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História My love, my life - Capítulo 23


Escrita por:


Notas do Autor


Oi minha genteeee.
Me perdoem por não ter postado na semana passada, mas eu simplesmente estava com 0 inspiração pra escrever. Mas espero que não tentando desistido de acompanhar, pq hj estou aqui postando. E eu ja peço desculpas pelo hot, nunca tinha escrito antes, então me perdoem se estiver muito ruim, juro que tentei kkkkkk
Espero que gostem pelo menos um pouquinho e que continuem acompanhando. Muito obrigada a todos vocês que estão lendo, comentando e favoritando. Isso me da mais vontade ainda de escrever mais.
Voces são maravilhosos. Obrigada por tudooo ❤️
Fiquem com o Flashback POV Clarkson.
Bjoooos, até semana que vem 😘😘

Capítulo 23 - So join me in this bed that I'm in


Todo o meu nervosismo e angustia desaparecem quando vejo Amberly na porta da igreja. Ela era a mulher mais linda que já havia pisado na terra, disso eu não tenho dúvidas.

Não podia acreditar que aquela mulher, em alguns instantes seria a minha esposa. Na verdade, o mais inacreditável de tudo era que na Seleção, havia conseguido encontrar alguém que eu amasse verdadeiramente, alguém que fizesse meu coração parar com apenas um gesto. Me sentia o homem mais sortudo do mundo.

Ela vinha caminhando ao lado de seu pai, com o sorriso mais radiante que existia. Seu vestido era lindo e acentuava ainda mais suas curvas. A coroa da princesa havia ficado perfeita nela. Tinha razão quando dizia que ela havia nascido para ser minha princesa, não existia ninguém no mundo que merecesse mais a coroa do que ela.

Quanto mais ela se aproximava de mim, mais ansioso eu ficava para te-la do meu lado, em meus braços, todos os dias e todas as noites…

Assim que chegaram no altar, seu pai me entrega a sua mão. Seu toque fez com que uma eletricidade corresse por todo o meu corpo. Uma noite sem ve-la já era o suficiente para meu coração estar morrendo de saudade dela.

Assim que a conduzi para a frente do padre, noto que sua mão estava tremendo.

-Nervosa minha querida ?

-Um pouco. Mas mal posso esperar pra ser sua mulher.-ela sussurra sorrindo para mim.

Quando nos ajoelhamos em frente ao padre, ele começa a cerimônia.

-Estamos aqui reunidos hoje para celebrarmos a união do nosso amado príncipe com a sua escolhida. E essa cerimônia não só concretizará a união dessas duas pessoas, mas nos dará uma nova princesa.-o padre anuncia e não pude deixar de olhar para minha futura esposa. Ela tinha uma expressão leve e serena, com um sorriso doce nos lábios. Como eu podia ser tão apaixonado por alguém ? Isso me assustava um pouco. - Bom, acredito que todos estejam ansiosos para o fim desta cerimônia. Tentarei ser breve, para que o casal também possa começar a aproveitar a vida de casados.-ele diz e todos na igreja dão risada.

Amberly olha para mim. E podia notar no seu olhar, que ela estava tão ansiosa para essa vida começara quanto eu. Passamos a cerimônia inteira trocando olhares e sorrisos, me sentia tão feliz como jamais imaginei que ficaria no meu casamento.

Via meus pais ao lado do altar e ambos pareciam felizes também. Amberly havia feito um milagre na minha família; ela emanava uma paz tão grande que eles haviam parado com todas as brigas e por isso eu seria eternamente grato.

Olhei para os pais dela que mantinham no rosto um semblante de mais puro orgulho. Jamais teriam imaginado que sua filha se tornaria uma princesa e pareciam estar vivendo um sonho. Os peguei algumas vezes olhando ao redor, como se não acreditassem que estavam fazendo parte de tudo isso.

Saio dos meus devaneios quando o padre pede que ficássemos de pé.

-Sua alteza Clarkson Schreave, é de sua livre e espontânea vontade casar-se com Amberly Station ?

-Sim.

-Senhorita Amberly Station, é de sua livre e espontânea vontade casar-se com Clarkson Schreave ?

