História My Little Hybrid - Gtop - Capítulo 67


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Big Bang, EXO, Jay Park
Personagens D-Lite (Daesung), G-Dragon, Seungri, T.O.P, Taeyang
Tags Big Bang, Gtop
Visualizações 59
Palavras 2.824
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Fluffy, Lemon, Luta, Romance e Novela, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi gente... eu sei q vcs m devem odiar a esta altura mas eu fiz uma promessa a mim mesma dessa vez.

Bom, como eu n postei mês passado, eu decidi q este mês vou postar mais 1 e provavelmente 2 caps pra vcs... vcs merecem por eu ter desaparecido... quero recompensar vcs por esperarem por mim. O q acham?

Bom tirando iss eu so tenho a agradecer a vcs... chegamos aos 300 favs e iss e mt pra mim... tp serio msm

Eu ns s vcs tem a noçao do quanto eu amo vcs tp serio 😂❤️

Enfim,
Boa Leitura e dscp qualquer erro ☺️
(Leiam as Notas Finais)

Capítulo 67 - Exames


Fanfic / Fanfiction My Little Hybrid - Gtop - Capítulo 67 - Exames

 

Seung Hyun POV

 

Acordei com o som do alarme, e logo tratei de o desligar o mais rápido possível. Lá por eu ter exames bem cedo não significa que o Ji tenha que acordar à mesma hora que eu. Peguei no meu telemóvel por breves momentos... 7.20h, e não poderia dormir por mais um mísero segundo. Lentamente, levantei-me da cama com cuidado, para não acordar o Ji, que ressonava baixinho, e assim que não me sentiu mais na cama, tratou de abraçar o meu travesseiro, enquanto resmungava baixinho. Primeiramente pensei que ele fosse acordar, mas quando o voltei a ouvir a ressonar de leve, tratei de me acalmar.

 

Em seguida, dirigui-me ao quarto de banho para tratar das minhas higienes matinais, e assim que terminei, fui em direção à cozinha, preparar algo para comer. Ainda faltavam algumas horas para o exame comecar, mas tempo é coisa que não posso desperdiçar agora, já que ainda tenho que acordar o Ji, vesti-lo e levá-lo para a casa do Dae antes de ir para a faculdade. Depois que fiquei satisfeito, decidi voltar para o quarto e tentar acordar o Ji, o que eu já sabia que não seria fácil porque ele fica bem manhoso de manhã, e demora um pouco para que ele acorde, daí ter acordado às horas que acordei.

 

Quando voltei a entrar no cómodo, encontrei o Ji tal qual como ele estava quando eu tinha saído, enquanto continuava a ressonar. Lentamente, fui-me aproximando dele, começando por lhe dar leves carícias pela sua face, passando, pouco depois, a destituir selares pela mesma.

 

"... meu bem, eu sei que ainda é muito cedo, mas eu preciso que tu te levantes, sim?" perguntei, e ele apenas resmungou algo que eu não consegui entender, aninhando-se o meu travesseiro e nos lençóis.

 

Eu sabia que ele não iria acordar assim tão facilmente, e eu já me tinha provenido para tal. Vamos ver se o meu plano dá em alguma coisa.

 

Com calma, sentei-me na cama bem do seu lado, e puxei-o para que ele se deitasse praticamente em cima de mim, de maneira a que ele não estivesse totalmente sentado, ou deitado, mas ainda assim confortável naquela posição. Em seguida, comecei a acariciá-lo tanto no cabelo e orelhas, como no rosto, enquanto deixava selares pelo mesmo, chamando-o, pontualmente, num tom relaxado e baixo.

 

"Amor... vamos acordar, sim? O hyung tem que levar para a casa do Dae antes de ir para a faculdade..." comecei a falar quando notei que ele dava indícios de que iria acordar.

 

"... tenho sono, hyung..." falou num murmúrio arrastado, aninhando-se em mim.

