História My mistery. - Capítulo 22


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Emma Swan, Regina Mills (Rainha Malvada)
Tags Swan Queen
Visualizações 122
Palavras 1.662
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 22 - Course i love him.


Fanfic / Fanfiction My mistery. - Capítulo 22 - Course i love him.

xPov.Emmax

Não tinha entendido o porque ela havia sido tão grossa comigo aquele dia, mas pela bagunça em sua mesa e pelos barulhos de choro em que ouvi, ela não estava bem, seja lá o que for que aquela mulher tenha dito para ela, a destruiu. Tentei ficar ao seu lado e tentei a consolar, mas ela parecia não precisar de companhia e também com tão pouco conhecimento sobre o assunto, eu não saberia oque falar. Resolvi a deixar e voltar para casa, amanhã era amanhã, depois a gente resolvia.  Acordei antes do despertador, estava realmente preocupada com Regina e como ela estava se sentindo, ela era linda demais para ficar triste, deveria ter alguma regra contra isso. 
Fui atrás do meu celular perdido sobre a cama na esperança de encontrar alguma mensagem dela sobre a noite passada, mas nada, ao invés disso tinha uma mensagem de Ruby na qual dizia.

" Hey, Emma! Tudo bem? Bom, Regina pediu para lhe avisar que não venha trabalhar hoje, não tem necessidade já que iremos fazer uma reunião de extrema importância apenas, os email's podem esperar. É isso, beijinhos."

Eu queria jogar o celular na parede, mas o coloquei sobre o criado mudo e suspirei com os olhos fechados, por que ela estava me evitando? 
Me levantei e fui até a cozinha tomei uma xícara de café tão grande que me faria ficar acordada por uma semana inteira, direta. 
Um dia sem ver Regina não era um dia completo, eu precisava vê-la para pelo menos dizer que o dia não foi tão ruim assim, aquilo estava errado, tivemos uma foda tão boa para ela não falar comigo no dia seguinte e no outro ainda me pedir para não ir vê-la novamente? Ah, pelos Deuses!!! 
Será que o motivo ainda era Neal? Eu tentava mas não encontrava motivos concretos para Regina me evitar tanto assim, não queria que aquilo me destruísse, então assim que fosse a hora da empresa fechar, eu iria até sua casa para vê-la, nem que fosse só por um minuto e faria meu dia valer a pena. 
O tempo passava tão devagar que até pensei que o relógio estava me desafiando, o livro em que lia parecia ter ficado ainda maior e eu nunca o terminava, ta eu não podia culpa-lo já que a cada parágrafo em que terminava, olhava para o relógio na esperança do tempo passar mais rápido, estava tão cheia disso, que resolvi ir ver Henry que passava praticamente toda tarde no parque brincando, assim que voltava da escola. Ele me lembrava Regina muito, desde sua aparência até algumas manias que eles tinham em comum como aumentar o tom de voz quando estava feliz ou cobrir o nariz com a mão quando está com vergonha e eu amava.

Ele adorava aquele tanque de areia, era um menino muito criativo então para ele um simples parque se tornava uma cena de um crime imenso cheio de mistérios para ser desvendado.

Assim que estava pronta desci, ignorei a chave do carro e iria a pé, para distrair e esquecer um pouco todo aquele tormento que rodeava minha cabeça de dúvidas, assim que estava chegando pude vê-lo de longe e aquilo já havia me alegrado, ele brincava sozinho pois gostava mais e o seu sorriso mágico nunca saia dos lábios. 
Me aproximei em passos silenciosos e coloquei minhas mãos em seus olhos fechando-os e fiquei em silêncio esperando que ele adivinhasse quem era, suas mãozinhas foram até as minhas em seus olhos e as acariciaram na tentativa de adivinhar através dessa tática, então ele chutou.

