História My Lord - Capítulo 13


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Categorias Shingeki no Kyojin (Attack on Titan)
Personagens Armin Arlert, Bertolt Hoover, Connie Springer, Daz, Dot Pixis, Eren Jaeger, Erwin Smith, Farlan Church, Hange Zoë, Hannes, Historia Reiss, Isabel Magnolia, Jean Kirschtein, Keith Shadis, Kenny Ackerman, Levi Ackerman "Rivaille", Mikasa Ackerman, Mike Zacharius, Nanaba, Petra Ral, Sasha Braus, Ymir
Tags Amor, Brigas, Eren, Ereri, Lemon, Levi, Riren, Sexo, Snk, Vampiro, Yaoi
Visualizações 169
Palavras 2.396
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Primeiramente eu quero agradecer pelo DUZENTOS FAVORITOS! Eu realmente não sei como agradecer a vocês, leitores maravilhosos. Eu sei que eu demoro horrores para atualizar, mas vocês sempre estão me mandando mensagens falando que eu preciso atualizar os capítulos (sou extremamente grata por isso). Eu amo quando vocês comentam e falam que estão gostando da historia, aliás, sem vocês a My Lord não existiria. Novamente eu peço perdão pela demora e novamente eu agradeço pela paciência que vocês tem pela história. Agora vou parar de falar porque as notas finais irá ficar gigante.


PERDOE-ME PELA DEMORA DESSE CAPÍTULO, NÃO SEI O QUE ME DEU, MAS EU TRAVEI NO LEMON. (Sim, tem lemon e é isto).

Capítulo 13 - Sem casamentos e Enfrentando o Inimigo


Fanfic / Fanfiction My Lord - Capítulo 13 - Sem casamentos e Enfrentando o Inimigo

Empurrei Eren de lado e me levantei bruscamente. Petra me olhava com tristeza e seus olhos estavam marejados. Me sentir mal por isso, mas não me arrependi. Ela sabia muito bem que eu não a amava. Ela sabia dos motivos do casamento e o motivo era dinheiro. Como sempre.

— Petra — me levantei e a olhei

— Levi — ela sussurrou sorrindo e chorando ao mesmo tempo — Me diga que é mentira… — ela correu ao meu encontro e me abraçou. Logo após ela se ajoelhou no chão e abraçou minhas pernas — Só diga que ele é um desses servos pervertidos que se aproveitou do seu momento de fragilidade e te seduziu. Por favor, Levi, me diga isso

Petra estava desesperada, mas eu sabia o motivo desse desespero. Ela não me amava, nunca me amou. A única coisa que ela amava era o meu título. O título de Conde e o futuro título de Lorde. Se casando comigo, ela viraria Lady do Território Sul e era isso que ela amava, não a mim.

— Petra, todos nós sabemos que você não nutre um pingo de sentimentos por mim. Todos aqui sabem que você só diz que me ama para conseguir o título de lady — disse a olhando e ela se levantou. Enxugou os olhos com as mãos e tentou recuperar o fôlego

— Nem isso — deu ombros e derramou mais lágrimas — A família Ral é rica, eu não preciso do seu dinheiro. Mas, meu pai quer isso. Meu pai quer que eu me torne Lady, eu seria um exemplo, mas não se engane, Ackerman. Eu não sou gananciosa, o conde sabe muito bem que por mim, eu não casaria

— Desista do casamento — disse firme e ela arregalou os olhos — Simples — puxei Eren e o abracei pela cintura. Ele ainda estava sem camisa, os chupões se destacavam em seu pescoço. Petra colocou a mão na boca. Surpresa. — Você não quer se casar e eu menos ainda. Será mais fácil para todos — ela negou com a cabeça

— Conde, ele é um servo. Pierre não pode nem pensar nesta hipótese — infelizmente, Petra sabia de alguns podres de Pierre. O pai dela é amigo do meu pai e isso só dificulta as coisas — Eren, isso que você quer fazer é um suicídio. Ackerman, isso é um assassinato. Ambos sabem o que vai acontecer e o único a se prejudicar aqui é você, Eren

Uma das coisas que mais me surpreendia era o fato de Petra mudar de humor de uma hora para outra. Ela estava chorando, desesperada minutos atrás, mas agora ela estava ali, conversando casualmente com Eren.

