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História My only reason - Capítulo 11


Escrita por: vminmovie

Notas do Autor


olá pessoal. <3 aqui estou com mais um capítulo de my only reason ! espero que gostem.

Capítulo 11 - The pain stays.


Fanfic / Fanfiction My only reason - Capítulo 11 - The pain stays.

𝑄𝑢𝑎𝑛𝑑𝑜 𝑣𝑒𝑚 𝑎 𝑠𝑎𝑢𝑑𝑎𝑑𝑒
        𝑂 𝑡𝑒𝑚𝑝𝑜 𝑣𝑜𝑙𝑡𝑎 𝑎𝑡𝑟𝑎́𝑠
       𝑂 𝑎𝑚𝑜𝑟 𝑣𝑒𝑚 𝑎 𝑟𝑒𝑎𝑙𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒
      𝑇𝑒 𝑒𝑠𝑞𝑢𝑒𝑐𝑒𝑟 𝑗𝑎𝑚𝑎𝑖𝑠

               𝐸𝑢𝑑𝑒𝑠.

1 mês depois.

Era mais um daqueles dias em que Jimin acordava e não encontrava os seus pais em casa, a não ser Wooyoung sempre na cozinha preparando algo. O mesmo suspirava cansado daquela rotina. Mas dessa vez uma coisa estava diferente.

Logo que Park se aproximou de Wooyoung o cumprimentando, o rapaz o puxou repentinamente o sentando em uma cadeira. Ele possuía uma feição um tanto preocupante, fazendo Jimin ficar nervoso.

─ Hyung, eu preciso falar com você. ─ Disse em um tom sério.

─ O que aconteceu? ─ O ruivo respirou fundo esperando pelo o pior.

─ O seu pai acordou hoje muito mal e teve que ser encaminhado para um hospital urgente.

Park ficou um tanto atordoado ao ouvir aquilo, seu coração palpitava mais rápido do que o normal.

─ Wooyoung, Me leve para esse hospital, eu preciso ver o meu pai ! ─ Disse ajoelhando - se na frente do outro, implorando.

─ Eu nem deveria ter te contado isso agora, Hyung . . . Mas você não gosta que escondam as coisas de você, assim como a senhora Park faz. Então resolvi contar logo, você precisa saber da saúde do seu pai.

─ Obrigado por ser sincero comigo . . .

─ Vem, vou te levar até o seu pai. ─ Sorriu singelo.

O ruivo se levantou daquele lugar no mesmo instante seguindo Wooyoung.

─ Vamos pegar um metrô, rápido ! ─ Disse puxando o ruivo pelo o pulso.

Não demorou muito para que chegassem na unidade hospitalar, encontrando a senhora Park sentada na sala de recepção um bocado aflita. Arregalou os olhos pequeninos não acreditando no que via.

─ Wooyoung?! O que faz aqui?! E por que trouxe o Jimin . . . ? ─ Disse levantando num súbito e encarando o olhos chorosos do ruivo.

─ Vou deixar que vocês esclareçam as coisas. ─ Wooyoung disse se afastando da Senhora Park e de Jimin.

─ Mãe . . . Por que escondeu a saúde do papai de mim? ─ Disse tristonho tentando segurar as poucas lágrimas que se formavam em seus olhos castanhos.

─ Me desculpe, filho. Eu não queria ter que esconder essas coisas de você, mas não tive escolha. Eu não podia te ver sofrendo.─ Gesticulou as mãos nervosa.

─ A senhora precisava me contar, nós precisamos compartilhar o mesmo peso dessa dor. ─ Puxou a mãe para um abraço apoiando a cabecinha da mais velha em seu ombro.

─ Filho e - eu . . . ─ Tentou dizer algo, mas a voz falhou.

─ Está tudo bem, mãe. Não precisa me contar agora.

                                  { . . . }

Jungkook trabalhava quieto perdido em seus pensamentos. Nesses últimos dias tinha falado muito pouco com Jimin e isso o deixava angustiado. Sentia a necessidade de manter o ruivo por perto, mas não por uma tela de um celular. Taehyung ao notar o amigo tão calado perguntou:

─ Está tudo bem, Jeongguk? Você está tão aéreo hoje, mas do que o normal. ─ Disse apoiando os seus braços no balcão, esperando por uma resposta do moreno.

