão lindo e logo que eu coloquei meus olhos naquele garoto que antes me fazia a mais feliz entre todas as garotas do mundo, o sentimentos voltaram a tona e senti meus olhos ficarem úmidos. Queria abraçá-lo e matá-lo ao mesmo tempo. Como ele pôde?

Levei minhas mãos até minha boca para abafaçar os soluços, sentindo lágrimas escaparem de meus olhos involuntáriamente. Mas que droga! Por que isso está acontecendo agora? 

Me levanto de onde estava sentada e corro para dentro de casa, após ter o trabalho de passar pelo novo casal feliz. Me jogo no sofá, encolhendo-me no mesmo, abraço meus joelhos escondendo meu rosto sofrido e lavado em lágrimas. Eu não estava acreditando. Não queria acreditar. Só queria que isso tudo fosse um sonho e eu acordasse e e como se nada disso estivesse acontecido. Nunca foi tão horrível reencontra-lo. 

Sinto um toque em minha cabeça e logo levanto a mesma vendo quem me acariciava, era minha mãe. A olhei por alguns segundos e á abracei forte, mas muito forte do que eu pensava que podia. Só precisava dela, só ela e meu pai sabem o que eu passei, o quanto sofri na ausência dele como pai do meu filho.

- Querida, não chore, por favor. Não por ele. - disse passando a mão em meus cabelos enquanto eu agarrava sua camiseta, deixando lágrimas cair em seu ombro. 

- Mãe... - minha voz falha soou e mais lágrimas saíram de meus olhos, me fazendo parar de falar. Não me permitia a dizer uma palavra. É um dor indescritível. 

Eu não conseguia parar de falar e eu odiava isso. Minha progenitora levantou-me do sofá, me ajudando a subir as escadas para o terceiro andar, onde ficava. Entramos no seu quarto, sentamos na cama, me fazendo suspirar quando lá deitei. 

- Vou fazer um chá para você se acalmar. - disse beijando a minha testa lentamente, fazendo com que eu fechasse meus olhos, apreciando seu carinho.

- Obrigado, mãe. - enxuguei as lágrimas que haviam escorrido pelo meu rosto. - Anh...mãe? - chamei sua atenção, fazendo-a virar-se novamente para me olhar.

- Sim, querida. - me olhei abrindo a porta de maneira que lá fez seu típico barulho que irritava qualquer um, mas eu não me preocupava com isso.

- Traga London para mim? Não quero que ele fique lá em baixo com ele. - pedi ao suspirar, sentido as lágrimas e a dor irem embora aos poucos. Só quero esquece-lo de uma vez por todas. Ele faz muito mal a mim. 

- Claro, meu amor. - sorriu e saiu do quarto fechando a porta lentamente.

Levo minhas mãos em meu rosto, suspirando e não querendo acreditar no que estava acontecendo comigo neste momento. Saul estava em minha mente novamente e isso me deixava mais sensível. Ele estava com a minha irmã, eu havia mostrado fotos dela á ele, como não á reconheceu e foi tão sujo a esse ponto? O odeio tanto.

P.V.O Saul

Quando meus olhos capturaram a imagem de Helena em frente aos meus olhos, meu coração começou a bater mais rápido e meu corpo todo congelou, me fazendo ficar sem reação alguma. Só fui acordado quando um vento passou por mim, com un cheiro de perfume feminino. Oh, Helena.

Ela começou a chorar o que fez meu coração partir em mil pedaços, queria que pudesse ser como antes. Abraçá-la, a reconfortando, dizendo que estava tudo bem e que eu sempre a protegeria, que sempre ficaria a seu lado. Porque eu á deixei? Por que tive aquela atitude tão infantil a ponto de deixá-la com um bebê meu dentro de seu ventre? Várias perguntas rodeavam minha mente, me fazendo querer gritar e sair correndo dalí. O que eu fui fazer?!

Passado poucos minutos sua mãe entrou, indo atrás dela. Renee me olhava confusa e eu apenas a encarava sério. Ela não tem culpa, ela não sabia e eu... Eu não a reconheci, deixei me levar pelo desejo de ter alguém comigo parar fazer sexo quando bem entendesse. 

- Vocês se conhecem? - cruzou os braços, me encarando séria. Provavelmente parar ter um ataque de ciúmes.

- Sim, e muito bem. - mordi meu lábio, contendo as lágrimas que insistiam em cair, mas consegui as segurar ao respirar fundo e engolindo o nó que havia feito em minha garganta.

- Como? - questionou, colocando as mãos no rosto de sua calça jeans.

- Fui namorado dele enquanto você fazia faculdade em Portugal. - expliquei. - Me desculpe...mas não podemos ficar juntos depois disso. - fechei os olhos, suspirando. Me sentia um completo idiota. Um sujo.

- O quê? Não, não, não. - o timbre de sua voz se tornou mais alto.

- Não grite comigo, não aqui na frente de seus familiares. - sei que não tenho o direito de escolher como me tratar, mas de qualquer forma, somos um casal e devemos resolver isso a sós.

Renee me olhava com raiva e ódio. Eu tive a total culpa, eu deveria ter verificado e á olhado melhor, mas nem pra isso eu sirvo. Nem ao menos pra ser um pai.