 

"Eu sei, meu bem, mas hoje vais ter que fazer este pequeno sacrifício pelo hyung. Eu não possochegar atrasado, porque depois não me deixam fazer o exame, Ji."

 

"... eu sei, mas... está tão bom aqui..." disse, mantendo os olhos fechados, e eu ri de leve com aquilo.

 

"Eu sei que está, meu bem. Vamos fazer assim... ficamos aqui por mais uns 5 minutos, e depois vamos levantar e vestir-te com algo confortável, e quando chegarmos a casa do Daesung, dormes o quanto quizeres." sugeri.

 

"... eu não quero sair daqui... e depois quando lá chegarmos eu já não vou ter sono..." falou.

 

"Eu entendo, meu bem. Eu também queria ficar aqui contigo o resto da manhã inteira, mas o dever chama, e eu não posso faltar hoje. Desculpa, mas não há nada a fazer."

 

"... 8 minutos?" perguntou, tentando negociar.

 

"Tudo bem, 8 mas nem mais um segundo." falei, e senti-o assentir, então, tratei de acomodá-lo melhor sobre mim, logo voltando a acariciá-lo.

 

Durante o tempo em que o acariciava, acabei por entrar numa onda de pensamentos não muito agradáveis... motivo? O Lee e a sua leucemia. Depois de acabar o meu exame, eu já estava decidido a fazer os exames de compatibilidade, para ver se o poderia ajudar de alguma forma, e se no final eu não for, eu não sei bem o que mais fazer para o ajudar. Tanto ele como o Daesung não mereciam que algo assim lhes acontecesse. Eles estavam tão felizes a preparar o resto da sua vida juntos, e agora aparece um obstáculo que, de certo, será o mais difícil na vida dos dois.

 

Aos poucos fui sentindo o corpo do Ji pesar cada vez mais sobre o meu, indicando que ele, dentre de momentos, iria adormecer novamente.

 

"Hey, eu estou a dar-te carinho, mas não é para tu adormeceres." falei, e ele resmungou.

 

"Tenho sono, hyung... deixa." manhou, e eu apenas neguei.

 

"Acho que já chega, meu bem. Vamos levantar agora, ok?" disse, mas ele nem se mexeu, então eu tomei a iniciativa de me levantar, ouvindo-o queixar-se por isso.

 

"Não, hyung... estava bom."

 

"Anda levanta-te. Vai lavar os dentes enquanto eu escolho uma roupa pra ti, sim?" sugeri, e ele acabou por apenas se levantar da cama, completamente emburrado e sonolento, indo fazer o que lhe pedi.

 

Enquanto isso, virei-me para o armário, pegando numa calça moletom e o moletom de eleição dele, obviamente que era meu, porque depois que ele o viu, nem me deixava mais usá-lo, e eu também gostava bastante daquele em particular, nem sei o porquê ao certo. Mas vamos admitir que ele ficava extremamente fofo com ele. [mídia]

 

Pouco tempo depois, ele voltou do quarto de banho, ainda com uma expressão sonolenta, com os olhos meio fechados.

 

"Bom dia, amor." falei, indo até ele, dando-lhe um selinho, vendo-o dar um leve sorriso em seguida "Vamos vestir-te e depois vais comer alguma coisa para podermos ir para a casa do Dae, ok?" perguntei e vi-o acentir.

 

O tempo que eu demorei para ir buscar a roupa dele, por mais ínfimo que fosse, foi o suficiente para que ele se voltasse a deitar na cama, e se cobrisse dos pés à cabeça. Assim sendo, dirigi-me até ele, posicionei-me por cima dele e comecei a retirar as cobertas, até que elas ficassem à altura do seu ombro, começando a distribuir selares pelo seu pescoço, subindo os mesmos lentamente.

 

"Anda lá, meu bem... ajuda o hyung, sim?" pedi entre selares.

