História My Noona - Imagine Sehun - Capítulo 8


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Categorias EXO
Personagens Chanyeol, Kai, Lay, Sehun, Suho
Tags Imagine, Incesto, Romance
Visualizações 1.237
Palavras 1.564
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Hentai, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura 💜💛

Capítulo 8 - Cap 8


Fanfic / Fanfiction My Noona - Imagine Sehun - Capítulo 8 - Cap 8

Depois daquele dia, Sehun finalmente se mudou para o apartamento que comprou, levando consigo a minha calcinha que me obrigou a tirar aquela noite. Fico rindo até agora, por ter passado aquela confusão toda sem uma peça por debaixo de vestido, mas tudo bem, ninguém viu.

Mamãe anda estranhando nosso comportamento, mas nada diz. E por sorte, Suho até agora não deu as caras e não disse nada do que nem sabe.

Hoje Sehun tirou folga do trabalho, dando a desculpa para mamãe que tá doente e como a mais velha não pode ir, me mandou no lugar para cuidar do moreno. No caso, hoje é a primeira vez que venho ao apartamento de meu irmão, e isso me deixou nervosa.

— Senhorita Oh ? — Perguntou o porteiro, e eu assenti dando um sorriso em seguida. — O jovem Sehun mandou entregar isso a você.

— Uma chave ? — Questionei confusa e o idoso assentiu. E com a chave tinha um recado, dizendo que essa reserva é minha para vir sempre sem avisos. — Obrigada.

Um pouco constrangida com o olhar do velhinho, como se ele desconfiasse de nós, eu subi e peguei o elevador. Não demorou nada, e eu já estava abrindo a porta e entrando.

Rolei os olhos e nada de Sehun, apenas o silêncio preenchendo o cômodo da sala bem arrumada e cheirosa. Até senti mãos em minha cintura, e um corpo forte e másculo me agarrando por detrás

— Nosso lar, noona. — Cheirou meu pescoço, e eu por instinto fechei os olhos. — Enquanto você não se muda, aqui será nosso ninho de prazer.

Virou meu corpo em um gesto rápido e ágil, segurando minha cintura como se tivesse medo deu cair, ou sonho e eu não esteja aqui. Sem pensar duas vezes, pulei no colo de meu irmão enlaçando as pernas em volta da cintura dele, sentindo nossos sexos roçarem de leve.

— Como está seus hematomas ? — Sentado no sofá e comigo no colo dele, perguntei olhando cada traço do rosto do moreno. — Você sempre se cicatriza rápido.

— Noona... Me beije de uma vez. — Pediu manhoso, pondo a mão em minha nuca pra aproximar nossos rostos.

E sem pensar duas vezes, ataquei os lábios macios e excitantes que Sehun tem. Rebolando em seu colo e sentindo seu volume crescer, até ser deita no sofá por ele, que ficou por cima de mim. Sua mão escorregou para meus seios, os apertando por cima da blusa fina.

— Ah, noona... Como eu quero te foder. — Gemeu, pondo minhas pernas para abraçar seu tronco e assim, poder fazer nossos sexos terem mais envolvimento. — Por favor...

— Eu também te quero, Hunnie. — Mordi o lábio inferior, ao sentir sua mão adentrar blusa e sutiã, tocando meu seio direito de uma vez. — Quero ser apenas sua, Sehun.

Abri meus olhos, encontrando os dele escuro sob mim. Em questão de segundos, o moreno fez questão de se livrar de toda minha roupa, deixando apenas a calcinha em minha e tirou a blusa dele, me dando a visão de seu abdômen perfeito.

— Você é linda, noona. — Comentou, fitando todo meu corpo com seu olhar malicioso, causando um frio em meu ventre.

Seus lábios foram logo de encontro com meus seios, chupando os biquinhos como se fosse um bebê, e eu gritava como uma louca por meu irmão ser muito bom nisso. Deixou muitos beijinhos por minha barriga, antes de descer com eles até a minha calcinha, beijando minha intimidade ainda coberta por ela. Daí em diante, não consegui mais conter os gemidos altos.

— Mhhm... Hunnie. — Apertei meus olhos, sentindo a ponta de seu nariz sendo esfregado em minha intimidade. E logo minha calcinha foi tirada, e Sehun pincelou meu sexo com a ponta da língua dele, me fazendo arquear as costas. — Sehun!

Exclamei seu nome, quando ele passou a me chupar com vontade, do começo ao fim, mordendo meus lábios vaginas levemente às vezes. Com um puxão, ele me pôs de quadro no estofar e eu tive que segurar no braço do mesmo. E novamente sua língua entrou em contato com minha intimidade, e as mãos do moreno apertavam meu bumbum.

— Você é tão gostosa, noona. Vou te chupar todinha, até tirar o gosto. — Bastou ele dizer isso, pra mim gritar de novo. — Ainda não lhe dei o motivo certo para gritar, noona.

