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História My Mommy - Capítulo 15


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Capítulo 15 - - Exposed lies -


Jungkook

   Estava no meio das pernas de Seo-Jun, a chupando com força, enquanto, ela gemia e puxava meus cabelos. Era aniversário dela, então queria que começasse incrível. Me esforçava para dar a ela o melhor oral que ela já recebeu, acredito que estava fazendo um ótimo trabalho. Pelas costas arqueadas; pelos fios de cabelo grudados na testa; pelos seus dígitos presos, entre meu cabelo e... pelos gemidos altos que ela soltava.

   — Uau... — falou, sorrindo, assim que urrou com o seu orgasmo. — Por que tudo isso, logo de manhã? — perguntou, ofegante, então fiquei em cima de seu corpo, aproveitando a visão de tê-la suada na cama. Ela era linda, maravilhosa. Minha namorada é, simplesmente, perfeita.

   — Você é perfeita — devaneei, passando meus dedos pelos seus cabelos castanhos suados. — Eu só queria que tivesse um bom começo, sabe... no seu aniversário. — O sorriso no rosto da mulher, sumiu, então, ela me empurrou, delicadamente para o lado, me deixando confuso.

   — Não gosto do meu aniversário. Nunca falo sobre ele.

   — Por quê? — perguntei, confuso.

   — Eu costumava comemorar com Jun-Seo. Parei de me interessar pelo meu aniversário, quando ele entrou em coma. Agora que ele acordou... — Ela fez uma pausa, brincando com os dedos. — Agora que ele acordou, não parece o mesmo, entende? Sei lá, não gosto mais.

   — Vou fazer ser especial. Nada muito grande, eu prometo. 

   — Nada muito grande. É sério. — Cruzou os braços, então, eu sorri, subindo em cima de seu corpo, novamente, enquanto beijava seu pescoço. — É sério, Jun. Não quero nada muito grande. — Concordei, continuando com as carícias.

   — Prometo que não vai ser.

   — Então, sai de cima de mim — pediu, rindo, me empurrando para longe. — Vamos, levanta. Temos que ir pra faculdade. — Atordoado, concordei, então, me levantei, arrumando-me para sair. Ao chegar no prédio, Seo-Jun fez a sua rotina. Ela beberia água, colocaria suas coisas no armário e, enfim, falaria com seus amigos.

   Aquilo me daria alguns minutos para falar com seus amigos, apesar de... um deles não gostar de mim. Falo de Yrie. Não acho que el seja muito meu fã, mas o importante era a minha namorada. Ela gostava de todos eles, então é muito importante que todos estejam lá. Os seus, únicos, amigos. Seria importante que eles todos estivessem presentes.

   — Precisamos conversar. Não tenho muito tempo — disse, quando cheguei perto dos quatro.

   — O que quer? — perguntou, Yrie, então, suspirei, tentando ignorar el. Qual é o problema de me ouvir, sem ser irônice, uma vez? Vou repetir a mim mesmo que tudo isso é pelo amor que sinto pela minha mamãe. Vai dar certo.

   — Hoje é aniversário da Seo-Jun — comentei, então, antes de Jimin ter a crise de alegria que eu sabia que ele teria, eu continuei. — Não surtem. Eu quero que seja uma surpresa, mas não sei onde fazer uma festa de surpresa. E se... — Antes de terminar a frase, fui interrompido.

   — Faz na nossa casa. Seo-Jun gosta de pizza, refrigerante e bolo. Podemos fazer algo simples, já que ela odeia festas, o que eu acho um caos, mas... o aniversário é dela. — Deu de ombros, ligando o celular, analisando alguma coisa. — Eu faria uma puta festa, mas ela odiaria e queremos deixá-la feliz.

   — Obrigado — agradeci, sorrindo e me afastei, indo até a sala.

   Enquanto caminhava até lá, me sentia péssimo por mentir para minha mamãe. As perguntas que respondi... não fui sincero em todas elas. Meu pai me criou sozinho, mas não foi, sempre, assim. Disse que não havia conhecido minha mãe, mas... não é verdade. Conheci minha progenitora. Ela era horrível. Nunca estava em casa e quando a via, estava fumando.

   — Oi. — Ouvi a voz da Seo-Jun e dei um pulo da cadeira, mas ela segurou em meus ombros, me acalmando. — Mas que susto é esse? Tudo bem? Por que se assustou? — perguntou, preocupada, massageando meus braços. Concordei, despreocupado e sorri.

   — Tudo bem, eu só não esperava te ver, por aqui. O que foi? Parece aflita. — Conhecia a mulher, suficientemente, bem para saber que ela esteve vomitando. Ela negou com a cabeça, então, cruzei os braços, sabendo que estava mentindo. — Você estava vomitando, de novo. Não minta pra mim.

   — Jun-Seo ligou pra mim. Ligou seis vezes e eu não atendi. Não consigo. Em todos os meus aniversários, conversávamos, até de madrugada sobre assuntos que apareciam espontaneamente, ou sobre algum mico que alguém da nossa família pagou — contou, se sentando do meu lado, parecendo cansada. — Só que eu não quero fazer isso.

   — Eu entendo que você não queira mais falar sobre essas coisas e que não seja a mesma coisa pra você, mas... — Passei a mão pelos seus cabelos, olhando suas lumes brilhantes. — Você está sendo injusta com ele. Recusou todas as ligações e ele, nem ao menos, sabe o que aconteceu. Liga pra ele e... explica o motivo de estar tão distante. Ele é seu irmão, te ama e vai entender. — Seo-Jun, costumava vomitar quando fica muito nervosa. Algo que eu achava fofo, mas que podia ser evitado.

   — Eu devia ligar pra ele. Aliás... Jimin parecia animado hoje, me chamou pra ir na casa dele, até te chamou — comentou, surpresa e beijou o topo da minha cabeça. — Nós vamos, à noite. Tudo bem pra você? — Concordei, mesmo que a minha cabeça estivesse em um turbilhão de pensamentos. Assim que ela saiu do meu lado, peguei meu celular.

   Havia conseguido o número de Taehyung, quando saímos com ele, alguns dias atrás. Ele havia gostado de conversar comigo, então pediu o meu número de telefone, o que resultou em conversas hilárias, entre mim e ele na madrugada. Mamãe não me deixava mexer no celular, falava que não acordaria para ir à faculdade.

   Ao voltarmos para casa, Seo-Jun foi direto ao meu quarto, avisando que precisava ficar sozinha. Claro que queria dar a ela privacidade, mas a curiosidade para saber o que ela estava fazendo foi maior, então fui até a porta do quarto e coloquei o ouvido na madeira para tentar ouvir alguma coisa.

   — Jun-Seo? Eu sei, não atendi as suas ligações. Podemos conversar? É importante. — Ouvi as palavras dela e sorri, saindo de perto da porta. Ela iria explicar ao seu irmão que as coisas não são as mesmas de quando eram adolescentes. Ela precisaria de coragem para fazer isso.

   



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