História My Maid - Capítulo 8


Escrita por: e park-chan

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Empregada, Jikook, Jimin, Jimin!top, Jungkook, Jungkookbottom!, Jungkookdevestido, Kookmin, Lemon
Visualizações 551
Palavras 3.168
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Posso demorar cem mil anos, mas sempre volto.
E aí, sentiram saudades? Espero que sim.
Boa leitura, clã. <3

Capítulo 8 - O ponto final


Fanfic / Fanfiction My Maid - Capítulo 8 - O ponto final

O nervosismo em Jimin estava escancarado em seu rosto, assim como em suas pernas que balançavam sem cessar, explicitando ainda mais o quanto tocar naquele assunto, com quem quer que fosse, lhe deixava desconfortável. “Aquele assunto” referente ao fracasso que sua vida tinha tomado nos últimos tempos, embora não fosse muito diferente do que já tinha passado até ter chegado ali.

A questão é que JiHo continuava sendo um estorvo em sua vida até mesmo depois de ter saído (parcialmente, uma vez que ela continuava insistindo em permanecer) dela. E ainda que Jimin tentasse mantê-la distante, a mulher não havia aceitado o término muito bem e parecia muito longe de aceitar. 

— Você acha que estou sendo ingrato por ter me separado? — Jimin tinha aquela dúvida cruel e se sentia extremamente culpado por cogitar a possibilidade de ser mal agradecido.

— Hmm… — Jin cruzou as pernas, mais uma vez analisando seu paciente. Tinha notado que, embora confuso e desestabilizado, ele parecia muito mais realizado depois do “término”. Seu rosto estava mais iluminado e até sua voz tinha mudado para melhor. Demonstrava mais confiança, ainda que por trás do medo e das dúvidas. — Acho que você é muito grato a tudo o que JiHo fez por você. Isso não significa que deve se prender a um casamento fracassado, onde não há o mínimo de respeito e amor, apenas por ter gratidão. Estará se auto sabotando se continuar acreditando que deve continuar casado sem amor… Além do mais, não é só você quem sofre na história. A própria JiHo merece honestidade da sua parte, ela só precisa entender que acabou. — ergueu os ombros, falando tudo como se fosse óbvio demais para detalhar. — Já fez sua parte, Jimin. Precisa se libertar dessas amarras que JiHo lhe pôs. Você é adulto, deve fazer o que sente vontade… Continuar insistindo em um relacionamento arruinado não é uma opção.

Todos haviam lhe dito aquelas palavras, Jin não era, nem de longe, o primeiro a dizer. Mas era difícil fazê-lo acreditar que tinha seus direitos como pessoa de sair de um relacionamento fracassado. Para ele, não era tão simples assim. Devia sua vida a JiHo e não queria, nem ela permitiria, que tudo fosse apagado como um nada.

Mesmo assim, entretanto, gostava da ideia de liberdade. Sentia prazer só de pensar que poderia viver sua vida, da maneira que bem quisesse… sem alguém para ditar as regras. Gostava de pensar que um dia iria conseguir se desprender das chantagens que sua ex mulher fazia, ainda mais quando usava outra pessoa como vítima para mantê-lo amarrado em si.

— E aquele garoto que você me disse antes… — O psicólogo voltou a dizer. — Como vocês estão agora? 

Jungkook… 

Ah… O coração de Jimin aquecia só de pensar nele.

— O Jungkook? — perguntou retoricamente, e logo umedeceu os lábios para dar início ao contos de fadas que era tocar no nome daquele garoto. — Ah, bem, estamos bem. Quer dizer… Bom, eu contei que contratei ele para trabalhar na minha casa, não contei? — Jin concordou, e ele prosseguiu. — Estamos nos dando muito bem assim, mas as vezes sinto que não é apropriado mantê-lo no “cargo” que lhe dei. Ele é um garoto tão talentoso e competente… Me sinto horrível por deixá-lo trabalhando em um profissão tão…

— Tão…? — incentivou a continuar, franzindo o cenho.

