História My Only Love. - Capítulo 1


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Categorias Blackpink
Personagens Jennie, Jisoo, Lisa, Personagens Originais, Rosé
Visualizações 3
Palavras 1.552
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, LGBT, Shoujo (Romântico), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Então, gente, essa é a minha primeira fic que eu escrevo, me esforcei muito para as coisas sairem tudo certinho, espero que gostem!

Capítulo 1 - Epílogo.


Fanfic / Fanfiction My Only Love. - Capítulo 1 - Epílogo.


01, November, 2018.

Paris, França. 

Pov Lisa.

Suspirei pela milésima vez piscando pesadamente. Minha boca salivava demasiadamente pelo líquido em meu corpo, meus lábios dormentes. O álcool trabalhando há mil por hora no meu corpo, e veja só, eu nem era de beber, vai ver era por isso que eu estava daquela forma. Observei com os olhos um tanto quanto turvos quando Jennie atravessou a sala em minha direção. Suspirei. É, acho que posso começar a contar o porque de estar bebendo.

Talvez aquilo já passasse de onze da noite, e estávamos por incrivel que pareça em uma boate. Fazia décadas que não tínhamos um tempo daqueles para nós, e isso era necessário, afinal, ainda éramos quatro simples meninas como qualquer outra. Estávamos tentando aproveitar o fim de nossas férias em Paris, pois entre um mês começariamos nossa nova turnê, o que não era nada ruim. Eu sentia falta daquela energia vibrante de estar em um palco. Eu tinha passado um bom tempo com minha família na Tailândia, foi ai então que tivemos a idéia de viajar juntas.

Rosé estava em uma mesa conversando com algumas pessoas, mas ela mais mexia em algo no celular do que conversava, me encostei melhor na parede quando me toquei que Jennie estava vindo mesmo em minha direção. Pressionei os lábios e sorri levemente para ela, vendo aqueles dentinhos maravilhosos aparecerem em um magnífico sorriso. Ah, caramba, eu quase me derreti no chão. Acho que não era mais segredo nenhum tudo o que sempre senti por Jennie, talvez eu deixasse claro o suficiente até para ela mesma. Não sei dizer o tipo de relacionamento que tínhamos. Se era tudo muito colorido, se era apenas amizade, se era eu insistindo ou ela fugindo. O problema é que desde que confessamos o que sentíamos uma pela outra em uma brincadeira, tudo mudou drasticamente. Jennie fingia como se nada tivesse acontecido, como se nunca tivessemos declarado nada. Era uma tortura ver ela todos os dias e não poder fazer nada, quando eu queria simplesmente gritar e perguntar o porque de tudo aquilo, o porque dela estar fungindo.

Depois de tantas tristezas e frustrações, naquela noite eu decidi que ia beija-la. Isso mesmo. Iria coloca-la contra a parede e ia mostrar tudo o que sentia, tudo o que estava preso em mim por todos esses anos. Por acaso você tem noção o que é ser apaixonados por Jennie Kim e não poder beija-la? É um verdadeiro martírio. 

Ela tem aquelas olhos escuros que te levariam para a cama sem você precisar se mexer. Eu mataria apenas para ser sua garota, mas ela era legal demais para me dar bola. Eu estava apaixonada por uma garota que não era minha, tinha como ser pior?

É, tinha sim, foi quando ela se aproximou o suficientemente para que eu sentisse o cheiro de seu perfume doce. Engoli a saliva e mordi o canto da boca, me encostando melhor na parede quando ela se encostou em mim. 

- Lisa, eu estou te observando de longe e esse é o terceiro copo que você bebe. Sei que não é acostumada a beber e eu não quero passar a noite segurando seu cabelo enquanto vomita.

  Jennie fez uma careta e eu ri, negando levemente com a cabeça, suas mãos espalmadas ao lado da minha cabeça, me deixando sem escapatória. 

- Está tudo bem, ok?

Pisquei um dos olhos e ela arqueou uma sobrancelha, cruzando os braços em baixo dos seios com um sorrisinho no canto dos lábios. Linda.

- Certeza? Tudo bem se eu for dançar então?

Afirmei com a cabeça vezes seguidas, o que a fez cair em uma gargalhada linda, antes de beijar minha bochecha e ir para a pista de dança. Ao fundo, tocava Get On Your Kness, Nick Minaj. As luzes da boate escureceram e tudo pareceu ficar mais erótico, mas foi quando Jennie começou a rebolar com uma intensidade tão grande que eu só faltei cair no chão. Seus cabelos soltos tocando o topo de sua cintura descoberta por conta da blusinha branca curta que ela vestia, uma calça preta extremamente apertada que marcava suas curvas sempre que ela mexia os quadris. Mexia o cacete, ela rebolava mesmo. Não sei se era o álcool trabalhando na minha mente ou na dela, mas tudo ficou pior quando ela começou a dançar praticamente para mim, me olhando, me instigando, sorrindo pra mim. Empurrei o resto do drink de morango na garganta e respirei fundo umas três vezes. Dizem que pessoas bêbadas tem mais coragem, não é? Então que fosse bem vinda a tal embriaguez. 

