1. Spirit Fanfics >
  2. My Passion >
  3. O Fogo e o Gelo.

História My Passion - Capítulo 8


Escrita por: HeartyQueeny

Notas do Autor


Para quem não sabe, hoje é aniversário do bb secreto da Danielle Panabaker. Ksksksks
Então em "presente" a esse ser QUE EU AINDA NÃO SEI SE É MENINO OU MENINA (torço pra ser uma menina =D) eu trago esse capítulo.

Ele(a) tá fazendo apenas um aninho hoje.
Esse capítulo promete em! Boa leitura para todos!

Capítulo 8 - O Fogo e o Gelo.


- Onde você foi? – Barry pergunta.

- Ah, só dei um bom passeio pela Antártica. – Diz olhando suas unhas para fazer cena. – E você? Como foi ontem? Um dia inteirinho sem seu gelinho. – Provoca.

- Com certeza não foi um dos meus melhores dias. – Barry diz triste.

- Own... – Faz biquinho. – Pobre Barry.

- Mas... Eu quero entender o que está acontecendo. – Barry diz e a mulher olha para ele confusa.

- Entender o quê?

- Porque a Caitlin está se escondendo. – Nevasca se mexeu na cama para ficar numa posição melhor.

- Ela só está... Triste, Barry.

- Mas qual o motivo dela estar triste?

- Sabe, quando a Caitlin me dizia que você é lerdo demais eu achava que era apenas uma brincadeira. – Diz indignada.

- Olha, eu sei por que ela está triste. – Mentiu. Porque teoricamente era para ele saber o que está acontecendo. – Mas quero entender o porquê. Ela sabe que pode se abrir comigo.

- Isso foi meio confuso. Você sabe ou não o porquê dela estar triste? – Barry repensou suas palavras.

- O que eu estou tentando dizer, é que eu quero estar ao lado dela. Ajuda-la. Eu... Eu só acho que ela não confia em mim e por isso está se escondendo. – Barry viu a careta surpresa da mulher de cabelos brancos.

- Uau. Por essa eu não esperava... – Ela começou a pensar. – Olha, tenta ser o Barry auxiliador, não o idiota, ela precisa dele. Pode ser? – Ela sorriu com sua pergunta, e Barry assentiu.

- Pode deixar. – Então ela fechou seus olhos.

- É. Acho que você tem que conversar com ele. – Um tempo de silêncio e Barry apenas encarava a mulher. – Deixa se ser cabeça dura! – A mulher disse indignada. – Nossa! Já estava na hora, não acha? – Então aquela mesma transformação de antes.

Cabelos brancos para castanhos.

Pele branca para pele normal.

Boca azul de tom roxo para vermelho ou rosa. Era difícil distinguir.

Os olhos piscando entre azul e castanho, até ficar apenas castanho.

Caitlin lentamente olha para o homem que a admirava.

- Eu... Eu confio em você. – Já disse antes que Barry falasse qualquer coisa. – Eu só queria resolver meu problema sozinha. – Disse voltando a encarar a cama.

- Tá. Que tal começarmos do começo? – Barry pergunta, e Caitlin olha para ele.

- Como assim?

- Me explica o que aconteceu direitinho. Só mais uma vez. – Ele não conhece a história, e estava disposto a prestar atenção nela.

- Você já sabe o que aconteceu!

- Mas não sei todos os detalhes.

- Não tem detalhes, Barry! É simples! Meu irmão pediu um favor, e eu o fiz. Algum tempo depois descubro que o meu “tal favor” foi usado para matar um guarda de banco! Um guarda que tinha uma família! Uma linda esposa e duas lindas meninas! E-eu deveria... – Ela já começava a chorar. – Eu deveria ter suspeitado que meu irmão estava tramando algo! Ele nunca pediu nada para mim! Sempre foi um grosso arrogante! E ainda por cima um idiota por querer assaltar um banco sendo que ele tem todo o dinheiro que precisa com minha mãe! E... – Ela parou de falar lentamente quando começou a sentir os braços de Barry a abraçando por trás.

- Não é culpa sua. Não tinha como você saber que seu irmão estava querendo fazer o mal. – Disse calmamente, fazendo carinhos em seus cabelos.