— Eu não diria inferior. — corrigiu-se antes mesmo de ter dito alguma besteira. — Ele parece gostar do que faz, entende? Sempre está com um sorriso nos lábios, faz tudo com tanto capricho e amor. Jungkook realmente parece gostar de cozinhar pra mim. — deu um pausa dramática, sem saber como continuar. — Mesmo assim, sinto que não quero que ele continue como meu “empregado”. Não quero que ele pense que o acho inferir a mim.

Jin balançou a cabeça em concordância, e mais uma vez entrou naquela seu momento analítico.

— Você acha que o trabalho do Jungkook é inferior? — inquiriu, num tom um tanto quanto reprovativo.

— Não, eu não acho isso. — tentou se consertar.

— Pois então… — cruzou as mãos, na altura do joelho. — Você o trata como inferior?

— Não. — balançou as mãos no ar, ao mesmo tempo, negativando com a cabeça. — Eu o trato muito bem. Jungkook é livre para fazer o que quiser na minha casa. A hora que ele quiser, também. Eu não imponho nada a ele, em nenhum momento. Não me acho superior.

Novamente, Seokjin concordou.

— Certo. — fixou o olhar nele. — Não vejo problema para tal desconforto, então. Jungkook está trabalhando e parece muito bem com sua, até então, profissão. Você é o único que está distorcendo as coisas… Pra mim, pelo que você me contou, Jungkook parece ótimo com seu trabalho e nem um pouco submetido. Você o deixa em uma posição confortável, não tem o porquê de ter receio, hm?

Como um bom ouvinte, Jimin apenas balançou a cabeça em concordância.

— Não vai me falar como se sente em relação a ele? — o psicólogo deu a voz outra vez, incentivando Jimin a falar sobre os sentimentos que tinha por Jungkook. — Até onde sei, da última vez você disse que ele te desperta uma “coisa estranha”... Me conte mais sobre isso.

— Ah… — foi inevitável não sorrir. 

Jimin olhou para o teto, com um sorriso simplório nos lábios e a mente em outro lugar. Estava lembrando dos momentos que passou ao lado do moreno, da maneira como se sentia nas nuvens estando com ele. Com ele as coisas eram completamente diferentes de tudo o que já viveu com JiHo… Park se sentia mais vivo; mais desejado, e em nada se parecia com a marionete que sua ex mulher o fazia se sentir.

— Eu não vou mentir, Jin… Jungkook me deixa insano. — riu, um tanto envergonhado. — No início não se passava de um desejo exagerado, sabe? As vezes eu me imaginava fazendo coisas com ele que, bem, pensei que nunca fosse gostar realmente. — deu uma pausa, esperando que Jin entendesse. Quando viu que o outro estava neutro, resolveu se explicar. — Eu nunca tive muita vontade de fazer sexo no meu casamento, entende? Nas vezes que acontecia, acontecia por causa da JiHo, ela sempre insistia. Mas não era como se eu sentisse desejo ou tesão por ela, era sempre um pouco sufocante ter que… você sabe… fazer meu papel. — mexeu os ombro inquietantemente. Suas pernas voltaram ao nervosismo de antes. — Quando conversei com Hoseok e Yoongi sobre isso, eles disseram que essa falta de desejo podia ser por vários motivos. Ou que eu somente não gostava de sexo, apenas isso. É normal, segundo eles. — Jin concordou, demonstrando atenção. — Eu acreditei nisso por alguns longos tempos. Até Jungkook aparecer… Foi quando ele chegou em minha casa, que acabei notando que não havia nada de errado comigo. Jungkook me causava calafrios e muita, mas muita vontade de transar. — levou a mão até os cabelos, jogando os fios enegrecidos, que tinha colorido recentemente, para trás. — Acabei entendendo que o problema não era JiHo, ou a falta de hormônios, ou seja lá quais desculpas eu tivesse pensando em usar. O problema é que eu só não tinha encontrado a pessoa certa antes… Eu não tinha encontrado Jungkook.

