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História My little híbrid - Hiatus temporário - Capítulo 34


Escrita por:


Notas do Autor


Aqui estou eu, sentiram saudades? Enfim, desculpem a demora. Espero que gostem.


Boa leitura! (・∀・)

Capítulo 34 - Capítulo 33 - Términos - Sana


Nunca pensei que correria tão rápido em toda a minha vida. Ver Chaeyoung beijando Ryujin na minha frente doeu, mas eu deveria saber que ela seguiria em frente sem mim. Respirei fundo, apoiando as mãos nos joelhos assim que entrei no auditório vazio. Olhei em volta, suspirando pesadamente e passando as mãos pelos cabelos castanhos. A Chaeyoung está em outra, repetia baixinho para mim mesma, tentando falhamente não me abalar. Eu sabia que todas as minhas estruturas, barreiras ou algo do tipo haviam caído no momento em que a vi beijando aquela garota. A música do Bruno Mars nunca se encaixou melhor em uma situação quanto essa. Now my baby is dancing, but she's dancing with another man… Que no caso seria lady. 

Tirei a mochila das costas e segui a passos hesitantes até o palco, meu peito doía e minha mente estava a mil por hora, mas eu prometi a mim, não vou voltar aquela situação deplorável. Segurei o roteiro com um pouco mais de força e subi no palco, ainda pensativa. Eu poderia aceitar que ela ficasse com todo mundo, mas tinha que ser justo com a Ryujin? O motivo pelo meu "ranço" dela é simples, ano passado quando Yeji resolveu abrir uma fraternidade ela era afim da Jisu - ou Lia como preferir - sem saber que a Ryujin, sua melhor amiga era afim da doce e gentil garota. A questão é que eu sabia e mesmo assim encorajei Yeji a se declarar para Lia, sabendo que a última citada tinha um penhasco pela Hwang. Obviamente quando Ryujin descobriu que eu havia encorajado a fundadora do Itzy nós brigamos, e feio por sinal, até hoje ela tem raiva de mim e provavelmente fez aquilo para se vingar. 

– Que raiva! - gritei me controlando para não rasgar meu roteiro em milhões de pedaços e o transformar em confete. Decidi focar na única coisa que me acalmava no momento, o teatro. Encarei o roteiro e depois os assentos vazios, pensando no festival de fim de ano que se aproximava constantemente. Eu sou a principal… Tenho que decorar essas falas… A minha vida pessoal pode ficar para depois. 

– Quem poderia imaginar, que a quebradora de corações iria se apaixonar - comecei, deixando que meus sentimentos corressem em minha voz – Pela única pessoa proibida, cujo nunca para mim olharia, não da mesma forma que a olho. 

– Como tens tanta certeza? - me virei para trás surpresa, encontrando uma garota de cabelos escuros com um sorriso no rosto. Ela continuou o monólogo – Ártemis não se interessaria por uma dama de extrema beleza? - resolvi voltar a encenação. 

– Apollo, você mais do que ninguém sabe que sua irmã é cabeça dura, um juramento nunca deixará de ser juramento, a menos que o céu caia por terra - a expressão da garota se tornou neutra, enquanto continuávamos a interpretar – E eu sou casada com Hefesto, não daria nada certo. 

– Casada por obrigatoriedade, não sei nem ao menos se essa palavra existe, no entanto aqui estamos nós - acabei rindo minimamente – Hera não possuía direito algum de ter-lhe casado com aquele ogro, ela não sabe o que faz! - disse fazendo um gesto de mão e fechando os olhos. 

– Apolo, nem ao menos tente me dizer algo, já tomei minha decisão, Ártemis nunca saberá de meus sentimentos se depender de mim, não quero que ela sofra nas mãos das armadilhas de Hefesto como Ares sofreu - ela sorriu. 

– E fim do ato 7 - disse batendo palmas para mim, acabei rindo.

– Você é muito boa atuando! De verdade - disse me curvando minimamente. Só então percebi que nunca havia visto ela por aqui – Eu nunca te vi por aqui, você é? 