- Eu o matei, sim. Só não foi diretamente.

- Deixe de ser teimosa, Caitlin... – Disse ainda com calma. – Quem o matou foi seu irmão. Não você. – Silêncio por uns segundos. – Já pensasse... Em conversar com a esposa desse guarda? – Caitlin nega rapidamente. – Talvez conversar com ela possa... Te ajudar, de alguma forma.

- E-eu não teria coragem de fazer isso. – Ela falava tremendo. – E... E se ela me odiar? Me expulsar de sua casa? Chamar a polícia... Tudo pode acontecer.

- E se eu fosse com você? – Caitlin o fitou daquela forma clássica e dramática.

...

Olhos abertos. Bufou.

- Que droga. Agora meus sonhos querem fazer suspense. – Disse sonolento. Levantou-se da cama quando percebeu que era quase seis e meia da manhã.

- Tá, então a Caitlin tem um irmão... – Sussurrou baixo. – Ele pediu algo para ela que custou a vida de um guarda... É isso? – Perguntou-se olhando um pouco mais para cima para pensar. – Mas o que ele poderia pedir que possa matar alguém? – Pensou. – Bom, acredito que não é uma arma. Duvido que Caitlin tenha uma... Nossa, não faço a menor ideia. – Chegou a essa incrível conclusão depois de dois minutos pensando.

Barry se arrumou e foi cedo para o trabalho. Depois de uma hora trabalhando, percebeu que não sabia a data de hoje. E quando ele olhou o calendário, algo veio em sua mente.

- O roubo já aconteceu? Será que o irmão dela já matou o guarda? – No mesmo computador onde estava trabalhando, foi pesquisar a respeito.

 

Google

Pesquise no Google ou digite um URL

 

- Okay... Mas como vou pesquisar isso? Eu não sei o nome do banco, do guarda e nem mesmo o nome do irmão dela... Espere aí. Se Caitlin é filha de Carla Tannhauser, o irmão também é! Tem que ter algo da Caitlin e do irmão dela na internet.

 

Google

Carla Tannhauser|

carla tannhauser

carla tannhauser laboratorios mercury

carla tannhauser laboratorio

carla tannhauser biografia

carla tannhauser cientista

*enter*

Carla Tannhauser

Aproximadamente 232.000 resultados (0,31 segundos)

 

Carla Tannhauser – Wikipédia, a enciclopédia livre

Dra. Carla Tannhauser (Central City, 28 de setembro de 1963) é uma dos cientistas mais brilhantes locais. Criou os Laboratórios Mercury em 1995 e...

 

- Acho que esse tem algo. – Barry começou a ler o site. – Opa!

 

Carla Tannhauser ficou noiva de Thomas Snow e teve uma filha, chamada Caitlin Snow, que hoje, trabalha com a mãe. Thomas tem um filho chamado Johny Snow com outra mulher, até hoje desconhecida.

 

- Então ela realmente tem um irmão. Vamos pesquisa-lo...

 

         Johny Snow

         Aproximadamente 300 resultados (0,20 segundos)

 

- Não tem nada aqui. – Barry pesquisou em muitos sites qualquer coisa sobre ele, mas nada de roubo a banco ou até mesmo assassinato.

- Allen? – Barry vira bruscamente para o Singh.

- Sim?

- Como anda o caso de hoje mais cedo?

- Ann... Eu ainda não terminei.

- O que estás fazendo?

- Eu tava analisando um caso antigo, tentei pesquisar algo mas não encontrei nada. Foi apenas uma suspeita. – Singh fez uma careta. – M-mas estou voltando ao trabalho, senhor.

- Está bem. – Então, o capitão Singh sai do local.

- Okay... Não encontrei nada sobre esse tal roubo... Será que foi invenção dos meus sonhos? Talvez um enigma? Que nem a Nevasca? – Barry ficou pensando em voz baixa. Porém depois de um tempo, decidiu voltar ao seu trabalho, mas ficou pensando neste caso o dia inteiro.

Ontem.

- Entenderam direitinho o plano?

- Olha só, Ralph, esse plano é uma merda. – Johny diz. – Não existe chance disso dar certo.

