1. Spirit Fanfics >
  2. My only one >
  3. Parte II

História My only one - Capítulo 2


Escrita por: wumeirong

Notas do Autor


Em homenagem à 2021.03.05 Lee Donghyuck de turtle neck e todo de preto, trago a segunda parte.
Esse diabinho é meu ponto fraquíssimo :(

Capítulo 2 - Parte II


 

Tell me how you do it
(Me diz como faz isso)

I can barely breathe
(Eu mal posso respirar)

With the smile you get, you get the best of me
(Com seu sorriso você tem o melhor de mim)

And all I really want is to give you all of me
(E tudo o que quero é te dar tudo de mim)

Tell me how you do it, how you bring me back
(Me diz como você faz, como me traz de volta)

You bring me back to life then make my heartbeat stop
(Me traz de volta à vida e então faz meu coração parar)

I can't take it
(Eu não aguento)

 

I don't know why
(Não sei como)

But every time I look into your eyes
(Mas toda vez que olho em seus olhos)

I see a thousand falling shooting stars and, yes, I love you
(Vejo milhões de estrelas, e sim, eu te amo)

I can't believe that every night you're by my side
(Não acredito que toda noite você está do meu lado)

 

☼☼☼☼☼☼

O apartamento de Marie era o mais perto da boate, mas não fazia diferença alguma, já que tomaram um táxi. Os dois não paravam de se encarar e soltar risadinhas apaixonadas.

Donghyuck se ofereceu para pagar a viagem, e ela agradeceu alegremente. Eles entraram em seu prédio tentando ao máximo não se beijarem ali mesmo; a atmosfera densa com luxúria e carinho. Ambos ainda não conseguiam acreditar no que estavam prestes a fazer.

-Tem certeza de que quer fazer isso? – Hyuck perguntou.

-Absoluta. E não vem com o “Você está bêbada”, porque nem estou tonta assim. Só um pouco alegrinha... Mas depois do nosso beijo, meio que fiquei sóbria.

-Caralho. – Hyuck puxou o ar, lembrando-se daquele momento mágico. – tudo bem, cariño, vamos subir. – tomando sua mão, dispensaram o elevador e praticamente voaram pela escada.

A brasileira sorriu, ansiosa e animada. Assim que abriu a porta do apartamento, Donghyuck a empurrou para dentro e a beijou sem rodeios.

Mesmo que não tivesse muita experiência, ele acreditava saber o que fazer... Ou, pelo menos, o essencial. Marie também não pareceu se incomodar com o fato de suas mãos estarem a tocando em todos os lugares – puxando sua saia ou blusa, vagando por dentro da peça e agarrando sua cintura. A boca dele desceu para seu pescoço e ela soltou um gemido obsceno, atiçando o fogo dele. Hyuck só podia esperar que permanecesse vivo até o fim da noite.

-Meu quarto, por favor. – ela suspirou.

Tirando os sapatos, Hyuck a seguiu. Não era estranho estar no quarto de Marie, mas tinha certeza de que nunca olharia para o local da mesma forma que antes.

Apenas o mero pensamento dela na cama, um quadro de gemidos e espasmos enquanto metia dentro dela... Droga, estava ficando duro muito rápido.

Marie o encarou, sorrindo docemente ao se livrar da blusa. Ao ver seu sutiã, a boca dele encheu de água. Não era a primeira vez que a viu assim – uma vez, ele entrou enquanto Marie estava se trocando; mas agora, estava se despindo para ele... E isso o atingiu com força.

-Espere, deixe-me fazer isso. – se aproximou dela. – há meses quero fazer isso.

O sorriso presunçoso de Marie refletia o seu, e ela se levantou para que pudesse tirar a saia. A sensação dos dedos dele em sua pele enquanto seus olhos scaneavam cada centímetro de seu corpo era etérea. Marie estava tão confortável daquele modo, algo que seu último namorado nunca a fez sentir. Era irreal como todas as suas células respondiam tão ansiosas ao toque de Donghyuck... Mesmo antes de se envolverem sexualmente, quando tudo era "platônico" – tão platônico quanto uma paixão poderia ser, é claro –, ela não conseguia parar de relar nele, de ficar próxima ou ter o mínimo contato possível com ele.

Sua saia caiu no chão e a boca dele deixou beijos por sua barriga e quadril. Marie embrenhou os dedos naquele cabelo sedoso, puxando-o levemente cada vez que a língua tocava o cós de sua calcinha. Donghyuck gemeu, descendo um pouco mais, provando-a por cima do tecido e lambendo levemente suas dobras, deixando-a louca.