Somos interrompidos pela mãe de Helena, que aparece na varanda novamente, pegando um bebê que estava no colo de uma das mulheres que parecia ser tia de Helena e Renee. Era ele...era meu filho, meu Deus, como ele é lindo, fico o admirando e não deixo de sorrir. 

- Sandra? - chamei a mãe de Helena e ela logo me olhou. - Eu posso? - disse em relação a pegar o bebê que brincava com o colar de pérolas da avó.

- Tenho que levar ela pra Helena, Saul. - disse normalmente, não havia raiva em seu olhar, o que me deixou aliviado.

"Ou apenas esta sendo simpática, coisa que eu não mereço". Pensei.

- Eu levo... Por favor, me deixe fazer este favor. - pedi e lágrimas formaram-se em meus olhos. Apenas queria senti-lo.

- Não acho que seja uma boa ideia, rapaz. - beijou a testa do bebê, que se aninhou ao colo dela. 

- Eu sei que eu causei muito constrangimento e que é melhor eu ir embora, mas...eu me arrependo muito. Por favor, apenas isso e eu juro que vou embora. - implorei. 

Sandra me olhou por alguns segundos e Renee interrompeu. 

- Você não vai pegar essa criança, você é meu agora, não importa se essa coisinha é seu filho. - era notável raiva em sua fala. Ela estava foro de si, não é possível que ela era assim com o próprio sobrinho. Ele é adorável. 

Todos os familiares olharam Renee assustados e incrédulos com a atitude infantil da mesma. Parece que o Saul estragou o dia mais uma vez.

- Renee...não vamos ficar juntos depois disso, não quero fazer Helena sofrer por isso. - á olhei, respirando fundo. Não é que eu não goste de Renee, mas o que sinto por Helena é capaz que eu faça escolhas precipitadas para o bem dela. 

- O quê? Você vai sim, não pode me deixar por causa desse pequeno desentendimento. - insistiu e bateu no chão. Sua face estava vermelha de ódio.

- Renee, já chega. - o pai de Helena gritou. - você não pode obrigar ele a ficar com você, e sei que quer fazer isso pra ver sua irmã chorar. - chegou perto dela e pegou ela pelo braço. - Venha. - saiu com Renee, indo para dentro de casa.

Olhei todos ali presentes, murmurando um pequeno " desculpa ". Rodeia os calcanhares, caminhando pra dentro da casa acolhedora, pronto para ir embora, mas uma voz me chama, fazendo-me virar e sorrir levemente ao ver a mãe das duas garotas.

- Acho que tudo bem, Saul, vocês tem muito pra conversar mesmo. -  a mãe de Helena me disse docemente e me passou o bebê, e logo me senti derreter por aquela criança, como fui capaz de deixa-los?

- Obrigado, Sandra, obrigado mesmo. - agradeci e abrecei o bebê que se encontrava em meus braços. O pequeno estava tão quietinho, mas eu tinha tanto cuidado em segura-lo em meus braços.

- Está tudo bem, vai lá rapaz. - disse me levando até a escadaria. - Terceira porta á direita. - me indicou o quarto onde Helena estava.

Agradeci a ela mais uma vez e logo um sorriso apareceu nos lábios de Sandra. Respirei fundo e subi as escadas devagar, sempre de olho no bebê que estava em meus braços. Ele deu uma risadinha me fazendo sorrir.

" Olá, amor" ,pensei com um sorriso nos lábios.

Logo que cheguei perto da porta, coloquei a mão na maçaneta e abri com cuidado, vendo Helena deitada na cama, com as mãos em seu rosto. Ela se sentou na cama e quando me viu sua feição ficou séria. Nunca me senti tão frágil e nervoso ao seu olhar. Novamente congelei. 

- O que você quer aqui? Vá embora. Já não acha que causou desgraças demais? - se levantou e pegou o bebê que estava em meu colo, deixando-me com um espaço vazio nos braços. 

- Precisamos conversar...temos que nos resolver, sou o pai desse bebê. - olhei o bebê que sorriso sapeca, me fazendo sorrir também, mas minimamente. - Por favor, Helena.- pedi.

- Você nos deixou, não há mais nada pra você fazer aqui, foi escolha sua. Ele não é seu. - dizia sem nenhum esforço em escolher as palavras que saíram como lâminas a me rasgar por inteiro.

- Eu era muleque, Helena, não sabia o que fazer, me desculpe por ser tão rude. - cheguei mais perto dela, mas a mesma se afastou. Eu compreendo-a.

- Você ainda é moleque. Eu quero que você suma, não quero que chegue perto do meu bebê. - abraçou o bebê e logo o mesmo retribuiu o abraço. Tão parecidos.

Essas palavras machucaram muito, e não aguentei segurar minhas lágrimas, e logo comecei a chorar. Só quero me aproximar deles e ser um pai presente, não posso desistir, não vou me afastar deles, eu sei o que fiz no passado, mas estou arrependido e pretendo consertar isso.

-x-




Notas Finais


Heyy, gunners!
Esse capitulo foi bem tenso, não é? Mas é assim pra melhor, ira ter bastante drama.
Comentem e curtam, please! Obrigado por lerem!

All The Love, K. Sz


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