História My mistery. - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens Emma Swan, Regina Mills (Rainha Malvada)
Tags Swan Queen
Visualizações 122
Palavras 1.562
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Capítulo 2


Fanfic / Fanfiction My mistery. - Capítulo 2 - Capítulo 2

Agora sim!
Acordei antes do despertador, talvez a praga que jogaram em mim passou ou é porque eu estava intrigada demais com o lance da vaga do carro que meu instinto não quis arriscar. 
Ser metralhada com aqueles olhos maravilhosos de Regina não estava nos meus planos hoje ou estava.

Me levantei e me arrastei até o banheiro e tomei meu banho, dessa vez mais tranquilamente. Sai do mesmo com a toalha presa em meu corpo e escovando meus dentes, fui até o guarda-roupa.

Onde eu encontraria uma roupa para trabalhar hoje, sabendo que iria no shopping só depois do trabalho? Aí meus deuses! Bota e jaqueta não são elegantes, não? Bufei. 
Tudo bem. Eu poderia vestir aquele vestido que tem algum tom de rosa bem claro, decote em 'V' sem mostrar muita coisa, ele era apertadinho na cintura e até dava pra rodar o restante. 
Seria esse mesmo! Terminei de escovar os dentes e o vesti.
Amarrei meu cabelo em um rabo de cavalo bem alto e coloquei o único salto que tinha na vida, um preto. 
Passei uma maquiagem só para disfarçar, incluindo um batom cor de boca, que tinha ficado bem em mim e um perfume que amava.
Peguei minha bolsa e sai fechando a porta atrás de mim.

—Olha quem vai ter um encontro a essa hora dá manhã.— Granny, falava enquanto folheava uma revista no andar aonde estava.

Ela tinha um microfone e a caixa de som era espalhada pelo prédio inteiro, caso ela tivesse que fazer um aviso. Ela adorava me espionar para fazer algum comentário rabugento e eu não ficava brava, dava muita risada.

—Encontro? Não. Estou indo trabalhar, vovó.— rindo, parei em frente a escada esperando pra ouvir o que ela iria falar. 
—Bom, então com certeza lá tem alguém que você está afim de impressionar, não é mesmo? — 
Engoli seco na hora e travei minha respiração por alguns segundos. Como assim, impressionar? Não, claro que não. Essa vovó estava cada vez mais doida não é mesmo? Eu, impressionar? Não. 
—cla-aro que n-nao. — gaguejei um pouco. 
—Isso não importa, pequena menina. O que importa é que você se livrou daquela jaqueta de sempre e das botas. Está bonita.—
Balancei a cabeça negativamente, sorrindo. Ela havia me elogiado, milagres acontecem. 
—Obrigada vovó. — Desci as escadas na hora, caminhando até a garagem. 
—Só não se ache muito.— ouvi de longe e novamente ri baixinho.

Entrei no carro e sai, fui diretamente em um drive-thru do starbucks, pedi dois cafés com pouco açúcar, muita canela e ambos com chantilly.
Era o meu predileto também por incrível que pareça.

Não sabia se Regina gostava de chantilly, na verdade eu não sabia nada sobre ela, no primeiro dia simplesmente não me falou nada. Nem conversou comigo na verdade, ela simplesmente me dispensou de sua sala na primeira oportunidade que teve e nem me olhou para isso. 
Se bem que, se ela tivesse me olhado, seria capaz de que eu morresse sem oxigênio naquele lugar. Não entendi muito bem o que aconteceu naquele momento, mas a sensação dos olhos de Regina a me perfurar, me causaram isso e eu simplesmente não sei o motivo. 
Falando em olhos, que olhos são aqueles? Tão hipnotizantes e belos que meus deuses! Ela não tinha nada de Satãn.

—Senhora? — a moça gritou, me fazendo 'acordar' e voltar minha atenção a ela. 
—sim?— respondi. 
—É só pegar seu pedido um pouco mais a frente.— Olhei no retrovisor e havia uma fila de carros atrás do meu, alguns deles até buzinaram. 
—Me desculpe.— paguei e retirei o pedido, indo diretamente até a empresa. Como cheguei um pouco antes, havia vagas. Então deixei o meu carro o mais longe possível da de Regina. Ainda estava torcendo para que ela não soubesse que fui eu que coloquei lá da primeira vez. 
Entrei e dei de cara com Ruby, que sorrio e veio até mim.

—Olha só para ela! Que orgulho. — Ela gargalhou e eu também, mas por outro lado ela estava certa. 
—Não conseguiria nada sem você.— ela deu um tampinha em meu ombro, se gabando e eu sorri. 
—Não seja por isso. Mais tarde ainda iremos no shopping, certo?— Ela disse se afastando para a recepção novamente. 
—Claro que sim.— com o que eu iria pagar essas roupas, eu não sei, estava mesmo era torcendo para que ela decidisse largar essa idéia.

