História My maid - Capítulo 58


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Categorias Bleach
Personagens Byakuya Kuchiki, Grimmjow Jaegerjaquez, Ichigo Kurosaki, Isshin Kurosaki, Masaki Kurosaki, Nelliel Tu Odelschwanck, Orihime Inoue, Personagens Originais, Renji Abarai, Rukia Kuchiki, Toushirou Hitsugaya, Ulquiorra Schiffer, Uryuu Ishida
Tags Bleach, Dainell, Grimmnell, Ichigo, Ichiruki, Ishihime, Konnohime, Naoruki, Rukia, Rukiichi
Visualizações 121
Palavras 1.557
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Yo desu

Capítulo 58 - Faltando algo


Ichigo encostou a cabeça na poltrona e suspirou, não tinha gostado muito da ideia de ir até onde Rukia morreu. Isso só iria fazer ele ficar com mais remorso. Logo ele dormiu por efeito do calmante que Neliel deu.

A esverdeada não conseguia imaginar o quanto o Kurosaki sofria, cada um tinha seu jeito e ele parecia tão abatido com a morte de Rukia. Mesmo que tentasse forçar um sorriso, era possível notar as lágrimas nos olhos.

Já tinha perdido pessoas importantes, mas não no nível de Rukia e tentava não mostrar a todos que estava sofrendo. Isso só mostraria que ela não é o apoio certo para ninguém, então ser forte era sua meta.

Acabou deitando a cabeça no ombro de Grimmjow e dormindo. Ninguém estava com ânimo para conversar, no fundo só queriam encontrar o corpo da Kurosaki e fazer um enterro digno.

.

.

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Ao chegar na Alemanha, Ichigo sentiu um frio na barriga, mas algo o incentivava a continuar ali, mesmo que quisesse voltar para sua casa num instante. Ele ainda tinha a aparência abatida e se continha para não chorar.

Sua mãe logo veio correndo e deu um abraço apertado, tinha medo de perder o filho. O ruivo era alguém que se abatia tão fácil, e era perigoso ele ficar tendo esses choques de emoções.

— Graças a Deus que está bem. — Conteve o choro, o medo de perder seu bem mais precioso era enorme.

— Mãe. — Retribuiu o abraço. — Eu não queria mais viver, sem ela eu não consigo. Mas toda vez que tento me matar, lembro dela e não tenho coragem. — Deixou as lágrimas rolarem. — Eu sinto tanta falta da minha esposa.

— É difícil, né? Mas não desista, mostre que você vai ficar bem e finalmente terá a paz que necessita. Imagina que a Rukia não quer te ver triste, e desse jeito ela não vai descansar. — Massageou as costas do filho, sempre teve medo do que ele poderia fazer.

— Se ela ainda estiver aqui, eu prefiro que fique sempre comigo, não consigo viver em um mundo que ela não exista, é como se meu coração se quebrasse aos poucos. — Continuou abraçado a mãe.

— Não fale assim, você consegue viver sim. Ela era a pessoa mais incrível que conheci na vida, mas somos obrigados a superar, mesmo que doa muito, vamos sorrir. Eu estarei aqui, para o que precisar.

Eles foram para onde Rukia ficava, assim recolheria as coisas da morena e poderiam levar para casa. Não tinha sinal do corpo, dando indícios que ela havia caído no mar.

Ichigo assim que chegou no dormitório, observou as fotos deles espalhadas pela mesa e quadros.

Sentou na cama e sentiu algo incomodar suas costas. Ao tirar o travesseiro percebeu que tinha um caderno ali, cujo o deixou muito curioso.

O abriu com cuidado, folheando as páginas, era um diário. Sua curiosidade foi maior ainda ao ver que ela relatou seu primeiro sexo por chamada, aquilo tinha sido incrível mesmo.

Flashback

— Ei, amor. Vamos só uma vez, por favor. Se você não gostar, nós paramos. — Implorou com um bico formado nos lábios.

O ruivo estava jogado na cama, apenas de cueca box preta. O telefone no ouvido, era apenas para ouvir Rukia reclamar de quanto ele era malicioso e pervertido.

— Tudo bem… mas se eu não quiser mais, iremos parar. — Ela falou com a voz trêmula. Na verdade aquela ideia era tentadora demais da conta. Quem tinha inventado aquilo era um miserável, sem vergonha e agora ela iria desfrutar um pouco.

— Feito. Tira sua roupa — falou normalmente, até ouvir o grito de espanto dela. — Ei, aconteceu algo?

— Eu preciso tirar m-minha roupa? Achei que era somente imaginar — murmurou com toda inocência do mundo.

— Claro que sim, você vai se tocar, como eu fazia, mas irá pensar que sou eu quem estou fazendo isso. — Riu.

— Hum… ok. — Tirou a roupa calmamente, com um pouco de medo pelo que iria fazer.

— Fique apenas de roupa íntima. — Mordeu o lábio ao imaginar como ela estaria linda, fantasiar aquilo era um pecado gostoso.

— H-Hai. — Pelo menos ela não precisaria ficar nua.

— Agora me diz, qual a cor da sua calcinha? — Fechou os olhos para aproveitar melhor.

— B-Branca. — O rosto dela estava parecendo um pimentão.

— E o seu sutiã? É tudo exclusivamente meu? Já te toquei assim? — Gemeu baixinho ao pressionar seu membro.