-Sim.-ela responde e aperta ainda mais minha mão. Não pude deixar de sorrir. 

-Os votos, por favor.-o padre pede e eu pego uma das alianças. Olho em seus olhos e vejo a mesma alegria que eu estava sentindo.

-Eu Clarkson Schreave, te recebo Amberly Station como minha legítima esposa. Te prometo ser fiel, amar-te e respeitar-te na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, por todos os dias de nossa vida e até que a morte nos separe. Receba essa aliança como prova do meu amor e da minha fidelidade.- recito para no fim colocar a aliança em seu dedo. Ela sorri e pega a minha aliança.

-Eu Amberly Station, te recebo Clarkson Schreave como meu legítimo esposo. Te prometo ser fiel, amar-te e respeitar-te na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, por todos os dias de nossa vida e até que a morte nos separe. Receba essa aliança como prova do meu amor e da minha fidelidade.-ela diz colocando a aliança em meu dedo. Mal podia me segurar, queria te-la em meus braços, sentir sua pele na minha… Ainda bem que a cerimônia estava no fim.

-Pelo poder em mim investido eu declaro Clarkson Schreave e Amberly Schreave casados. O noivo agora pode beijar a noiva.- assim que ele termina de falar, puxo Amberly pela cintura e a beijo como se mais ninguém estivesse presente. Sinto suas mãos irem de encontro ao meu cabelo me levando para mais perto de si. Era um beijo apaixonado e sedento por mais. Haviamos esperado tanto tempo que não queria esperar mais um segundo sequer.

Nos soltamos ao som dos aplausos. Fomos de mãos dadas até o carro que nos levaria ao palácio para a nossa festa. Mas sinceramente, não era pela festa que eu estava ansioso.

-Você está tão linda, minha querida. Não sei como aguentei ficar sem te agarrar naquele altar.-eu digo enquanto a abraço dentro do carro.

-Você está espetacular. Mal posso acreditar que sou mulher de um homem tão lindo.

-Será que temos que ficar na festa ? Por mim podíamos ir direto para o meu quarto…

-Acredito que tenhamos que ficar pelo menos um pouco na festa. Afinal de contas, a festa é para comemorar o nosso casamento.-ela responde, mas posso notar que ela havia ficado tensa com a proximidade da nossa lua de mel.

-Tenho muitas ideias para comemorar nosso casamento, senhora Schreave.-eu digo e a beijo.

Poderíamos ter ficado daquele jeito o resto da noite mas o trajeto entre a igreja e o palácio era mais curto do que eu desejava. Teria que aguardar pelo menos mais algumas horas para te-la em meus braços.

Assim que descemos do carro, escutamos uma multidão ao redor dos portões do palácio que esperavam ansiosamente para verem sua nova princesa. Era incrível como o povo já amava Amberly e o quanto ela parecia se sentir confortável com isso. 

Ela fez questão de cumprimentar algumas pessoas que estavam ali, fazendo com que o povo fosse a loucura. Ao contrário da maioria das pessoas que se tornam parte da família real, tinha certeza que ela nunca deixaria de ser ela mesma, ela era humilde o suficiente para tratar aquelas pessoas como igual o que na minha opinião fazia com que ela fosse ainda mais amada.

Meus pais chegaram logo em seguida, mas não tiveram a mesma recepção calorosa que minha esposa. O povo estava tão entusiasmado que nem se deram conta de sua chegada.

Algum tempo depois, Amberly vem até mim e partimos juntos em direção ao Salão para a nossa festa.

-Não consigo acreditar que todas essas pessoas estavam aqui para nos ver-ela sussurra para mim assim que entramos no palácio.

-Estavam aqui para te ver. O povo já ama você, será uma excelente princesa.-eu digo a puxando pela cintura e vejo seu rosto corar.

-Não sei se algum dia conseguirei me acostumar a tudo isso. Mas estou gostando até agora.

-Tenho certeza que conseguirá se acostumar. Claro que terão algumas coisas que não serão tão agradáveis, mas estarei do seu lado para o que for. Espero apenas que não desista, nunca.

