História My mistery. - Capítulo 11


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Emma Swan, Regina Mills (Rainha Malvada)
Tags Swan Queen
Visualizações 139
Palavras 1.052
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 11 - A new start.


Fanfic / Fanfiction My mistery. - Capítulo 11 - A new start.

Abri a mesma na cama e joguei roupas variadas de dentro do armário, nela. Sem ao menos ver o que estava fazendo, eu jogava tudo o que via pela frente com uma certa pressa. 
Até que desci, em passos rápidos e voltei, ainda estava de pijama e cabelos bagunçados, quando parei em frente a porta aberta com a mala nas mãos ao olhar para Regina com um sorriso no rosto e ela correspondeu. Respirei fundo e entrei, coloquei a mesma para trás entre a confusão de cobertores e bolsas, ela me olhou por um segundo e me beijou. 
Um beijo quente e dessa vez mais alegre, pude notar e eu correspondi atentamente, deu partida no carro e seguimos em direção a um lugar que eu não sabia, nem porque estávamos indo e nem quem encontraria por lá, apenas fui, pois sempre estava disposta a me arriscar por ela.

Quando chegamos já havia amanhecido e fui acordada quando Regina passou as mãos em meus cabelos e depositou um beijo leve em meu ombro, olhei para o lado e ela estava a sorri, bocejei meio sem jeito e reparei aonde estávamos. 
Ela estacionou em uma garagem aberta que dava de frente para uma grande mansão com grandes partes de vidro, acredito que ela era viciada em vidros porque era quase tudo assim, de frente para a casa havia uma piscina imensa um tanto que desnecessária pois a mansão era na praia e não havia mais nenhuma outra por perto, então já presumi que era aquelas praias reservada ao morador o que me espantou ainda mais, era o paraíso. 

–Vamos?– ela sussurrou e eu despertei.  
–Ah, claro!– Esperei, quando ela deu a volta e abriu a porta para mim, apanhamos as coisas e seguimos em direção a casa, era surpreendente como a cada passo em que dava me apaixonava por aquele lugar que era extremamente bonito, inclusive a casa.

Me apresentou os cômodos até mesmo o quarto em que ficaria, que era muito grande, desarrumei minhas coisas e vesti uma roupa mais confortável, conclui minhas higienes pessoais e segui pela casa para encontrar a morena. Fui encontrá-la em seu quarto jogada sobre a cama em um sono incrivelmente incansável, sai de fininho para não acorda-la já que ela havia ficado acordada o período de viagem inteiro e eu não.

Caminhei para o andar de baixo da casa e de lá, para fora, me debrucei sobre a varanda que também era de vidro e fiquei observando o mar, não nego que pensando em tudo que havia acontecido na minha vida e como tudo conseguiu mudar tão rápido, não sei quanto tempo isso durou mas acredito que muito pois lá estava ela, parada atrás de mim.

Vestida com um biquíni de crochê azul turquesa cujo a parte de baixo possuía a lateral bem fina que segurava em um laço em ambos lados e a parte de cima amarrava tanto nas costas quanto atrás do pescoço, mas quem ligaria para aquele biquíni quanto se tinha total visão daquele corpo, todas as curvaturas necessárias expostas totalmente em minha frente, suas mãos repousavam na extrema curva que formava em sua cintura magra, Ela era completamente formosa.

Abri minha boca para falar e simplesmente nada saiu, espero que não tenha ficado com cara de idiota, mas não é sempre que você vira e tem uma visão maravilhosa dessas, a quanto tempo ela estava ali? Fiquei olhando seu corpo por um instante e até parece que o tempo havia parado, meus Deuses!

–Algum problema?– Ela conseguiu dizer primeiro que eu e ainda sim, nada saia. 

–Emma?– Indagou.

–Perdão, o quê?– engoli seco e balancei a cabeça, tentando me recuperar um pouco, mas ela não disse, apenas ficou rindo e eu corei como sempre, sentou na beira da piscina e colocou os pés sobre a água, tremendo um pouco pelo frio.

–Me diz, qual a necessidade da piscina quando se tem essa praia maravilhosa logo ali em frente?– Disse a encarando e ela apenas me olhava tranquila. 

–Bom, a preferência dos meus convidados é o que conta.– apanhou o protetor solar e apontou para mim como quem pedia um favor e eu concedi me aproximando, passei para suas costas e despejei um pouco do produto sobre as mãos, fiquei de joelhos atrás dela e toquei seus ombros delicadamente, espalhando-o e ela apenas afastou os cabelos.

– E você trás tantas pessoas assim, para este lugar?– falei rindo abafado pelo lábio em que mordia e ela demorou para responder. 

–Nem sempre.– Sussurrou, pouco antes de pular na piscina sem aviso prévio. 

Me sentei na beira da mesma e fiquei olhando-a quando voltou novamente para a superfície da água, passando as mãos nos cabelos molhados.

–Porque da dúvida?– A morena apoiou ambos braços cruzado em cima de minhas pernas, molhando um pouco do meu shorts.

–Nenhuma.– Desviei o olhar, disfarçando e ela riu. 

Apertou as mãos em minhas coxas, na lateral delas e antes que eu pudesse evitar, me puxou para dentro da água também, de roupa e tudo tão pouco estava molhada, limpando a água dos olhos.

–Nossa, obrigada por isso!– exclamei passando as mãos em meus braços devido ao frio.

Apertou suas mãos em minha cintura, deu um passo para frente e consequentemente encostei minhas costas na piscina, a distância entre a gente era quase imperceptível, quando passei a sentir sua respiração quente próximo ao meu ombro, afastei a cabeça para o lado com os lábios entre aberto e a língua já alcançando o céu da boca, ela afastou a alça da minha regata branca e beijou toda a curvatura de meu pescoço, apertando seu corpo contra o meu.

Sentia meu corpo inteiro queimar, como quem havia sido lançada em alguma fogueira ou algo do tipo, apenas os beijos no pescoço foi suficiente para me deixar tão molhada quanto a própria piscina.

Puxei seu rosto com o indicador até aproximarmos e desejadamente selarmos nossos lábios com uma certa necessidade, permanecemos o beijo por alguns instantes quando senti suas mãos passarem para dentro de minha blusa, acariciando minha barriga com as pontas das unhas, arfo dentre o beijo e consequentemente, mordo o lábio inferior da morena.

 

—Me desculpe, senhorita Mills! preciso anuncia-la de quem sou antes de poder ir entrado para preparar o Jantar.— Um senhor de terno, havia acabado de começar uma guerra comigo.



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