História My monster - Capítulo 2


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Categorias Satsuriku No Tenshi (Angels Of Death)
Personagens Personagens Originais, Rachel, Zack
Tags Ray, Romance, Zack
Visualizações 46
Palavras 3.545
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Drabble, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Obrigado pelos favoritos! Espero que gostem do cap

Capítulo 2 - Safe, but not sound


Eu sentí medo, o mesmo medo que eu sentí na morte do meu irmão.

— Heheehehe - O assassino rí ainda com sua arma no meu pescoço, ele coloca a mão livre na parede e em seguida chuta o corpo partido do gato que estava em seu caminho e se aproxima de mim. Eu finalmente conseguí ver o rosto do assassino, seu rosto e pescoço eram cobertos por ataduras por exceção dos olhos. Ele continua aproximando seu rosto do meu e agora está a centímetros do meu, nossos rostos estão tão próximos que sinto seu hálito na minha boca, meu corpo todo estava tremendo de medo mas eu simplesmente não conseguia fechar meus olhos e esperar pela minha morte. Em um movimento rápido, ele afasta o seu rosto do meu e o move até minha orelha, sinto sua boca na mesma e ouço ele sussurar no meu ouvido.

— 3 segundos.

Isso é a única coisa que ele diz antes de se afastar e tirar a sua arma do meu pescoço, 3 segundos? O que ele quis dizer com isso?.

— Eu vou te dar 3 segundos, FUJA SE FOR CAPAZ HAHAHA E NÃO ESQUEÇA DE CHORAR E IMPLORAR PELA SUA VIDA HAHAHA.

Eu ainda estava parada encostada na parede com os olhos arregalados tentando processar suas palavras na minha cabeça.

— UM - Sou desperta para a realidade pela voz do assassino que já estava começando a contar, não pensei duas vezes e comecei a correr o mais rápido possível

— DOIS - Eu continuava correndo frenéticamente enquanto ouvia ele contar lá do beco. Eu sentia gotas de suor escorrendo da minha testa misturado com o sentimento de medo e nervorsismo me envadindo cada vez mais, sentí minhas pernas fraquejarem mas não parei de correr. Eu já estava ofegando de cansaço e infelizmente não percebí uma pedra que estava no caminho e acabei tropeçando.

— Ugh - gruní de dor pelos meu joelhos ambos ralados. Eu acabei caindo de joelhos e apoiei meus braços no chão na tentativa de tentar me levantar . Eu tento me levantar do chão e sinto meus joelhos doloridos sujos com sangue fresco e minhas pernas cansadas, não, não eu não posso desistir agora, eu tenho que continuar! Meu irmão iria querer que eu continuasse! Eu tenho que lutar, por ele! Pela memória dele eu vou lutar até o último segundo. Eu reuní todas as forças do meu corpo e me levantei e voltei a correr na velocidade em que conseguia, a dor me incomodava um pouco mas eu a ignorei e tentei seguir em frente.

— TRÊS E IAAIHAHAHAHHAAHA - Agora eu pude ouvir os passos rápidos do assassino que estava vindo atrás de mim. Eu virei a esquina já desesperada pois eu estava machucada e o meu perseguidor era mais rápido e tinha uma arma. Ainda correndo com dificuldade, eu ví uma luz no final da rua e fiz o meu melhor para chegar mais perto, ao me aproximar mais de perto eu nem conseguia acreditar no que eu estava vendo.

— EI, AQUI SOCORRO, POR FAVOR ME AJUDEM TÊM UM ASSASSINO QUERENDO ME MATAR - Eu corrí para frente do carro enquanto gritava por socorro. O motorista deu uma freada violenta e por pouco eu não fui atropelada

— EI garota você está ficando louca?? Eu poderia ter te matado! - O policial dirigindo falou num tom irritado, mas não dei a mínima atenção e corrí em direção a janela do carro.

— Senhor por favor me deixe entrar no carro, têm um assassino me perseguindo com uma arma e ele está vindo me matar - Eu praticamente supliquei ao policial para me deixar entrar e o parceiro dele abriu a porta para mim. Eu abrí a porta do carro e entrei logo em seguida, uma sensação de alívio percorreu todo o meu corpo, suspirei encostando a cabeça no banco do carro.