─ Está tudo bem, Taehyung. Não precisa se preocupar.

─ Tem certeza, cara? Você sabe que pode conversar comigo. ─ Taehyung se mantia na mesma posição e Jeon percebeu que o amigo sabia que tinha algo de errado, por mais que ele negasse.

─ Eu estou preocupado com o Jimin. ─ Suspirou cansado.

─ Por que? Aconteceu alguma coisa com ele? ─ O loiro se aproximou de Jeongguk.

─ Esse é o problema, Tae . . . ─ Fez um biquinho querendo chorar. ─ Eu não sei se algo está acontecendo com ele e i - isso me assusta, porque eu quero cuidar do Jimin.

Taehyung viu o quão difícil era a situação em que o amigo se encontrava. Jeongguk estaria tão apaixonado assim por Jimin, ao ponto de não saber sobre as consequências que um relacionamento a distância trazem? O loiro entendeu. É claro que Jeon estava consciente das consequências e esse não era o problema. O real motivo é que Jungkook se tornou muito adicto das atenções e do carinho que recebia do rapaz. Ele sentia a falta daquilo e queria ter de volta. Se ver sem Park por perto o deixava triste e ele não gostava de transparecer isso, já que queria ver Jimin feliz e não culpado.
O rapaz pensava mais no ruivo do que em si, faria de tudo por ele. Quando foi que ele ficou tão apegado a Jimin desta forma? Para isso também existe uma resposta. Quando os pais de Jeon morreram, eles deixaram um vazio no coração do pobre rapaz, desamparado ele escondeu isso, esperando que passasse. Mas aquela chama reacendeu quando conheceu Park Jimin, o garoto dos cabelos alaranjados. Sim, ele sentiu o amor depois de tanto tempo guardando isso. Mas foi um amor diferente, aquele amor que vem junto com a paixão. Ele se apaixonou rápido pelo o ruivo. E para Jeon aquilo não era só um namorico qualquer. Aquilo envolvia sentimentos e era real.

─ Não anda conversando com ele? ─ Acariciou as costas do rapaz em menção de tentar acalmá -lo, antes que tivesse uma crise.

─ Conversei pouco com ele e não tenho coragem de ligar, acho que o Jimin está muito ocupado por lá . . . ou simplesmente não quer a minha companhia. ─ Disse em um tom tristonho.

─ Bro . . . Eu sei que você está inseguro, mas o Jimin gosta de você ! A sua companhia não ia ser um incômodo, ele só deve estar ocupado demais mesmo.

─ Não, eu estou pensando errado. Eu sou tão egoísta ! ─ Disse colocando as mãos no rosto e balançando a cabeça negativamente.

─ Jeongguk, não ! Se acalme por favor . . . tenho certeza que o Jimin logo entrará em contato com você. ─ Puxou o moreno pelos os ombros o deixando frente a frente com ele.

─ Eu espero . . .


                                  { . . . }

Jimin não comeu, mal bebia água e muito menos parava quieto no lugar. Os poucos intervalos que o hospital lhe proporcionava, ia ver o seu pai e depois voltava para a recepção de novo. Ele sabia que não conseguia ficar em paz se fizesse outra coisa, pois naquele momento a saúde do seu pai era a sua maior prioridade e continuou assim até chegar à noite.

─ Filho, vá para casa ! Você já está muito tempo aqui. ─ Suplicou pela décima vez só naquela dia.

─ Eu vou dormir aqui. Quero ficar mais tempo com o papai. ─ Disse firme.

─ Mas filho . . . ─ O olhou com tristeza.

─ Por favor, mãe . . . eu quero ficar com ele. Eu preciso ficar aqui. ─ Disse devolvendo o olhar triste.

─ Tudo bem, amor. Só me prometa uma coisa.

─ O que?

─ Que vai dormir . . . seu rostinho está tão cansado, querido ! ─ Passou as mãos pequenas pelo o rosto pálido de Jimin.

─ Eu prometo, mãe . . . ─ Abraçou a mesma.

─ Wooyoung ! ─ Senhora Park chamou pelo o rapaz que se encontrava encostado em uma parede com a cabeça inclinada para cima, encarando aquele teto frio e branco de um hospital.

