História My mistery. - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens Emma Swan, Regina Mills (Rainha Malvada)
Tags Swan Queen
Visualizações 111
Palavras 1.728
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 9 - Good Day.


Fanfic / Fanfiction My mistery. - Capítulo 9 - Good Day.

Acordei antes do despertador, o que era uma maravilha porque o som dele era desprezível. 
Voltei a lembrar da noite anterior, o que já tinha feito muito antes de dormir e agora também. Regina tinha sido um doce comigo.

Falando nisso, queria chegar mais cedo mesmo para ver se conseguia ficar um pouco com ela. 

Me levantei e tomei um banho, em seguida vesti uma das roupas que Ruby tinha escolhido para mim, ela tinha um ótimo gosto. Fiquei por um tempo me olhando no espelho, estava me sentindo bem e nada poderia estragar meu dia.

Ao chegar na empresa, dei de cara com Ruby que logo veio até mim.

—Hey, como vai a sumida?— questionei, raramente estava vendo ela por lá. 
—Se esqueceu que está falando com a mais nova noiva deste lugar? Os tempos estão corridos minha querida. — ela gargalhou. 
—Tem razão, tem que segurar o bonitão mesmo, antes que alguém tente roubar.— encolhi os ombros, debochando da morena. 
—Isso foi uma indireta bem direta, Swan? — Fez uma cara de 'ofendida' entrando na brincadeira. 
—Não sou muito fã dessa fruta ai, meus planos são outros.— sai dando de ombros, mas ainda rindo e deixei Ruby lá atrás com a cara de quem tinha ficado um pouco confusa, mas ainda sim pescando.

 

—Bom dia, minha querida.— Disse entrando na sala de Regina, batendo meus saltos fortes, estava com ótimas roupas hoje e queria que ela notasse. 
Caminhei até sua mesa e parei ao seu lado, rodando sua cadeira com o pé até que ela ficasse de frente para mim e apoio um de meus braços em sua mesa lhe olhando.

—Que bela postura.— Ela falou me analisando, fingi que não vi seus lábios um tanto abertos nesse procedimento. 
—Só vai falar da minha postura?— me aproximei um pouco mais e abri um pouco do meu casaco. 
—Quer que eu diga como está gostosa? Tenho classe em meu trabalho Srta Swan.— entortou as sobrancelhas debochando, encarou meu casaco meio aberto e eu apenas ri. 
—Eu estava me referindo os meus sapatos que não são os de sempre, mas fico feliz ao ouvir isso.— Sorrio sádica e me encurvo um pouco selando nosso lábios em um beijo rápido.

Regina sempre estava a me provocar com aquele corpo e aqueles olhos malditos, verdadeira Satãn, mas eu estava bem e estava disposta a lhe provocar também.

Logo dou as costas sem esperar que ela dissesse algo sobre o beijo, eu voltei em passos lentos para minha sala para continuar meu trabalho. 
Como sempre eu não dava mole, fiz tudo com os certos cuidados, um bom serviço chamava atenção da patroa!

—Saindo daqui, vamos para minha casa? Bom digo, fazer algo se quiser é claro.— Tive vontade de rir, confesso, Regina estava 'desajeitada' me convidando a ir para sua casa e aposto que não veria essa cena novamente. 
— Por que não?— Evitei seus olhos. 
—Ótimo! Irei esperar lá em baixo e não se atrase.— Sua superioridade me matava.

Ta bom, não vou mentir que fiquei contando as horas. 

Quando você trabalha em um lugar como o que eu trabalho, conhece uma mulher como Regina e ela ainda te convida para a casa dela..... Só idiotas não iriam contar as horas.

 

Desliguei tudo e peguei minha bolsa, entrei no elevador e suei frio, já me sentia confortável com ela, mas em certos pontos ela me deixava nervosa. Assim que a porta abriu, fiquei nas pontas dos pés a procura do carro mais caro daquele lugar, porém não encontrei.

Puta que pariu, ela me deu um bolo. 
Fez um jogo comigo e eu cai como uma tosca. Não é possível! 
Minha cabeça virou um transtorno.

Mas era só nervosismo, pois ouvi um 'psiu' atrás de mim e quando viro, claro que é ela. Encostada em uma moto, de braços cruzados e um sorriso maligno no rosto. Aquele sorriso, parece até que tinha lido minha mente e o tanto que eu havia a xingado com precipitação. 
O que obviamente eu esqueci, quando vi ela toda maravilhosa encostada daquele jeito. 

—Moto e vestido não me parece uma boa combinação. — Balancei a cabeça negativamente, mordendo o inferior dos lábios. 
—Para quem só vai ver, pode apostar que é.— Que mulher mais rude. 
— E para quem está sentada?— A encarei. 
—Posso dar um jeito nisso, vem.— Ela me chamou com um inclinar da cabeça e eu me aproximei. 

 

Esclareceu que eu sentaria na frente, de lado para evitar que o vestido voe e ela sentaria atrás de mim, para evitar que eu caia e que alguém possa ver além do que deve.

No primeiro instante eu surtei afinal, estava mesmo com medo, mas estava disposta a passar essa adrenalina com ela, só porque era com ela e eu não sabia dizer não.

 

Chegamos em sua casa, e novamente 'UAU'. Eu já havia estado lá antes, mas não totalmente sóbria e dessa vez pude analisar corretamente, era um lugar incrivelmente grande e bonito.

Pisei meus pés sobre a sala, assim que ela abriu a porta e já foi largando seus saltos. Não gosto de ser estraga prazer mas, não pude ficar sem analisar os detalhes daquele lugar, tudo muito encantador e elegante.