— Hey garota - O policial no banco do passageiro falou comigo e eu arregalei meus olhos.

— Você está bem? O cara te perseguindo te fez alguma coisa? - Eu me ajeitei no banco e respondí ao policial.

— Eu estou bem, ele não me machucou , ele só queria me matar - Falei com a voz um pouco trêmula e o policial fez outra pergunta.

— Qual era a aparência do assassino que estava te perseguindo? - Ele me perguntou e eu não demorei a responder.

— Ele usava um capuz marrom com um zíper manchado de sangue, calças vermelhas e sapatos pretos e seu rosto, pescoço e mãos eram efaixados. A arma que ele usava era uma faca de caça, eu acho - Eu respondí ao policial e ouví o parceiro dele protestar.

— Tisck, um assassino coberto por faixas aparece do nada e tenta te matar? - Ele perguntou num tom de voz debochado e o outro policial logo o cortou.

— Aí cara você não viu os últimos casos? Um serial killer com a mesma descrição já fez 4, 5 vítimas registradas, você acha mesmo que essa garota tá mentindo? O desespero dela não te diz nada? - O policial falou num tom de voz sério e repreendedor para o outro.

— Qual é Will, como nós sabemos se ela não é uma drogada qualquer que fugiu de casa para usar drogas? - Ele parecia irritado e eu resolvi interromper.

— Eu não sou uma drogada e eu tenho como provar que tinha um assassino me perseguindo - Falei e o policial Will me encarou sério e o outro me olhou com raiva.

— Escuta aquí piralha, eu acho que você deveria ter mais educação com as auto...- Ele começa a falar e é interrompido novamente.

— Você têm alguma prova do que está dizendo? - Ele parecia estar me estudando com os olhos e na minha mente logo veio a imagem do pobre gato morto.

— Sim, quando eu estava no beco, havia um gato preso pelo arame da cerca e eu o ajudei a sair,

não demorou muito e o assassino apareceu e matou o gato o cortando ao meio com a faca. O corpo ainda deve estar lá - Falei lembrado do momento que o gato morreu bem na minha frente.

— E o que você estava fazendo num beco sozinha a noite? - O outro policial que eu não sei o nome pergunta e eu ainda consigo sentir o tom irritado de sua voz, entretanto agora estava mais moderado.

— Ah sim, eu estava naquele beco pois havia acordado sozinha na clínica em que fazia terapia e daí... - Comecei a explicar a história para eles e também a localização do beco e da clínica. Quando eu terminei o policial Will falou primeiro.

— Tudo bem, eu vou dar uma olhada no beco e você fica aqui com ela entendeu?

— Você vai sozinho? Não é melhor dois contra um serial killer?

— Não se preoucupe comigo Dennis - Ele falava enquanto pegava uma pistola e um saco preto - Fique aqui com a garota, o assassino pode querer terminar o trabalho e nessa ocasião não é uma boa deixa-la sozinha - Ele abriu a porta do carro e saiu indo em direção ao beco. Eu o fiquei observando pela janela do carro até ele virar a esquina e sumir da minha vista.

— Ei piralha - Virei a cabeça para ver o policial falando comigo.

— Qual é o seu nome? - Eu olho para ele que tem uma expressão neutra no rosto.

— Rachel, Rachel Gardner.

Eu disse meu nome e o policial Dennis deu um sorriso de lado.

— Sabe, eu tive uma namorada com esse mesmo nome - Ele começou a falar e eu dei de ombros, a vida dele realmente não me interessa.

— Eu devia ser uns 4, 3 anos mais velho que você na época - E ele continuou falando...

— Aliás, quantos anos você têm Rachel? - Eu já tinha atê fechado os olhos de tédio quando ouvi a pergunta do homem.

— Eu tenho 16 anos - Falei e o policial fez uma cara de surpresa, já até sei o que ele vai dizer.....

— Nossa! Eu te daria uns 13 ou 14 no máximo! Sem querer ofender mas você é bem baixinha para a sua idade - Ele falou e eu dei um sorriso fraco.

— Não me ofendeu, eu realmente não ligo para o meu tamanho ou coisas parecidas - Falei e ele parecia que iria responder, porém o rádio tocou e ele tirou sua atenção de mim.

