História My New Teacher - Imagine Jeongguk - Capítulo 6


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Kim Namjoon (RM), Park Jimin (Jimin)
Tags Amor Proibido, Incesto, Namjoon Bff, Padrasto
Visualizações 55
Palavras 1.492
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Saga
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - 5 - Desculpa, papai. Eu quero seu namorado.


Acordei extremamente cedo, mais cedo do que eu mesma desejava acordar. Fui dormir logo após a conversa que tive com Jeongguk na cozinha, pois o dia havia sido longo e me cansado bastante. 

Eram 7:45, eu estava sozinha na cozinha preparando panquecas para comer, como sempre fazia no café da manhã enquanto morava nos Estados Unidos, era como um ritual, eu e meu pai tomavamos café da manhã todos os dias, com exceção nos dias em que ele estava viajando à trabalho, como o caso de hoje. 

Eu odiava ficar sozinha em casa esse horário, não era de costume então era horrível quando tinha que ficar, então sempre convidava uma das minhas amigas pra ficar comigo, mas o único amigo que tenho aqui é o Namjoon, mas estou extremamente envergonhada pelo que aconteceu ontem entre nós. 

— Bom dia, beijoqueira... — A voz rouca e sonolenta de Jeongguk me fez despertar dos meus pensamentos e da minha concentração no que estava fazendo. 

— Bom dia, Beijoqueiro — Falei sem tirar os olhos da frigideira que fritava as panquecas quase prontas.

Coloquei as panquecas no prato assim que prontas, despejando um pouco da calda de caramelo que, apesar de estar quase acabando, serviu bem. 

— Está fazendo café da manhã pra gente? — Perguntou, se aproximando de mim. 

— Era pra mim, mas acabei fazendo demais, então sim, estou. — Dei um pequeno sorriso pro mais velho, o observando com o olhar. 

Desliguei o fogão e acabei ficando totalmente surpresa ao sentir os braços do meu padrasto rodarem minha cintura, no exato momento, virei meu rosto, podendo encará-lo. 

— O quê? — Perguntei, ainda estática com seu ato. 

— Desculpa, eu só precisava do seu abraço. — Seu tom de voz era um tanto baixo, ele suspirou.

Droga, eu não consigo resistir à ele

Girei meu corpo, ficando de frente pra Jeongguk. Passei meus braços ao redor de seu pescoço, puxando-o para um abraço apertado. Suspirei pesado, fechando meus olhos. 

Meu coração estava disparado, não sabia conter essas reações que meu próprio professor causava em mim. 

Deitei minha cabeça na curvatura de seu pescoço em um ato mal pensado. Assim que percebi o que havia feito, já era tarde pra voltar atrás, pois uma das mãos de Jeon entrelaçaram-se em meus cabelos, fazendo uma carícia extremamente gostosa. 

— Não se desculpe por querer me abraçar... As vezes eu também quero te abraçar mas... — Acabei por deixar a frase incompleta, pois realmente não sabia o que responder e não queria falar nada que não devia. 

— Pode me abraçar quando quiser, eu não mordo. — Ele brinca e eu solto uma risada baixa. 

Sinto ele afastar meu rosto da curvatura do seu pescoço, para que pudesse me encarar. 

— Já te disse que você é linda? — Seu polegar se posicionou em minha bochecha, fazendo uma leve carícia ali. Ele aproximou seu rosto do meu e depositou um beijinho em minha testa. 

Neguei com a cabeça em resposta à sua pergunta, não conseguia pronunciar sequer um som, ele percebeu meu estado e soltou uma risada mínima 

— Não é muita ironia, beijoqueira? — Ele solta uma risada nasalada, sem parar com a carícia em minha bochecha. — Você podia ter beijado qualquer um naquele bar, mas foi beijar logo eu. Seu padrasto, seu professor... — Seu rosto se aproximou do meu e eu acabei recuando um pouco, afastando-o de mim — O destino nos apronta cada uma... 

— J-Jeon... — Consegui, finalmente pronunciar alguma palavra. Eu estava uma pilha de nervos, meu coração estava batendo tão rápido que eu mal posso explicar. Sentir sua respiração tão próxima da minha era algo impagável. — Nós não devemos fazer isso de novo... Meu pai... 

— Para de pensar um pouco nele, princesa. 

Princesa. 

Namjoon me chamou dessa mesma forma quando saímos. 

Finalmente caí na realidade do que estava prestes a fazer. Eu sempre soube, mas não queria acordar pra realidade, só queria beijá-lo mais uma vez. 

Meu pai não saberia, nunca, afinal, Jeon não iria querer acabar com o casamento deles e eu não queria ser odiada pelo meu pai por todo o resto da minha vida. 

De repente, empurro o garoto em minha frente, não com muita força, mas com força o suficiente para afastar ele de mim, sinto que fiz a coisa certa. 