– Kang Seulgi - dessa vez quem se curvou foi ela – Faculdade de psicologia Huawei - ela sorriu minimamente e então me lembrei, a faculdade vizinha que viria para os jogos e para o festival. Alguns dos alunos que não quisessem participar das atividades esportivas poderiam escolher um dos palcos do fim do ano, muitos alunos da Huawei preferiram participar da peça. 

– Mas os alunos não viriam só amanhã? 

– Eu queria conhecer a instituição antes e arranjar um lugar para eu, minha namorada e minhas amigas ficarmos - ela sorriu, passando as mãos sobre as orelhas de gato – Você ainda não me disse seu nome. 

– A-Ah, Minatozaki Sana, 2° ano da faculdade de artes Yesulgwa - me curvei minimamente e Seulgi arregalou os olhos. 

– Você é tipo, a Minatozaki Sana? A-

– Não me associe aquele homem, por favor - sorri de forma desanimada, estava cansada da minha imagem ser afiliada a dele. Seulgi automaticamente mudou a postura, percebendo meu desconforto. 

– Me desculpe, eu não… Quer saber esquece - ela balançou as mãos e eu concordei – Estou no último ano a propósito. 

– Deve ser bem puxado, mal passei das provas finais e já estou cansada - ela riu, sinto que seremos boas amigas. 


… 


Eu definitivamente não deveria ter contado toda a minha história de vida para alguém que acabei de conhecer, por que agora eu tenho uma híbrida de gato com os olhinhos felinos vermelhos me encarando. 

– Não chore por favor, Seulgi! Desculpa, eu não devia ter contado tudo isso - disse, balançando minhas mãos. Eu não gosto de ver gente chorando, embora eu seja a maior chorona existente na face da terra.

– Talvez eu seja mole demais para ser psicóloga, me desculpa - ela sorriu minimamente, enquanto secava diversas lágrimas – Eu não pensava que alguém poderia sofrer tanto, Sana o que aconteceu com você é horrível por diversos motivos - suspirei. 

– Você está mais que certa Seulgi, nada convencional para uma universitária de 20 anos - ri baixinho, sem muita emoção – Mas não quero conversar sobre isso, me conte sobre coisas felizes, quero saber sobre você. 

– Talvez não seja muito melhor, porém eu conto, sem problema algum - disse sorrindo de forma fofa. Durante horas nós conversamos, nos conhecendo melhor. Seulgi me contou que é filha de deputados do senado híbrido e que tem muito orgulho dos pais por nunca esconderem nada da população. Disse que quando menor passou por um grande trauma por ter sido ameaçada de morte por não hibrfios e quase morta de verdade, levou um tiro no braço, até hoje usa pinos mas não se incomoda. Uma coisa que eu consegui perceber é que Seulgi ama muito a namorada, elas estão juntas a 5 anos e a Kang me confidenciou que quer pedir ela em casamento durante o festival de fim de ano. 

– Mas por que aqui na Yesulgwa se vocês passaram mais de 5 anos pelos corredores da faculdade Huawei? - a coreana desviou o olhar – Espera aí… 

– A Joohyun é mais velha que eu… Uns 2 anos - arregalei os olhos – Na época eu estava no primeiro ano da faculdade e ela no 3°. Ela estudava aqui aliás - arregalei meus olhos – Eu vim para o festival cultural com Wendy, a minha melhor amiga, a apresentação especial era uma batalha de rap, e ela foi incrível, simplesmente incrível - Seulgi sorriu boba ao lembrar – Quis a parabenizar depois e acabou pintando um clima, comemos em diversas barraquinhas de comida feitas pelos estudantes e passamos por diversos murais, ela me mostrou diversas pinturas e esculturas de todos e também a faculdade, acabou que nós nos beijamos no meio do pátio criativo, e devo dizer que você tem a melhor visão das estrelas de lá. 

– Você conseguiu me deixar extremamente boiola em apenas alguns minutos Seulgi - a garota riu – E ela é híbrida de que? 