-Meu Deus, você é tão cruel. – gemeu. – por favor, Hyuck.

-Mas ainda nem comecei...

-Acho que não aguento tudo, e além disso, estou toda suada. – corou, sem fôlego. Ela passou a noite inteira dançando, então se sentia fedida e pegajosa. Não seria nada confortável.

-Bem, podemos ficar mais suados. – ele ergueu as sobrancelhas, uma expressão entre o deboche e atrevimento. Era estúpido e clichê, mas Marie o adorou por aquilo.

Donghyuck era tão fofo, engraçado e tudo o que sempre quis.

 -É tão estranho ter você assim, e ainda assim, não há outro garoto que eu preferiria.

Ele sorriu ao escutá-la; as palavras atingiram seu coração e ele só pôde concordar – Marie era tudo o que sempre quis em uma mulher. Tentando ganhar certo espaço nas calças já apertadas, a impaciência da brasileira fazia sentido. Portanto, era hora de apimentar um pouco as coisas para que pudessem seguir em frente sem problemas. Donghyuck se levantou, as mãos seguindo seu corpo, passando pela cintura delicada e parando nos seios.

-Acho que deveria deitar; não quero que se machucasse quando seus joelhos cederem. – ele sorriu, o descaramento em sua voz bem evidente.

Acatando a sugestão, Marie se deitou e o olhou, esperando o próximo passo. Hyuck não demorou a beijá-la novamente, os dedos magros traçando um caminho travesso até sua calcinha, puxando-a para o lado para que pudesse acariciá-la melhor. Tombando a cabeça para trás, ela segurou o gemido que borbulhava no fundo de sua garganta, enquanto Hyuck fazia mágica em seu clitóris. Marie estava ficando cada vez mais molhada, o nó em seu estômago se apertando com os segundos que passavam; Donghyuck sentia o pau latejar com a cena...

Quantos incontáveis ​​sonhos teve com aquele momento em particular?!

Faminto, fechou os lábios sobre o pescoço dela, mordendo-a por toda a extensão e sugando marcas roxas. Bamba de desejo, Marie puxou a bainha da blusa dele, puxando-a para cima para que pudesse tocar seu peito nu. Compreendendo o que queria, Hyuck se afastou para que Marie o despisse, os olhos escurecendo e a mente nublando com o que estava por vir.

Unhas pontudas arranham de seus ombros às costas quando ele inseriu dois dedos dentro de Marie, movendo-os em um ritmo rápido, quase impaciente para fazê-la gozar. Buscando abafar os gemidos, ela o imitou, descendo os beijos para o pescoço e retribuindo o favor de marcá-lo.

Pouco depois, Donghyuck sentiu o sexo dela se contrair, e um sorriso diabólico surgiu em seu belo rosto. Em câmera lenta, dolorosamente, seu indicador e anelar entravam e saiam até pela metade, provocando-a. Grunhindo com a mudança repentina, os quadris de Marie ganharam vida, tentando criar mais atrito; gemeu o nome dele alto, o prazer tão insanamente bom que a privou de toda concentração e foco. Hyuck soltou uma risada baixa: era divino saber que ele poderia transformá-la em uma poça de luxúria.

-Sua buceta engole meus dedos tão bem, cariño. – para provar um ponto, inseriu um terceiro dígito. – tão, tão apertada e boa. Mal posso esperar para te sentir em volta do meu pau.

Marie se contorceu, o tórax se arqueando e se oferecendo em resposta.

-Por favor. – suspirou, pronta para implorar. – por favor.

-Como é saber que um cara quatro anos mais novo consegue te deixar com tanto tesão?

O gemido obsceno que Marie soltou foi o suficiente para responder. O brilho nos olhos de Hyuck se tornou predatório; o poder que tinha sobre ela era inacreditável. Marie nunca se recuperaria daquele menino: ele era doce, engraçado, inteligente e agora, também era o canalha mais sexy do mundo. O canalha “quatro anos mais novo que ela” mais sexy do mundo. As unhas longas se aprofundaram nos ombros dele, quadris balançando ao ritmo da mão para que tentasse alcançar o clímax rápido.

-Não poderia me importar menos com sua idade. – era uma mentira e Hyuck sabia disso. Como punição, cessou a carícia e tirou os dedos.

-Mentirosas não gozam, cariño.

-Espere, o quê?!