─ Sim, senhora?

─ Você me acompanha até em casa, querido? ─ Perguntou se aproximando do rapaz.

─ Posso, é claro. Mas e o Jimin? ─ Observou o ruivo se afastando pelos os corredores.

─ Ele quer ficar. Respeitei a decisão dele.

─ Tudo bem. Voltamos amanhã. ─ Disse logo em seguida saindo dali.


Jimin entrou no quarto onde o seu pai estava, mesmo já indo aquele lugar várias vezes ao dia, ainda sentia um mal pressentimento. Andou em passos mansos até a cama observando o mais velho. Acariciou a mão dele, desejando que acordasse. Aquela mesma angústia de mais cedo lhe tomou e não conseguiu evitar que algumas lágrimas escorressem pelos o seu rosto. Cansado se jogou em um dos sofás que tinha ali, era pequeno demais para o seu corpo, mas Jimin não se importava queria ficar ali. Queria tentar dormir.


Eram quase três horas da manhã de acordo com o relógio pregado na parede. Já era tarde e Jimin não conseguia dormir, ele nem ao menos tentou pregar os olhos já que sua ansiedade não deixava. Ouvia ruídos e vários sons dos profissionais da saúde ainda trabalhando. O corredor estava escuro, possuía apenas a luz de emergência do local, iluminando o pouco que podia. Jimin continuou deitado apenas ouvindo a movimentação inquieta dos outros lá fora, enquanto seus olhos pesados e marejados o faziam querer dormir, mas a sua mente ansiosa o perturbava. Suspirou terrivelmente cansado.
Irritado por não conseguir dormir se levanta e começa a andar em círculos pelo o quarto. Até uma voz o chamar.

─ F - filho . . . ? ─ Disse com dificuldade e tossindo.

Jimin parou de andar naquele mesmo momento e alargou um sorriso no rosto ao ver a figura mais velha com os olhos entre abertos. Sem mais delongas andou em passos rápidos até o pai.

─ Pai ! O senhor acordou??!! ─ Disse segurando as mãos do mesmo.

─ Filho, eu vou morrer . . . ─ Tossiu mais algumas vezes.

─ Não . . . Pai, por favor . . . O senhor não pode morrer ! ─ Jimin sentiu seu coração acelerar e querer pular para fora de seu corpo, sentiu o nervosismo tomar conta de si.


─ Jimin, me prometa que vai ser feliz . . . Me prometa somente isso. ─ Apertou o braço do filho, ainda sem forças.

─ Pai ! Não . . . ─ Um dos aparelhos começou a piscar e a fazer barulho, deixando o ruivo mais aflito ainda. As lágrimas se escorriam pelo o seu rosto em abundância.

─ Eu te amo, filho. ─ Sentiu o desespero em sua pele ao ver o seu pai fechando os olhos aos poucos.

─ Pai ! Eu também te amo !!! Não me deixa . . . ─ Suplicou sentindo aquele aperto em seu peito subir até a garganta.
Jimin não pensou duas vezes abriu a porta do quarto e gritou:

─ UM MÉDICO ! CHAMEM UM MÉDICO, PELO AMOR DE DEUS !!! ─As lágrimas que escorriam pelo o seu rosto agora estavam quentes e ferventes como as chamas do 𝑖𝑛𝑓𝑒𝑟𝑛𝑜.

Um dos médicos veio correndo junto com outros enfermeiros entrando no quarto, fazendo um procedimento de reanimação.
Park observava tudo pelo o vidro da janela desesperado. A respiração ofegente, o corpo suado, o medo, a pulsação rápida, o sono, a fome, a dor. Tudo naquele momento fazia Jimin morrer por dentro e por fora.

Vinte minutos depois umas das enfermeiras saiu do quarto indo de encontro a Jimin.

─ E o meu pai??! Como ele está?!! ─ Perguntou com a voz trêmula.

A enfermeira ficou alguns segundos em silêncio e encarou Jimin, respodendo logo em seguida:

─ Sinto muito, não conseguimos fazer mais nada por ele. Seu pai agora é um anjo do Senhor nosso Deus. ─ Disse em um tom tristonho.