— Alô câmbio, policial Dennis Walter e o policial William Scott já chegaram na cena do crime? - Ele pegou o rádio e apertou um botão e respondeu.

— Alô, policial Dennis Walter falando. Nós tivemos uma ocorrência, uma possível vítima do Serial Killer pediu a nossa ajuda. A vítima relatou ter sido perseguida com uma faca de caça. O perseguidor, segundo ela, teria matado um gato de rua o cortando ao meio. Repetindo Câmbio.- Eu fiquei observando, a voz do rádio respondeu quase de imediato.

— Entendido. Tragam a vítima aqui, eu quero interrogá-la melhor. Mandarei outra viatura para verificar o caso. - A pessoa do rádio falou e em seguida Dennis respondeu.

— Entendido Câmbio - Ele falou e desligou o rádio. Olhei pela janela do carro e não ví o policial William. Fiquei olhando por mais um segundos mas ele não apareceu.

— Porra, o Will tá demorando - ouvi Dennis resmungar.

— Eu vou procura-lo, fique aqui. Não se preoucupe, eu vou trancar as portas- Ele disse e eu protestei.

— O policial Will falou para você esperar - Eu falei e ele não deu a mínima.

— Eu já voltou, qualquer coisa fale comigo pelo rádio - Ele apontou para o rádio.Não saia do carro, está me ouvindo- Eu balançei a cabeça positivamente e ele saiu levando sua pistola e me deixando sozinha no carro.

........................

Eu fiquei olhando para os lados, apesar do que ele disse, eu ainda tinha medo do assassino aparecer novamente e matar nós três. Fiquei olhando a esquina pela janela do carro esperando eles aparecerem, sem sucesso eu entrei em agonia novamente, será que o assassino pegou eles?

Sem saber o que fazer, peguei o rádio e tentei me comunicar. Eu liguei falei entretanto ninguém me respondeu.

— Meu Deus, tomara que eles estejam bem - Foi a única coisa que eu disse antes de me encostar na janela e ficar esperando eles aparecerem.

....................

Fui acordado por um som de porta abrindo e abrí meus olhos, eu nem percebí que tinha caído no sono.

— Desculpe a demora senhorita Rachel - Will falou e eu sentí um clima tenso no ar. Ele deve ter repreendido Dennis seriamente por ter me deixado só.

— Você estava certa pequena Rachel - Ouvi Dennis falar e sua voz soava receosa e com um pouco de culpa.

— Nós achamos o corpo do gato e verificamos a clínica. Ela estava vazia sem sinais de arrombamento, mas o elevador estava com defeito por isso não conseguimos ir para os outros andares.- Will interrompeu Dennis e se explicou. Depois disso ninguém falou mais nada, Dennis ligou o carro e eu fiquei quieta até chegarmos na delegacia.

.......................

Chegando na delegacia, Dennis estacionou o carro junto com outras viaturas, ele fez sinal para eu sair do carro e assim o fiz. Saindo do carro, eles me acompanharam até dentro da delegacia. Quando entramos, uma mulher veio até nós. Ela era alta e tinha uma postura firme, aparentava ter entre 40 e 45 anos, usava óculos quadrados e uma roupa formal, seu cabelo era preso num coque alto. Ela não demorou a falar.

— Essa é a vítima? - Ela perguntou e os policiais fizeram um sim com cabeça. A mulher então me olhou de cima para baixo, ela devia ter uns 20 centímetros a mais que eu, e isso. me deixou em desvantagem.

— Levem ela até minha sala. Quero ouvir o que ela têm a dizer e também quero ouvir vocês dois.- Ela falou olhando para os dois e em seguida saiu pelo corredor. Nós a seguimos como ela falou.

Passamos da recepção e entramos num pequeno corredor, haviam algumas pessoas sentadas nos bancos e muitos policiais ao redor. Eu vi um cara falando ao telefone, eles estava acompanhado de dois policiais ranzizas e ele parecia totalmente desesperado falando algo sobre drogas ou algo do tipo. Quando chegamos, ela tirou as chaves do bolso da saia e abriu a porta para nós.

