História My Little Flower - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, V
Tags Bts, Drama, Flores, Fluffy, Jeongukk, Jikook, Jimin, Jungkook, Lemon, Lunyah, My Little Flower, Namjin, Romance, Sadfic, Suícidio, Vmin
Visualizações 10
Palavras 1.456
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olááá!

Capítulo 9 - Capítulo 8


Fanfic / Fanfiction My Little Flower - Capítulo 9 - Capítulo 8

              {Jeongguk On}


                        [***]


Já se passou mais de um ano desde que conhecemos Taehyung, e neste tempo nossa amizade é bem grande, principalmente entre ele e meu pequeno Jimin. Neste tempo eu também continuo minha relação de namoro com o gatinho. 

Agora eu tenho 19 anos, Jimin 17 e Tae 21, não faltava muito para eu terminar a faculdade, então tomei a decisão de ser engenheiro. 

Pode ser bobagem, mas eu tenho um grande medo de perder Jimin, ser traído, ou perdermos nossa amizade. Era sábado, finalmente, Namjoon e Jin haviam ido almoçar fora de casa, e eu, como sempre, tive que fazer o almoço e arrumar a casa enquando os Srs. Park preguiçoso Jimin e Kim folgado Taehyung jogavam Minecraft no meu quarto, provavelmente conversando sobre o quão são irritantes os tais monstros do joguinho. 

Tae era o mais brincalhão de nós três, Jimin era o mais alegre e eu o mais fechado, embora sempre estava sorrindo e dando altas risadas, normalmente enquanto todos estavam falando e descontraindo, eu preferia ficar quieto, na minha. 

— Ô cambada! Almoço tá pronto, ou largam esse joguinho clichê, ou eu como sozinho e quando virem vai estar frio! — Grito. Colocando os pratos na mesa.

— Tô indo, Hyung! — Jimin grita, provavelmente, em seguida, avisando o amigo para irem.


                        [***]


Assim que terminamos de comer, Jiminie e Tae subiram novamente pro quarto, e o vagabundo aqui, vulgo Jeongguk, resolveu dormir. É, eu estava cansado, mesmo em pleno sábado. Não dormi direito pois os bagunceiros do quarto ao lado fizeram guerrinha de travesseiros, e eu só podia ouvir as gargalhadas e o barulho dos mesmos se chocando contra os corpos. 

Sim, Jimin ficou com Taehyung em seu quarto e me deixou sozinho. Fiquei chateado? Talvez. Com ciúmes? Sim, fiquei com ciúmes por não ter aquele corpinho pequenino e quentinho me abraçando enquanto dormíamos serenamente. 

Depois de alguns instantes consegui cochilar, agarrado ao meu bichinho de pelúcia, que desde que ganhei ele — ou seja, 5 anos atrás — dei o nome de Bonnie. Eu gostava de abraçar e “conversar” com o bichinho quando me sentia sozinho ou triste, mas agora era o caso de eu me sentir sozinho. 

Bonnie sempre me ouvia, e vice-versa. Chegava a ser reconfortante olhar para seus olhinhos brilhantes de botão. 

Era notável que meus appas foram passear depois do almoço, acho que esse era o motivo da demora. Resolvi não me preocupar, enquanto adormecia calmamente, vez ou outra ouvindo alguns risos do quarto ao lado. 

Passado 1h, acordei e tomei um banho fresco para despertar melhor. Coloquei uma roupa confortável e levei Bonnie comigo, Bonnie era uma lagartixa, verdinha, com as bochechas rosadas e um sorrisinho fofo. Era grandora, eu podia abraçá-la e facilmente esconder meu rosto. 

Para conferir se a dupla do barulho estava bem, olhei pela fechadura da porta — cuja cavidade era grande o suficiente para ver o que se passava lá dentro —, mas não entrei, com medo que atrapalhasse algo ou, caso eles estivessem dormindo, os acordasse. Agachei-me em frente à fechadura, fechando um olho para poder ver melhor. 

Quando observei o que eles estavam fazendo, senti meu frágil coração se quebrar em inúmeros pedacinhos. Pois é, os dois estavam praticamente se comendo lá dentro. Taehyung beijava Jimin loucamente, enquando uma mão segurava sua nuca e puxava de vez em quando seus fios de cabelo, e a outra apertava sua bunda com força e vontade. Hora ou outra ambos ficavam ofegantes ou davam suspiros longos. Pelo que consegui ver, os dois estavam na cama, entrelaçados uns nos outros. 

Continuei vendo, mordendo os lábios violentamente, fazendo um esforço sem tamanho para não chorar como uma marica. Agora o Kim encontrava-se dando chupões e beijinhos molhados em todo o pescoço branquinho e macio de Jimin. O gatinho ronronava e gemia baixinho, ofegante. 

Num pé de salto, deixei os dois se comendo lá dentro, não queria nem cogitar um pensamento sobre que diabos eles fariam logo após isso.