-Jamais desistirei disso. Ser sua esposa é o que sonhava todos os dias desde muito nova, aconteça o que acontecer, serei a pessoa mais feliz do mundo apenas de estar ao seu lado.- ela diz e me beija castamente. Essa mulher queria me enlouquecer.

-Um beijinho assim é provocação.-eu digo a puxando mais para mim enquanto ela gargalhava.

-Eu que estou provocando ?-ela pergunta, e antes que pudesse fazer qualquer outra coisa eu a puxo para mais um beijo. Podia sentir seu corpo se aninhando mais ao meu o que me fazia a querer cada momento mais.

-Vocês dois, modos por favor. Terão tempo para isso mais tarde. Agora temos a festa para ir, se recomponham.-meu pai nos interrompe. Vejo Amberly ficar vermelha de vergonha.

-Ele está certo. Vocês terão que se aguentar pela vida inteira, mas agora precisam se comportar como realeza.-minha mãe diz chegando mais perto de nós.

-Nos desculpem, iremos nos comportar.-Amberly diz olhando para mim.

Logo que chegamos no Salão, somos anunciados e começamos a circular entre os convidados. Amberly e minha mãe haviam ficado algumas semanas planejando cada detalhe desta festa, e tenho que dizer que estava tudo impecável. Podia notar o ar de orgulho de Amberly tinha ao olhar tudo pronto, sabendo que ela havia ajudado a fazer tudo aquilo. E me sentia cada vez mais aliviado; ver o quão bem ela estava lidando com a nova vida e como ela realizava com maestria todos os seus trabalhos me dava mais certeza da incrível rainha que ela seria.

E ficar na festa havia sido muito mais divertido que eu esperava.

Tivemos nossa primeira dança como casados e aproveitei para te-la bem perto de mim novamente. Ela mantinha sua cabeça escorada em meu ombro, o que me dava uma das melhores sensações que poderia explicar. Dançamos como se fossemos as únicas pessoas presentes no salão e como eu queria que fossemos. 

Assim que a dança acabou, todos aplaudiram e então começamos a cumprimentar todos os convidados. Várias pessoas da realeza de outros países vieram apenas para conhece-la. Tinha certeza que te-la escolhido como minha princesa nos ajudaria muito a conseguir novos laços com alguns países. Ao menos meu pai tinha certeza disso.

Ficamos um pouco com a sua família. Amberly ficava ainda mais radiante quando estava perto deles, sabia o quanto era importante para ela ter sua família nesse dia.

Depois de algumas horas na festa, meu pai se aproxima de nós.

-Fizeram um ótimo trabalho hoje. Acredito que estejam liberados por hoje. Mas não esqueçam que amanhã temos a coroação, não se atrasem.-ele diz e sai.

-Acho que essa é a nossa deixa.-ela diz sorrindo para mim.

Sem pensar duas vezes, pego sua mão e saímos correndo pelo Salão e só paramos quando chegamos perto do meu quarto.

Sentia meu coração acelerado, não sabia se tinha sido da corrida ou por finalmente poder ficar a sós com minha esposa. Nunca havia sentido nada assim por alguém antes, e um medo de estragar tudo começou a tomar conta de mim.

Sabia que aquela seria a primeira vez de Amberly e queria que fosse especial para nós dois. Nunca me imaginei como uma pessoa romântica , mas ela havia despertado isso em mim. Essa vontade de faze-la feliz, de ser melhor, de satifaze-la… Nunca imaginei sentir isso por alguém antes.

Assim que chegamos na porta do meu quarto, a pego no colo de surpresa, fazendo com que ela solte um grito de susto.

-Como manda a tradição, minha senhora Schreave.-eu digo a colocando na cama.

-Muito cavalheiro da sua parte, senhor Schreave.-ela replica enquanto nos olhávamos.

Desde que havia decidido que ela seria minha esposa, comecei a imaginar como essa noite aconteceria, e no final, aparentemente, minha imaginação não era capaz de pensar algo tão magnífico.