- E como tem tanta certeza? – Perguntou o próprio Ralph.

- Eu com certeza tenho um plano melhor. – Clifford se manifesta.

- Ei, Ralph. Por que a gente não ouve o plano dele? – Eobard pergunta. – A gente sabe que o cérebro dele é perfeito. – Ralph suspira derrotado.

- Fala. 5 minutos.

...

Caitlin trabalhava atentamente nos seus papeis em seu laboratório. Eram dez da noite mas já era para ter ido para casa. Tomou um susto quando ouviu alguém bater na porta, devido o silêncio que estava até pouco tempo atrás. Quando ela se virou para a porta, ficou surpresa em ver Johny ali.

- Oi. – Caitlin parou tudo que estava fazendo.

- O que você está fazendo aqui?

- Eu... Eu vim pedir um favor. – Caitlin cruzou seus braços.

- Depois de anos me tratando como um lixo você vem me pedir um favor? – Johny abaixou a cabeça. – Por que você espera que eu vou te ajudar?

- Porque é pra salvar uma vida. – Caitlin continuou o encarando em silêncio. – Um amigo meu tem um filho pequeno. Ele tem problemas de convulsão. Ele precisa de uns remédios, mas ele tá com problemas em questão de dinheiro. Então eu pensei em falar contigo. – Caitlin ponderava a ideia. – Olha, eu sei que não somos muito amigos, mas eu quero ajudá-lo. Eu tenho muito a dever para ele. – A mulher pensou por mais um tempo. Suspirou.

- Tudo bem. – Sorriu. – Espere um minuto. – Ela disse já deixando o local para procurar os remédios. Johny fez uma careta.

- “Espere um minuto.” – Tentou imitar a voz dela. Pegou seu celular e discou o número de Ralph.

- Eaí? Conseguiu?

- Em um minuto eu consigo o remédio.

- Bom trabalho. – A ligação é encerrada.

Caitlin aparece com duas caixas nas mãos.

- Aqui. É só ele tomar as doses corretas e ele vai melhorar.

- Obrigado. – Sorriu falsamente. – Devo alguma coisa?

- Não. Por conta da casa. – Caitlin sorriu. Talvez agora eles possam se comunicar melhor.

- Okay. Muito obrigado mesmo. – Johny pegou as caixas e já ia para a saída. – Ah, só uma coisa, que veio a minha mente agora... – Se virou para sua irmã.

- O quê?

- O que acontece se ele tomar a dose errada?

- Bom... Pode haver algumas consequências. Mas ele não pode é realmente exagerar. Pode custar a vida dele. – Disse calmamente para deixar bem claro.

- Ah, só pra saber mesmo. Nem sei por que perguntei isso. – Riu. – Mas de qualquer maneira, obrigado. – Johny finalmente saiu pela porta. Sorrindo por Devoe estar certo sobre o remédio.

Caitlin sorriu pelo o que fez e até desistiu de continuar a ler documentos e foi para a casa.

- Caitlin, cadê o seu irmão? – Sua mãe pergunta quando ela chega em sua residência. Carla estava cozinhando algo.

- Acho que ele foi para a casa de um amigo dele. – Disse e foi para o seu quarto.

Já estava exausta. Tomou um banho para relaxar, colocou como sempre o seu pijama roxo de bolinhas e foi para a cama. Seu sono foi rápido, não levou muito tempo para adormecer.

- Papai! Eu estou conseguindo! – Ela gritava orgulhosa.

- Toma cuidado! Estou logo atrás de você! – O pai gritou atrás, acelerando seus passos para acompanhar sua filha que finalmente estava conseguindo pedalar de bicicleta sem as rodinhas.

- Não precisa! Eu consigo! – A menina garantiu. – Papai olha como eu sou rápida! – Ela gritou e acelerou seu veículo. Ela gargalhava feliz. Mas ela parou de prestar atenção para onde estava indo.

- Caitlin! Cuidado! – Ela ouviu seu pai gritar, porém foi tarde. Ela foi acertada por um carro.