 

Ele apenas me olhou nos olhos e levou o seu dedo indicador até aos seus lábios, fazendo-me rir de leve já sabendo o que ele queria. No momento em que senti que os nossos lábios entraram em contacto, também senti os seus braços envolverem o meu pescoço e o sorriso que se formou nos seus lábios, dissipando-se pouco depois. O som dos estalos durante o beijo preencheu o cómodo em sincronia com o seu ronronar, enquanto as nossas línguas se envolviam uma na outra, explorando o interior das nossas bocas, calma e apaixonadamente. Quando fiz menção para nos separar, ele forçou mais o aperto dos seus braços, impedindo-me de o fazer, deixando sem outra escolha senão continuar o ósculo, mas sejamos sinceros... eu não me importei nada.

 

Acabamos por ficar ali por um tempo, a beijar-nos e apreciar aquele momento, respirando pelo nariz para fazer aquele beijo durar, e que beijo foi aquele. Fomos nos separando aos poucos, e quando pensei que aquela ósculo tinha terminado, o Ji prende o meu lábio inferior com os seus dentes, e deu chupadas e mordidas de leve no mesmo, mas aquela sua ação apenas provocou um sorriso da minha parte.

 

"Já chega, meu bem. Vamos levantar a sério, vestir-te e vais comer ainda antes de sairmos, sim? Estamos a ficar sem tempo, ok?" pedi, deixando um selar na pontinha do nariz dele, e ele respondeu-me com um bico nos lábios "Anda lá." falei, descobrindo-o de vez, saindo de cima dele.

 

"Tira por mim, hyung..." pediu.

 

"Queres que eu te vista é isso?" perguntei, e ele assentiu "Aish, o que eu não faço por ti..." pensei em voz alta.

 

"Eu também te amo, hyung." respondeu ele, e eu ri, dando-lhe um selinho nos lábios.

 

Em seguida, peguei na roupa que tinha deixado na ponta da cama, e fui na sua direção de volta, ainda deitado e com o mesmo bico nos lábios. Já percebi que ele não me iria facilitar em nada. Assim sendo, sentei-me ao seu lado, e sentei-o para que podesse tirar a sua camisola e vesti-lhe o moletom, deitando-o novamente, apenas para facilitar o trabalho de lhe vestir a calça moletom, já que, para além da camisola, ele so vestia uma cueca box. Assim que terminei, voltei a sentá-lo apenas para o pegar no colo, sentindo os seus braços abraçarem o meu pescoço, as suas pernas enlaçarem a minha cintura, tendo eu que o segurar pelas suas coças, e, o rosto rente ao meu, no meu dos seus braços e o meu pescoço.

 

"A calça não te incomoda?" perguntei, e senti-o negar, continuando o meu caminho até à cozinha, onde me sentei num dos bancos, com ele ainda no meu colo.

 

Ele foi comendo aos poucos, meio lentamente, o que já era meio que de se esperar já que ainda era muito cedo para ele, e acabou que ele nem comeu tanto assim, apenas bebu o copo de leite morno dele e uma torrada, já que a segunda nem terminou de comer.

 

"Não tens fome, Ji?" perguntei e ele negou "Isso tudo é sono?" perguntei novamente e ele negou, virando-se para mim, e escondendo o rosto no meu pescoço "O que é então?"

 

"... carinho." foi tudo o que ele disse, antes de começar a roçar o rosto no meu pescoço, e como resposta, levei a minha mão esquerda aos seus cabelos, começando a desferir leves carícias.

 

Cuidadosamente, levantei-me do banco, amparando-o fortemente para que ele não caísse, tendo que parar as carícias, para poder pegar na minha mochila, e coloca-la às costas com o Ji no meu colo não foi coisa fácil, mas acabei por conseguir, pegar nas chaves do carro e do apartamento, e trancar o mesmo. De resto, ir para o carro não foi tão difícil assim. Quando cheguei na viatura, sentei o Ji no banco do passageiro, e coloquei-lhe o cinto de segurança, indo, em seguida, para o banco do condutor, e antes de ligar o carro, segurei-lhe na mão, fazendo-lhe leves carícias com o polegar, o que arrancou um sorriso da sua parte, o que, de certa forma aqueceu o meu coração.

