História My Little Princess - Imagine Jooheon - Capítulo 49


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Categorias Monsta X
Personagens I'M, Joo Heon, Ki Hyun, Personagens Originais, Show Nu
Tags Imagine Jooheon, Jooheon, Long-fic, Monsta X
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Palavras 2.227
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Há três anos atrás, eu descobria o que hoje veio a se tornar um dos maiores motivos para eu sorrir.
Há três anos atrás, eu acabei vendo um vídeo que estava ali, todo atrativo nas recomendações do YouTube depois de ter visto um vídeo do GOT7.
Eu tive a incrível oportunidade de poder acompanhar a trajetória de meninos que mostraram e mostram o seu tamanho, a sua capacidade e o seu valor. Hoje é um dia muito especial para todos os Monbebes, e um dia ainda mais especial para os nossos meninos.
Eu fico muito feliz em saber que depois de tanto esforço e de tanta luta, eles alcançaram um de seus objetivos, se eles sorriem nós sorrimos juntos, se eles choram nós também choramos, e na vitória os aplaudimos assim como na derrota os amparamos.
O MONSTA X GANHOU O SEU FIRST WIN E HOJE É O DIA MAIS FELIZ DA MINHA VIDA!
Que nossos bebês continuem crescendo mais e mais e que possam alcançar o céu, pois não sabemos que eles são verdadeiras estrelas 🌟🌟🌟🌟🌟🌟🌟

Capítulo 49 - Descoberta


Moonbyul on

Já fazia cinco anos desde a última vez que eu tinha visto o Chang e a Liá. A faculdade nos Estados Unidos estava roubando muito de mim, mas foi a melhor escolha que eu fiz em toda a minha vida.

Os meus pais ao contrário dos pais da Liá sempre gostaram de viver a vida sem muitas preocupações. Eles viajavam pelo mundo todo e em uma dessa viagens eu acabei surgindo. Os meus pais não tinham muita maturidade para cuidar de uma criança, então eu vivia com todo mundo. Cuidar de mim era quase que uma tarefa. Cada um da família executava por um tempo, mas ninguém cuidou tão bem de mim quanto os pais da Liá. Eles foram verdadeiros pais para mim, e mesmo quando descobriram que a Liá estava a caminho não deixaram de me tratar como filha.

Mas então os meus pais apareceram de uma de suas incontáveis viagens e me levaram para a casa da Katherine, e ai começaram os meus problemas. A Katherine não me via como uma filha e muito menos como uma sobrinha, para ela eu era uma ninguém, alguém em que ela podia pisar e humilhar o quanto quisesse, afinal eu estava debaixo do teto dela, como ela mesmo dizia.

Enquanto eu era tratada somente como uma ninguém não era tão ruim assim, mas depois ela resolveu fazer de mim a sua pequena escrava, ai sim as coisas ficaram péssimas. Naquela época eu era uma garotinha frágil e sem força de espírito, e também tinha a imunidade muito baixa, não demorou muito para que eu adoecesse na casa da naja, mas quando isso aconteceu ela não me deu uma trégua. Ela continuou a me explorar e a me maltratar, até que o meu pequeno corpo não aguentou e eu acabei sendo internada.

Naquele tempo a nossa família sofreu uma leve turbulência, porque a tia Mieko não aceitava o fato de tudo o que a Katherine fez a mim, mas mesmo assim a Katherine ainda deu um jeitinho de se safar. Eu dei graças aos céus quando eu saí do hospital e voltei a morar com a tia Mieko.

Os anos se passaram, a Liá e o Chang nasceram e eu os tive como irmãos. Eles eram meus pequenos anjinhos e ainda continuam sendo. Mas infelizmente, quando eu completei meus dezesseis anos, os meus pais me levaram para morar com eles. Eles ainda viajavam bastante, mas agora eles me levavam junto com eles. Eu via a Liá e o Chang poucas vezes no ano, mas então em uma dessas vezes eu acabei me desentendendo de vez com a Katherine, a briga foi tão feia que nós acabamos partindo para a violência e ali sim a família se separou de vez. Mas infelizmente aquilo acabou afetando a Liá e o Chang também, já que a maluca o proibiu de ir até a casa dos meus tios e ainda colocou na cabeça dele que ele não devia mais se aproximar da Liá, enfim, ela só ficou louca de vez.

Já eu resolvi fazer a faculdade na América. Era uma forma de me fazer esfriar a cabeça e de dar mais anos de vida para a Katherine, pois se eu tivesse ficado ela com certeza já estaria morta. Não que eu fosse matá-la, mas não me faltava vontade de fazer isso.