— Usei com você na primeira vez que tivemos na casa nova. Sim, você já me tocou. — Respondeu corada.

— Então se toque por cima do pano, me imagina aí, querendo seu beijo, seus gemidos. — Arfou com aquilo. Como poderia ser tão bom apenas imaginar o corpo da amada?

Rukia mesmo com muita vergonha levou o dedo até sua intimidade e pressionou, suspirando. Ela imaginava Ichigo por cima de seu corpo, beijando cada parte enquanto se tocava.

O ruivo ia a loucura com aqueles gemidos baixinhos de sua esposa. Seu membro já estava ficando excitado com tamanho prazer.

— Agora imagina que eu estou indo mais rápido, te tocando e passando a língua por todo seu corpinho, você é minha e eu sou apenas seu, imagine o peso do meu corpo por cima do seu.

A morena fez o que ele pediu, intensificando os movimentos e imaginava de olhos fechados. Não demorou muito para ela ter um orgasmo, que parecia sôfrego. Se tocar era realmente muito bom.

Ichigo se masturbava com aqueles sons eróticos, ele não aguentava esperar mais para ter Rulia novamente perto de si, seu corpo todo estava arrepiado com o ato.

Flashback off

Digamos que Ichigo estava feliz e triste por ler aquilo, queria sua pequena de volta, mas como não era possível, levaria esse diário consigo.

— Isso e as fotos são as únicas coisas que levarei. — murmurou.

(...)

Eles ficaram uma semana na Alemanha resolvendo as coisas e infelizmente não tinha notícias sobre o corpo da garota. Iam voltar para o Japão ainda com o coração na mão, por não darem um enterro digno a um membro da família Kurosaki.

Ichigo estava decidido a não chorar mais, ele iria se tornar uma boa pessoa e nunca mais duvidar das coisas. Se ele ainda era inseguro, mudaria por Rukia.

Ela sempre foi sua razão e continuaria sendo, passasse o tempo que for, ela seria exclusivamente sua mulher e ninguém ocuparia esse cargo.

(...)

Sabe quando você sente que esqueceu algo precioso de sua vida? Há um ano eu tenho esse sentimento estranho, como se tivesse deixado para trás e meu cérebro não quisesse lembrar.

Urahara é um excelente homem e cuida bem de mim, mesmo que eu ainda não tenha recuperado nada de minha memória. Os dias são divertidos e eu me apeguei a ele como um verdadeiro pai.

Não tem o que fazer, eu apenas estou seguindo minha vida e agora com um choro entalado que não sai mesmo sendo forçado. Será que esqueci algo tão bom assim?

— Ichi, vamos logo ou chegaremos atrasados. — Ouvi a voz de Urahara, ele era uma pessoa tão boa por abrigar uma desconhecida em sua casa.

— Estou indo — gritei.

Coloquei meu vestido azul e o anel que sempre usava no dedão com meu nome escrito.

Nós íamos na delegacia, já que por hipóteses eu era uma japonesa e estava no país, logo eles teriam mais informações sobre minha vida.

Desci as escadas correndo e fomos andando pela estrada, aquela vida era tão legal. Vivíamos por aí, conhecendo coisas novas e eu ajudava ele com uma barraca de doces na feira, cujo eu fazia as guloseimas e ele ia vender.

Todos amavam e sempre pediam por mais, logo as vendas foram aumentando e hoje fazíamos quase todo dia, inclusive ele tinha aprendido a cozinhar também.

Era uma vida tão feliz que eu não pretendia ter outra. Eu ajudava ele e vice-versa, mesmo sem ter um laço familiar verdadeiro, eu me sentia parte daquele lugar.

Logo minha visão começou a ficar embaçada e a cabeça doer, parei um pouco para tomar ar, mas de nada adiantava. Alguns sorrisos vieram a minha mente e então uma turma sentada no gramado, não conseguia ver os rostos, apenas o meu, e tinha alguém deitado sobre meu colo, eu fazia carinho em seus cabelos. O que era isso? Uma memória perdida?

Senti meus sentidos sumindo cada vez mais, como se me puxasse para algum lugar. Acabei caindo no chão, tonta por não conseguir  discernir o que era real.

— Ichigo! — Foi a última coisa que consegui ouvir.

(...)

— Acha que eu sou sádico por estar novamente aqui? Tentando preencher meu coração com um pouco de felicidade — O ruivo perguntou para a mãe no telefone.

— Claro que não, filho. Se você está melhor e quer lembrar de sua esposa, faça o certo.

Ichigo quando voltou para o Japão, estudou muito e continuou na faculdade, já ia para o quarto semestre de medicina.

Aproveitando as férias, ele veio para a Alemanha e estava perto de onde o carro de Rukia capotou. Mesmo que fosse doloroso, gostava de olhar o mar e pensar na esposa.

Logo ele ouviu alguém o chamando e olhou na direção da voz, onde um homem loiro segurava alguém no colo e gritava ajuda. Correu até lá, afinal poderia ajudar o senhor.

Sua voz falhou e o coração bateu lentamente, aquela mulher era Rukia e a prova disso era a aliança em seu dedo. Foi inevitável não chorar.


Notas Finais


Eu não ia fazer vocês sofrerem nessa parte
Nessa não uahauaha
Não disse depois lul
Obrigada por lerem ♡


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