História My love Is Yours - Capítulo 5


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Categorias Turma da Mônica Jovem
Personagens Personagens Originais
Tags Novela, Romance, Tmj, Turma Da Mônica Jovem
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Palavras 1.176
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um capítulo fresquinho. Hoje estou super romântica que vou postar o poema do capítulo. Esse poema vai para todo mundo que tem alterações bruscas de humor. Inclusive para mim.
“Se te comparo a um dia de verão
És por certo mais belo e mais ameno
O vento espalha as folhas pelo chão
E o tempo do verão é bem pequeno.
Às vezes brilha o Sol em demasia
Outras vezes desmaia com frieza;
O que é belo declina num só dia,
Na eterna mutação da natureza.
Mas em ti o verão será eterno,
E a beleza que tens não perderá;
Nem chegarás da morte ao triste inverno:
Nestas linhas com o tempo crescerás.
E enquanto nesta terra houver um ser,
Meus versos vivos te farão viver.”

William Shakespeare

Capítulo 5 - Pazes e poesias


Fanfic / Fanfiction My love Is Yours - Capítulo 5 - Pazes e poesias

Pov. Cebola

Na porta do colégio encontro ela ainda com uma carinha de raiva, e amo essa carinha que ela faz, ela não falava comigo há alguns dias, mas sei que já não tinha tanta raiva assim de mim, fico vendo ela rodeada com a nossa turma chego e falo para todos ouvirem.

- Mô minha linda tenho uma coisa para te dizer.

- O que seria essa coisa? Fala logo que tenho que ir para a sala de aula. – Ela falou.

- Então começo a recitar o poema que eu tinha copiado,

“Se te comparo a um dia de verão
És por certo mais belo e mais ameno
O vento espalha as folhas pelo chão
E o tempo do verão é bem pequeno.
Às vezes brilha o Sol em demasia
Outras vezes desmaia com frieza;
O que é belo declina num só dia,
Na eterna mutação da natureza.
Mas em ti o verão será eterno,
E a beleza que tens não perderá;
Nem chegarás da morte ao triste inverno:
Nestas linhas com o tempo crescerás.
E enquanto nesta terra houver um ser,
Meus versos vivos te farão viver.”

 

- Nossa Cê que lindo, não sabia que você gostava de Shakespeare.

 

- Não gosto, mas por você passo a gostar. – Escolhi essa poesia por que achei bem parecida com a sua personalidade.

 

Dizendo isso, ele já me puxou para junto de si me deu um beijo, mas não foi um beijo qualquer, tinha algo especial, parecia que queria que eu nunca mais saísse de perto dele, senti muita paixão no seu beijo, senti um sentimento de posse, era como se com aquele beijo ele quisesse dizer que eu era dele e de mais ninguém, que somente ele poderia me tocar, senti sua língua passear na minha boca e retribui o gesto só parando quando o ar começou a faltar, e com os assovios da galera.

 

- Então Mô, estou perdoado?

 

- Tá, mas não faça mais isso, é que eu tenho muito ciúmes, tenho medo perder você, mas sei que não tenho motivo para ter ciúmes não é mesmo?

 

- Claro que não meu amor, você vai ver, de hoje em diante serei um novo homem o namorado que você sempre quis.

 

- Vai mesmo? - Cê vamos entrar, o sinal está perto de tocar.

 

- Tá bom, vamos Mô. Mais antes eu queria só dá uma palavrinha com o Cascão tá bom.

 

- Tá bom, vai lá.

 

Nisso eu e Cascão começamos a conversar.

 

- E aí véi, Tudo beleza? Vi que você e a Mônica fizeram as pazes, tu até declamou versinhos pra ela cara. Mas isso tudo não é encenação não. Não é? E a sua parada com a Francesa metida.

 

- Cara, nem te conto ela esteve lá em casa ontem à noite e me botou contra a parede, exigindo que eu assumisse o namoro com ela e coisa e tal.

 

Nossa! Mais e aí o que você fez?