Ficamos nos encarando por um momento e tudo que eu conseguia fazer era admirar a sua beleza. Coloquei uma mecha de seu cabelo atras da orelha e quando minhas mãos entram em contato com a sua pela, vejo seus olhos fecharem, como se quisesse aproveitar cada sensação.

Apesar de todo o nervosismo que estava transparecendo, foi ela quem tomou a primeira iniciativa do beijo. Quando nossos lábios se encontraram, fui capaz apenas de colar nossos corpos com a mesma intensidade que ela me segurava. Cada toque era uma nova descoberta que fazia meu sangue borbulhar de desejo dentro de mim.

Aprofundei nosso beijo, sentindo ela soltar um leve gemido contra a minha boca. Podia sentir suas mãos se arrastarem pelo meu peito, seguindo em direção ao meu pescoço, onde podia sentir sua pele como uma onda elétrica contra a minha.

Me afasto apenas um pouco para poder ver seu rosto e ter a certeza de que podíamos continuar. Sem me dizer uma palavra, ela volta a me beijar, dando a confirmação que eu precisava.

Suas mãos agarravam meu pescoço, acariciando minha nuca enquanto eu corria minhas mãos pelos seus cabelos, sua cintura, seus braços a puxando contra o meu corpo, fazendo com que ela soltasse um gemido que fez meu corpo enlouquecer ainda mais.

Amberly se distanciou um pouco, pude perceber em seu olhar o nervosismo que estava sentindo, mas sabia que apesar disso, ela me desejava tanto quanto eu a desejava. Seus cabelos já estavam bagunçados e seus olhos pareciam brilhar. Tudo que eu queria era não solta-la nunca mais. Te-la me dava uma sensação doce, melhor que todos os desejos mais intensos que já havia imaginado.

Suas mãos foram até o paletó e em alguns segundos ele ja estava jogado no chão do quarto. Sentia seus dedos irem até os botões de sua camisa, e assim que os desfez, sentia seus olhos correrem pelo meu corpo. Ela me puxa pela camisa fazendo com que eu ficasse por cima dela.

Sem pensar em mais nada, colo nossos lábios para mais um beijo, mas ao contrário dos primeiros era um beijo louco e agitado, carregado com todo o desejo que estávamos sentindo.

Minhas mãos foram até o fecho do seu vestido, abrindo cuidadosamente, sem tirar meus lábios dos seus. Assim que consigo terminar, jogo seu vestido no chão e volta minha atenção para conhecer cada centímetro de seu corpo, algo que desejava a tanto tempo. Podia ver seu rosto rosar ao sentir o peso do meu olhar, mas não podia evitar. Havia sonhado como seria seu corpo, mas parecia que mais uma vez, minha mente não era capaz de imaginar ou me preparar para algo tão incrível.

Suas curvas eram perfeitas e sua pela a mais macia que eu ja havia sentido, seus seios eram fartos e quanto mais eu encarava cada detalhe de seu corpo, mais o meu desejava.

Sentia sua respiração ficar ofegante e seus dedos irem de encontro ao meu peito. Em toda a vida, jamais desejará tanto um toque quanto queria aquele. Jamais imaginou desejar tanto alguém. Ela sentou na cama e tirou minha camisa ja desabotoada e começou a beijar cada pedaço de pele descoberta. Sentia como se estivesse sendo torturado, pois o desejo que eu sentia em fazê-la minha se tornava cada instante maior. Me livrei de seu sutiã fazendo com que finalmente nossas peles entrassem mais em contato. Tinha certeza que ela podia sentir a minha vibração com o seu toque assim como eu sentia sua pele se arrepiar colada a minha. 

Cada sensação, cada toque, cada beijo aprecia ser fruto de sua imaginação. O modo como se encaixavam tão perfeitamente e naturalmente era surreal.

-Eu não consigo mais aguentar.-sussurro em seu ouvido e sinto suas unhas correrem pelas minhas costas sem pena.

-Eu também não-ela responde e é o suficiente para me deixar ainda mais louco. A deitei novamente na cama, mirando seus lábios e me deitando encima dela. Suas mãos correram pelo meu corpo inteiro e sinto minha pele pegar fogo quando suas mãos param nos botões da minha calça. Seus dedos congelaram ali, como se esperasse minha permissão.

