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História My Love ( reescrita) - Capítulo 5


Escrita por:


Notas do Autor


Bom dia, boa tarde e boa noite, meus amados leitores.
Sinto muito pela demora do capítulo e que eu sinceramente não tinha muita ideia do que escrever e espero q não me matem por isso kkk.

Esse capítulo foi criado com a ajuda da minha amiga Beatriz que também escreve fanfics, se quiserem recomendo lerem as fanfics dela. Agora sem mais demoras tenham uma boa leitura.

Capítulo 5 - O jantar e primeiras suspeitas...


Após longas horas fazendo vários nadas embaixo das cobertas quentes da cama, decido me levantar para me arrumar para o jantar afinal já estava quase dando a hora. Vesti um vestido preto simples com o tecido leve que ia até meus pés e possuía um lindo decote em formato de coração, com mangas curtas e rendas em formato de caveira no umbro e nas mangas, pro sapato coloquei um all star preto de cano alto. Quando sai do banheiro, encontrei Kate terminando a sua maquiagem, o que foi um milagre ser rápido, normalmente demora horas.

Ela trajava um vestido dourado com um decote generoso, a saia do vestido ia até o tornozelo e o salto era um scapan dourado. Ao seu lado Emy, já pronta usava um vestido vermelho vibrante, ele ia até o joelho é tinha um decote enorme. Ela também usava um salto parecido com o da Kate no mesmo tom do vestido.

Saímos do quarto juntas, tranquei a porta e dei a chave para Kate, já que ela tinha pego um clunch que combinava com o vestido. Descemos as escadas de mármore branco com um tapete vermelho sangue cobrindo seus degraus, escorregando a mão sobre o metal detalhado do corrimão.

Chegamos na sala de jantar e havia uma longa mesa de Carvalho escuro, com pratos de porcelana, e talheres de ouro que estavam bem polidos, já que quando se olhava para eles parecia que você estava olhando para um espelho. Em cima dos pratos havia nomes em uma letra de cartão de casamento. Achei meu nome ao lado esquerdo da cadeira da ponta. Ao meu lado esquerdo estava o nome de Kate e ao seu lado Emy.

Todos estavam chegando, até um ponto que só faltava duas cadeiras, acredito que seja da anfitriã e do dono da casa. O jantar ainda não havia sido servido, mesmo porque nem eram 20h faltava um minuto. Eu olhava o celular olhando o horário de 5 em 5 segundos ansiosa.

No momento em que deu 20h entrou a Seras com um homem alto com quase dois metros de altura, com longos cabelos negros ondulados que desciam pelas suas costas em catarata, olhos vermelhos sangue que com a luz do salão possuíam um brilho âmbar, sua pele era pálida, seu rosto era fino porem possuía traços bem masculinos, estava trajado com uma camiseta social vermelha, com um colete preto por cima, e por cima do colete ele estava usando um terno, usava calça social preta e sapatos pretos de couro.

Ele não dirigiu uma palavra sequer a nós, apenas se sentou na ponta da mesa aonde seu nome estava localizado, ele me olhou com aqueles olhos de cor vibrante, mas ao mesmo tempo podia sentir a morte em seus olhos. Eu só havia visto isso uma vez, aquele olhar me lembrava a Kate na noite em que seus pais morreram, não havia emoções.

— Anjo, fecha a boca que está começando a babar

— Vai para aquele lugar vai...

Ela ri.

O jantar começou a ser servido, eu me servi de escondidinho de carne seca e me serviram um vinho tinto suave, já a Kate escolheu legumes a manteiga e molho branco, ela tomou uma limonada. Emy, pegou o mesmo que eu, porém com um suco de laranja.

Olhei para aquele homem na cabeceira da mesa, e percebi que ele me observava. Ele nem a mulher chamada Seras Victória tinham algo no prato, eles só tinham uma bebida a qual eles tomavam que eu supus ser vinho porem era um vinho meio estranho, ele era espesso e mais avermelhado, porem n dei muita atenção a aquilo.

Eu percebi que o observava acabei ficando um pouco corada e dei um sorriso de desculpa, e ela me retribuiu com um sorriso discreto, mas que pude perceber seus caninos maiores. Um frio correu na minha espinha, uma sensação forte que me dizia para correr de lá quase gritou de dentro de mim. Porém todo o treinamento de auto controle que meus pais me deram me ajudaram muito naquele momento, então eu apenas respirei fundo e tentei manter o meu foco em outra coisa.

O clima na sala era confortável, exceto quando meu olhar encontrava com o do homem que permaneceu em silêncio a refeição toda. Era possível se ouvir murmúrios de conversas que aconteciam do outro lado da mesa. Eu olhei para Kate e percebi que ela estava incomodada com a situação.