Petra não era uma pessoa má. Eu adorava ela, como amiga e tinha certeza que ela sentia o mesmo por mim. Ela compreendia as coisas, queria ser uma pessoa normal e não uma lady por opção do pai. A Ral nunca quis se casar, eu sabia muito bem disso. Sempre dissera que queria servir no exército, pois gostava de adrenalina e aventura, porém, nunca pode. O pai era extremamente contra.

— Eu sei de todos os riscos, senhorita Ral — Eren disse sem jeito

— Bem, o que faz aqui? — Mudei de assunto. Eu realmente estava curioso em saber o que Petra queria

— Ver como está se sentindo — sua voz saiu falha — Digo, você foi o último a ver Farlan antes dele ser assassinado por rebeldes do território dele — arqueei uma das sobrancelhas

— Quem o assassinou? — Perguntei colocando a mão no queixo

— Humanos do Oeste. Parece que eles estavam insatisfeitos com a pobreza e resolveram matar o herdeiro do Oeste. Bem, foi isso que meu pai recebeu, amanhã vai sair tudo direitinho no jornal — sorriu amargurada — Meu pai disse que não distorcera nada — falou inocente

Minha garganta se fechou após ouvir aquelas palavras saírem da boca da ruiva. Seu pai era um grande jornalista, sempre acreditei em suas notícias, mas agora não podia dizer o mesmo. Ele era corrupto e com certeza era com ajuda de Pierre. Pierre foi mesmo rápido dessa vez. Subornou até a linha jornalística.

— Pierre mandou matar Farlan. Por dois motivos. Um deles era pela dívida e o outro era porque ele sabia que eu tinha laços amigáveis com Farlan — me joguei no sofá. Estava exausto. Queria dormir e esquecer de tudo isso que estava acontecendo, mas seria egoísmo da minha parte. Eu tinha que fazer algo

Petra colocou a mão na boca. Parecia chocada e desacreditada com tudo que eu acabei de dizer. Ela se sentou em uma das poltronas que ficavam espalhadas pelo local e me olhou seriamente.

— Só pode estar de brincadeira. Pierre jamais faria isso com Farlan, o futuro herdeiro — engoliu seco ao defender Pierre. Petra sabia que estava errada, ela sabia mais ou menos do que Pierre é capaz

— Senhorita Ral, infelizmente foi isso mesmo que aconteceu — Eren a olhou tristonho

— E seu pai infelizmente foi subornado por Pierre. Ele distorcerá toda a notícia, então Pierre saíra ileso. Novamente — me espreguicei. Estava cansado daquilo. Cansado dessa vida de farsas e mentiras — Bem, é só isso. Você sabe de toda a verdade, tanto de Farlan quanto a minha. Só nos restam a sua palavra. Prometa que não contará para ninguém? — A olhei firme. Seu rosto parecia empolgado com tudo aquilo. Ela sorriu

— Prometo — falou alto e claro — Aliás, conde, eu nunca quis me casar com você mesmo. Acho-o muito insensível — revirou os olhos, mas logo gargalhou. Eu apenas sorri fraco

Petra se levantou e acenou para mim e logo para Eren. Precisava alertar a todos que eu não iria mais me casar com a ruiva, porém pensaria em uma boa desculpa e uma boa ocasião para o anunciado. Seria uma notícia que surpreenderia todos, principalmente os Rals, mas Petra e muito menos eu, ligava para isso.

— Vamos, irei até o Território Oeste — Eren se surpreendeu com minha fala — Não agora, preciso urgentemente descansar — bocejei

— Desculpe-me a intromissão, mas eu acho que o senhor está dormindo muito ultimamente — Eren disse enquanto andávamos em direção ao quarto. O olhei de soslaio

— Está me chamando de preguiçoso? — Perguntei abrindo a porta do quarto. Ele ficou vermelho e eu sorri com o resultado

— Não, mestre — ajeitou sua postura e abaixou a cabeça. Andei em passos lentos até ele e levantei seu queixo, fazendo-o olhar para mim

— Acho que eu tenho um pouco de energia para outra coisa

Me aproximo mais de Eren e selo nossos lábios, assim como estava com vontade de fazer desde quando estávamos na biblioteca. Era um beijo carinhoso, sem muito desespero. Porém, sinto que Eren estava gostando.