-Vai ter que se esforçar para se desculpar comigo. – o sorriso em seu rosto era diabólico. Aproveitando-se da boca aberta dela, Hyuck ergueu os dedos, fazendo-a grunhir e os lamber, passando a sua língua por toda a extensão.

Marie chupou os dedos dele até limpá-los, adorando a maneira como o peito do menino subia com excitação, como suas bochechas coravam um pouco, mas os olhos brilhavam como dois céus noturno e estrelados, contrastando perfeitamente sua inocência e malícia. Hyuck gemeu quando Marie liberou sua mão com um “pop”, abrindo um sorriso bêbado; erguendo-se até estar com o rosto no mesmo rumo, ela o beijou brevemente, então desceu os lábios para o maxilar definido, deixando mordidas carinhosas por ele.

-Admito que sua idade me incomoda quando penso muito nela, mas, – suas pernas o prenderam entre elas. – faria qualquer coisa para te mostrar que sinto muito. Não queria mentir, só que estou com tanto tesão... Você me deixa com tanto tesão, mi sol. Quero isso faz tanto tempo... – Marie não percebeu seu segredinho escapando.

Os olhos dele estavam vidrados de luxúria e paixão.

-Deixo? – questionou. – mesmo?

Marie gemeu ao invés de responder.

Na verdade, Donghyuck tinha somente um “pedido” relacionado à ela, mas preferia não externá-lo para não queria assustá-la. A única vez que conversaram sobre suas vidas sexuais foi na festa de aniversário de Umberto, quando estavam bêbados e tropeçaram em um casal bem explícito; para “aliviar” o constrangimento, Marie deixou escapar que foi diagnosticada com SOP aos 14 anos e, desde então, nunca mais parou de usar anticoncepcional (porque fazia parte do tratamento). Disse que, devido à doença, seus dois ex-namorados sempre tentaram convencê-la a ter relações íntimas sem proteção, mas Marie nunca quis; ela também nunca dormia com qualquer cara, porque não se sentia confortável e tinha muito medo de arruinar sua saúde (física e mental). Aproveitando sua sinceridade e o fato de que confiou nele o suficiente para contar tais segredos, Hyuck confidenciou que só dormiu com uma garota em toda a sua vida (sua ex-namorada) e que eles sempre usaram proteção também.

No entanto, morria para saber como as coisas seriam sem a barreira da camisinha...

Agora, apaixonado por Marie, gostaria que a garota lhe concedesse aquela experiência.

Nas festas, ambos ficavam juntos até o fim, e normalmente dormiam na casa um do outro, então sabiam que não estavam realmente com ninguém. Taner também disse a ele que Marie só esteve com apenas um cara, mas se livrou dele rapidamente.

Ele queria muito não ter que usar camisinha com ela. Confiava nela o suficiente para isso, mas não sabia se Marie concordaria... Nem estavam namorando, pelo amor de Deus! Porém... Droga, o pensamento de deslizar dentro dela e sentir seu calor, senti-la o apertando sem nenhuma barreira... Gemia só com a ideia.

-Sim e sim. – Marie concordou. – o que devo fazer para compensar?

-O que quiser; estou bem com qualquer coisa. – Hyuck sustentou seu olhar, escondendo seus pensamentos para não estragar o momento.

-Então quero ser comida tão bem que desmaio.

Ele soltou uma espécie de risada e grunhido com o comentário.

-Por mais interessante que isso pareça nos livros, é melhor não, ok? Ficarei assustado para caralho. – pretendeu soar sério, embora sua voz contivesse uma nota de humor.

-Não posso prometer, mas... – Marie o puxou pela nuca, seus dedos quentes e sedentos por contato. – certeza de que não tem nada em mente? Não achava que seria tão humilde assim...

-Não sou nada humilde, cariño. – retrucou. – é só que... Acho que ainda não é o momento certo.

-O que quer dizer? Haverá momento melhor?

-Espero que sim. – os olhos de Hyuck brilharam em um misto de sinceridade e dúvida. – né?

-É. – as bochechas dela estavam vermelhas, mas ele não conseguia decifrar se a cor era resultado do fogo entre os dois, ou de seus sentimentos quase-confessados.

-Ok. – seus lábios rosados ​​encontraram os dela em um beijo doce. – então o que vamos fazer?

-Talvez possamos… O que você quer?

-Isso não está funcionando. – murmurou mais para si mesmo do que para ela. – se eu te disser o que eu quero, promete não pirar? Fico tranquilo com um “não”; realmente não me importarei. Não precisa se sentir pressionada a fazer algo só porque estou pedindo.