— Pode se sentar alí, vou conversar com os dois primeiro, ok?- Faço um sim com a cabeça e vou em direção ao sofá. Não prestei atenção na conversa com eles, ela provavelmente só estava pedindo uma explicação da situação. Entretanto, fiquei olhando para a grande estante a minha esquerda, havia vários livros de códigos penais, alguns dicionários e livros didáticos.

— Receio que vou ter que me desculpar com você, eu não nenhum romance para te oferecer - Virei um pouco minha cabeça para vê-la sentada atrás de mim. Ela tinha uma expressão calma e esboçava um sorriso singelo sem mostrar os dentes.

—.....- Não falei nada e apenas observei ao meu redor. Dennis e Will já haviam saído da sala, eu estava sozinha com a mulher.

— Qual o seu nome querida? - Ela me perguntou ainda sorrindo.

— Rachel Gardner - Falei e olhei para ela por segundo mas logo desviei o olhar.

Ela se levantou e andou em direção a sua mesa e sentou na grande cadeira que estava lá.

— Prazer em conhece-la Rachel. Eu sou a delegada Marsha. Seu sorriso diminuiu um pouco mas ela continuava me observando.

— Sente-se mais perto de mim Rachel, vamos conversar- eu assentí e fui me sentar em umas das duas cadeiras de frente a mesa dela

— Eu vou te fazer algumas perguntas ok? Seja sincera, não quero que você esconda nada - Agora não havia traços de sorriso em seu rosto, eu me apressei a falar primeiro.

— Quando eu terminar posso ir para casa? - Ela me olhou com surpresa e logo respondeu.

— Claro que sim, você não é uma prisioneira querida, eu só quero lhe fazer algumas perguntas.- Seu tom de voz era calmo e firme ao mesmo momento.

Eu não tornei a falar, apenas esperei pela primeira pergunta.

— O que você estava fazendo sozinha naquela clínica a noite? - Depois de um tempo me observando, ela finalmente fez a primeira pergunta.

— Eu não me lembro, eu só acordei na sala do meu médico deitada no sofá da sala. A última coisa que eu lembro é de ter ido lá com meus pais umas 3:30 da tarde, que é o horário fixo para as minhas consultas - Falei e ela dividia o olhar entre mim e a sua prancheta, onde anotava tudo.

— Entendo, você pode me dar o nome do seu médico e dos seus pais? - Ela parou de antoar e olhou para mim.

— Daniel Dickens é o nome do meu médico. Meus pais são Tom Gardner e Jane Gardner - Eu falei e ela continuou a anotar.

— Qual o tipo de consulta você fazia com esse médico Rachel? - Ela perguntou e eu abaixei um pouco a cabeça, não era agradável lembrar que eu fazia terapia por causa da morte do meu irmão.

— Ele era meu terapeuta. Eu fazia terapia por causa do meu irmão - Eu falei a última parte com voz baixa e a cabeça também. Ela parece ter entendido pois me lançou um olhar triste de pena.

— Sinto muito pelo seu irmão - Eu assentí com a cabeça e um silêncio tomou conta da sala. Depois de poucos segundos ela tornou a fazer perguntas do tipo "você sente seu corpo estranho" e se eu me se sentia dopada ou drogada, eu as respondia sinceramente, da maneira que podia.

— O que foi isso no seu joelho? Foi o assassino que fez isso?- Ela perguntou olhando para os mesmos que estavam cobertos por sangue seco e sujeira.

— Ah não, isso fui eu que caí enquanto tentava escapar dele - Eu falei mas ela não prestou atenção, ao invés disso, ela se levantou e pegou uma caixa de bandages e me entregou.

— Obrigada - Agradeci e peguei as bandages. Abri a caixa e peguei dois e os coloquei em cada joelho. Marsha estava sorrindo para mim. Quando terminei ela voltou a perguntar.

— Rachel tem mais alguma característica do assassino que você consiga lembrar? - Ela me perguntou e eu pensei por um momento

— Bom, ele tinha cabelo preto, era bem alto e tinha olhos de diferentes cores, seu olho direito é escuro e seu olho esquerdo tem um tom dourado - Ela continuava anotando, só que agora estava também procurando alguma coisa entre os papéis espalhados pela a sua mesa. Quando ela pegou o que parecia ser uma ficha seu rosto estava impiedoso e ela olhava com um pouco de nojo para a ficha.