Entrei no elevador e me caminhei até a minha sala, larguei lá a minha bolsa, meu café e fui até a sala de Regina. 
Ajeitei o café dela em cima de sua mesa e respirei fundo, tinha um ótimo cheiro. De maçã, com um pouco de doce, era completamente satisfatório e sem dúvidas era seu perfume. 
Ouvi o elevador fazer um barulho indicando que alguém iria descer naquele andar e eu claramente corri de volta para minha sala e sentei na cadeira, liguei o computador e fingi que estava ali o tempo todo. 
Era Regina, ela novamente estava falando ao celular, passou e acho que nem me notou.

Estava vestida de um vestido preto, totalmente colado que não evitava de marcar seu corpo definido, cintura deslumbrante e não vou falar nada da curvatura de sua bunda. Me desculpe, mas foi inevitável não reparar. Estava com um decote quadrado, que respeitava bastante o tanto que era exposto de seus seios e novamente aqueles óculos sobre o rosto, que deixava ela ainda mais bonita do que já era. Porque sem dúvidas, ela era! 
O cheiro novamente invadiu meus pulmões sem nenhuma solicitação, ela realmente tinha aquele cheiro maravilhoso em sua pele, que máximo.

—Tudo bem, então! Faça o que quiser. Mas já disse que não vou passar aí essa noite! — ela estava brigando com um namorado? 
Nossa, mas Ruby não havia me falado dele. Ta, tudo bem, por que ela falaria não é mesmo? E claramente Regina tinha, tão bonita do jeito que era, se não tivesse, seria mentira.

—Srta Swan, poderia vir até a minha sala?— Aquela voz firme, certa do que queria havia me tirado do transe. Parei por um instante e sem virar o rosto, pude sentir seu olhar em mim lá de sua sala. Respirei fundo e me levantei, ajeitei o vestido e caminhei até sua sala. 
—Sente-se.—Ela apontou para a cadeira e eu sentei. —Bom, ta vendo essas duas agendas? São suas. —
Olhei para a mesa onde se encontrava duas agendas, uma vermelha e outra beje, peguei as mesmas e repousei em meu colo. 
—Na vermelha irá anotar minhas coisas pessoais. O que eu tenho que fazer, o que eu não posso fazer e com quem eu devo ou não, falar. 
Já na beje, serão coisas profissionais. Reuniões, papeladas, organização. Entendeu?—
Ela não me olhava nos olhos enquanto falava, estava de olho em seu computador. Eu apenas balancei a cabeça positivamente, pois havia entendido bem. 
Levou sua mão a tampa do café e seu dedo indicador contornava o círculo, meus olhos desceram aquela cena e simplesmente travaram. 
A sala novamente começou a ficar sem oxigênio ou eu estava com problemas respiratórios. A presença de Regina estava me afetando de alguma forma que não me deixava entender. 
—Diga com a boca Srta Swan.— 
Seu cotovelo estava apoiado sobre a mesa e seu queixo encostado em sua mão. Seus óculos estavam um pouco caídos sobre o nariz, me dando total visão de seus olhos que voltaram a me pressionar. 
Abri a boca para responder, porém nada saiu, estava parecendo uma idiota com certeza, mas era totalmente inevitável. 
—s-sim, c-claro.— consegui. Talvez seja a autoridade que ela mantém sobre mim. 
Minhas bochechas coraram em um tom de rosa e eu voltei meu olhar para Regina que ria, como se ela soubesse o que se passava comigo. 
—Pode começar agora. Anota na vermelha que tenho um encontro amanhã as 21:00. No Heller's. — ela não tirava seus olhos de mim em momento algum, apenas movimentava seus lábios perfeitamente desenhados quando passava a língua por eles ao molha-los.

Em um encontro? Em um dos restaurantes mais caros da cidade? Sério?

Ela apontou a caneta para mim, para que eu pegasse de sua mão e eu demorei um pouco para raciocinar isso. Cruzei minhas pernas e apertei, arrumando o vestido que parecia ter ficado dez vezes mais justo e Regina acompanhava tudo com os olhos, pois eu me sentia cada vez mais desconfortável.

Levei minha mão até a dela e peguei a caneta o mais rápido que pude. Minhas mãos estavam um pouco molhadas, mas fiz o possível para escrever tudo corretamente. 
Assim que feito, consegui respirar um pouco que foi o suficiente para sentir o perfume de Regina dominar meus pulmões.

—Pronto? É só isso?— falei com um pouco de dificuldade.

Ela novamente voltou seu olhar para o computador com uma expressão mais seria e concordou com a cabeça, então eu tentei sair de lá rápido sem parecer uma louca que estava sendo perseguida.

Me sentei de volta em minha cadeira e pressionei as duas mãos sobre o rosto, que estava totalmente quente.
—Meus Deuses, o que é isso que essa mulher está fazendo comigo?— sussurrei e tomei meu café de uma só vez como se ele fosse alguma bebida alcoólica e sacudi a cabeça.

Voltei meu foco ao computador, me esforçando o máximo para não ficar olhando Regina do outro lado, a cada segundo que se passava. Falando em tempo, ele parecia uma década para passar.



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