-E o que é? – o encorajou.

-Eu queria muito... – ele suspirou, nervoso. – gostaria muito que não usássemos camisinha.

Marie piscou um pouco chocada. De todas as coisas que imaginou, aquilo jamais passou por sua mente. Foi uma surpresa bem-vinda saber que Hyuck estava preocupado com seu bem-estar... Que até disse não ser "o momento certo" para não incomodá-la ou assustá-la.

Vendo-a apática, o nervosismo de Hyuck cresceu.

-Puta merda, cariño, escuta… Esquece isso, ok?! Eu... Caralho... – tentando uma posição para conversarem melhor, Hyuck se repreendeu mentalmente. – estraguei o clima, né?

-Claro que não! – a brasileira sorriu, mantendo-o no lugar e achando aquele lado inseguro dele ao mesmo tempo preocupante e adorável. – fiquei apenas surpresa com o pedido.

-Eu... Nunca não usei, lembra? Então pensei... Tenho certeza que é com você que quero tentar isso, mas não sei... – grunhiu novamente, irritado. – estou fazendo papel de bobo, merda!

O sorriso de Marie cresceu, assim como sua afeição por ele.

-Acho que está é bem fofo, se minha opinião importa.

-Mesmo? Mas, agora não é o melhor momento para ser fofo...

-Certo. – ela engoliu uma risada. – desculpe, você também é sexy, ok? Que tal relaxarmos e aproveitarmos nossa primeira vez sem proteção e tudo mais?! – com o olhar fixo no dele, Marie sentiu seu coração apertar quando Hyuck compreendeu a sugestão.

Não poderia estar mais segura. Não poderia estar mais feliz.

-Não precisamos se realmente não quiser.

-O que te faz pensar que não quero?

-Não sei, é só... – ele resmungou. – não acredito que estou tão inseguro perto de você! Isso não vai dar certo. Tenho que trazer meu narcisismo de volta.

-Então vou confessar uma coisa também. – Marie segurou seu queixo delicadamente, os olhos honestos e apaixonados. – sonhei com você me marcando diversas vezes. De vez em quando, quando fala, não consigo me concentrar no que está dizendo porque minha mente paralisa só de olhar para seus lábios... A forma como parecem um coração e são tão rosados... Daí você faz bico, especialmente se estiver usando o coreano. – riu. – e também tem suas pintas... Aqui... – a boca dela cobriu o ponto acima de seu lábio superior, bem ao lado direito do nariz. – e essas três aqui... – seus dedos terminaram de trilhar os pontinhos abaixo do olho dele, do mesmo lado da outra pinta. – parecem uma constelação. – depois, ela escorreu para dois pontos marrons em seu pescoço, um bem no pomo de adão e o outro na mesma linha, mas próximo à clavícula. – aqui também. As adoro faz muito tempo.

Donghyuck sentiu seu corpo todo estremecer ao ouvir aquele elogio tão inesperado.

-São apenas pintas. – tentou se livrar da timidez atípica.

-São detalhes sobre você que me deixam encantada.

Ele estava ficando louco... Porque finalmente sentiu a epifania de estar apaixonado por ela, e isso bloqueou todos os seus pensamentos. De repente, só conseguia se concentrar nela, neles, naquele momento. E sabia, bem no fundo, que era a hora certa para se declarar. Então, respirando fundo, Donghyuck soltou as quatro palavrinhas assustadoras e deliciosas:

-Estou apaixonado por você.

Ela piscou, pega de surpresa pela frase.

-Me desculpe por falar isso do nada, é que estou tão... Tão apaixonado e não consigo mais me conter. – suas bochechas coraram novamente, mas, neste ponto, Hyuck simplesmente aceitou que provavelmente se tornaria um boboca inseguro perto dela. – você não precisa ...

-Também estou apaixonada por você, mi sol. – Marie o interrompeu, o coração convulsionando no peito. – na verdade, senti isso por você todo esse tempo.

Não precisaram de mais palavras.

Era a vez dele segurar o maxilar dela, os globos castanhos encarando sua alma. Ele não via nada além da verdade neles, nada além de adoração e admiração. E então soube, com uma certeza inquietante, que ela o havia arruinado para todas as outras. Beijando-a apaixonadamente, os dedos dele procuraram por sua abertura, guiando seu pênis até lá. Parando por apenas um milésimo, entrou sem aviso, faminto por tudo que Marie pudesse oferecer. Seu lado sentimental já havia se recolhido; agora, era seu lado safado falando.