Ouvindo atenciosamente as palavras do Park, Jin acabou sorrindo sem perceber. Estava notória a admiração que o empresário tinha pelo tal Jungkook, mesmo que tivesse falando somente de desejo até então. Mesmo assim, não precisava de mais nada para saber o que ele falaria a seguir. O caminho tomado indicava uma possível declaração.

— No início era só isso: desejo. Porém, conforme tenho conhecido ele cada vez mais, confesso que as coisas estão mais intensas entre nós e eu estou começando a sentir muito mais do que tesão. Ele é um garoto forte, sabe? É alguém admirável e apaixonante. Não tem como não se encantar por Jeon Jungkook, Jin. — seu sorriso cresceu, seus olhos brilhavam. — Acha que estou sendo apressado em pensar que estou apaixonado por ele?

Jin soltou um risinho, achando graça daquela pergunta.

— Calma aí, garoto. — pediu, ainda rindo. — Não seja tão emocionado, hm? — seu paciente franziu o cenho, confuso com seu pedido. — Estou querendo dizer que você está exagerando um pouco, para quem conhece Jungkook há tão pouco tempo. Mas claro que não é difícil analisar o porquê de você estar se sentindo assim em relação a ele… Ele ainda é o primeiro que lhe despertou um sentimento verdadeiro e que retribui da mesma forma. É normal se sentir assim, é como se você tivesse se conhecendo através dele. É perfeitamente comum sentir todo esse frio no estômago, pernas bambas e tudo mais. Só que nem sempre se trata de amor… — olhou Park nos olhos, buscando alguma reação de sua parte. — Entende o que estou dizendo? Você está em uma fase de autoconhecimento; não precisa apressar as coisas, apenas deixe-as rolar. — sorriu sincero. — Tenho certeza que você vai estar muito mais bem resolvido na nossa próxima consulta. 

Naquela hora, Jimin havia entendido que seu tempo tinha esgotado e que aquela era a hora de encerrar a consulta daquele dia.

— Não precisa dificultar as coisas, apenas se permita, hm? Se permita, Jimin… — deixou seu bloco de notas sobre a mesa ao lado e levantou de sua cadeira, caminhando até o outro e alisando de leve seu ombro. — Você merece se conhecer mais... Se permitir… Merece se libertar das amarras! Já passou da hora de livrar-se delas. 

 

[...]

 

Aquele dia não tinha sido nada fácil para Jimin, porém ainda assim não foi um dos piores. 

Depois da consulta com Jin, o moreno — antes ruivo — tinha tomado mais uma decisão definitiva em sua vida, e agora não estava nem um pouco disposto a voltar atrás. Tinha deixado a sala do psicólogo com algo em mente: teria sua liberdade, integralmente, de volta, nem que tivesse que passar por cima de JiHo e de toda a história que tiveram juntos por longos anos. 

Mesmo que fosse parecer o homem mais ingrato do mundo, não voltaria atrás.

Mas, antes de ter tomado qualquer atitude que fosse, resolveu ligar para Jungkook a fim de comunicá-lo de que demoraria para chegar naquele dia e que, bem, ele poderia ir embora se quisesse, quando seu expediente acabasse —  além, também, é claro, de ter ligado para ouvir a voz dele e suas palavras sempre tão certeiras. Algo lhe dizia que o garoto tinha o dom de deixá-lo mais corajoso do que nunca.

 

Hyung? Ainda está aí?

Jimin acabou se perdendo nos pensamentos, em meio ao que ouvia o timbre gostoso do outro, que por acaso poderia ouvir pelo resto de sua vida sem reprovar. Gostava quando ele lhe chamava de “hyung” como se já fossem íntimos; conhecidos de longa data. Entretanto, apreciava ainda mais a forma que a conversa fluía com facilidade e deixava margens para que lamentasse na despedida.

— Sim, estou. — respondeu, voltando à realidade. — Eu liguei para dizer que vou demorar um pouco para chegar em casa hoje de novo... tenho algumas coisas para resolver e não posso deixar para depois. Sei que falta pouco para acabar seu expediente, e tudo bem se quiser ir pra casa, eu vou entender. — deu uma pausa breve, e pôde ouvir um suspiro baixinho vindo do outro lado. 

