História My Past Condemns Me - Capítulo 14


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Seventeen
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Lee Seokmin "DK", Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais, Seungcheol "S.Coups"
Visualizações 12
Palavras 1.802
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olha quem voltou ^^' hehe, foi mal pela demora, é que estou trabalhando em um novo projeto!

Boa Leitura •S2•

Capítulo 14 - Heart Like Yours


{13°CΔƤiƬƱℓØ}


Pov's (S/N) Onn

Quando conversei com Jungkook sobre ficar ao lado de uma pessoa que o tornasse feliz, não era pra deixar outra triste. Acho que falei de mais num assunto que não é da minha conta. Sook me fita esperado por uma resposta, seus olhos parecem querer ver até mesmo através de minha alma. Ela suspira e com sua voz trêmula finalmente diz:


— Já chega.– e nisso ela sai do banheiro em passos rápidos. Fecho os olhos e suspiro.

[...]

   Sentada de baixo de uma árvore do gramado do campus, me pego observando uma folha seca de outono enquanto reflito sobre o acontecido entre Jungkook e Sook. Mesmo sabendo que já me envolvi demais nesse assunto, não consigo deixar de pensar em conversar com Jungkook, só de imaginar na ideia de que posso ter interferido em algo, mal consigo olha pra cara da Sook.


— Hey, (S/N)! O quê você está fazendo aqui sozinha?–Namjoon se aproxima se sentando em minha frente.


— Nada, apenas pensando.


— Sobre o término do namoro entre Sook e Jungkook?


— Então você já sabe?–ele ri nasal.


— E quem não sabe? Pra falar a verdade é que essa história já se espalhou por toda escola, se não foi pelas pessoas que ouviram a discussão foi por fofocas.


— Que discussão?


— Sook e Jungkook fazem o mesmo curso, tudo começou na quadra quando Jungkook chamou ela pra uma conversa, parecia estar tudo bem até o momento que ele pediu um término porque já não via ela como a pessoa que via antes.


— Sério?–pergunto surpresa, ele assente.


—Palavras do próprio Jungkook. Ela explodiu, ficou muito foda-se se alguém estava escutando ela ou não. A verdade, é que a Sook realmente gosta dele mas não consegue controlar os ciúmes e nem quando se exalta.–suspiro pesadamente.


— Namjoon eu estou sem palavras.–ele assente.—Eu tinha conversado com ele, mas não achava que iria tomar essa decisão tão drástica, até um “vamos dar um tempo” é mais leve que um “quero terminar com você ”.–ele franze o cenho.


— Que conversa? – suspiro e começo a contar sobre toda a história, desde o momento que chegamos em casa, ao momento da nossa conversa.


—Você acha que eu interferi na decisão dele?


— Não. –responde com prontidão. —Jungkook não é uma pessoa influenciavel, se ele decidiu terminar com ela é porque já estava pensando nisso há um tempo. Vai por mim, você não teve culpa de nada!–diz tirando um peso enorme das minhas costas.


— Você não sabe o quanto me alivia saber disso! –sorriu.


—Tenho certeza que sim,mas agora...–ele se levanta e limpa a calça, logo estendendo uma mão para me ajudar, a seguro pegando impulso e levantando. —...vamos!


— Aonde?


— Ficar na mesa com os meninos, estam todos lá.–não respondo nada, apenas deixo ser guiada pelo maior.— Encontrei gente!


—Depois que o intervalo já está acabando. –diz Yoongi.


—Estávamos conversando.–ele se senta ao lado de Taehyung, faço o mesmo me sentando no espaço à sua direita.


— Então vocês estavam me preocupando é?


— Parabéns você conseguiu matar a charada.–Yoongi diz em tom exagerado e sarcástico, fazendo todos rirem.


— Que bom que foi só a charada né?! –entro em seu jogo.


— O quê quer dizer com isso?–ele pergunta com a voz falsamente indignada.


— Nada senhor Min, nada.–nego fingindo inocência, todos riem.


— Vocês se merecem!–diz Hoseok.


— Eu?!–dissemos em uníssono trazendo mais risadas.


— Fala sério eu comecei a falar com essa garota ontem!-Yoongi diz.


—Por favor não viajem.–digo constrangida.