– Bem… Bae Joohyun não é nada mais, nada menos que híbrida de cisne - levantei as sobrancelhas. 

– Então ela tem… 

– Solta penas de vez em quando, sim - disse, me fazendo rir junto a si – Mas e você? Tem alguém? 

– Eu… - todas as lembranças com Chaeyoung vieram a tona, inclusive o beijo que ela deu em Ryujin a poucas horas – Tinha… Vi ao vivo e em cores ela beijando a garota que eu mais odeio. 

– Eu não dou uma bola dentro, não é possível - disse, batendo a mão no banco – Tem total certeza que foi ela quem beijou? 

– Por que diz isso? 

– Há uns 2 anos, uma primeiranista me beijou, o nome dela é Yeri. Joohyun ficou possessa - ela riu – Não quis nem ao menos olhar na minha cara até que a própria Yerim fosse dizer a ela que havia me beijado e não o contrário, hoje em dia elas são grandes amigas. 

– Eu queria que fosse fácil assim Seulgi, mas ela correspondeu o beijo, você não, essa é a diferença - suspirei – Minha vida amorosa e minha família são complicadas. 

– Falando na sua família, você mencionou sobre sua mãe de verdade, Yongsun, tem falado com ela? 

– Eu bem queria, mas ela está de plantão essa semana toda, não consegue nem ao menos pegar no celular - acabei rindo – Mas sei que ela tem uma boa companhia, Wheein, uma garota que eu conheci no hospital me atualiza sobre como ela está diariamente, ainda não consigo aceitar que minha mãe é a fim dela. 

– Ciúmes de filha isso aí - ela disse rindo e eu coloquei a mão no peito, fingindo indignação – E menti? 

– Não! Mas… É que sei lá, minha mãe disse que ela lembra minha omma, isso me deixa… Estranha sabe? Por que minha morreu quando eu tinha uns 7 pra 8 anos. Ela tinha 26 anos quando se foi… É estranho pensar que uma garota de 17 tem a mesma personalidade que ela. 

– Quantos anos tem Yongsun? 

– 38 diria eu - Seulgi arregalou os olhos – Exatamente Seulgi, minha mãe é 21 anos mais velha que ela, e ainda sim é afim dela! Isso é assustador. 

– É fofo - cerrei os olhos – Quero dizer, quebra muitos tabus. Não que seja correto, meio que seria pedofilia… Mas se ela fizer 18…

– Não adianta tentar contornar o que você disse Seulgi - lhe dei um tapa no braço e ela fez careta – Eu só tenho medo de que uma das duas se machuque. 

– Olha, em algum momento isso pode acontecer, não posso mentir pra você, mas se sua mãe gosta dela o que você pode fazer é apoiar - ela segurou uma das minhas mãos. 

– Tem razão - meu celular começou a vibrar e eu o tirei do bolso, vendo nada mais, nada menos que 67 ligações perdidas da Nayeon, Jeongyeon, Momo, Jihyo, Dahyun, Mina, Tzuyu e Chaeyoung, sem contar mensagens de Jackson, Yeji, Youngjae, Sungjae… – Seulgi… Eu acho melhor eu ir antes que meus amigos liguem para a polícia - virei meu celular para ela e a Kang arregalou seus olhos, surpresa. 

– Meu deus do céu Sana, você não avisou para onde ia vir? 

– Avisei, só que a essa hora a entrada principal do auditório fecha e esses idiotas devem ter ficado tão desesperados que esqueceram a entrada dos atores - bati minha mão na testa – Pode me passar seu número? 

– É claro, não conto minha vida toda pra alguém e sumo do nada - nós duas rimos. Entreguei meu celular nas mãos dela e depois de ter anotado seu número nós nos despedimos. Enquanto andava pelos corredores a procura das minhas amigas eu voltei a pensar em Chaeyoung, acho que o que tínhamos está perdido, definitivamente. Ela se culpa por ter me instruído a ir para a casa e eu me culpo por ter a preocupado, uma relação baseada em culpa não vai funcionar. 