O ruivo sentiu todos as partes de seu corpo se desligarem naquele momento. A falta de ar veio, A tormenta, a ansiedade. Tudo começou a girar, Jimin sentiu suas pernas fraquejarem e a última coisa que ele viu, foi o rosto assustado da enfermeira ao cair no chão desmaiado.

                                  { . . . }

Jimin acordou no dia seguinte um tanto confuso, raciocinando aonde estava e o que tinha acontecido. Tentou se mexer, mas percebeu que recebia soro em sua veia e só ai que se lembrou que estava no hospital. 

A enfermeira da madrugada passada deu uma caminhada por ali observando alguns pacientes e percebeu que Jimin já se encontrava acordado encarando o chão sem ao menos piscar.
Ouviu a porta sendo aberta e a enfermeira se aproximar dele.

─ Como se sente? ─ Perguntou colocando um copo de água ao lado do rapaz.

─ Me sinto mal, muito mal. ─ Se lembrou do pai, as lembranças disparadas corriam pela a sua mente, fazendo seu coração acelerar outra vez. A enfermeira percebeu que o rapaz ia ter outra crise, então tratou de lhe dar um calmante.

─ Deseja algo?

─ Meu celular, por favor . . . ─ Remexeu - se inquieto na cama, se sentia preso ali.

A enfermeira entregou o celular do rapaz.
─ Não se esforce muito, você ainda está fraco. ─ Disse por fim saindo dali.

O ruivo discou o número de Jungkook desesperado, errou três vezes antes de realmente conseguir. Encostou o celular no ouvido com uma das mãos, esperando que o rapaz atendesse.

Jungkook estava prestes a entrar no banheiro para tomar um banho, já que acabara de chegar do trabalho. Mas pensou em Jimin em imediato ao ver o aparelho tocando e não pensou duas vezes em atendê - lo.

─ Alô? Jimin? ─ Disse Jeon.

─ Jungkook . . . aconteceu uma coisa horrível. ─ Falou em meio aos choros e soluços.

─ O que?! Jimin?! ─ Jeon ficou preocupado ao ouvir o namorado naquele estado.

─ Meu pai morreu, Jungkook. Ele morreu . . . ─ Disse quase em um sussurro, sua voz se encontrava fraca.

Jungkook ficou em silêncio processando o que tinha acabado de ouvir.

─ Jimin . . . e - eu sinto muio pelo o seu pai, de verdade. Queria estar com você agora . . . ─ Disse angustiado.

─ Queria você agora comigo também, seu abraço me faz tanta falta . . . ─ Falou tentando exungar as lágrimas, mas elas insistiam em cair.

─ Ei . . . Você tem a mim ! Eu tenho certeza que estaremos juntos logo, eu sinto isso.

─ Oh Jungkookie . . . Mesmo?

─ Sim ! Irei cuidar muito bem de você e do seu coraçãozinho partido, sei que agora é um momento muito difícil, mas tente ficar firme pelo o seu pai. Ele gostaria de vê - lo feliz. ─ Disse em um tom calmo e sereno, tentando transmitir alguma paz para Jimin através de suas palavras.

─ Obrigado pelo apoio e por tudo que você faz por mim. Você é muito essencial na minha vida, Jungkookie. ─ Disse formando um sorriso nos lábios. ─ Tenho que desligar agora.

─ Você sabe que estamos juntos nessa. Se cuida, por favor ! Nos vemos em breve, bebê.

─ Até mais, Jungkookie. Se cuide também. ─ E assim encerrou a ligação, deixando o celular de lado e encostando a cabeça no travesseiro. ─ Preciso sair daqui.
Jimin fez menção em se levantar, mas a enfermeira apareceu novamente.

─ O que está fazendo?

─ Eu quero sair daqui, por favor. ─ Disse frustrado.

─ Você ainda está muito fraco para andar. ─ Disse observando as pernas trêmulas de Jimin. O ruivo abaixou a cabeça desanimado. ─ Irei trazer uma cadeira de rodas, um instante.
A moça pegou uma das cadeiras que tinha no corredor e ajudou Jimin a se sentar nela.

─ Muito obrigado, enfermeira. ─ Falou bem mais aliviado de estar longe daquela cama.