Ele poderia até não saber, mas Jungkook só queria vê-lo por alguns instantes antes de ir para casa. Aquele era o terceiro dia que Jimin saía para resolver seus problemas depois do trabalho e, consequentemente, o terceiro dia que não se viam. 

Tudo bem. — o mais novo retrucou, num desânimo palpável. — Nos vemos quando der, então. Já que você está tão ocupado ultimamente. — suspirou, fazendo com que Jimin soltasse um risinho só de imaginá-lo com um bico nos lábios. — Do que está rindo? Eu falei alguma coisa errada? Você acha melhor a gente não se ver mais?

— Eu acho que seria muito bom se você me esperasse chegar hoje. — apressou-se em dizer. — Podemos assistir algum filme juntos e tomar um bom vinho depois… Tenho certeza que devo ter algum na prateleira. — parou, pensativo. — Mas é claro, só se você quiser.

A linha tinha emudecido por alguns segundos, e Jimin então se preparou para ouvir um simplório “não”. 

Mas, na verdade, Jungkook estava apenas colocando na balança as consequências de perder um dia de aula na faculdade em troca de uma noite de cinema em casa com o Park. E, de longe, perder aula não era a coisa mais sensata a se fazer, mas não que ele realmente se importasse com isso. Sua mente costumava entrar em estado de insensatez sempre quando seu “chefe” estava em jogo.

Eu tenho aula hoje… — Jeon começou a explicar-se. — Mas não faz mal perder um dia só, né? Posso pegar a matéria com algum colega de classe amanhã. — sua voz suavizou, ele parecia animado. — Não demore muito para chegar, Hyung. Não quero ter que esquentar o jantar novamente. 

— Estarei aí antes da janta esfriar. — garantiu. — Eu prometo.

{...}

.

Haviam muitas coisas pelas quais JiHo realmente não esperava na vida, como, por exemplo, perder Jimin definitivamente. Na mente deturbada da mulher, seu “marido” não teria coragem de entrar com pedido de divórcio, mesmo tendo ele dito antes que pretendia fazê-lo. E depois que descobriu quem era o amante dele — podendo assim usá-lo para manter Jimin em suas mãos —, a confiança dela só aumentou mais, junto da certeza de que logo, logo teria o Park se arrastando de volta aos seus pés, implorando para voltar para casa.

E claro, não era tola... Sabia que aquela mudança não aconteceria assim, tão cedo. Mas acabou por se surpreender no momento que ouviu a porta de seu apartamento se abrir, revelando Jimin à sua frente.

Ele tinha voltado muito antes do que ela tinha imaginado.

— Jimin? — levantou-se da poltrona de onde estava, sorrindo largo com a ideia de vê-lo implorando pelo seu perdão. — O que está fazendo aqui? Por acaso se deu conta da burrice que fez quando saiu de casa? — empinou o nariz, sentindo-se superior, e cruzou os braços na altura dos seios. — Pensou melhor, meu amor?

— Não, JiHo. — suspirou, já odiando a ideia de ter que permanecer no mesmo cômodo daquela mulher e de seu sarcasmo venenoso. — Eu vim aqui conversar sobre o nosso divórcio. — começou, com cautela.

— De novo essa palhaçada, Jimin?! — JiHo inflamou. — Eu já falei que não vou dar o divórcio, não falei? Qual parte você não entendeu? Está querendo me desafiar? — estreitou o olhar. Não tinha ficado claro para ele, que Jungkook sofreria as consequências, caso ele insistisse naquilo? — Se veio aqui para tentar me convencer, esquece.

— Bom… — se aproximou, com a cabeça erguida. — Se você não quer assinar o divórcio por bem, vou ter que entrar na justiça e obrigá-la. Entenda, não quero continuar nesse casamento e tenho meus direitos. Você precisa lidar com isso. — estava tão determinado; seus amigos se orgulhariam de si se o visse. — Você pode ficar com o apartamento, o carro e nossas casas de praia. Eu só quero continuar com minha empresa, apenas isso.

— A nossa empresa, você quis dizer? — ironizou. 