Quando eu finalmente me formei eu não sabia ao certo que direção tomar, mas eu havia feito faculdade de administração, então quando eu liguei para a tia Mieko contando que estava formada, ela e o tio me chamaram para voltar a morar com eles e me convidaram para fazer parte da empresa. Se eu gostei? Eu amei, era a minha chance perfeita para poder acabar com a Katherine, mas não covardemente como ela fez comigo quando eu era pequena, mas sim mostrando a minha capacidade e a minha força.

Eu arrumei minhas malas feliz da vida e embarquei. Eu chegaria na casa dos meus tios as 09:30 e assim aconteceu. Era iria aparecer de surpresa no almoço quando a Liá chegasse da escola, mas pouco tempo depois que eu subi com as minhas malas eu ouvi barulhos na sala e desci para ver o que era.

E era a Liá se agarrando com um garoto. Eu segurei o riso, mas eu não perderia a oportunidade de ser uma empata-foda. Isso jamais.

- Minha nossa, isso é uma cena digna de um filme pornô, mas infelizmente, not today kids. - falei vendo o garoto praticamente pular de cima da Liá, e nesse momento eu me segurei ainda mais para não rir.

Depois de cumprimentar a Liá e das apresentações, eu descobri que o garoto se chama Jooheon e que também é meu primo. Eu não acreditaria em outras circunstâncias, mas se tratando da minha família eu acredito até que ainda tenha outros espalhados por ai, até porque não da pra saber tudo de todo mundo.

Mas a melhor notícia de todo o dia foi dada pela Liá: a Katherine foi presa. Eu nem pedi muitos detalhes e nem tive tempo para isso, já que o tio e a tia chegaram do trabalho e encontraram nós três sentados na sala conversando. Eu aproveitei para matar a saudade deles e me esqueci completamente da naja.

Moonbyul off

Jooheon on

Tudo estava indo tão bem, apesar da loucura que eu e a Liá fizemos na escola. Eu estava realmente acreditando que naquele momento ia rolar alguma coisa, mas então a tal prima dela, a Moonbyul, apareceu com um balde de água fria e acabou com todo o clima. Não que eu não tivesse gostado de conhecer ela, mas, eu estava de barraca armada bem no meio da sala enquanto elas conversavam.

Enquanto estavam só elas conversando eu não estava tão na merda assim, mas ai os pais da Liá apareceram e eu já estava cogitando a ideia de mandar uma mensagem para o Kihyun dizendo qual o modelo que eu queria para o meu caixão, porque se alguém percebesse a minha situação, eu seria um homem morto.

Apesar da terrível situação em que eu me encontrava, eu ainda consegui ter a cara de pau de sorrir como se nada estivesse acontecendo, mas eu quase fui pego quando todos se sentaram no sofá para um longa e agradável conversa.

Todos os quatro, isso mesmo, incluindo a senhora Mieko, a Liá e a Moonbyul. Todos eles estavam sentados com as pernas abertas, mas eu, tive a brilhante ideia de esconder o estado em que eu estava, cruzando as pernas.

Eu até riria se eu já não estivesse praticamente com um pé na cova. Mas felizmente, os pais da Liá resolveram fazer o almoço, e naquele momento eu já estava agradecendo a todos os santos por só a Liá saber da minha situação, mas eu estava agradecendo cedo de mais.

A Moonbyul se levantou para ir ajudar o pessoal na cozinha mais antes parou e se aproximou da minha orelha, o que eu achei extremamente bizarro, mas se a Liá não deu um troço com a súbita aproximação dela até mim, eu é que não iria dar. Pelo menos era o que eu achava antes dela abrir a boca...

- Se eu fosse você, eu subiria para um dos quartos e tomaria um banho bem gelado. Se o meu tio te pega nessa situação na cozinha, nós teremos ovos mexidos e linguiça frita pro almoço, então seja rápido.

A criatura ainda riu de mim. Ela só pode ter alguns parafusos soltos, mas ainda assim ela tinha razão.

Eu olhei para a Liá e meio que pedi socorro com os olhos, e então ela me levou pra cima e eu tomei o tal banho gelado que não adiantou muita coisa, mas o que o banho gelado não fez o nervosismo terminou de fazer.

- Eu nunca pensei que algum dia ficaria feliz por ter broxado. - falei enquanto vestia roupa sobre o olhar e as risadas da Liá.

- E eu não acredito que eu estou ouvindo isso de você! - disse quase chorando de rir.

- Você só diz isso porque nunca ficou de pau duro na frente dos pais da sua namorada. Eu já estava até pensando nas flores que eu queria por cima do meu caixão, então não ria da minha desgraça. - falei sério.

- Você é um bobo sabia. Meus pais não iam matar você Jooheon. Essas coisas acontecem com os homens naturalmente não é mesmo?

- A eles iam me matar sim, pode ter certeza disso. E para os seus pais isso não seria nada normal.

Novamente ela deu risada da minha cara e se aproximou me dando um beijo carinhoso, e eu praguejei ela por isso, já que o meu amiguinho pareceu querer despertar novamente.