Abri a porta do pátio criativo e arregalei os olhos ao ver praticamente todos os meus amigos, minha mãe e os pais de Nayeon no mesmo lugar. 

– Ok… - murmurei baixinho. Tzuyu - que por acaso tem a melhor audição entre nós - escutou e se virou para mim, com uma expressão séria. 

– Onde diabos você estava Minatozaki Sana?! - os outros, que até então não haviam notado a minha presença se viraram, enquanto a mais nova vinha até mim. Engoli em seco quando ela parou a minha frente, e foi assim meus amigos que Minatozaki Sana morreu em uma poça de arco-íris e glitter, por que gay tem que morrer bonito. Ela olhou cada parte do meu corpo seriamente e eu sorri, de forma fofa. 

– Eu tô bem Tzuyu, confia - disse, levantei minha camiseta, também deixando evidente as cicatrizes da barriga, sem nenhuma recém aberta – Eu estava no auditório. 

– Mentira, a porta não estava aberta - olhei meu relógio de pulso, que marcava 17 horas em ponto.

– Com toda a certeza esqueceram a porta dos atores que dá espaço para o camarim… Enfim - cocei a nuca – Vocês tinham a necessidade de ter chamado a minha mãe? E os pais da Nayeon? 

– É obvio Sana, você sumiu por 3 horas! O que queria que fizessemos? - Yeji disse, mas atrás de si estavam Ryujin e Chaeyoung. Minha cara fechou na hora, vi a Son se encolher. 

– De qualquer forma, eu tô aqui, eu tô bem e vocês não tem a necessidade de se preocupar, nem de chamar pessoas indevidas que não tem nada haver com a situação - disse, como forma indireta de alfinetar as duas garotas mais atrás. Yongsun veio até mim a passos calmos, só nos passos por que o cheiro que vinha dela era condensado em puro ódio. 

– Não. Me. Mata - foi a única coisa que pronunciei antes de lavar um tapa bem dado no braço, meus olhos chegaram a marejar, juro. Mas pelo menos não foi na cara. Ligo em seguida ela me deu um abraço, aqueles gostosos que só mãe sabe dar. 

– Você é uma idiota. 

– Puxei minha mãe - levei mais um tapa mas esse foi fraco – E eu menti? 

– Não, mas ainda sim é idiota - ela se afastou com um sorriso no rosto – Me preocupei com você. 

– Atoa diria eu - ela revirou os olhos. 

– Teria sido mais fácil saber onde você estava se tivesse respondido as mensagens - Momo disse, com um bico adorável nos lábios e as orelhas abaixadas – Com quem estava? 

– Seulgi, ela é do último ano da Huawei, veio mais cedo pra visitar a faculdade. 

– Nós preocupadas com você e v-você estava se pegando com alguém! - Jihyo disse de cara feia e eu comecei a gargalhar, deixando todas confusas. 

– Só se eu quiser levar um tapa, Seulgi tem namorada, ela estudou aqui inclusive, Bae Joohyun. 

– Eu me lembro desse nome, ela está nos anuários de ouro não tá? - franzi o cenho com o questionamento de Yeji, por que não fazia a mínima ideia sobre o que ela estava falando – Esquece, depois eu te mostro - pouco tempo depois ela e Ryujin foram embora, junto a Sungjae, Youngjae e Jackson. Os únicos que ficaram foram Zian e Sonji, além de Yongsun,unhas amigas e Chaeyoung. Me sentei em um dos bancos de mogno, me espreguiçando, sempre gostei desse lugar. 

– Ela estuda o que? - Nayeon perguntou, se sentando ao meu lado – Seulgi, ela estuda o que? 

– Psicologia, legal né - Nayeon concordou, puxando minha cabeça para seu ombro. Enrosquei meus braços em sua cintura – Cabeça oca, me preocupou.

– Foi mal - comecei a rir – E o que ficaram fazendo antes de dar a doida e saírem me procurando? 