 

O caminho até apartamento do Daesung foi bem calmo, o Ji praticamente voltou a adormecer na viagem. Chegamos no condomínio em 15 minutos, talvez até menos, e depois de estacionar o carro, foi até ao banco do passageiro e peguei no Ji no colo novamente, trancando o veículo em seguida. Seguidamente, fomos em direção ao apartamento do Dae, e pouco depois de chegarmos na porta e tocar na campainha, a porta foi aberta pelo Daesung, que não tinha uma cara muito boa.

 

"Hey, tudo bem?" perguntei, claramente preocupado.

 

"Sim, é só cansaço mesmo." respondeu, dando um sorriso em seguida, tentando esconder o que realmente sentia.

 

"Bom, eu não tenho muito tempo, só vim deixar aqui o Ji. Depois nós conversamos, ok?" perguntei e ele assentiu.

 

"Vem, vamos levá-lo para o quarto." disse o Daesung, e eu apenas o segui até ao quarto de hóspedes "Vou deixar-vos sozinhos." disse, saindo em seguida.

 

Assim que a porta se fechou, levei o Ji para a cama, deitei-o e calmamente retirei o calçado dele, para o aconchegar em seguida, deixando-o enrolado nos lençóis, que nem um bolinho.

 

"O hyung vai ter que sair agora, meu bem." falei, e ele fez bico.

 

"Fica mais um pouquinho, hyung..." pediu manhoso.

 

"Eu gostava de poder mas eu não posso mesmo." respondi, e vi o seu semblante se entristecer "Desculpa, Ji." pedi, deixando um selar na sua testa.

 

"Vais demorar pra voltar?" perguntou.

 

"Um pouco, mas quando chegar vais ter toda a atenção que quizeres, sim?" sugeri, e depois de um pouco ele assentiu "Eu vou ter que ir agora." disse, dando-lhe um longo selar nos lábios "Amo-te muito." falei, dando-lhe outro selar nos lábios, e outro na ponta do seu nariz.

 

"Eu também te amo, hyung... muito mesmo." disse, sorrindo, dando-me ele, a mim, um longo selar nos lábios, fazendo com que eu sorrisse também.

 

Quando abri a porta para sair, vi que o Cygnus estava lá, e encarava o interior do cómodo curioso.

 

"Passa-se alguma coisa, Cygnus?" perguntei.

 

"Não, Senhor. O-o Senhor Daesung é que disse ao Cygnus que ia ter visitas mas o Cygnus não tinha visto ninguém entrar e depois ouviu vozes no quarto e ficou curioso porque o Cygnus não estava reconhecer quem era. Desculpe, Senhor... o-o Cygnus não queria ser mal-educado nem inconveniente... e-e o Cygnus não ouviu a conversa, o C-Cygnus promete, Senhor... n-não puna o Cygnus, Senhor." ele falava tudo muito rápido e estava visivelmente nervoso e com medo, então, eu levei a minha mão calmamente aos seus cabelos, sentindo-o estremecer perante aquele toque.

 

"Ei, está tudo bem..." falei, enquanto comeceu a acariciar os seus cabelos, tal como fazia com o Ji "Não fizeste nada de mal, e eu não te vou fazer nada. Não precisas ficar assim..." dissia num tom de voz calmo, tentando trasmitir-lhe tal sentimento, e acho que no fim deu tudo certo, e ai tive uma ideia "Sabes que é que está aqui dentro comigo?"

 

"o Cygnus não sabe, Senhor. O-o Cygnus jura." falou, novamente com medo.