— Não, JiHo… Eu trabalhei duro para erguer a Lúpus sozinho. — seu coração errou algumas batidas. Sua empresa era tudo, tudo o que ele tinha e, sendo sincero, não queria precisar entrar na justiça por ela também. — É um direito meu ficar com a empresa.

— Que eu saiba, eu investi nela também. Portanto, metade de tudo ali é meu. 

— Eu compro sua parte. — Jimin foi rápido ao propor. — Eu compro a parte de suas ações. Você nunca fez questão de assumir a empresa, não seria agora que teria interesse, não é? Eu posso pagar pelos seus investimentos, com juros. Eu pago o quanto você quiser.

JiHo percebeu o desespero de Jimin, e aquilo a motivou a continuar mantendo aquele jogo.

— Pouco me importa o dinheiro, Jimin. — sorriu. — Não pretendo vender minha parte da Lúpus, sinto muito.

Park suspirou, fechando as mãos em punhos. Estava com raiva, mas não deixaria tão claro assim. Sabia que a mulher gostava de vê-lo bravo, que curtia em cima de seu estresse, e não quis lhe dar aquele gostinho. Por outro lado, porém, não conseguia entender o porquê dela ser tão cruel daquela forma… A empresa nunca foi do interesse dela, afinal. Então por que dificultar as coisas?

Era difícil manter estabilidade na presença de JiHo, a mulher costumava tirá-lo do sério com facilidade.

— Faça como preferir. — disse, já impaciente. — Isso não muda o fato de que vou entrar na justiça com o pedido de divórcio o mais breve possível. Espero vê-la no tribunal. — se afastou, fazendo menção de ir embora.

JiHo agiu rápido, segurando seu braço.

— Você não está falando sério. — falou duvidosa, porém a expressão séria do outro não era de quem parecia estar brincando. — E o que eu falei antes? Você sabe que sei quem é o seu amante… Posso mandar meus amigos machu-...

Jimin virou-se, soltando-se bruscamente, assustando-a.

— Se você tocar num fio de cabelo do Jungkook, eu juro que não respondo por mim. — respirou fundo, se afastando para não acabar fazendo uma besteira. JiHo era impossível, às vezes. — Não estou brincando, JiHo. Espero mesmo que não aconteça nada ao Jungkook, porque não vou hesitar em fazer uma besteira se você tocar algum dedo nele. — estava sério, decidido. — Se continuar insistindo com essa história de machucá-lo por vingancinha, vou ser obrigado a levar o caso à justiça. Eu juro que acabo com tudo o que você tem… Não duvide da minha palavra ou vai se arrepender amargamente.

Os olhos da moça estavam arregalados, e seu corpo, imóvel. JiHo não estava acreditando no que estava acontecendo ali, à sua frente. Seu ex-marido agia com tanta seriedade, que sequer se parecia com o homem medroso e submisso com a qual havia se casado. Ele estava estranho. Diferente. Não era mais aquele garotinho indefeso e manipulável, cuja qual tinha o prazer de dominar. E ali, por alguns instantes, a fez se sentir menor, como se sua voz não fizesse mais efeito nele; suas palavras não fossem mais ouvidas.

Jimin tinha crescido demais para o seu gosto.

— Espero que estejamos entendidos. 

Ele disse antes de sair. Havia jogado as chaves do apartamento no sofá, deixando claro que não pretendia voltar naquele lugar nunca mais se dependesse de si. Tinha enterrado, definitivamente, a história dos dois ali.

E agora estava preparado para seguir em frente.


Notas Finais


ACHO QUE AGORA VAI.
JiHo não tem mais o que fazer, está encurralada. ELA PRECISA DEIXAR O JIMIN EM PAZ, NÉ NOM?
Então, meus bens, como estão? Gostam do capítulo? O QUE ACHARAM DA ATITUDE MARAVILHOSA DO JIMIN?
MEU MENINO ESTÁ TÃO CRESCIDINHO NHAAAAAAAAH!
Enfim, espero que comentem se gostaram.
Vejo vocês no próximo capítulo?


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