Avisou, e eu já sabia do que se referia. Fiquei apenas a morder os lábios e gemer, curtindo das línguadas que Sehun me dava ali. E quando eu estava prestes a chegar no meu limite, o moreno parou o que fazia, me pondo deitada de novo no sofá.

— Vai doer ? — Engoli em seco, observando ele se livrar da roupa e ficar despido outra vez para mim. Mas como antes, dessa vez Sehun parece ter crescido mais em um certo lugar.

— Eu nunca machucaria você, noona. — Disse com o olhar atento em mim, e voltando a ficar por cima de novo. Ajeitou minhas pernas se pondo no meio delas, e eu apenas esperava por ele. — Quer usar camisinha ?

— Não. Eu quero sentir você realmente. — Ele sorriu em resposta, beijando meus lábios novamente e esfregando sua glande melada em meu clitóris. — Isso é bom.

Gemi rente aos lábios dele, e o mesmo sorriu seguindo com o que fazia ali.

— Gosta, noona ? — Assenti de olhos fechados. E quando senti um pedacinho de Sehun entrar em mim, puxei o mesmo para outro beijo na hora. — Não vou machucar minha noona.

Avisou de novo para me deixar tranquila. Rompeu o beijo tirou o peso de cima de mim, pondo as mãos apoiadas no braço do sofá e tudo eu ficava a olhar. E em um piscar de olhos, Sehun se afundou de uma vez dentro de mim, me fazendo puxar seu corpo para um abraço e apertar meus olhos com força, de tanta dor.

— Sehun... Está doendo. — Choramimguei, recebendo vários beijinhos por todo meu rosto dado por ele.

— Só dói no início. Relaxa, noona. — Deixou a testa colada na minha, parado dentro de mim ainda. — Posso ?

Perguntou e eu assenti, sentindo e gostando dos primeiros movimentos lentos de meu irmão dentro de mim. E com um tempinho, passaram a ficar rápidos, firmes e fundos.

(...)

Acordei com beijos no meu pescoço, e um corpo quente me abraçando por detrás. Virando para Sehun, encarei seu corpo ainda nu, sendo coberto apenas da cintura pra baixo e o moreno estava com um sorriso de orelha a orelha. Olhei meu corpo, percebendo que eu usava uma de suas camisas apenas, e embrulhada da cintura pra baixo também.

— Foi tão bom, ver você dormir em meus braços depois que fizemos amor. — Confessou, dando um selar em minha testa. — Dai eu te trouxe pra cama, vesti você como eu sempre quis e dormir agarrado contigo.

Abracei mais ainda seu corpo, afundando o rosto em seu peito desnudo e inalando seu cheiro bom.

— Não sei como consegues ser carinhoso e pervertido, ao mesmo tempo. — Soltei uma risada baixa, me aninhando melhor em seu corpo.

— Resposta fácil. É porque eu tenho você. — Levantei a cabeça, fitando seus olhos que estavam para mim. — Seja minha mulher pra sempre, (s/n).

— Somos irmãos. — Desenhei seus lábios com meu polegar, percebendo que Sehun travou o maxilar após eu dizer isso. — Hunnie. Você não me ama, é só atração.

Eu te amo sim, noona. — Mudou as posições, ficando por cima de mim e prendendo minhas mãos na altura da cabeça. — Somos um do outro. Nossos corpos dizem isso, e o coração também.

Disse de uma forma tão fofa, que ele ter me penetrado sem aviso de novo, me fez deixar a dor de lado e apenas o amar novamente.

— Você é a mulher que eu quero todas as noites em minha cama, noona.

(...)

— Pode atender pra mim, noona ? — Assenti com a cabeça, por ver que ele estava terminando de lavar a louça da janta ainda.

Por descuido da minha parte, eu abri a porta sem perceber que eu estava apenas usando a camisa de Sehun e um short muito curto por baixo. Mas por sorte, era apenas Lay e sua cara de tonto como sempre, o mesmo entrou jogando os sapatos em um canto e foi atrás de Sehun. O segui também.

— Casados já ? — Brincou, após tirar uma garrafa de cerveja da geladeira.

Ainda não. — Sorriu o moreno, enxugando as mãos em pano de prato. — Já jantou, cabeça oca ?

— Sim. Eu estava com Chanyeol em uma lanchonete aqui perto, mas o poste me largou após fitar um rabo de saia. — Resmumgou e sentou em volta da mesa, dando um gole na garrafa. — Espero não ter atrapalhado nada.

— Não. Aproveitamos bem o dia de hoje, pois eu sabia que pela noite um de vocês brotaria. — Me abraçou por trás, repousando o queixo no topo da minha cabeça.

— Ele sabe ? — Virei um pouco o rosto para o lado, para poder fitar Sehun que assentiu.

Apenas engoli em seco, observando Lay que agia naturalmente como se eu e Sehun fossemos mesmo um casal, e não dois irmãos cometendo incesto.

Tentei agir o mais natural possível, mas era estranho com alguém por perto de nós. E quando é apenas eu e Sehun, eu o vejo como o homem que quero pra vida, e não meu irmão caçula. 




Continua..


Notas Finais




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