Separo nossos lábios e o olho. Ele estava com os olhos fechados, mas logo foi abrindo devagar. Eren da um sorriso e logo então me ataca. Começamos novamente, mas dessa vez com uma ferocidade precisa. Eren não estava mais ligando para o que viria no futuro e muito menos eu. Não ligava mais para nada. 

Eren abriu delicadamente o zíper da minha calça, enquanto eu mordia o seu lábio inferior. Abaixou um pouco minha cueca box, revelando membro ereto. Ele deu um sorrisinho e se abaixou. Eren abocanhou todo o meu membro com rapidez. 

Ele começa a fazer movimentos de vai e vem com a boca, me levando a loucura. Entrelaço meu dedos em seus cabelos castanhos sedosos. Puxo seus cabelos e enfio meu membro ainda mais em sua boca, o que fez Eren engasgar e se assustar com aquilo. 

O puxo para a cama e faço-o sentar em meu colo. O beijo novamente e começo a retirar sua camisa de botões, logo passando a mão pelo seu peitoral e apertando suavemente seus mamilos com os dedos.

Deixei minha camisa social deslizar pelos meus braços. Queria me livrar rapidamente de qualquer peça de roupa. Estava louco para fode-lo. 

Vamos rápido com isso, estou com pressa   disse impaciente, empurrando-o do meu colo e o jogando na cama 

Não iria perder tempo. Seria rápido, porém carinhoso. Subi em cima dele e descontei toda minha vontade em seu corpo. Beijando, chupando, arranhando, mordendo e o judiando. Eren gemia algumas palavras cujo eu não entendia, talvez estava ocupado demais para raciocinar algo. 

O seu grito me interrompeu, e eu o olhei com um sorriso safado. O sangue de Eren sujava um pouco da minha boca, tinha mordido-o um pouco forte demais. 

Não vou lhe preparar  — disse maldoso, puxando suas pernas e a prendendo em minha cintura. Eren engoliu seco, já previa o que vinha a seguir 

Assim como eu, Eren tinha uma grande quantidade de pré-gozo que escorria pela extremidade de seu membro. Sem mais cerimônia, posicionei meu membro em sua entrada, lubrificando, mas sabia que ele gostaria dessa atitude. 

O penetrei rápido. Um grito de susto ecoou vindo de Eren ecoou pelo quarto. Fiz sinal com o dedo pedindo silêncio e ele engoliu seco. Enquanto eu fazia as estocadas, Eren apertava com força os lençóis da cama. 

Le- Levi.. Hmm...   seus gemidos iam ficando cada vez mais alto

Nossos gemidos se misturaram pelo ambiente. A sensação te der Eren somente para mim era realmente prazerosa. Continuei mauzões ritmo durante mais algum tempo, as vezes alternando entre estocadas rápidas e devagar. 

AH... LE-LE-LEVI! —  exclamou alto 

Sorri satisfeito ao ver que tinha acertado sua próstata. Continuei ainda mais rápido, acertando aquele ponto mágico. Os gemidos de Eren era absurdamente altos, mas eu não ligava mais para isso, estava completamente desnorteado de prazer. 

Subi minha mão que estava em sua perna e peguei seu membro. Comecei a masturba-lo, queria que gozassemos juntos. Queria encerrar aquela tarde da melhor forma possível. 

Demorou poucos minutos para que gozassemos juntos. Sai de dentro do Jaeger e suspirei ao ver que tínhamos sujado toda a roupa de cama. 

Irei tomar um banho - disse virando as costas para o garoto que tentava recuperar o fôlego   Troque as roupas de cama - disse já entrando no banheiro 

Não demorei muito no banho. Estava mais que exausto, Eren tinha consumido toda minha reserva de energia. Sai do banheiro e o encontrei saindo do quarto com a roupa de cama suja, engoli seco e pensei um pouco antes de falar a seguinte frase:

Logo depois volte, provavelmente estarei dormindo, mas deite ao meu lado   disse me jogando na cama e bocejando   Isso é uma ordem

[...]

— Mestre... Mestre... — a voz de Eren era como agulhas em meu cérebro

Me levantei sem abrir os olhos. Passei a mão pelos meus cabelos e logo abri minhas pálpebras. Eren me olhava com curiosidade e impaciência. Parecia nervoso.

— Aconteceu algo? — Perguntei e ele negou — Então?