- Sem beijos, ou a minha lápide vai ser só de cimento por eu não ter tido tempo de escolher alguma pedra. - disse secando meus cabelos rapidamente na toalha.

- Você é o melhor namorado do mundo Jooheon! - ela falou apertando as minhas bochechas.

Depois de ter certeza de que eu estava apresentável, eu desci junto com a Liá. Os pais dela estavam conversando animados com a Moonbyul e eu agradeci internamente por nenhum deles terem questionado da minha demora para descer junto com a Liá.

O almoço estava correndo super bem e eu já podia garantir que eu sairia dele vivo e que os planos para o final de semana ainda estavam de pé.

Então deu a minha hora de ir embora e eu me despedi de todo mundo. A Liá por algum motivo fez questão de ir embora comigo, mesmo eu sabendo que ela queria ficar com a prima dela que tinha acabado de chegar.

Nós dois então nos despedimos de todo mundo e saímos.

Jooheon off

Liá on

Ainda bem que os meus pais chegaram antes da Luna me perguntar o porque da Katherine ter sido presa. Eu até consigo imaginar ela saindo cuspindo fogo em direção ao presídio. Ela iria visitar ela e de quebra iria acabar sendo presa por tentar matar ela.

Mas daí o Jooheon teve que ir embora, e mesmo que eu quisesse ficar e ajudar a Luna a desfazer as malas, eu sabia que ela ia acabar tocando nesse assunto e eu não conseguiria esconder dela, então eu só troquei as prioridades.

Eu tenho que botar o papo em dia com a Luna, afinal forma cinco anos longe, mas eu também tinha que descobrir mais sobre a Song Hee, e hoje os meus métodos seriam diferentes. Eu só espero que também sejam tão eficazes do que pagar uma de stalker.

Então toda feliz da vida, eu fui abraçada ao Jooheon para a casa dele. Se tudo der certo hoje eu estarei mais informada.

No meio do caminho o Jooheon resolveu passar em uma sorveteria porque o calor estava forte hoje, e eu fiquei o esperando do lado de fora da sorveteria. Depois que ele pegou os sorvetes nós dois nos sentamos em uma praça um pouco mais afastada e discreta do bairro.

A gente ficou lá por um tempinho conversando e então o Jooheon disse que iria ao banheiro e que não iria demorar. Eu então concordei e fiquei observando o movimento.

Eu olhava tudo, os passarinhos que estavam cantando sobre as árvores, a forma como o vento balançava as folhas, os carros passando, o Kihyun em um carro parado.

Opa, calma, eu vi o Kihyun em um carro parado?

E não era coisa da minha cabeça. O Kihyun estava dentro de um carro que não me era estranho que estava parado em um cantinho mais discreto da praça, e então eu tentei me lembrar de quem era aquele carro, e a resposta veio de uma vez só acompanhado por um quase ataque de emoção e de euforia.

Era o carro do Shownu, e eu só percebi isso quando os meus olhos capturaram os dois se beijando.

Eu não conseguia nem me mexer. Aquilo era de mais para o meu coraçãozinho. Eu continuei com o meu olhar fixo na sena, até que o Kihyun desceu do carro e se despediu do Shownu, que por sua vez deu partida com o carro deixando um Kihyun todo sorridente para trás. Isso é claro, até ele se virar e seus olhos se encontrarem com os meus.

Hoje realmente é o dia. Eu venho tentar descobrir informações e tropeço em uma dessa.

Ele veio andando em passos inseguros e de uma certa distância eu consegui deduzir o que ele tentava falar.

- Eu posso explicar...

O Jooheon voltou do banheiro e o Kihyun ficou ainda mais tenso, e eu vi que ia ter que ajudar se eu não quisesse que o coitado tivesse um infarto no meu da praça.

- Jooheon, eu liguei pro Kihyun porque eu quero que ele me ensine a cozinhar. Então você pode ir indo na frente que eu e ele vamos ao supermercado comprar algumas coisinhas, é coisa rápida, eu te prometo que não vai demorar. - falei o mais calma possível.

O Kihyun me olhou com surpresa e soltou a respiração que ele estava prendendo desde que ele viu o Jooheon.

- Tá bom, eu acho. Mas não demorem mesmo em, eu quero até ver você cozinhar. - o Jooheon disse sorrindo e me deu um beijo antes de ir embora.

Quando eu tive certeza que ele estava longe o suficiente, eu encarei o Kihyun que tremia sem parar.

- A gente tem que conversar. - falei séria.

- Eu juro que eu posso explicar Liá... - ele disse com os olhos cheios de lágrimas. 

- Sim, e é bom que você tenha uma boa explicação, senão eu juro que vou te matar...


Notas Finais


Leiam as notas do autor, e espero que tenham gostado ♥


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