E Marie pareceu gostar muito, visto a maneira como interrompeu o beijo e inclinou a cabeça para trás, um gemido alto escapando de seus lindos lábios. As mãos dela se fincaram em suas costas, encontrando um ponto para se segurar naquele frenesi todo.

Como o sol, Donghyuck queimava e seu calor era viciante.

Ele começou a estocar lento e assertivo; absorvendo cada sensação de estar dentro da mulher que amava. A posição não poderia ser melhor, as pernas dela prendendo sua cintura e tornando o ângulo de penetração mais fácil para ele alcançar aquele ponto que a levaria ao céu. Agarrando aquelas deliciosas coxas, Hyuck ganhou mais estabilidade para aumentar o ritmo e mergulhar nela. Marie beijou seu pescoço, deixando marcas, especialmente perto de suas pintas. Ela mordiscou e chupou a pele, sentindo como isso o afetava.

Donghyuck estocava quase selvagemente – a cama sacodindo e todos aqueles clichês que pensava que não serem possíveis de acontecer. Com as mãos abandonando o corpo dela por um breve segundo, ele enroscou em seus dedos, entrelaçando-os e puxando-os para cima de sua cabeça, fazendo com que ainda tivesse um lugar para se apoiar.

A nova posição era espetacular, e os quadris de Marie se moveram por conta própria, combinando com os de Donghyuck e finalmente alcançando o local que ela tanto precisava que chegasse. Sua intimidade contraía a cada estocada, arrancando alguns gemidos do coreano, que para ela que soavam como música. Bêbada pela voz dele, seu corpo e todo o momento, Marie soube que não duraria muito.

-Por favor, Hyuck. – implorou, embora ele não tivesse lhe negado nada.

Seus olhos se abriram de repente, as pupilas pretas brilhando com nada além de luxúria e amor. Acelerando, deu a ela o que pedira... E o que ele também precisava.

-Porra, cariño, assim. – Hyuck rosnou.

Seus quadris se moviam com uma velocidade anormal, a necessidade de gozar muito urgente. Marie tentou acompanhar o ritmo dele, mas foi impossível quando seu próprio corpo parava de responder aos seus comandos. Assim, sentiu a onda de prazer passando por ela, o orgasmo poderoso e bem-vindo. Puxando as sedosas mechas castanhos, ela gemeu obscenamente.

-Meu Deus, Hyuck!

Algumas estocadas fortes e rápidas depois, ele também atingiu o clímax.

Inclinando a cabeça para trás, expondo aquele lindo pescoço, Donghyuck soltou um gemido agudo que só não era mais lindo do que toda a cena, derramando-se dentro dela com um impulso desleixado de quadril. Ele desabou, tórax contra tórax, quadris ainda unidos, e Marie adorou a maneira como seus braços a abraçaram com força.

Nenhum deles falou por um minuto, ambos focados em respirar e voltar do nirvana.

-Você está bem? – ela quebrou o silêncio.

-Bem? Estou maravilhoso. – Hyuck soltou uma risadinha.

-Excelente. – Marie sorriu, orgulhosa de si mesma por fazê-lo se sentir assim.

-Sugiro tomar um banho e depois terminar aquele episódio de La Usurpadora.

-Por que não apenas tomar um banho e ficar agarradinhos? Como ainda tem energia para assistir algo na TV? Ainda mais novela...

-Você sabe que sou uma pessoa de hábitos noturna.

-Isso não é bem “ensolarado” de sua parte. – Marie penteou o cabelo dele com os dedos, empurrando algumas mechas molhadas para trás. – mas ok. Banho, carinho e La Ursupadora.

-Sabe, cariño, realizar cada um de meus desejos vai me arruinar para todas as outras.

-Mesmo? Que bom, porque não haverá mais ninguém, mi sol. – Marie beliscou sua bochecha, sorrindo satisfeita. – está preso comigo para sempre agora.

-É considerado prisão se eu não quiser sair?

-Espertinho. –o beijou brevemente. – agora, licença que preciso fazer xixi.

-E novamente temos você estragando o clima. – Donghyuck fingiu se irritar, mas seus olhos continham aquele brilho característico de um coração apaixonado.


Notas Finais


musiquinha: https://www.youtube.com/watch?v=Y82H_pgqKdY&ab_channel=SebastianYatraVEVO

Triste em Madrid, mas seguimos. Espero que tenham gostado hahahaha
Beijocas!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...