História My Perdition - Capítulo 6


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Personagens Originais
Tags Imagine, Jimin, Kim Namjoon, Nam, Rap Monster
Visualizações 364
Palavras 1.128
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - What?


Fanfic / Fanfiction My Perdition - Capítulo 6 - What?

  - Que bom que você já conhece alguns deles - falou aquele cara arrogante, te conheço também filho da puta ou você não se lembra da garota que humilhou, eu apenas fiquei na vontade de pronunciar tais palavras.
  - Sim - falou Namjoon sorrindo.
  Eles se apresentaram - E eu sou _____ a nova fotog... - Jimin nem ao menos me deixou terminar.
  - Não podemos trocar de fotógrafa, essa não parece ser a das melhores - agora sim ele parecia o cara arrogante que eu  conheço.
  - Ela é a melhor - diz o homem tentando amenizar a situação.
  - Eu não creio nisso - Falou Jimin - eu quero que você converse com a dona da editora, com quem for preciso mas eu quero o melhor fotógrafo e não qualquer lixo.
  Todos ali começaram a olhá-lo chocado e eu apenas ri, me levantentei de minha cadeira confortável e alisei minha saia lápis lazúli - Pois bem, está falando com a dona - ele arregalou os pequenos olhos e sua boca se abriu em um perfeito "O".
  - Desculpe nosso companheiro - se pronunciou o que havia se apresentado como Jin - As vezes ele é assim mas foi porque mal dormiu daí fica pior que o Yoongi.
  - Entendo, já eu como tive uma noite ótima irei relevar - fiz uma pausa - E se não for do agrado do Sr. Park eu posso conversar com seu responsável e mudamos o fotógrafo
  - É claro que não precisa - falou Namjoon lançando um olhar mortal ao Jimin.
  - Então já que terminamos por aqui, eu vou ter de sair, qualquer dúvida podem tirar com meu assistente Shin - apesar de ser meu assistente ele era meu amigo, não lembro se cheguei a comentar isso, qualquer hora conto nossa história, hoje com toda certeza eu iria chorar muito no seu colo ou então sair pra esquecer de tudo e dormir com o primeiro homem que encontrasse.
  - Não precisa já entendemos tudo. - disse o agente antes de se curvar e eu fazer o mesmo.
  Eles saíram exceto Namjoon - Então o destino está ao meu favor - falou sorrindo vindo em minha direção.
  - Não existe essa coisa de destino, agora se me der licença tenho de ir.
- Tudo bem - ele veio ate mim, me beijou - Mas se quiser ter outra ótima noite estarei ao seu dispor - e se foi.
  Me deixando com a respiração acelerada, enquanto estava praticamente sentada em minha mesa o vendo ir.
  Me recompuz e sai da sala, fui até a mesa de Shin - Ligue e providencie as roupas que o grupo irão usar na sessão de fotos, resolva tudo o mais rápido - olhei pra ele e sorri fraco - e quero que você ... preciso de você lá em casa hoje - ele entendeu o que eu quis dizer e segurou minha mão - obrigada - sussurrei.
  Estava saindo dali quando sou puxada pra dentro de uma sala - O que ele irá fazer na sua casa hoje? - ouvi aquela voz conhecida e me virei.
  - Jimin? - perguntei atônita.
  - Isso mesmo amor .
  - quê? O que você acha que está fazendo?
  - Então você é dona de tudo isso aqui?
  - Não só disso aqui, este é só um dos meus negócios mas não que isso te interesse.
  - Você se vendeu pra conseguir tudo isso não é mesmo! Valeu a pena? - quem ele pensa que é?
  - Eu não precisei vender meu corpo, trabalhei duro, mal dormi... mas eu vendi minha alma quando me envolvido com você.
  - Agora eu quero lhe fazer uma pergunta que não sai de minha cabeça.
  - Que pergunta?
  - Onde está nosso filho ou filha? - eu simplesmente gelei, meus olhos ardiam com as lágrimas que eu não derrubei, não agora.
  - Não temos nenhum filho muito menos filha.
  - Como assim? Onde está nosso filho?
  - Eu nunca estive grávida.
  - Você...
  - Sim, eu só quis te enganar e agora eu tenho de ir.
  - Eu sei que você está mentindo - falou um pouco antes de soltar meu braço.
  Eu parei com a mão na maçaneta - Pode pesquisar sobre minha vida inteira, você não vai encontrar nada sobre filho, porque simplesmente não existe - Girei a maçaneta, abri a porta e sai.
  - Eu já terminei - falou Shin quando se aproximou, eu ergui os olhos, lágrimas silenciosas escorriam pelo meu rosto - Venha vamos sair daqui antes que alguém veja seu estado - ele era mais alto que eu, me abraçou e meu rosto estava em seu peito enquanto me guiava para fora - vou te levar pra sua casa e ficar com você, tudo bem? - eu apenas assenti.
  Entramos no meu carro, Shin mandou o motorista nos levar pra minha casa, apoiei minha cabeça novamente em seu peito enquanto chorava.
  Chegamos em casa, ele dispensou o motorista por hoje, entramos em casa e ele me mandou ir tomar um banho e vestir roupas confortáveis, eu fui, meia hora depois desci.
  Me sentei ao seu lado do sofá e comecei a contar tudo o que aconteceu esses dias já que o resto ele já sabia, enquanto isso eu chorava e ele apenas ouvia.
  - Eu fiz aquilo que minha antiga babá brasileira me ensinou e um certo alguém adora.
  - Não brinca - falei com um sorriso.
  - Não estou brincando e já valeu a pena por ver esse sorriso - ele falou enquanto apertava meu nariz.
- Eu vou lá buscar - cinco minutos depois ele voltou com uma panela cheia de brigadeiro e começamos a comer - Hoje nós dois iremos sair pra jantar, nada de festa ou qualquer coisa agitada de mais no máximo iremos nos embebedar quando tivermos voltado.
  - Ta bom pai - falei sorrindo enquanto comia.
  - Eu irei fazer uma reserva agora enquanto você escolhe um filme de terror pra nós dois assistirmos.
  - Mas você odeia filme de terror. - indaguei.
- E você adora e hoje é tudo por você.
  Ele foi em direção a cozinha enquanto ligava pra algum restaurante, coloquei um filme que parecia bem assustador e fiquei esperando ele volta.
  Ele demorou um pouco mas voltou com suco e pipoca doce, dei play no filme e começamos a ver.
  Eu ria quando ele pulava com os sustos ou quando ele me assustava nos fazendo derrubar a pipoca pra todo lado.
   
   1 hora e 42 minutos depois ...

  - Tem certeza que quer ir em algum restaurante? Aqui ta tão bom. - falei com a cabeça no colo dele enquanto ele me fazia cafuné.
  - Tenho, agora vá se trocar - ele mandou me fazendo levantar.



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