–Momma?– Gritou esperançoso, já tentando tirar minhas mãos de seus olhos para saber se havia acertado.
–Não!– eu consenti, tirando minhas mãos e gritando também. 
–Emma!!!– Deu um pulo agarrando com força meu pescoço em um abraço completamente apertado. 
–Que saudades garoto.– eu retribui o abraço apertado, bagunçando seus cabelos com as mãos e ele gargalhou. 
–Cade a babá? Está aqui sozinho?– entortei as sobrancelhas ao olhar ao redor e não vê-la. 
–Claro que não, está comigo.– Uma voz que eu conhecia porém não muito escutada, havia falado atrás de mim e me fez virar rapidamente. 
Era Robin parado atrás com dois sorvetes de casquinha sabor chocolate, me levantei e permaneci olhando-o em silêncio, sem entender o porque ele estava ali e se eu deveria deixar que ele ficasse. 
–Está tudo bem, Henry?– continuei olhando para Robin enquanto falava com Henry na esperança de que ele me contasse se tivesse algo de errado naquilo. 
–Por que não estaria, Emma?– Ele sabia meu nome e eu nem tinha contato com ele ou alguém falava de mim ou ele andou pesquisando minha vida por aí.
–Bom, você está aqui, então obviamente não tem algo certo rolando.– o encarei, confusa e ele sorria irônico todo o tempo, aquilo me irritava. 
–Jura? O que tem demais em um pai levar seu filho ao parque enquanto sua esposa está trabalhando?– Ele enfatizou quando chamou Regina de esposa e eu estava pronta para socar cada parte daquilo que ele chamava de rosto. 
–Não seja tão tolo Robin, Regina não é mais sua, aceite.– dei de ombros com um meio sorriso, aquela hora Henry já estava longe tanto de espaço quanto em pensamento. 
–Não foi isso o que me pareceu quando ela foi até minha casa na noite anterior, dizendo que me amava e que estava com saudades.– se a intenção dele era tirar minha paciência, ele havia conquistado com sucesso, mas eu não iria descer ao seu nível. 
–Ta bom, eu acredito em você.– gargalhei. 
–Veja bem, Emma. Eu dei a guarda de Henry toda para ela, não teria como vê-lo se não fosse de sua total permissão e olha aonde estamos, no parque brincando como todo pai e filho deveriam fazer.– ele tentava me convencer de que o que ele falava fazia sentido mas eu não queria acreditar, confiava em Regina e seu amor por mim. 
–Ela voltou para mim, percebeu o quanto eu a amo e que eu sim serei capaz de fazê-la feliz como nem você e muito menos Zelena, conseguiria. Não fique brava, somos uma família e é muito difícil alguém conseguir romper esse laço, ta?– continuei em silêncio acumulando a raiva dentro de meu peito. 
–Olha só, o sorvete está derretendo e como só tenho dois, presumo que não irá querer ficar conosco, não se preocupe, aviso Henry que você não pode ficar mas que mandou um abraço. – ele continuou até que se preparou para sair.
–Aproveite sua felicidade enquanto você a faz real Robin, pois não terá isso quando eu te trazer de volta a realidade.– balancei a mão em sinal de despedida e ele esboçou um sorriso tão venenoso quanto o meu e voltou para Henry. 
                 

Estava quase anoitecendo quando deixei cair mais um copo no chão daquele pub imundo. 
–Pode colocar na conta também e me vê mais uma rodada.– estava sentada no balcão sozinha e ao meu redor, um monte de homens fortes e brutos, que gritavam e bebiam como se fosse o último dia de suas vidas, eu não queria diversão, só bebia para fazer a dor que estava sentindo, passar.

Eu não podia de forma alguma duvidar de Regina, já fiz isso antes e me arrependi muito, quem ama confia e eu amava ela muito e confiava também, porém fazia um pouco de sentido o que Robin havia falado e ela estava me evitando tanto que... Eu não queria pensar a respeito, só que ainda sim, algo me machucava por dentro e apenas aquelas doses faziam acalmar meu desespero.

–Essa é a ultima, ta? Olhe ao seu redor, aqui não é lugar para uma mulher como você. – o garçom falou simpático e colocou mais uma dose de tequila em minha frente e eu virei rapidamente, fazendo chacoalhar cabeça, sorri para ele e apanhei minha carteira. 
–Não se preocupe com isso, foi por conta da casa, acha que consegue ir embora?– ele duvidou do meu estado depois de onze doses continuas, até fazia meu estômago murmurar. 
–Farei o possível, Obrigada.– toquei sua mão em cima do balcão e sorri como despedida. 
Jamais tinha bebido tanto assim sozinha, estava péssima em aparência e em estado psicológico também, caminhando na rua sozinha aquela hora, na esperança de acertar o caminho de volta para casa quando por fim, em um mísero clichê, encontrei a casa de Robin e meu coração amargurado e bêbado decidiu ir tirar as próprias conclusões, desejando não encontrar a morena. Parei em frente a casa do mesmo e apertei a campainha algumas vezes, não demorou muito para as luzes acender e tão pouco a porta abrir. 
Puta que pariu, Regina!! 
Ela se manteve em silêncio assim que abriu a porta, seu rosto me confundia em uma mistura de preocupação, tristeza e ignorância.

–Você está bêbada, Emma.– foi a porra da única coisa que ela falou depois de tudo o que me devia explicar, ela deduziu isso através da minha minha maquiagem borrada, minha meia calça um tanto rasgada ou dos meus braços que se apertavam devido ao frio? Sorri irônica, desviando o olhar do dela e desejando não ser tão fraca e chorar ali, bem em sua frente. 
–Você o ama?– fui direta, precisava confirmar a mim mesma que Robin estava errado. 
–Como?– ela perguntou mesmo tendo escutado da primeira vez. 
–Robin, você  ainda o ama?– repeti, complemente nervosa só pelo fato dela estar naquela casa. 
–É claro que eu o amo.– ela não demonstrou nenhuma expressão facial e em meio a um tempo de silêncio, ela fechou a porta sem se despedir ou algo do tipo e eu parada em frente aquela casa, pude ver as luzes se apagando uma a uma até a casa se escurecer por completo novamente, indicando que ela havia ido se deitar com seu amado.

Eu não entendia o porque dela estar fazendo isso comigo, porque me fez amá-la para depois correr de volta para os braços do seu ex tão facilmente. Resposta errada, Regina.



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