– Bom, estudando principalmente, e é claro, o destaque, ver a Tzuyu e a Momo se pegando - arregalei os olhos e me afastei bruscamente, olhando para a taiwanesa. 

– Oi?! E eu perdi isso?! Pode dar replay aí, árbitro de vídeo! Bora! - disse, fazendo as outras garotas rirem. Tsuyu deu um selinho em Momo e eu levantei do banco, dando pulinhos de felicidade – Finalmente vai desencalhar! 

– Minatozaki, não me obrigue a levantar e te dar um murro - a Hirai disse, me fazendo cerrar os olhos como se dissesse "Você não tem coragem" – Dúvida? 

– Não duvide, ela deu um tapa na Ryujin - Dahyun disse e por um momento meu sorriso aumentou – Nem esconde que ficou feliz. 

– Obviamente que sim - encarei Chaeyoung de soslaio, mais uma alfinetada não faz mal – Por que sabe, beijar uma pessoa que eu odeio é um tabu pra mim, não tem volta. 

– Eu peguei essa! - Mina disse e Nayeon se esticou para dar um tapa na garota – Ei, precisa disso? 

– Tudo bem, ela não mentiu - soltei, por impulso – Enfim, tios me desculpem ter preocupado vocês, o mesmo pra você mãe, me desculpe por ter te tirado do hospital. 

– Tudo bem, só que por favor não faz isso de novo, ficamos preocupadas. 

– Não entendi esse plural aí, você e quem? - ela cerrou os olhos e eu revirei os meus. Ninguém estava entendendo essa interação mas eu entendi muito bem a mensagem subliminar, ela e Wheein ficaram preocupadas, pode ter ou não o sentido romântico, ainda sim eu sinto que tem coisa por aí. 

– Faz um tempo que eu queria ver isso sabiam? - franzi o cenho, confusa. Zian sorriu – Vocês duas juntas, Sun e Sunshine, o Sol e seu brilho - sorri, abraçando minha mãe de lado, nós ainda temos muito pra conversar? Obviamente, mas só ter ela aqui já é ótimo.



Ficamos no pátio criativo até umas 19:00, que foi quando os alunos de belas artes começaram a aparecer por ali, junto a mais algumas pessoas. Meus tios foram embora e minha mãe também, marcamos de nos encontrar no domingo, por que ela tiraria o sábado pra dormir. 

Logo todas as meninas também foram indo, tomar banho, trocar de roupa e seguir para o refeitório pra jantar, acabou ficando apenas eu e Chaeyoung, o que me deixava nervosa.

– Podemos conversar sobre o que houve? - suspirei, sabia que esse era o motivo por ela ter ficado – Sana eu… 

– Não precisa se explicar, você não era obrigada a me esperar voltar - desviei o olhar do seu, não aguentaria encará-la por que se sustentasse aquela troca por muito tempo iria acabar a beijando – Só queria que tivesse me dito algo, assim não ficaria que nem uma idiota esperando que você fosse me visitar, não sentiria meu coração acelerado sempre que visse uma coreana baixinha, híbrida de tigre no corredor do hospital, não teria ficado ansiosa pra ter uma conversa com você e te beijar depois de meses sem te ver - ela estava com os olhos marejados e eu sabia que o meus também estavam – Só espero que esteja feliz… Com ou sem mim - segurei a alça da minha bolsa e me levantei. 

– Eu te amo! - ela disse em alto e bom tom, me fazendo parar no meio do caminho – Por favor Sana… Eu te amo - me virei para si, deixando que algumas lágrimas caíssem. Como eu disse, eu sou chorona. 

– Se me amasse… Não teria me deixado no escuro - me vireiz sem me importar com mais nada, seguindo para a entrada do pátio criativo, permitindo que mais lágrimas caíssem por que eu infelizmente - ou felizmente - também amo aquela garota. 


Continua



Notas Finais


Eu vou estar deixando o link da fic Michaeng aqui pra vcs ok?

https://www.spiritfanfiction.com/historia/im-me-and-no-one-can-change-me-21622289

Até a próxima ( ╹▽╹ )


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