Depois do jantar voltamos para o quarto, para eu e Emy pegarmos as bolsas. Nos combinamos de sair com alguns amigos da Emy.

~~~~~~~~~Quebra de tempo~~~~~~~~~

Chegamos na festa, viemos em dois carros, dois em cada táxi. Veio dois meninos da minha idade e uma garota da idade da Kate, que é uma ano mais nova que eu. Um dos garotos tinha cabelos castanhos de olhos verdes, ele trajava uma calça jeans preta e uma blusa da Nike e um air max cinza claro e escuro. O outro garoto tinha cabelos loiros e olhos verdes, usava uma calça de sarja marrom e uma blusa preta e um casaco de couro, e um tênis branco da vans. A menina também loira de olhos verdes, deveria ser irmã do garoto, ela usava um vestido justo branco e um coturno de verniz branco.

O som da festa podia ser escutado de longe da casa, tinha muitos adolescentes na frente da casa.

Andamos até a entrada da casa, era uma casa grande, não tão grande quanto a mansão onde estamos hospedados, ela era moderna por fora, mas tinha um toque rústico dentro. Uma lareira de pedra, móveis em madeira, e a cozinha? Linda demais, toda trabalhada em uma madeira escura com a bancada em granito, os eletrodomésticos e a pia, em inox.

Agora eu estava sentada junto de Kate na bancada enquanto observava o pessoal jogando o jogo do copo. A maioria estava bêbado com aquela cerveja barata de baixa qualidade.

Nos riamos com piadas sem graça, que por causa da bebida acabava ficando engraçada. Uma garota que eu nunca vi na minha vida veio na nossa direção. Ela conversava com outras duas garotas.

— Olá. Eu nunca havia visto vocês aqui. – Ela disse com o sotaque britânico puxado.

— Americanos Bebe. – Começou o Hummor.

— Ok... Querem jogar algo? Tipo verdade ou desafio.

Quando eu ia dizer não, Kate respondeu por mim.

— Vamos.

“ Nota mental: matar a Kate depois disso.”

E ela me puxou. Sério que eu não tenho mais opção de escolha aqui? Nem se eu quero participar de uma brincadeira, onde sempre da ruim, eu posso.

Estávamos todos sentados em uma roda, não sei o nome da maioria. Era verdade ou desafio, o jogo começou leve, eu disse começou. Começamos a ficar muito bêbados, e olha que eu não sou tão fácil de ficar bêbada já que eu tenho uma tolerância muito alta pra álcool, porem pela quantidade que estávamos bebendo eu não pude evitar ficar bêbada o que iria causar uma bela dor de cabeça depois.

Após algumas tretas e bebedeiras depois...

A maioria já havia ido embora, e o jogo ficou mais pesado, beijos mais “calientes”, peças de roupas do outro lado do cômodo, e alguns 7 minutos no paraíso.

Eu cansei da brincadeira e fui tomar um ar, vesti meu casaco e me dirigi para a varanda.

Quando o vento bateu no meu corpo ele arrepiou, não havia ninguém lá, porem não pude conter a sensação de estar sendo observada.

Andei até um canto da varanda que tinha um sofá bege mas com a luz alaranjada parecia ter um tom mais vivo. Me sentei com as pernas esticadas no mesmo e peguei meu celular.

Meus pais tinham me mandado mensagens perguntando se eu estava bem e como estava indo a viagem, os respondi brevemente e rapidamente já que eu estava com preguiça e muito bêbada para formular palavras direito.

Eram 4:20 da manhã e o céu estava começando a ficar mais claro, com lindos tons de rosa claro que iam em degrade até o azul marinho.

De repente sinto uma mão no Meu ombro.

— Vem... já vamos embora.—Kate falou me puxando.

— Kate, como você consegue não ficar bêbada?

— Tá no sangue Mikaelson, meu anjo e também eu tenho o bom senso de mandar na bebida ao contrário da senhorita.— Ela bateu a ponta do dedo no meu nariz.— Vem vou ter que cuidar de suas bebedeiras quando chegarmos na mansão, afinal não queremos que nos peguem fazendo travessuras no meio da noite certo?— ela da um sorrisinho travesso.

Ela pediu um carro, não sei como ela conseguiu um nesse horário, mas tudo bem. Estou cansada e bêbada demais para perguntar.

Ela parecia conhecer o motorista, então deve ser um antigo amigo de família. O que não era estranho já que possuímos alguns amigos e parentes aqui em Londres.

Chegamos na mansão e fui jogada em baixo de um jato de água frio, reclamei, muito. Era incômodo e estava fazendo minha cabeça doer, tive alguns flashbacks da festa e da viagem o que fazia ela doer ainda mais.

Kate colocou a roupa na pia e saiu do banheiro.

Quando sai do banheiro e adentrei o quarto as duas já dormiam tranquilamente como se nada tivesse acontecido, a janela estava com a cortina fechada, mas era possível ver a penumbra do sol nascendo. De certa forma essa visão me era nostálgica, eu sempre gostava de ver o Sol nascer por causa das cores diferenciadas que ficavam no céu, era uma mistura de vermelho, azul claro, azul escuro e as nuvens ficavam com um tom rosado o que era bem bonito.

Dou um pequeno sorriso, feliz por ver tal visão magnífica, e me dirijo para a cama me jogando na mesma afinal logo, logo o pessoal viria nos acordar para mais um dia cheio de agitação.


Notas Finais


Espero que tenham gostado. Até a próxima... bjs😘


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