─ Quer que eu teve leve até a sua mãe?

─ Quero, por favor . . ─ A mãe conserteza já sabia da morte do marido e o ruivo não sabia como ela se encontrava naquele momento tão difícil, ele se preocupava o tempo todo com a mulher.

Park reencontrou a mãe, a abraçou e a confortou, precisavam se preparar para o enterro. A dor era inevitável. O coração quebrado. Somente a saudade fica e as lembranças. O último adeus ao Senhor Park.
As pás jogando terra sobre o caixão. E a senhora Park, Jimin e Wooyoung com o alma ferida.
Cada pessoa encara o luto de uma forma diferente. E o ruivo preferiu se isolar. Os primeiros dias na casa sem o Senhor Park, foram extremamentes difíceis. Aquele lugar lembrava muito o pai e Jimin se mantia o tempo todo em seu quarto, desolado e triste.

─ A senhora sabe melhor do que ninguém, que não é bom para o Jimin continuar aqui. ─ Wooyoung disse.

─ O que você quer que eu faça, querido? ─ Perguntou bebericando a sua xícara de chá.

─ Faça ele voltar para a Coreia ! A senhora não pode deixar que ele entre em depressão de novo.

─ Jimin está voltando a ficar do mesmo jeito, de quando o Joseph morreu. ─ Disse lamentando - se.

─ Exatamente, Senhora. Por favor, converse com ele ainda hoje. Volto mais tarde ! ─ Falou apressando - se a sair pela á porta.

Suspirou e tomou coragem para subir as escadas e ir até o quarto do filho.

─ Jimin? Filho? ─ Deu algumas batidinhas na porta. ─ Vou entrar, tá bom? ─ Ela sabia que o ruivo sempre deixava a porta aberta.

Ao adentrar no quarto viu o filho jogado na cama, com o rosto enfiado ao meio dos traveseiros. Uma das cortinas estava fechada e a outra aberta, fazendo o pouco de sol que tinha ali, entrar no quarto do rapaz.
Se aproximou do mais novo acariciando os seus fios de cabelo. Jimin por sua vez, levantou o rosto para falar com a mãe. Seus olhos estavam inchados, provavelmente passou as últimas horas chorando.

─ Precisamos conversar, Jimin.

─ Sobre o que? ─ Disse com a voz roca.

─ Sobre você, querido. ─O ruivo a olhou curioso. ─ Filho, não é bom para você continuar aqui . . . precisa voltar para Coreia.

─ Volte comigo, mãe. ─ Pediu remexendo - se na cama.

─ Não me peça isso, Jimin. Eu não posso, vivo aqui a muito tempo e já estou acostumada. Gosto daqui e sei que irei ficar bem, mas com você não é a mesma coisa e você sabe disso ! Lá na Coreia você têm pessoas que se importam contigo. Os seus amigos e o seu namorado, filho. ─ Respirou fundo. ─ Volte para lá, é o melhor para você.

─ Mas mãe, eu não quero te deixar sozinha.

─ Eu não estou sozinha ! Tenho o Wooyoung. E além do mais eu já estou velha, é você que tem uma vida pela a frente. Priorize isso, filho.

Jimin deixou que as palavras da mãe percorressem pela a sua mente, o fazendo refletir sobre isso.

─ Tudo bem, mãe. Eu irei voltar ! Irei cumprir a promessa que o meu pai me pediu. ─ Senhora Park abriu um grande sorriso, feliz pela a decisão do filho. O seu objetivo não era se livrar dele, era apenas garantir como mãe, que o garoto continuasse a viver a sua vida, antes que tudo se despedaçasse novamente.

Naquele mesmo dia Jimin organizou tudo para que pudesse viajar, desde das passagens até as malas e outras coisas que eram necessárias. Não avisou a Jungkook, queria fazer surpresa. Apenas comunicou a Yoongi sobre a sua volta, que iria te esperar no aeroporto como de costume. Novamente Jimin iria ter que enfrentar uma viagem de onze horas e isso iria ser cansativo. Iria ir embora no dia seguinte, então aproveitou o pouco tempo que ainda tinha com a mãe e Wooyoung.






Notas Finais


👋🏻♡


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