 

- Falei que não existia a gente, e que eu amo a Mônica e jamais deixaria minha namorada pra ficar com ela, mas ela me ameaçou e disse que isso não iria ficar assim, tive medo daquelas palavras, ela estava furiosa. Depois disso nem consegui dormir direito.

 

- Nossa, eu não queria estar na sua pele, mas eu te avisei que isso não ia dar certo.

- Eu sei meu amigo, você estava certo o tempo todo, eu que estava cego e também quero te agradecer pelos conselhos, chega de traições, chega de mentiras, de hoje em diante serei uma nova pessoa.

 

- Agora senti firmeza, mas você acha que a Penha pode melar o seu namoro com a Mônica?

 

- Eu não sei, mas parece que ela falou aquilo da boca pra fora, pelo ódio nos olhos dela ontem achei que ela estaria esperando a Mônica da porta da escola para contar tudo, então acho que ela não vai contar pra ninguém até porque é muita vergonha admitir uma derrota principalmente para a Mônica porque elas nunca se deram bem.

 

- É verdade, vamos entrar que o sinal já tocou.

 

Pov. Mônica.

 

Na sala. A Denise veio ao meu encontro.

 

- Mona, o que foi aquilo nunca vi seu bofe demonstrar sentimentos assim por alguém além dele mesmo, o que aconteceu, que simpatia você fez? Quero um pra mim assim também. Já fiz até vídeo pro You tube, com aquela declamação de Shakespeare.

 

- Nossa Denise, você conseguiu gravar vídeo com aquela cena? Realmente você não existe.

 

- É claro Mona, Denise não perde tempo, Denise tudo vê e tem registrar tudo. Pra ficar na recordação, imagine daqui uns cinco ou seis anos vocês casados, vendo esse vídeo e relembrando o passado.

 

Nisso aparece a Magali.

 

- Daqui a cinco anos Denise? Será que eles estarão mesmos casados? O futuro só a Deus pertence não é amiga.

 

- Nossa, Magali, vira essa boca pra lá, é claro que vamos estar casados, não me imagino com outro que não seja o Cebola.

 

- Mas tente imaginar amiga, como eu disse o futuro só a Deus pertence, e agente nunca sabe, melhor você já sabe como é o seu namorado cheio de altos e baixos.

 

Nisso o Cebola chega e vai logo falando:

 

- É claro que vamos estar casados, eu prometo que vou ser o melhor namorado do mundo pra ela, vou ser o melhor de todos.

- Tomara Cebola porque você sempre pisa na bola com a Mô. Não é mesmo? A propósito, vi que você nunca prometia nada nem era todo romântico assim. Aconteceu alguma coisa? Ninguém muda do dia pra noite.

 

- Sei Magali que não tenho sido o melhor namorado para a Mônica, mas agora prometo que tudo será diferente.

 

- Assim espero falou Magali.

 

Nisso meu olhar encontrou outros olhares que me olhavam ambos de forma diferente, um olhar de decepção e outro de ódio. Eram Toni e Do Contra, mas rapidamente desviei o olhar dos dois e me concentrei na aula, mas percebi quando um deles saiu bufando de ódio.

...

 

Pov. Toni

 

Saí com uma raiva tremenda daquela aula, sabendo que a Mônica tinha feito as pazes com aquele “prego”, sei que ele já traiu a Mônica várias vezes e tinha que fazer ela enxergar que eu era o melhor para ela, mas isso não ia ficar assim ela iria ser minha por bem ou por mal. Fui até o banheiro e disquei para o celular de uma velha amiga.

 

- Alô, é você Toni? E aí alguma novidade?

 

- Sim eles fizeram as pazes, não estão mais brigados, acredita que até poema o idiota declamou para ela.

 

- Que romântico! Pena que essa alegria será por pouco tempo. E então? Você vai me ajudar com o plano não vai?

 

- Claro que sim quero a Mônica longe daquele Cara, e não vou sossegar até que ela seja minha, eu sou o cara que ela precisa. Só eu posso fazê-la feliz.

 

- Ótimo, então temos que colocar o plano em ação o mais rápido possível.

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Notas Finais


Um abraço a todos e até domingo. Se gostaram comentem. Vocês são 10.


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