Caminhei em passos calmos até ela, segurando em sua mão e indo para o lado de trás da boate, uma área fechada apenas para ela onde as pessoas podiam pegar ar puro sem precisar sair, e era daquilo que eu precisava.

- Lisa, o que foi? Está tudo bem?

- Só vem comigo. 

Caminhei até chegar no local e soltei seu braço. Ela me encarava com um enorme ponto de interrogação na cara, suspirei pela décima vez e fui a encostando na parede, me encostando nela, encaixando nossos corpos. Toquei sua bochecha, nossos rostos próximos, meu coração quase saindo pela boca em batidas desesperadas.

- O que você está...

- Por favor, não fala nada. Eu juro que tive que beber álcool o suficiente para chegar até aqui, então não me atrapalha. 

Deslizei meu nariz por sua bochecha delicadamente, seu cheiro me inebriando, me deixando tonta. Suas mãos afoitas em minha cintura, ora me empurrando, ora me puxando mais pra perto. Céus! Ela fechou os olhos com força quando eu beijei sua bochecha, depois o quanto de sua boca.

- Eu não aguento mais, Jennie, você tem me deixado louca. - Segurei nossos olhares o máximo que pude, antes de descer o olhar para sua boca. - Eu tenho tentado com todas as minhas forças, mas eu realmente não consigo mais.

- Lisa... - A vi fechar os olhos por alguns instantes, respirou fundo. - Você está bêbada, não sabe o que está falando e amanhã vai se arrepender de tudo isso quando acordar. 

- Está errada. Pois eu sei muito bem o que estou fazendo. - Colei um pouco mais nossos corpos, deslizando meu polegar por sua bochecha. Era tão bom toca-la. - E eu quero... Há muito tempo. 

Jennie fechou os olhos com força seegurando em meus ombros, não sei dizer se ela estava tentando me afastar ou me segurar, eu não conseguia entender.

- Não faça isso, por favor. Você vai estragar nossa amizade. - Ignorei qualquer tipo de fala dela, me concentrando em beijar sua bochecha.- Lisa, vamos preservar o que temos agora.

Respirei fundo negando com a cabeça enquanto me afastava, seus olhos me encarando, confusos e frustrados. Passei a mão pelos cabelos segurando a vontadede chorar.

- E o que temos, Jennie? Diz. Essa amizade? Mesmo você sabendo de todos os meus sentimentos?

 - Não complique as coisas, Lalisa. Eu não quero magoar você, sabe que não podemos. 

Sua voz era chorosa, parecia estar sentindo tanta dor quanto eu. Mas era impossível parar e pensar: se ela sentia o mesmo, por que fugia tanto de mim?

- O engraçado disso tudo é que você parece que gosta dessa situação. Me convidou pra ficar sozinha com você pra que? Pra isso acontecer? Realmente parece que você gosta de me magoar, de me dar expectativas e depois destrui-las. 

Praticamente cuspi. Seus olhos brilhando em suas conhecidas lágrimas, os meus já ardendo enquanto eu me segurava para não chorar ali mesmo.

- Eu jamais magoaria você. 

Ela disse triste, tentando tocar-me, porém me afastei antes mesmo dela tentar fazer aquilo, se ela me tocasse, desarmaria toda e qualquer defesa que eu tinha construído. Eu precisava sair dali, dei alguns passos para trás negando com a cabeça.


- Pois saiba que está ganhando prêmios atrás de prêmios nessa modalidade, Jennie.


Olhei em seus olhos uma última vez aquela noite e sai daquele lugar sem olhar para trás. Peguei o primeiro táxi que passou a minha frente, dando rapidamente o endereço do hotel onde estávamos.

Encostei minha cabeça no vidro da janela e me deixei cair em lágrimas. Saber que ela me ignorava por medo era de partir o coração. Jennie me magoava de graça mesmo sem intenção, e aquilo era pior ainda. Prometi a mim mesma aquela noite que esqueceria todo e qualquer sentimento por ela, mesmo que fosse o mais doloroso possível, era necessário para a minha saúde mental. Fui despertada de meus devaneios quando senti meu celular vibrar seguidas vezes em meu bolso. Sai o táxi após pagar, entrando no hotel com uma rapidez absurda, foi assim que cheguei no quarto em que infelizmente dividia com Jennie, puxei o celular do bolso. Neguei com a cabeça ao ver as mensagens. 

"Lisa, onde você está?"

"Por favor, me responde, não faça nenhuma besteira."

"Que droga, Lisa, eu sei que está ai."

"Eu não vou me perdoar se algo acontecer com você."

"LALISA MANOBAN ME RESPONDE!!!"

Ri sem humor jogando o Iphone com força em cima da cama, me jogando logo em seguida, meus olhos se encheram de lágrimas novamente e eu não me contive em me derramar nelas. Minha cabeça girando, meu corpo e meu coração doía, minha alma ardia. Meu celular vibrando desesperado ao meu lado. É, séria uma longa noite



  


Notas Finais


então, amados, é isto.


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