 

"Está tudo bem... não tem por que ficares assim, ok?" disse calmamente "O Jiyong está aqui comigo, lembraste dele?"

 

"O Cygnus lembra do bebé na barriguinha, Senhor... o Cygnus está errado, Senhor..." perguntou.

 

"Não, estás mais do que certo. Sabes... eu vou ter que sair e ele vai ter de ficar aqui, mas eu vou precisar da tua ajuda."

 

"O Cygnus vai ajudar, Senhor."

 

"Bom, eu vou precisar que tu tomes conta dele e que o protejas a ele e ao bebé... achas que consegues?" perguntei.

 

"O Cygnus consegue sim, Senhor. O Cygnus é forte e prometeu proteger o bebé, e o Cygnus vai cumprir a promessa." falou, e eu sorri para ele.

 

"Eu sei que vais. Eu vou andando. Toma conta dele." disse por fim, saindo do cómodo e vendo-o entrar.

 

"O Cygnus vai, Senhor." falou, e eu pude notar a leve felicidade nas suas palavras, e acabei por sorrir para ele em resposta.

 

Em seguida, procure pelo Daesung, apenas para o avisar de que o Cygnus estava mais que acordado e que estava junto do Ji, e que quando chegasse, que iria falar com ele, e ele apenas assentiu. Assim sendo, voltei para o meu carro e dirigi tendo como destino, a residência de alguém que eu já não via a um bom tempo... Youngbae.

 

Quando cheguei na mesma, apenas bastou buzinar uma vez, para o ver sair da residência pouco depois, e pelo que parecia alguém estava de bom humor.

 

"Então... qual é a razão do teu sorriso?" perguntei, assim que ele entrou no carro.

 

"Aish eu nem sei por onde começar... e-eu estou apaixonado." revelou, sorrindo bobo.

 

"Sério? Quem é a felizarda?"

 

"Jung Eunran... nós conhecemonos numa balada e temos andado a sair para nos conhecermos e tal, e, eu ela mecheu comigo de uma forma que mais nenhuma outra mulher com que estive mexeu, entendes?"

 

"Vai-te a ela então, tigre." disse na brincadeira, o que arrancou risadas de nós dois.

 

"E o que é que eu perdi?" perguntou ele e eu meio que congelei, não sabendo por onde começar.

 

"Bem comigo está tudo na mesma... o Ji tem sido um pouco difícil de lidar mas são coisas normais... o bebé também está bem... o problema e mesmo o Lee e o Dae."

 

"O que se passa com eles?" perguntou já preocupado.

 

"Bem... o Lee ele tem leucemia e por causa disso eles os dois estão bem mal... o Lee é normal, já o Dae ele está devastado. Eu depois do exame vou fazer umas análises para ver se sou compatível com ele... ver se os ajudo..."

 

"E-eu nem sei o que dizer..." depois dessas palavras, o silêncio instalou-se por uns momentos "Achas que posso ir contigo? Tu sabes... fazer as análises?" perguntou, passados alguns minutos.

 

"Claro, acho que neste caso quantos mais melhor."

 

"Infelizmente tens razão." respondeu.

 

Pouco depois, tivemos que nos separar já que tinhamos ficado em salas diferentes para podermos realizar os exames, e assim que cheguei na sala, o nervosismos começou a bater. Eu não sou do tipo de pessoa que fica nervosa com este tipo de coisa, mas por alguma razão, eu não me sentia tão confiante assim, e foi só quando tive o exame nas minhas mãos, à minha frente, é que a realidade bateu.

 

Agora teria que dar o meu melhor para poder ter o futuro que eu quero e dar o melhor futuro possível para o Ji... e essa era a única motivação que, naquele momento, eu precisava.


Notas Finais


gente m dscp por sumir, e eu espero msm q tenham gostado do cap acima d td ☺️

CRLH 300 FAVS VCS SAO DEMAIS AMO VCS ❤️❤️❤️!!!


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