— Jeongguk, eu quero, okay? Eu quero te beijar, eu quero sentir seus lábios nos meus nem que seja por uma última vez, mas eu sei que não posso fazer isso com meu pai, se fosse ele nessa situação com certeza não beijaria — Infelizmente, mesmo sem eu querer, minha voz saiu em um tom um pouco grosseiro e choroso, eu me sentia culpada, sentia que havia traído meu pai. 

Todo mundo pode trair todo mundo. 

— Tudo bem. Desculpa, eu não sei o que deu em mim. — Ele negou com a cabeça várias vezes, como se quisesse acordar ou esquecer de quaisquer coisa que passava por sua cabeça. — Eu não quero que isso atrapalhe nossa relação, esquece isso, eu realmente quero ser seu amigo. — Sorriu minimamente, eu assenti com a cabeça. 

Apenas balanço a cabeça positivamente e me viro em direção do meu quarto em passos rápidos e apressados, como se precisasse chegar em meu quarto o mais rápido possível. 



Estava determinada a esquecer tudo o que havia acontecido na cozinha algumas horas atrás. Não ia adiantar ficar remoendo aquilo, eu fiz a escolha certa, não traí a confiança do meu pai de novo. 

Eu passei a manhã inteira e parte da tarde pensando, tentando entender o que sentia. Eu não posso estar apaixonada pelo meu padrasto, isso está fora de cogitação, não pode acontecer. 

Eu nunca namorei antes, nunca me apaixonei e não sei como é essa sensação. Assumo que tenho muito medo de namorar, eu tenho medo de amar. Tenho medo de não saber amar. 

Já vi muitas das minhas amigas que namoraram e se machucaram, vi isso acontecer tantas vezes que sinto que estou dentro de uma bolha, na qual, mesmo que eu me apaixone, eu evito de namorar. 

Sei que não escolhemos por quem nos apaixonamos, não temos controle do nosso próprio coração. Não posso me apaixonar pelo meu professor, nem me afastar dele, isso seria algo completamente impossível. 

Se eu aprendi algo com todas essas horas em que fiquei trancada em meu quarto pensando em tudo o que tinha acontecido foi que: Nenhum coração jamais pode ser verdadeiramente compreendido. Nem mesmo o seu próprio. 

Levantei da cama — Finalmente — e me direcionei até o banheiro. Me despi devagar e sem pressa, logo, entrando debaixo do chuveiro para poder tomar um banho calmo. 

Após sair do banho, vesti uma roupa apropriada pro dia. Estava frio, porém nem tanto, uma temperatura que pra mim, é agradável. Optei por vestir uma calça jeans que havia comprado recentemente e uma camiseta de botões — que havia sido comprada junto da calça —, e por fim, uma bota de altura media. Penteei meu cabelo, que estava úmido por ter sido lavado, mas como estava com muita preguiça, não sequei o mesmo.

Quando estava completamente pronta, suspirei, criando coragem pra fingir que nada havia acontecido entre mim e Jeongguk, agir como sempre agi com ele, mas sem toques exagerados e finamente saí do quarto. De primeira, olhei ao redor e não vi nada e nem ouvi nenhum barulho que declarasse que ele estava em casa, mas assim que andei, chegando na sala, vi que ele estava sentado no sofá, à procura de um filme que lhe agradasse na Netflix.

Sentei-me ao seu lado, sentindo minhas bochechas corarem quando seu olhar parou sobre mim e eu, voltei meu olhar até ele, pois precisava fingir que nada aconteceu. 

— Quer assistir um filme? — Ele pergunta e eu assenti com a cabeça. 

— Uh, claro. Qual? — Cruzei minhas pernas, virando meu corpo de frente pra ele. 

— Pode ser verdade ou desafio? — Estendeu a coberta que tapava apenas o seu corpo, fazendo com que ela me tapasse também, porém, bem pouco. 

— Já ouvi falar... Pode ser! 

— Vem mais perto de mim, eu já disse que não mordo e não vou te assediar — Brincou, me fazendo soltar uma risada. 

Assim como ele pediu, eu me aproximei mais dele, sentindo seu braço rodear meu pescoço, consequentemente, deitei minha cabeça em seu peitoral e ele deu play no filme. 

Meu ouvido estava encostado em seu coração, fazendo assim com que eu sentisse ele bater rapidamente. Abracei sua cintura com meus dois braços e ao invés de olhar para o filme, olhei discretamente para o mais velho. 

Ele era tão lindo, fofo sexy ao mesmo tempo... Quando usava aqueles óculos, como agora. Ele provavelmente percebeu meu olhar no seu rosto, e, para provocar, umideceu seus lábios com a língua em uma lentidão torturante, que me fez desejar sua boca na minha cada vez mais. 

Desculpa papai, mas eu quero seu namorado. 


Notas Finais


Ai, ai, gente!

Você quer referência de livros, @? eNTAO TOMA

Desculpa se ficou muito curto, avisem se eu posso mudar alguma coisa ou se o enredo não agrada vocês. Beijos!


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