— (S/N).–ele me chama, e assim que o olho ele me mostra a língua, fingindo indignação lhe retribuo com a mesma ação.


— Santo Aladim, parecem duas crianças.–diz Jin negando com seu doce sorriso.

[...]

     O tempo passa mais rápido do que de costume, definitivamente esses garotos me fizeram bem. Só percebi que estava rindo mais do que o normal quando Hoseok começou a zoar com Jimin, minhas bochechas já estavam doendo.


       Após a aula, fiz o que a muito tempo não faço, fui para a sala 13, aonde dão aula de música. Ver aquele lugar tão aconchegante me lembrava os bons momentos que vivi.


    Passando a mão em um violão que ali havia, resolvo tocar um pouco. É tão relaxante o som de suas cordas que até mesmo esqueço que estou na universidade, mas esse sentimento logo é quebrado quando ouço uma voz.


— Toca bem.–paro e olho para meu professor encostado na porta,Seungcheol, abro um sorriso.


— Obrigada… A quanto tempo o senhor está aí?


— O senhor eu não sei, mas eu estou a uns dois minutos.– riu nasal.–ele se aproxima e se senta ao meu lado.— Café? –ele oferece erguendo um pouco o copo descartável em sua mão, nego.


— Desculpe, vou tentar lembrar da próximo vez.–sorriu fraco.


— Ok, mas não é porque cheguei que você tem que parar, estava curtindo a música. Você que compôs?


— Ah, não. Essa é do Willamette Stone, se chama “Heart like yours”.


— Pode cantar pra mim?–seu sorriso tão encantador é a arma perfeita para obrigar qualquer pessoa a fazer algo que sente vergonha, mesmo sabendo fazer. Suspiro.


— Ok, vamos lá.– começo a tocar sem pressa, no ritmo original, até começar a cantar.— Breath deep, breath clear.

“Respire fundo, respire claro.”


Know that I’m here, know that I’m here, waiting.

“Saiba que eu estou aqui, saiba que eu estou aqui, esperando.”


Stay strong, stay gold.

“Fique forte, fique ouro.”


You don’t have to fear, you don't have to fear, waiting.

“Você não tem que temer, você não tem que temer, esperando.”


I'll see you soon, I’ll see you soon.

“Eu te vejo logo, eu te verei logo.”


How could a heart like yours, ever love a heart like mine?

“Como pode um coração como o seu, alguma vez amar um coração como o meu?”


How could I live before? How could I have been so blind?

“Como eu pude viver antes? Como eu tenho sido tão cego?”


You opened up my eyes, you opened up my eyes.

“Você abriu meus olhos, você abriu meus olhos.”– canto apenas o início da música e finalizo com o vilão, olho para meu professor e o vejo olhar para um grande nada, mas logo sorri.


—Sabe, isso me faz lembrar de um amor que tive na adolescência. –ele ri fraco. — O que é até engraçado, já que foi meu primeiro relacionamento.


— Fico feliz que minha música possa te lembrar boas lembranças.


— Éh, mais ou menos.–ele suspira.— Achava totalmente estranho uma pessoa tão boa como ela, gostar de uma pessoa como eu, até porque cai entre nós, eu não era lá um bom exemplo. –ele me arranca uma risadinha, e me encara.— Ah, desculpe, eu sei que esse não é um papo que te interesse muito, quer dizer, eu vou parecer um vovô contando histórias de quando era jovem.–ele faz careta e eu riu.


— Não exagera professor, e muito pelo contrário, gosto de saber o que eu provoco quando canto ou toco. Cada um tem um sentimento diferente, com você foi uma lembrança.–ele volta a encarar o nada, o que pra ele deve ser o passado.


— Ela era linda, sempre a admirei, mais ainda quando começamos a sair e mais tarde namorar. Mas esse relacionamento não durou tanto quanto eu esperava.


— Ué, por quê?–pergunto confusa.


—Ela morreu.–ele encara sua mão triste, estática fico sem palavras.–Ela tinha uma doença terminal, e pediu para que eu me afastasse para não sofrer tanto. Acho que o resto você já consegue imaginar.


—Sinto muito.


— Tudo bem, já passou. Eu só tendo não pensar nisso tanto.