Foda-se! Levantei-me e saí correndo para bem longe daquele cômodo, incrédulo. Segurei as lágrimas por mais tempo que eu pude, desci as escadas, tropeçando em meus próprios pés, indo na velocidade da luz para a lavanderia, onde havia um grande armário vazio onde era pra ser a dispensa. Continuei com Bonnie em minhas mãos trêmulas e frias, e fiquei encolhido dentro daquele armário, chorando oceanos, aos prantos, soluçando a cada segundo. Era covardia minha ficar chorando dentro do armário como uma criança de 4 aninhos? Sim, mas não era minha culpa que minha vida sempre estava de mal comigo. Agora aquela frases se encaixam perfeitamente:

Tudo que é bom dura pouco, e:

Tem um olho nas minhas lágrimas.

Maldito foi o dia em que eu nasci, se soubesse que era assim, já teria virado um mero morto à anos. Apertei a lagartixinha em meus braços finos, enfiando meu rosto na mesma, chorando desesperadamente e de vez em quando me perguntando mentalmente, por que essas coisas só acontecem comigo, e, quando tudo estava perfeito acontece algo como isso. A vida estava me sacaneando, não era possível alguém ser tão fodido como eu. 

Depois de quase 1h30m chorando, consegui me acalmar um pouco e tentar esquecer tudo. Pobre Bonnie, estava ensopada de lágrimas, agora até ela me parece que perdeu o brilho em seus olhinhos de botões. As vezes eu queria desaparecer...

Jin e Namjoon chegaram em torno de 15 minutos depois, era impossível disfarçar meus olhos um tanto inchados e vermelhos, e minha expressão sem sentimentos fixos e fadigada. Sorri quando eles entraram. Era um sorriso falso e sem alegria, mas não queria que eles desconfiassem ou ficassem preocuoados. Não contaria à eles sobre nada, também tentarei não parecer triste, mas tenho quase certeza de que será uma tarefa beeeeem difícil. 

— Oi, Kookie! Desculpe a demora, passeamos no shopping e na volta havia um engarrafamento na avenida principal. Está tudo bem? — Jin pergunta, sorrindo amigavelmente.

— Sem problemas, omma. Estátudo bem sim... Se me der licença, preciso ir pro quarto tomar banho. Se me procurarem, diga que estarei no quarto. Conversamos daqui a pouco...

— Tudo bem, meu filho. Eu aviso eles quando descerem. Seu appa comprou seu doce favorito, quando estiver com fome é só pegar aqui na geladeira.

— Okay, obrigado. Agradeça à ele por mim. 

Subi as escadas, meus passos ficavam cada vez maia pesados conforme eu ia subindo a velha e gasta escada de madeira. Assim que me aproximei do quarto, pude ouvir quase claramente os gemidos altos e manhosos de Jimin, misturados com os gemidos roucos e baixos de Tae. Isso me destruiu por dentro, mais do que eu já estava. Tomei um banho quente, mas não consegui meu objetivo, que era realaxar meus músculos. 

Quando saí, nem consegui destinguir o que eram lágrimas e o que era água, realmente não me importei com mais nada, desde a cama do quarto ao lado batendo e rangendo violentamente contra a parede, até os gemidos e murmúrios que ambos soltavam. 

Agora minha única amiga era Bonnie, mas isso não me ajudava em nada. Parecia um desafio enorme parar de chorar e de bater minha cabeça sem muita força, contra a parede amarela, incrédulamente.

Por quê..Por quê...

— Jeongguk! Venha jantar, a comida já está na mesa!

— Estou indo, omma... — Falei baixinho, indo cabisbaixo até a cozinha, encarando os degraus da escada com os olhos ainda vermelhos.

Eu estava sem apetite, ou estava com fome mas não tinha vontade de comer, o que é estranho pois em hipótese alguma eu negava comida.

Fiquei cutucando a carne bem temperada com os dentes do garfo, olhando coisas aleatórias enquanto Jin e Nam conversavam tranquilamente e trocavam piadas ruins — embora divertidas —, enquanto eu permanecia calado, sem comer sequer um pedacinho da carne, que não estava mais suculenta, como sempre é.

— Não vai comer, filho? Jin fez pra você, tente comer um pouquinho só...

— Sim, desculpa. Vou comer, tem suco?

— Tem sim, natural de laranja, na geladeira. — Appa disse apontando pra geladeira cinza de inox, bem desgastada. 

Peguei um pouco do suco, pra forrar o estômago.

— Filho, está tudo bem? — Jin pergunta, preocupado.

— Estou, sim. — Era mentira, eu não estava bem, mas mesmo assim forcei um mínimo sorriso.

— Okay...

Assim que termino de comer, me levanto e lavo os pratos, meus appas vão terminar de corrigir trabalhos em seu quarto, enquanto eu arrimo um pouco a cozinha e deixo um bilhete escrito um "a comida está na geladeira, é só esquentar" para o talarico e Jimin.

Subi as escadas, e os dois saíram do quarto no exato momento que eu entraria no meu. Estava cansado, triste.

Jimin não disse nada, apenas Tae, que sorria de orelha à orelha.

— Vai jantar conosco? — Tae pergunta.

— Não, jante com o Jimin. Aproveite e coma ele de sobremesa.





Notas Finais


err


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