-Faça o que quiser, meu amor.- eu digo e ela me encara com seus olhos brilhantes. Já tinha desejado tanto aquela noite, que a realização de estar acontecendo parecia perfeito demais para ser real.

Ela nada disse, apenas voltou a me beijar e abriu minhas calças. Sentir suas mãos tão próximas a minha intimidade fez com que eu soltasse um gemido. Minhas mãos voltaram a passear pela sua cintura até chegar a sua calcinha. A tirei delicadamente, sentindo a sanidade abandonar meu corpo. Uma de minhas mãos correu pelo novo pedaço de pele descoberta, tocando o seu sexo, o que a fez jogar a cabeça para trás.

-Clarkson…-ela gemeu baixinho no meu ouvido, me levando a loucura.

A calei com um beijo, agarrando sua cintura e fazendo com que meu corpo se esfregasse ao dela, trazendo uma avalanche de sensações jamais imaginadas.

A ouvi gemer mais uma vez e suas unhas cravaram em meus braços enquanto eu a puxava pelo quadril, sentindo seu sexo quente e molhado contra o meu membro. 

A olha mais uma vez em busca de qualquer sinal de que eu deveria parar. Queria ter certeza que estava tudo bem, que ela estava bem.

-Me faça sua Clarkson, por favor.

Com essas palavras, toda e qualquer distância que existia entre nós se foi. Sentia que poderia me perder contra a sua pele. Com muita cautela, comecei a entrar nela. Via em seu rosto a dor que estava sentindo e por Deus, se eu pudesse fazer qualquer coisa para que ela não sentisse dor eu faria, queria apenas lhe dar prazer. O mesmo prazer que ela estava me fazendo sentir.

Quando a dor começou a passar, ela me puxa pelo pescoço para um beijo

Jamais havia sentido algo assim, meu coração queria saltar pela boca, minha respiração acelerada se juntava com a dela. Sua pele era um novo vicio que ele jamais iria querer se livrar.

Nossas bocas não eram mais capazes de se distanciar, e o beijo era cada vez mais carregado do desejo que estávamos sentindo.

Ela suas pernas em minha cintura, como um sinal de que eu poderia prosseguir, que estava tudo bem. Minha mão agarrou sua coxa, fazendo com que ela soltasse um leve grito.

Apesar de tudo, nossos movimentos eram calmos, eu queria saborear cada momento, cada pedaço de pele. Seu cheiro, a textura de sua pele, seu sabor… Ela tinha as melhores coisas que eu poderia ter sonhado.

Seus labios começaram a explorar meu pescoço e ela dizia palavras desconexas ao meu ouvido, o que me deixava ainda mais louco.

Comecei a me movimentar mais depressa dentro dela. Ela suplicava baixinho para que eu continuasse, e o som de nossos corpos se chocando… Era maravilhoso.

A segurei mais forte enquanto ela agarrava meu pescoço. Não queria que aquele momento acabasse, não queria nunca mais sair daquela cama. Não sabia como seria viver sem poder encostar nela a todos os momentos.

Podia sentir seu corpo tremer embaixo do meu, sentia que não aguentaríamos por muito mais tempo. Fui em busca de seus lábios, enquanto uma de minhas mãos a puxavam pela cintura. E nos meus lábios ela gritou quando atingiu o ápice. Logo sinto meu corpo queimar e chego ao limite dentro dela, fazendo com que os dois gemessem palavras sem nenhum sentido.

Me deito ao seu lado e a puxo para o meu peito. Sua respiração estava acelerada, assim como o seu coração.

Eu me sentia fora de mim. Nunca teria imaginado algo tão sensacional, fora inexplicável cada sensação que senti. E ainda sentir ela em meus braços só me mostrava que meu desejo por ela não acabaria.

-Você está bem, minha querida ?-pergunto em seu ouvido e ela sorri para mim.

-Melhor do que jamais imaginei.-ela diz e se levanta, se sentando no meu colo.

-Fico feliz, pois ainda temos um noite inteira pela frente.-eu digo e ela volta a me beijar.



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