—Oi, terra chamando Emma.— Ela gargalhou sozinha, largando a bolsa sobre o sofá e indo direto para a cozinha. 
—Me desculpe, sua casa é incrível.— Arregalei os olhos e ela foi tirando duas taças, de dentro do armário. 
—Quem vê pensa que você nunca esteve aqui antes.— Logo foi enchendo as mesmas com vinho. 
—Mas não sóbria. — 
—Então assume que não estava bem e que te fiz um favor?— Pude notar ela segurando a risada enquanto me encarava e eu apenas revirei os olhos ao segui-la, mas ela já vinha esticando a taça para mim que logo apanhei. 
—Bom, é tudo muito bonito.— mudei de assunto bebendo e ela bebeu também, caminhando para a sala e eu a segui novamente. 
—Obrigada.— Ela sussurrou e sentou no sofá me convidando para sentar ao seu lado e eu o fiz. 
Cruzei minhas pernas no vestido apertado e ela ficou a reparar. 
—Desconfortável?— Ela indagou e eu sorri, bebendo e sem a responder. 
—Eu realmente gostei de sua roupa.— ela deslizou a mão sobre o meu casaco e eu a olhei ainda com a taça dentre os lábios, podendo reparar a diferença do tom de sua voz.

Senti o ar meio rarefeito, quando ela se aproximou mais no sofá. 
Repousou sua taça na mesa de centro, fez o mesmo com a minha e eu apenas permaneci em silêncio sem desviar meu olhar dos seus, a mão que deslizava pelo meu casaco, o tirou. 
Apoiou seus dedos em meu rosto e o acariciou, sem expressão alguma no rosto e eu não conseguia decifra-la, com calma ela foi aproximando seus lábios dos meus e como sempre, eu estava disposta a corresponder quais quer de seus atos. 
Nossos lábios se tocaram tão delicados e sutis, eles se movimentavam e brincavam com ambas línguas sem pressa alguma, sua mão segurava minha coxa e a puxava, guiando até que eu sentasse em seu colo, porém logo ela subiu até minha cintura e apertou as mesmas ali, com toda sua força talvez, repousei as minhas mãos em sua nuca conforme o beijo se estendia. 
Era um mistério como eu conseguia me conectar com Regina, éramos completamente ligadas uma a outra, a mesma onda de calor, inundando os dois corpos todas as vezes nos mesmos momentos. 

Eu a desejava e esperava ser desejada por ela da mesma forma, queria machuca-lá como ela sabia me machucar, mas não falo de dor, falo de ambição e superioridade.

Senti seus lábios delicados guiarem uma trilha de pequenos beijos até meu pescoço que foi a deixa, para sermos interrompidas, como sempre. 

A campainha tocou e eu revirei os olhos, como se tudo estivesse conspirado a dar errado. 
—Vou deixar tocar.— Ela sussurrou, tentando me convencer a continuar. 
—Está tudo bem, vai lá.— Cai do seu colo, para o sofá e ajeitei o vestido entre-aberto, ela caminhou até a porta e abriu, logo foi lá para fora fechando a porta atrás dela. 
O que me preocupou, então eu fui em passos lentos até a janela e observei.
Ela estava conversando (ok, meio que brigando.) com um cara, alto dos cabelos castanhos e bem vestido, provavelmente era Robin. 
Então eu dei as costas e fui até seu iPod ligado nas caixas de som e coloquei uma música, não alto demais, mas o suficiente para que não atrapalhasse a conversa deles. 
O que foi obviamente inútil porque ele abriu a porta com uma certa grosseria, que até me assustou.

—Como conheceu minha mulher? Pelo amor de Deus não minta para mim. — Seus olhos lagrimejavam. 
—Robin não, para. Ela trabalha comigo.— Regina segurava seus braços. 
—Você é só uma transa qualquer ou está aqui para estragar meu casamento como Zelena estragou?—sorri irônica, foi a maior humilhação da minha vida e eu queria sumir, mas apenas virei as costas e segui até a escada, sentando na mesma e podendo apenas escutar. 
—Você não falou isso! Nosso casamento acabou e não foi culpa de ninguém Robin, nós estragamos ele.— ela parecia furiosa. 
—Não precisa ser assim Regina. Olha, Henry sente saudades, eu sinto saudades.— Baixou o tom de sua voz e ela ficou em silêncio por um tempo.
—Vai embora Robin, você está bêbado e está tarde.— sussurrou. 
Me inclinei para ver, ele estava debruçado em seu ombro e parecia chorar, agarrado em sua cintura, já Regina estava com sua mão sobre a testa e o corpo jogado para trás como se rejeitasse. 
—Ainda vamos ser feliz Regina.— Ele lamentou pouco antes de sair e Regina bater a porta.

Ela se escorou na mesa de centro de cabeça baixa e eu me aproximei em silêncio. 
—Sabe. Não é uma boa hora para acabar o cigarro.— não me olhou nos olhos, apenas continuou a sussurrar. 
—Posso ir comprar se quiser.— 
—Não vai a lugar algum Emma.— falou um pouco mais seria. 
—Na verdade está tarde, vou pegar algum taxi e ir para casa.— gaguejei quase o tempo todo, foi um pouco difícil de concluir a frase. 
—Está sim tarde, irei levá-la.—

E assim o fez, ficamos em silêncio o percurso inteiro até que chegamos e por alguma burrada, eu sai sem me despedir, simplesmente sai correndo dali sem olhar para trás.

 

Devia ter sido um bom dia.

 



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