— Isso é tudo Rachel - Ela largou a ficha na mesa e em seguida se levantou — Venha Rachel, eu vou te levar para casa - nem me dei conta e ela já estava na porta, com a mesma postura séria de antes. Antes de me levantar, eu olho para a ficha por meio segundo. Haviam várias informações sobre um sujeito chamado "Isaac Foster" porém não tinha nenhuma imagem ou foto do mesmo.

— Vamos Rachel - Sou desperta dos meus pensamentos por Marsha que já estava impaciente me esperando na porta. Eu fui até ela e saí da sala, ouvi o click que a chave fazia enquanto fechava a porta. Depois disso Marsha me levou em uma sala fechada. Havia um homem sentada em frente a um computador e quando nos viu ele se levantou rapidamente. Marsha explicou para ele que queria um autoretrato do Serial Killer que me atacou, ele assentiu e eu fui me sentar ao lado dele. Depois de ficar escolhendo olhos, bocas e narizes, o rosto estava finalmente pronto, Marsha pediu para ele imprimir só que ele disse que a impressora estava com defeito e que o técnico só vinha no outro dia, ela parecia irritada com a situação mas só assentiu e abriu a porta da sala.

Depois disso nós duas saímos da sala e fomos em direção a recepção.

— Ouçam - Chegando lá, eu me sento em uma das cadeiras de espera, enquanto isso Marcha vai no centro da recepção e começa a falar com as pessoas alí presentes.

— Eu estava conversando com uma das vítimas do Seria Killer que vem atormentando a cidade e cheguei a uma conclusão - Todos ao redor pararam para escutá-la. Will e Dennis também estavam lá prestando atenção no que a delegada tinha para dizer.

— A descrição dada pela vítima são exatamente iguais ao do nosso principal suspeito, Isaac Foster. Até agora não tinhamos informações concretas sobre a aparência do assassino, entretanto a vítima nos informou que seu agressor usava ataduras pelo rosto e corpo, ela também disse que era um homem alto de cabelos escuros com idade por volta dos 20 anos. E ainda tem mais - Ela estava no centro da sala

com as mãos atrás de seu corpo e uma postura impetuosa. Os policiais ao redor a olhavam com seriedade esperando que ela continuasse a falar.

— O médico Daniel Dickens pode ser um cúmplice de Isaac. Eu peço que solicitem a presença dele aqui na delegacia, caso ele se negue ou não apareça ele será indiciado como cúmplice na tentativa de homicídio de Rachel Gardner - Eu nem conseguia acreditar nas suas palavras, Era estranho que D.Danny tivesse me deixado lá sozinha mas isso quer dizer que ele planejou me matar?

— E quanto a Isaac quero viaturas o procurando por toda a cidade, ruas vazias, prédios abandonados e incluse no aeroporto pois se ele for esperto o suficiente é para lá que ele vai. Agoram vão! Façam seu trabalho! - Vários policiais sairam e se dirigiram ao estacionamento. Marsha estava agora conversando com o recepcionista quando um policial alto entrou e falou com ela.

— Delegada Marsha - Ela se virou para encara-lo

— Sim? - Ela assumiu sua postura séria ao falar como o policial.

— Eu tenho novidades sobre o caso dos 2 corpos encontrados num condomínio fechado a alguns km daqui - Ela levantou as sobrancelhas e fez uma expressão que dizia para ele continuar a falar

— Os corpos encontrados são de Tom e Jane Gardner, segundo a vizinha o casal havia tido uma briga mais cedo. O barulho teria incomodado os vizinhos e essa vizinha foi lá no apartamento para reclamar do barulho. Chegando lá a porta estava destrancada e a vizinha foi para a sala, onde encotrou os corpos. O horário das mortes ainda não foi confirmado.

Tom E Jane Gardner, meu pais estavam mortos?

Meus pais estavam mortos?

Meus pais estavam mortos?

Meus pais estavam mortos?

Meus pais estavam mortos?

         Meus pais estavam mortos?   

  A pergunta se repetia de novo e de novo na minha cabeça, mas ela soava mais como uma afirmação do que como uma pergunta....



Notas Finais


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