— Entendo.–como não entender?


— Mas vamos aos elogios. –ele dirige o olhar a  mim com um belo sorriso. — Você canta muito bem, parabéns!–sorriu.


— Obrigada.


— Quem te ensinou a tocar tão bem assim? Você parece ter muita prática.


— Que nada, você acha?–ele assenti.— Eu aprendi a tocar com o meu finado tio Leonardo, na época eu tinha uns treze anos.


— E a cantar? Olha, sempre tentei mas nunca deu muito certo.–diz coçando a nuca.


— Acho que sempre soube cantar, nunca tive dificuldade em relação a isso. Quando pequena levava isso como uma brincadeira.


— E a cozinhar? Também levava como uma brincadeira? –diz sugestivo, sorriu.


— Não, esse gosto eu atribuí com os meus avós.


— Pois eles estão de parabéns, a sua comida é uma delícia!–riu negando.


— Você é professor de gastronomia, já deve ter provado melhores.


— Mas de todas as turmas que já dei aula na faculdade, a sua comida fica entre os dos melhores, você cozinha muito bem e não estou puxando o seu saco. Talvez seja porque você tem mais experiências com variações de temperos, ou até mesmo a culinária em si.


— Ué, por que você acha isso?


— Oras, você é do Brasil! Já fiz várias pesquisas sobre a culinária brasileira e até fui em alguns restaurantes. Tudo é tão gostoso, principalmente os doces.


— Fico feliz que tenha gostado, mas eu não sou realmente do Brasil. –ponho ênfase na penúltima palavra e o vejo franzir o cenho, suspiro. — Minha família é brasileira, mas eu sou a única nascida e criada aqui na Coréia. Só fui visitar o Brasil algumas vezes, sete no máximo.


— Ah tá, agora entendi, sempre tive dúvida em questão a isso. Outra coisa que eu gosto no Brasil é a cultura, vocês quebram qualquer padrão que se aplica aqui ou em outro lugar, eu gosto disso. Cada um com sua beleza.


— Pois é eu também acho super legal essa parte.


— Assim, com todo o respeito, mas você também não escapa das suas liagens.


— Como assim?–franzo o cenho confusa.


— Você está bem fora do padrão coreano, e tenho que dizer que você é linda assim.–riu corada.— É sério.–sorri fraco.— Você é muito bonita. – ele diz de forma peculiar.


— Por favor, não me deixe desconcertada.–ele levanta ambas as mãos para o alto, em redenção.


— Pura verdadei!–sorrio fofo, nego mais sem jeito ainda.


— Ah, finalmente te encontramos! –Hoseok diz após entrar ofegante na sala ao lado de Jimin.


— Ué, estavam me procurando?


— Te procurando? Rodamos o prédio inteiro atrás de você! –diz Jimin.


— Pra quê?


— A galera vai no karaoke aqui perto, ta afim? –convida Hoseok.


— Hum, não sei se é uma boa idea.


— Ah por favor, não me diga que a gente rodou tudo isso por nada.–fala Jimin.


— Poderiam ter me ligado.


— E você acha que não pensamos nisso? Só que você não atendia o celular.–prossegue o mais velho, suspiro pesado.


— Não sei não…


— Ah vai (S/N), se divirta um pouco! –diz Seungcheol ainda alí.


— Até você professor? – ele faz gesto de “ué” com os braços.— Ok, eu vou.–festejam.–Mas só vou ficar uma hora e meia no máximo, tabom?


— Já vale.–Hoseok vem em minha direção e segura uma de minhas mãos, entrego o violão ao Seungcheol e me deixo ser guiada. — Obrigado professor.


— Disponha, tchau pra vocês!–eles respondem com um simples “tchau”.


— Até mais Seungcheol!–digo acenando.


Notas Finais


Guardem bem essa conversa que a prota teve com o Seungcheol, ele não é um mero personagem!

O projeto que citei mais a cima é um imagine, dessa vez com o nosso querido cubo de açúcar, Yoongi. Minhas espectativas pra essa história está cada vez melhor, por isso pesso um pouco de paciência.

Link da música:https://youtu.be/Vu3n9iVqPxU

Tradução: Letras.com.br

Até a próxima ; D

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