— O lorde pediu para que o mestre se levantasse pois irão para o Território Oeste — pulei da cama após ouvir aquilo, mas praguejei mentalmente ao me lembrar que Pierre também estaria lá e que eu deveria fingir uma falsa frieza

Me dirigir até o banheiro e olhei fixamente para a banheira. Não, seria extremamente rápido. Adentrei de baixo do chuveiro e deixei a água gelada me relaxar, o que seria impossível. Mesmo que estivesse dormido bem eu estava realmente cansado, não fisicamente e sim mentalmente. Pierre estava me matando aos poucos.

Me vestir lentamente e penteei meus cabelos. Estava bem assim. Todo de preto, estava de luto, mesmo que eu fosse agir como um ser sem sentimentos eu queria mostrar que me importava com a morte do meu melhor amigo.

Sai do quarto e andei em passos lentos pelos corredores. Desci as escadas rápido e me dirigir para fora da mansão. Encontrando Pierre e Erwin, pareciam impacientes, mas não liguei. Erwin se curvou para mim e finalmente entramos na carruagem.

Pierre continuou quieto, mas sempre me observando. Observando até demais.

Tirando os olhares desconfiados de Pierre em mim, a viagem foi super bem. Meu peito doía só de pisar no chão daquele território. Do território que meu amigo não irá mais governar.

Entramos na mansão e fomos recebidos por alguns empregados que antes usava uniformes branco e vermelho agora usava um uniforme preto. Pareciam abatidos. Se alguém da mansão Ackerman morresse obviamente os empregados ficariam felizes, mas aqui não. Os Church são conhecidos por sua simpatia e carisma, eles nunca fizeram mal a ninguém.

— Lorde Ackerman — o lorde Church nos recepcionou assim que chegamos no salão onde era velado o corpo do rapaz

Meu pai sorriu amargo. Seu rosto se contorceu em uma careta. Tentava parecer triste, mas não conseguia de maneira alguma.

— Levi e eu conversamos sobre isso — limpou a garganta e eu o olhei curioso — Esqueça a dívida, esqueça de tudo isso. Não há mais dividas e nem nada. O meu território entrará em luto pelo seu filho, Church — deu uns tapinhas no ombro do homem ao seu lado

Minha vontade era de xingar Pierre de todos os nomes possíveis e impossíveis, mas eu preferi ficar quieto. Se fizesse algo, eu pagaria caro e talvez até Eren.

— Magnólia está aqui? — Perguntei formalmente

— Oh, não — Church disse sem jeito — Isabel passou mal e disse inúmeras blasfêmias contra o Lorde Ackerman, então ele preferiu se retirar — Pierre arqueou uma das sobrancelhas

— Como? — Perguntou incrédulo

Me arrependi amargamente por ter perguntado sobre os Magnólias. Blasfemar contra um lorde é crime, e com certeza Isabel já estava pagando por isso, ainda mais quando se trata de Pierre, aliás o Magnólia é um dos melhores amigos do meu pai e ser melhor amigo de Pierre é uma honra gigantesca.

— Ela o acusou injustamente e falou que o senhor é cruel. Mas ela com certeza já está recebendo a devida punição — Church falou

— Claro, mas não irei dizer nada, estou de luto e não quero mais confusões — abaixou a cabeça e Church assentiu

A melancolia era bem visível no salão. Vários familiares de Farlan chorava. Inclusive sua mãe, que estava desesperada. Eu queria que Isabel estivesse aqui para que eu conversasse com ela, porém não iria precisar, ela era inteligente  o suficiente e já sabia quem assassinou o amigo.

— Tome cuidado, pois se for pego no ato, eu mandarei meus guardas cuidarem dele — fui surpreendido pelas mãos pesadas do meu pai que tocava meus ombros. O olhei sem entender e ele apontou calmamente para o pescoço de Eren

Engoli seco. Impossível.

— Ouse — o olhei desafiador — Toque-o e eu não hesitarei em te matar — sussurrei assassino e me virei novamente



Notas Finais


Bem, não é um aviso muito importante, mas eu como autora sinto no dever de avisar isso para vocês. Bem, a história vai tomar um rumo bem diferente, onde brigas e outras coisas acontecerão, então a narração irá mudar para terceira pessoa, pois ficar mais fácil de escrever e menos confuso de ler, pois as cenas irão mudar frequentemente. Só isso mesmo *-*

O que acharam da ousadia do Levi em enfrentar Pierre? Brigas estão por vim, meu povo. Até o próximo...


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