- A-ai... Pai! – A menina chorava. Ela não conseguia se mexer devido a dor. – Minha perna e-está presa. – Choramingou, tentando a tirar de dentro da bike. Seu pai chegou ali, e tentou a ajudar. Porém ele se afastou depois de notar o que estava acontecendo. Ela estranhou, até que sentiu algo estranho. Ela sentia frio. Viu que sua mão, que estava em sua perna, começou a soltar uma fumaça estranha.

Então quando seus olhos focaram em seu reflexo no espelho da bicicleta, ela gritou, fazendo o vidro quebrar.

E Caitlin levantou da cama soando.

Ficou cinco minutos tentando respirar fundo, e se acalmar. A imagem de seu reflexo a atormentava. Seus fios de cabelos estavam brancos, seus lábios roxos azulados, e seus olhos brilhavam de azul.

O relógio ao seu lado marcava três da manhã.

- Que droga... – Sussurrou. Levantou-se da cama e foi até a cozinha. Abriu um armário, pegando um copo e o fechou. Foi até a geladeira, colocando o mesmo copo no dispenser de água. Rapidamente levou o líquido gelado até a boca e o engoliu.

Assim que tomou a água gelada, deixou o copo na pia e voltou para cama.

Se deitou, ficando de conchinha e tentou relaxar e dormir.

...

- Ei, filho? Não vai jantar? – Joe pergunta enquanto Barry subia as escadas.

- Não. Quero dormir cedo. – Respondeu desajeitado. – Obrigado. – Entrou no seu quarto e fechou a porta. Joe encarou Iris confuso e ela apenas levantou os ombros.

Barry se jogou na cama, suspirando. Procurou uma posição favorável para conseguir alcançar o sono mais rapidamente. Assim que finalmente ele se sentiu confortável, fechou seus olhos. Aguardando ansiosamente pelo sono.

- É aqui... – Caitlin disse temerosa. – Barry eu tô com medo... – Ele no começo estava confuso. Não sabia como foi parar ali naquela residência. Mas ele se lembrou da oferta que ele fez para Caitlin antes de acordar do seu sonho anterior, e constatou que eles estão de frente para a casa da esposa do guarda pelo qual faleceu.

- Eu estou aqui. Vamos enfrentar isso juntos. Okay? – Barry perguntou, confiante que não tinha como aquilo dar errado. Caitlin assentiu, porém ainda temerosa. – Quer bater? – Se referiu a porta. Caitlin suspirou, batendo na porta. Só bastaram alguns segundos, e então uma mulher apareceu.

- Bom dia... Em que posso ajuda-los? – Perguntou a moça. Houve alguns segundos de silêncio. Barry olhou para Caitlin e assentiu lentamente.

- Sra. Brown? – Caitlin pergunta, olhando para os olhos da moça.

- Eu mesma.

- Prazer, meu nome é Caitlin Snow, e esse é meu namorado, Barry Allen. – Ela diz apontando. – Nós viemos aqui conversar com a senhora.

- Snow. – A mulher disse, observando Caitlin com uma certa raiva. – Você é da família daquele garoto? – Perguntou, Barry sentiu Caitlin tremer.

- S-sim. – Barry vendo que ela não ia conseguir tomar adiante, se intrometeu.

- Sra. Brown, não viemos incomodar. Se você se sentir desconfortável, podemos ir embora. Só queremos conversar. – Disse, com calma. A mulher, olhou para o homem e a mulher, ponderando a ideia. Depois de alguns segundos, ela dá espaço para os dois entrarem. Caitlin agradeceu com o olhar para Barry, antes de pedir licença ao entrar.

- Sentem-se por favor. – A mulher pediu, apontando para o sofá. Ambos agradeceram antes de sentarem.

- Sra. Brown... – Caitlin começou.

- Linda. Por favor.

- Linda. – Corrigiu. – Primeiramente, eu q-queria dizer que... Que eu realmente... Sinto muito pelo seu marido. – Caitlin disse, um pouco trêmula. – Eu tenho me sentido muito culpada pelo o que meu irmão fez. E eu não consigo imaginar a dor que você deve estar sentindo. – A mulher apenas assentiu. – Se você quiser, eu e Barry podemos tentar ajuda-la com dinheiro, comida, qualquer coisa. – Barry assentiu para apoiar.

- Não será necessário. Mas agradeço. – Linda disse, sorrindo de leve.

- Mas qualquer coisa, por favor... – Caitlin pegou um bloco de notas e uma caneta de dentro de sua bolsa. – Liga para esse número. – Caitlin entregou para Linda, que apenas observou o papel, voltando a encarar ela.

- Tudo bem. – Respondeu apenas isso. Então um silêncio se instalou no local, até Barry o quebrar.

- As suas filhas. – Linda encarou o homem, Caitlin ficou temerosa no que Barry ia perguntar sobre elas. – Como elas... Estão reagindo a tudo isso? – Perguntou. Linda abaixou o olhar.

- Não são mais as mesmas. Sentem falta do pai. – Caitlin abaixou a cabeça, deixando uma lágrima escapar, que rapidamente a limpou. – Mas... – A própria mulher limpou uma lágrima. – Elas tentam serem fortes. – Sorriu triste.

- Como era a sua relação com seu marido? – Barry pergunta.

- Barry. – Caitlin o cutuca contrariada.

- Tudo bem, não tem problema. – Linda diz para Caitlin. – Ele sempre trabalhava. Era difícil o ver durante a semana. Mas quando chegava fim de semana, ele aproveitava o máximo que podia. Principalmente com as filhas. – Sorriu, lembrando de algumas das vezes em que ele dedicou seu tempo, apenas para brincar com suas meninas. – Foi, horrível... Quando fiquei sabendo... Que ele tava m-morto. – Linda deixou mais algumas lágrimas escaparem. – Eu não queria acreditar.

- Eu me senti assim também. – Caitlin interrompeu. – Não queria acreditar... Que meu irmão faria algo assim.

A conversa, continuou por algum tempo. No final, Linda e Caitlin se entenderam, tudo ocorreu normalmente, sem nenhuma briga. Barry o tempo todo, segurava uma das mãos de Caitlin, para transmitir segurança.

E finalmente, eles estavam novamente na caverna, ou o que eles chamavam de casa. Barry sempre quis saber o porquê eles moram em uma caverna. Não que ele não goste da caverna, poderia facilmente viver ali, mas sempre ficou curioso em saber o porquê eles moram ali.

Caminharam até ficarem de frente a cachoeira, onde na verdade, era um chuveiro sem conta de água e luz.

- Barry. – Caitlin puxou sua mão, o fazendo parar. Eles ficaram de frente para o outro. – E-eu... Nunca conseguiria fazer isso se não fosse por você. – Caitlin sorriu. – Eu me sinto tão melhor agora... Claro que, isso não muda o fato de que meu irmão matou aquele guarda. Mas, me senti melhor depois de falar com ela. – Barry encarava atentamente aqueles olhos castanhos, finalmente com um pouco de brilho. E aquele sorriso... Com certeza valeu a pena. Então, Caitlin avança em Barry, dando um abraço. – Obrigada. – Barry sorriu, a recebendo de volta, com todo carinho... E amor.

Barry deixou um beijo em sua bochecha.

- Eu te amo. Por isso sempre vou estar aqui. Com você. – Barry disse, sem se arrepender. Pois ele sabe que é verdade.

Ele já percebeu.

Aquela Caitlin Snow, pela qual vive apenas em seus sonhos, se tornou aos poucos, a sua paixão. E por mais bobo que seja, ele deseja, do fundo do coração...

 

Que esses sonhos nunca acabem.

 

Caitlin se sentiu tão acolhida, apenas com aquelas palavras e seu abraço carinhoso, que não se segurou, em se afastar alguns centímetros dele, sem tirar suas mãos de seus braços, e o beijar.

- Eu também te amo. Muito. – Disse entre os beijos, onde Barry retribuía.

O beijo foi evoluindo. Ele mordiscava seus lábios. Ela gemia, soltando um ar frio de sua boca. O frio dela o arrepiava. O calor dele a arrepiava. Arrepios bons. Ele foi se livrando das roupas dela, pois queria sentir sua pele fria. Ela foi se livrando das roupas dele, pois queria sentir sua pele quente. O fogo e o gelo. Os opostos se atraindo.

 

Não levou muito tempo, para que eles acabassem caindo na cama. E Barry só desejava não acordar.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...